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Novo canal fortalece acolhimento e agiliza denúncias de violações de direitos humanos

O Distrito Federal deu um passo importante para ampliar a proteção e a resposta às violações de direitos: foi lançado, na tarde desta quinta-feira (27), o Disque Distrital Direitos Humanos, novo canal oficial para o registro de denúncias no DF. A iniciativa é fruto da parceria entre a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e a Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF), operada por meio das Ouvidorias e da Subsecretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial. O anúncio ocorreu no Auditório da FHE Poupex, dentro da programação da I Semana Internacional de Controle e Combate à Corrupção, que reúne especialistas, gestores e autoridades desde segunda-feira (24). O Disque Distrital Direitos Humanos, novo canal oficial para o registro de denúncias no DF, foi lançado na tarde desta quinta-feira (27) | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, lembrou que o novo canal aproxima ainda mais o Estado de quem precisa de apoio. “O Disque Distrital Direitos Humanos representa cuidado, presença e compromisso. Ele assegura que nenhuma denúncia fique sem resposta e reforça o papel da rede de proteção no DF." O subsecretário de Direitos Humanos e Igualdade Racial, Juvenal Araújo, complementou: “A partir de agora, teremos dados mais organizados e encaminhamentos mais precisos, o que melhora o atendimento e dá mais segurança ao cidadão que busca proteção”. Com o novo canal, o Distrito Federal avança na consolidação de uma política de atendimento mais humanizada, com processos padronizados, triagem técnica e monitoramento contínuo Ao apresentar o novo fluxo, a ouvidora da Sejus, Annie Vieira Carvalho, ressaltou que o canal nasce para garantir acolhimento qualificado e respostas mais rápidas. “Estamos estruturando um processo mais integrado e transparente para que cada denúncia seja tratada com responsabilidade e agilidade. É um avanço na defesa de direitos no DF." Com a nova estrutura, o Participa-DF e o Disque 162 passam a funcionar como portas de entrada organizadas para situações de violência, discriminação e outras violações de direitos humanos, garantindo acolhimento técnico, acompanhamento e direcionamento adequado às equipes especializadas. O controlador-geral do DF, Daniel Alves Lima, reforçou a importância da integração entre os órgãos. “A parceria fortalece a confiança da população nos canais oficiais. Transparência, participação social e proteção de direitos caminham juntas nesse novo serviço.” Ferramenta integrada [LEIA_TAMBEM]Com o novo canal, o Distrito Federal avança na consolidação de uma política de atendimento mais humanizada, com processos padronizados, triagem técnica, monitoramento contínuo e integração entre Sejus, CGDF e demais órgãos de proteção. Como denunciar: • Telefone 162, Central de Atendimento da Ouvidoria-Geral do Distrito Federal • Site Participa-DF, plataforma digital do GDF que unifica os sistemas de ouvidoria O canal funciona como espaço seguro e acessível, garantindo que cada relato seja tratado com sigilo, responsabilidade e prioridade. O Selo Acessibilidade 2025, reconhecimento concedido pela Controladoria-Geral do Distrito Federal, foi entregue à Ouvidoria da Sejus-DF Ouvidoria da Sejus recebe Selo Acessibilidade 2025 Durante o evento, também foi entregue o Selo Acessibilidade 2025 à Ouvidoria da Sejus-DF, reconhecimento concedido pela Controladoria-Geral do DF pelo cumprimento integral dos critérios da premiação e pelas ações concretas de promoção da inclusão. A certificação destaca práticas como atendimento acessível, comunicação inclusiva, adaptações estruturais e capacitação da equipe — iniciativas que reforçam o compromisso da Sejus com uma gestão pública mais humana, acessível e alinhada às necessidades da população. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)

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Projeto Zoo com Vivência leva mais de mil idosos ao Zoológico de Brasília neste ano e promove lazer e socialização

