Servidora do Detran-DF lança livro na COP30, em Belém
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Servidor do Detran-DF publica artigo em revista nacional de aviação
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Detran-DF abre inscrições para o curso “Condutoras de Veículos de Emergência”
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Detran-DF abre inscrições para o curso “Condutoras de Veículos de Emergência”
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Educação de trânsito impacta 1,8 mil pessoas no fim de semana
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Mais de mil vagas de emprego estão abertas nas agências do trabalhador nesta terça-feira (18)
As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 1.048 oportunidades profissionais disponíveis nesta terça-feira (18). O maior salário é encontrado em duas vagas para marceneiro, em São Sebastião, e para marmorista, em Vicente Pires, funções em que os selecionados vão receber R$ 3.500. Outra remuneração de destaque é ofertada para eletricista na Asa Sul, no valor de R$ 3.200. Em todas essas vagas é necessário ter experiência comprovada. Também chamam atenção os salários de R$ 3.000 para técnico analista de qualidade, no Recanto das Emas, técnico em segurança do trabalho, no Guará II, e vendedor pracista, com 50 vagas em Taguatinga Norte. Todas exigindo ensino médio completo. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).
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Curso Condutoras de Veículos de Emergência tem inscrições abertas
Estão abertas as inscrições para o curso Condutoras de Veículos de Emergência, oferecido gratuitamente pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) dentro do programa Mulheres que Dirigem Vão Mais Longe. A turma contará com 15 vagas e o curso será realizado de 26 de novembro a 15 de dezembro, no turno da manhã, das 8h às 12h10, na unidade do Detran-DF localizada na 913 Sul. Com carga horária de 50 horas-aula, conforme a Resolução nº 789/2020 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o curso é especializado para condução de veículos de emergência e contará com registro na Carteira Digital de Trânsito. O curso é especializado para condução de veículos de emergência e contará com registro na Carteira Digital de Trânsito | Foto: Divulgação/Detran-DF Podem se inscrever mulheres habilitadas em qualquer categoria, com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida e idade mínima de 21 anos. A candidata não pode estar cumprindo penalidade de suspensão do direito de dirigir, cassação da CNH, pena por crime de trânsito, nem estar impedida judicialmente de exercer seus direitos. Inscrições O curso é gratuito e as inscrições devem ser realizadas até 24 de novembro, na Diretoria de Educação de Trânsito (Direduc), na nova unidade da 913 Sul. O atendimento precisa ser agendado pelo Portal de Serviços do Detran-DF. Acesse através deste link. No dia e horário agendados, a candidata deve apresentar a CNH para efetivar a inscrição. *Com informações do Detran-DF
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Cerca de 1,8 mil pessoas foram impactadas pelas ações educativas de trânsito no fim de semana
Entre sexta-feira (14) e domingo (17), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou atividades educativas para alertar a população sobre cuidados no trânsito em dias de chuva, uso da faixa de pedestre, circulação de bicicletas e riscos de dirigir sob influência de álcool. No total, 1.775 pessoas participaram das ações. No Núcleo Bandeirante, 150 condutores foram abordados na blitz educativa Cuidados no Trânsito em Dias de Chuva, na sexta-feira (14). E outras 360 crianças do Centro de Educação Infantil assistiram à apresentação teatral com foco nas orientações sobre circulação em via pública, comportamento adequado no interior de veículos e circulação de bicicletas. Na Cidade Estrutural, 350 pessoas que participavam do GDF Mais Perto do Cidadão, na sexta (14) e no sábado (15), foram abordadas pelos educadores de trânsito do Detran-DF e receberam orientações sobre procedimentos de segurança para pedestres, ciclistas e comportamento seguro no interior de veículos, por meio de material gráfico e espetáculo teatral. No Paranoá, 45 ciclistas participaram do Bike em Dia, realizado na sexta-feira (14). Além das orientações educativas sobre segurança viária, eles aprenderam um pouco mais sobre a manutenção básica de bicicletas e sua importância para pedalar de forma segura. No total, 1.775 pessoas participaram das ações | Foto: Divulgação/Detran-DF No Guará, 350 pessoas participaram do projeto Rolé Consciente em comemoração aos 17 anos da Lei Seca, na sexta-feira (14). Durante a ação, foram realizadas intervenções artísticas com repentistas, entrega de material e palestras educativas com foco na orientação sobre os riscos da mistura de bebida e direção. Em Águas Claras, 70 pedestres foram orientados sobre os procedimentos de segurança na travessia da faixas de pedestres não semaforizadas, durante o Café na Faixa, na sexta-feira (14). Já no domingo (16), 50 pessoas que participaram do Projeto Expressão Artística — Grafite, aprenderam sobre travessia segura, circulação de bicicletas e comportamento seguro no interior de veículos, por meio de abordagem educativa, material gráfico, intervenções artísticas com os MCs do Trânsito e apresentação de espetáculo teatral. Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito No domingo (16), o Detran realizou ação educativa em memória das vítimas de trânsito, no Parque da Cidade Sarah Kubitschek. Na ocasião, 400 pessoas participaram do Circuito de Palestras de Rua sobre segurança do pedestre, do Programa Bike em Dia – voltado à segurança do ciclista, da blitz educativa e do espetáculo teatral em alusão ao Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito. Os participantes também receberam material informativo sobre a data — que é celebrada sempre no terceiro domingo de novembro em todo o mundo — e a sua importância na redução de sequelas e mortes no trânsito. *Com informações do Detran-DF