Nesta quinta-feira (27), turmas do Viver 60+ das regiões da Fercal, de Sobradinho e de Sobradinho II participaram de uma edição especial do circuito de Natal do programa. Cerca de 80 idosos tiveram uma manhã de atividades, incluindo visita guiada pelos educadores e biólogos do zoológico, passando pelos animais e pelo museu de taxidermia, além de momentos de descontração com música, dança e café da manhã especial. A visita contou, ainda, com a presença do Papai Noel, trazendo nostalgia e alegria aos participantes. O projeto é fruto de uma parceria da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) com a Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB), que reserva toda última quinta-feira do mês para receber os grupos. Neste ano, mais de mil idosos inscritos nos 34 núcleos do programa participaram da experiência. Maria José Nunes: "Eu me sinto mais alegre, com a mente e o coração tranquilos durante os passeios do programa" | Foto: João Marcos Teixeira/Sejus-DF Maria José Nunes, de 68 anos, participa do programa há sete meses. “Essa visita mexeu muito comigo. Antes do Viver 60+, eu vivia sozinha, e hoje tenho amizades, participo das atividades e vou aos passeios. Eu me sinto mais alegre, com a mente e o coração tranquilos durante os passeios do programa", contou ela, que estava há mais de 30 anos sem frequentar o zoológico. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou o impacto social da iniciativa: “O Viver 60+ cumpre um papel essencial de levar os idosos para dentro dos espaços públicos, garantindo acesso, segurança e acolhimento. Ver a emoção de quem visita o zoológico pela primeira vez neste ano mostra o impacto positivo do programa na vida dessas pessoas." [LEIA_TAMBEM]Para a subsecretária de Políticas para o Idoso, Dolores Ferreira, iniciativas como o Viver 60+ evidenciam a importância de investimentos permanentes na população idosa. “Precisamos criar oportunidades para que os mais velhos vivam com dignidade e se sintam valorizados”, afirmou. O Viver 60+ é voltado ao envelhecimento saudável, ativo e digno, oferecendo cursos, oficinas, passeios culturais e atividades físicas. Atualmente, o programa está presente em 34 regiões do Distrito Federal, incluindo Ceilândia, Estrutural, Riacho Fundo II, Sobradinho, Planaltina, Fercal, Samambaia, São Sebastião e Taguatinga. *Com informações da Sejus-DF  

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Setor Comercial Sul recebe serviços voltados à promoção da cidadania nesta sexta-feira (28)

Nesta sexta-feira (28), a partir das 9h, o Setor Comercial Sul receberá uma programação especial voltada à promoção da cidadania, saúde e aproximação entre o poder público e a população. A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), por meio da Subsecretaria de Prevenção à Criminalidade (Suprec), realizará a ação “Segurança em Movimento — SCS”, no estacionamento da Quadra 06, reunindo serviços essenciais e iniciativas que estimulam a ocupação positiva do espaço urbano. A proposta integra o movimento de valorização da região central de Brasília e reforça o papel da prevenção como ferramenta de segurança pública. O objetivo é que seja mais uma ação de aproximação entre a segurança pública e a população. Com o slogan Cuidar é prevenir, o evento oferecerá emissão de carteira de identidade no ônibus do Instituto de identificação da PCDF, além de atendimentos de saúde voltados especialmente às mulheres, com a presença da Carreta da Mulher realizando exames de mamografia e citopatológicos. Também estão confirmadas artesãs do programa Cerrado Feminino, que levarão ao público uma mostra de trabalhos manuais produzidos no Distrito Federal. O público infantil e familiar contará ainda com a participação especial da Turminha Mais Segura, que reforçará, de forma lúdica, a importância da educação preventiva desde a infância. Serviço Ação: Segurança em Movimento – SCS Data: 28 de novembro de 2025 Horário: 9h às 14h Local: Estacionamento da Quadra 06, Setor Comercial Sul (SCS) *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Projeto Acelera Tech leva capacitação tecnológica gratuita ao Recanto das Emas

Após formar a primeira turma em Santa Maria, o projeto Acelera Tech chega ao Recanto das Emas com inclusão digital, qualificação profissional e novas oportunidades para pessoas em situação de vulnerabilidade social. Com investimento de R$ 700 mil da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), a iniciativa é gratuita e prevê atender 640 pessoas, sendo 240 em atividades presenciais e 400 na modalidade virtual. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo WhatsApp (61) 98200-0429, até o preenchimento das vagas. Cursos do Acelera Tech têm duração de duas semanas, com linguagem acessível | Foto: Divulgação/Secti-DF “A inclusão digital é a porta de entrada indispensável para a inserção profissional nas carreiras científicas e tecnológicas”  Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Em Santa Maria, a etapa inaugural começou no dia 3 deste mês e segue até 1º de dezembro. Por lá, os participantes receberam formação prática em competências digitais para ampliar as chances de inserção no mercado de trabalho. Agora, o Acelera Tech inicia a segunda fase no Recanto das Emas, com programação de 2 de dezembro a 2 de janeiro. Formação prática e acessível Os cursos têm duração de duas semanas e incluem Informática Básica e Intermediária para o Mercado de Trabalho, Design Gráfico e Editor Mobile. Com aulas dinâmicas, linguagem acessível e foco em aplicação imediata, as formações atendem tanto quem está começando no mundo digital quanto quem busca aprimorar competências para se destacar profissionalmente. Além disso, a iniciativa reserva 10% das vagas para idosos. “A inclusão digital é a porta de entrada indispensável para a inserção profissional nas carreiras científicas e tecnológicas”, enfatiza o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. “Ao levarmos capacitação de qualidade para o Recanto das Emas, não estamos apenas ensinando o uso de ferramentas, mas oferecendo a base necessária para que esses cidadãos se integrem à nova economia. O Aceleratech reduz as desigualdades e prepara nossos talentos para atuar em um mercado de trabalho onde a tecnologia é, cada vez mais, a protagonista do desenvolvimento.” [LEIA_TAMBEM]O projeto é executado pelo Instituto Bem Viver DF. A presidente da organização, Samara da Silva, ressalta que o conhecimento tecnológico é um dos pilares da independência financeira. “Nosso propósito é transformar realidades por meio do conhecimento”, aponta. “Sabemos que o domínio das ferramentas tecnológicas é essencial para qualquer profissão hoje, e queremos que mais pessoas, especialmente das comunidades periféricas, tenham a oportunidade de se capacitar, empreender e conquistar autonomia econômica".

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No Hospital de Base, futebol ajuda a adaptar tratamento de paciente que não sabe ler

Garantir que um paciente continue o tratamento corretamente após a alta é tão importante quanto o cuidado oferecido dentro da unidade de saúde. No Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), esse compromisso ganhou uma solução criativa e humanizada: uma caixa personalizada com instruções visuais desenvolvida para ajudar um paciente que não sabe ler a usar seus medicamentos de forma correta. A iniciativa surgiu diante do caso de Rafael (nome fictício), de 25 anos, que vive com esquizofrenia de difícil controle, deficiência intelectual, e que, recentemente, foi diagnosticado com epilepsia. Após seis meses internado, ele apresentou melhora significativa e recebeu alta para continuar o tratamento em casa — etapa em que o uso contínuo e preciso dos remédios é essencial para evitar regressões. Caixa personalizada com instruções visuais para ajudar na identificação dos medicamentos | Foto: Divulgação/IgesDF A dificuldade aumentava porque Rafael e o pai, com quem mora, são iletrados — não haveria ninguém no cotidiano capaz de ler as orientações dos medicamentos. Diante desse cenário, a farmacêutica clínica da psiquiatria do HBDF, Joyce Kelly Oliveira Affonso, decidiu transformar a prescrição médica em um sistema visual simples e acessível, adaptado ao universo do paciente. Como Rafael é apaixonado por futebol, a farmacêutica associou cada medicação a um time, com destaque para o Flamengo, seu favorito, vinculado ao remédio principal: a clozapina. Joyce Kelly relata que a situação exigia uma estratégia diferente: “Quando ele interrompe a medicação, volta a ter delírios, alucinações e comportamentos que impedem a convivência social. O uso regular dos remédios é o que permite que ele mantenha autonomia e estabilidade”. A partir daí, nasceu a caixa personalizada de medicamentos, organizada entre uso diurno e noturno. Produzida em conjunto com a assistente administrativa da chefia de enfermagem, Alessandra de Oliveira, a caixa reúne divisórias, símbolos e cores que permitem ao paciente identificar sozinho o que deve tomar e em qual horário. “É uma forma de dar autonomia e transformar o tratamento em algo compreensível para ele”, afirma Joyce. Como o paciente é apaixonado por futebol, a farmacêutica associou cada medicação a um time, com destaque para o Flamengo, seu favorito, vinculado ao remédio principal: a clozapina O trabalho também envolveu a orientação do pai de Rafael, que acompanhará as medicações em casa. Após a alta, o jovem continuará o acompanhamento mensal no ambulatório, com a equipe se responsabilizando por atualizar periodicamente os remédios da caixa, fornecidos pela farmácia de alto custo, e manter tudo organizado. Um relatório detalhado será encaminhado à unidade básica de saúde (UBS) de referência, para que a família receba apoio contínuo. Todo o esforço tem o objetivo de garantir que o tratamento não se perca no caminho entre o hospital e a casa de Rafael. “Não adianta cuidarmos dele aqui se ele não consegue continuar os cuidados onde mais precisa”, conclui a farmacêutica.   *Com informações do IgesDF  

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Reajuste nos serviços do SLU entra em vigor em 2026

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) publicou, nesta quinta-feira (27), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) a Resolução nº 60/2025, que atualiza os valores dos preços públicos cobrados pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) na execução de atividades de gerenciamento dos resíduos de grandes geradores, de eventos e da construção civil no Distrito Federal. A normativa altera o Anexo da Resolução nº 14/2016 e passa a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2026. Os serviços que tiveram os preços reajustados contemplam atividades como coleta de resíduos sólidos orgânicos e indiferenciados, disposição final de resíduos sólidos no Aterro de Brasília, disposição final de resíduos da construção civil , disposição final de resíduos de podas e galhadas e limpeza de vias e logradouros públicos realizada pós-eventos. O reajuste assegura que os preços dos serviços cubram os custos operacionais, respeitando o princípio do poluidor-pagador. A medida reforça a diretriz estabelecida pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), que prevê a remuneração ao poder público quando o manejo dos resíduos, originalmente de responsabilidade do gerador, é executado pelo Estado. *Com informações da Adasa  

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Bombeiros dão dicas para evitar acidentes com luzes e fogos nas festas de fim de ano

As festas de fim de ano combinam com cores e luzes, sejam elas os pisca-piscas natalinos ou os fogos de réveillon. Mas é importante saber que os dois podem oferecer riscos caso não sejam manuseados — e comprados — corretamente. "É importante que sejam produtos certificados pelo Inmetro, vendidos por lojas credenciadas, que operem com a devida autorização", orienta o major Walmir Oliveira, do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). Tanto fogos de artifício quanto luzes de Natal devem ser certificados pelo Inmetro e vendidos por lojas credenciadas | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília Após a compra, com os piscas, é necessário atenção à instalação. "Evitar o uso de sobrecarregamento de tomadas — o chamado T ou benjamin —, saber se há o dimensionamento adequado da rede elétrica da residência, evitar o uso — a menos que seja homologado — em áreas úmidas ou molhadas, como árvores, e não deixar ligado à noite, pois há risco de superaquecimento", alerta o militar. Para quem tem crianças ou animais de estimação, vale também ficar atento para que eles não tenham contato com o material. Já em relação aos fogos, a principal orientação é ler e seguir as instruções da embalagem. "Cada fogo é adequado a uma condição de uso e isso potencializa o efeito de proteção", explica Walmir. "Além disso, verificar a distância de edificações e de pessoas, e não apontar em direção a outras pessoas nem a áreas com vegetação seca, o que pode iniciar um incêndio. Também considerar a questão do estampido, que provoca incômodo em animais e pode atrapalhar áreas próximas, se a pessoa morar perto de uma clínica ou um hospital, por exemplo." Apenas produtos homologados podem ser usados em áreas úmidas ou molhadas, como árvores e espaços descobertos | Foto: Arquivo/Agência Brasília O que fazer? O maior risco dos piscas são os choques elétricos. O bombeiro também dá dicas do que fazer caso isso aconteça: "Desligar a fonte de energia, por isso é importante saber onde está o disjuntor. Depois, verificar se a pessoa respira e iniciar as manobras de primeiros socorros". "Com os fogos, o principal risco é a queimadura. A recomendação então é molhar a área em água fria até que a dor diminua", completa o major. Nas duas situações, é imprescindível também acionar os Bombeiros, pelo número 193, o quanto antes. "Hoje, contamos com um sistema em que a pessoa consegue receber auxílio por videochamada. Então, ligar 193 é uma manobra extremamente importante porque, ao mesmo tempo que garante que o socorro esteja em deslocamento, ela recebe orientação para poder iniciar os primeiros socorros", arremata Walmir.

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Aulão de defesa pessoal reúne mais de 200 mulheres e reforça 21 dias de ativismo

A campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher ganhou força nesta quinta-feira (27) com um grande aulão de defesa pessoal voltado ao público feminino. A atividade, realizada pela Secretaria da Mulher (SMDF) em parceria com a Federação Sul-Americana de Krav Maga Mestre Kobi e com a Embaixada de Israel no Brasil, com apoio da Vice-Governadoria e da Secretaria de Relações Internacionais do DF (Serinter-DF), reuniu mais de 200 mulheres na Torre de TV, em uma manhã de aprendizado, prevenção e fortalecimento da segurança pessoal. O treinamento foi conduzido por instrutores certificados da Federação Sul-Americana de Krav Maga, que apresentaram técnicas de defesa aplicáveis a situações reais, incluindo golpes rápidos, movimentos de fuga, noções de autoproteção e estratégias comportamentais para identificar e evitar riscos, todos elementos centrais do método israelense reconhecido mundialmente. Segundo a vice-governadora Celina Leão, esse ensinamento na prática sobre autodefesa é fundamental para a saúde integral da mulher, abrangendo benefícios físicos, mentais e sociais. “As mulheres aprenderam a utilizar uma ferramenta poderosa para o empoderamento e a autodefesa. Essa atividade faz parte da nossa luta todos os dias pelo fim da violência contra a mulher”. A mobilização dos 21 Dias de Ativismo, que ocorre de 20 de novembro a 10 de dezembro, busca conscientizar sobre a violência de gênero e fortalecer o desenvolvimento de políticas públicas de igualdade. No DF, a campanha se soma às ações permanentes do governo para proteger e empoderar mulheres, como programas de acolhimento, qualificação profissional, ampliação da rede de proteção e fortalecimento dos canais de denúncia, entre eles o Ligue 180, central de atendimento à mulher, e o 190, canal de emergência. O treinamento foi conduzido por instrutores certificados da Federação Sul-Americana de Krav Maga, que apresentaram técnicas de defesa aplicáveis a situações reais | Foto: Samuel Marques/SMDF Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, iniciativas como o aulão ampliam a rede de acolhimento e prevenção. “Acreditamos que é fundamental que as mulheres conheçam a técnica de autodefesa praticada em Israel. Além de ensiná-las a reagir em situações de risco, o Krav Maga traz benefícios para o corpo e para a mente. Foi um encontro acolhedor e acessível”, destacou. O secretário de Relações Internacionais, Paco Britto, ressaltou a importância das parcerias internacionais no GDF. “Hoje, vemos o resultado do trabalho contínuo da Serinter com as embaixadas para divulgar culturas e compartilhar conhecimento com nossa população”, afirmou. “O Krav Maga pode contribuir muito para a autodefesa das nossas cidadãs e fortalecer a luta contra a violência”, completou. A representante da Embaixada de Israel no Brasil, Rasha Athamni, reforçou que Israel continua enfrentando desafios significativos relacionados à violência de gênero e que iniciativas como o aulão de defesa pessoal têm impacto real na proteção e no fortalecimento das mulheres. “É uma honra, como representante israelense e como mulher, estar com vocês. Israel ainda carrega traumas profundos da violência. Toda pessoa tem o direito de viver sem medo”, contou Rasha. Ao dominar técnicas básicas de proteção, as mulheres ampliam sua capacidade de identificar ameaças, tomar decisões rápidas e buscar rotas seguras de fuga. Esse conhecimento reduz a vulnerabilidade e aumenta a percepção de controle sobre o próprio corpo. Para a moradora de Ceilândia, Andrea da Silva, 43 anos, a prática trouxe segurança e confiança. “Eu não sabia me defender e aprendi hoje as técnicas do Krav Maga. Esse aulão é muito importante para as mulheres! Foi maravilhoso participar e aprender mais sobre defesa pessoal. Agradeço ao GDF e à Embaixada de Israel pela iniciativa”, concluiu. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)

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