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Acolhimento e cuidado com o paciente: programa Humanizar completa seis anos
O mês de novembro marca seis anos do programa Humanizar, projeto criado pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha e hoje incorporado à identidade das treze unidades de pronto atendimento (UPAs) e dos três hospitais administrados pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A iniciativa nasceu com a proposta de garantir acolhimento, escuta ativa e orientação segura para quem chega fragilizado às unidades. Com o tempo, tornou-se uma política de cuidado que ultrapassa rotinas e reorganiza relações dentro da rede. A primeira-dama lembra que o projeto surgiu de uma inquietação. “Ninguém deveria enfrentar o sistema de saúde sozinho, especialmente em um momento de fragilidade. Eu sabia que era possível fazer diferente. O Humanizar nasceu dessa certeza”, afirma. Para Mayara, ver o crescimento do programa é motivo de orgulho. “Quando o Humanizar ocupa cada unidade de pronto atendimento (UPA) e cada hospital do IgesDF, percebemos que a sensibilidade também pode ser política pública”, ressalta. Mayara Noronha Rocha: "Ninguém deveria enfrentar o sistema de saúde sozinho, especialmente em um momento de fragilidade. Eu sabia que era possível fazer diferente. O Humanizar nasceu dessa certeza” | Fotos: Bruno Henrique/IgesDF A visão da idealizadora Para Mayara Noronha Rocha, o impacto do Humanizar ultrapassa as portas das unidades e influencia a cultura de toda a rede. “Não existe saúde sem afeto. A humanização não é um adorno, é parte do cuidado. Eu sonho que cada servidor do DF olhe para o paciente entendendo que ele carrega histórias, medos e esperanças", diz. Ela também reafirma o desejo de expansão. “Quero ver o Humanizar crescer, se multiplicar e alcançar todas as unidades de saúde do Distrito Federal. Cada colaborador é uma luz que guia alguém no momento mais difícil", finaliza. A construção de uma cultura Criado em 29 de novembro de 2019, o Humanizar começou com apenas 33 colaboradores dedicados a acolher quem chegava às unidades. A missão era clara: reduzir angústias, facilitar a comunicação e garantir cuidado desde o primeiro contato. Com a consolidação do modelo, o programa passou a integrar a gestão do IgesDF. Atualmente, conta com 136 colaboradores distribuídos pelas treze UPAs e por Hospital de Base (HBDF), Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e Hospital Cidade do Sol (HSol). Todos participam de formações contínuas, que aprofundam práticas de escuta qualificada, empatia e comunicação clara, pilares da humanização.[LEIA_TAMBEM] Para a primeira-dama, o diferencial está em colocar o paciente no centro do atendimento. “O Humanizar não é um projeto de discursos. É um projeto de presença. É sobre olhar nos olhos, orientar com clareza, segurar a mão de quem está com medo”, destaca. Para ela, o crescimento da equipe comprova a importância da iniciativa. “Quando um paciente diz que finalmente se sentiu visto, isso mostra que estamos no caminho certo.” À frente da legislação Em abril de 2025, a Lei nº 15.126 atualizou os princípios do SUS e instituiu a atenção humanizada como diretriz obrigatória nos serviços de saúde. Quando a mudança chegou, o IgesDF já vivia essa realidade desde a criação do Humanizar. A gerente geral de Humanização e Experiência do Paciente, Anucha Soares, ressalta esse pioneirismo. “O Instituto estava à frente do seu tempo. Quando a lei mudou, o Humanizar já era uma realidade consolidada. Outras instituições nos procuram para entender como estruturamos esse modelo”, afirma. O Presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, também destaca a expansão do programa. “É gratificante ver o quanto o Humanizar cresceu. Hoje é referência fora do Distrito Federal. A maneira como cuidamos das pessoas mostra que é possível oferecer atendimento público com dignidade e sensibilidade.” Ele reforça ainda que o cuidado também inclui a equipe. “Precisamos acolher quem acolhe. Já avançamos em uniformes, plano de saúde e condições de trabalho. Nosso compromisso é fortalecer ainda mais essa política.” “O Humanizar não é um projeto de discursos. É um projeto de presença. É sobre olhar nos olhos, orientar com clareza, segurar a mão de quem está com medo” Mayara Noronha Rocha, primeira-dama Histórias que revelam impacto A força do Humanizar aparece nos relatos dos auxiliares de humanização, que mostram como pequenos gestos podem mudar completamente a experiência de um paciente. Angélica Gomes, auxiliar da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Brazlândia, lembra de uma paciente que passou o aniversário internada. Ao receber um simples “parabéns”, emocionou-se. “Ela chorou como se alguém tivesse devolvido um pedaço do dia dela”, conta Angélica, que conseguiu um bolo adequado à dieta da paciente e reuniu a família. “Para mim era simples. Para ela, significou tudo", diz. Outro caso que marcou a colaboradora foi o vínculo com um paciente idoso. “Ele me acolheu tanto quanto eu o acolhi. Até hoje me manda mensagens dizendo que está bem.” Para Angélica, o Humanizar prova que “um sabonete, um abraço ou uma conversa sincera podem transformar o dia de alguém”. O analista de humanização, Atila Rodrigues, também responsável pelo projeto Dose de Alívio, recorda o senhor Agostinho, paciente de longa permanência que adorava cantar. “A filha disse que ele se sentia famoso sempre que cantava. Por isso, montamos um karaoke só para ele. Dois meses depois, ele faleceu. “Saber que oferecemos uma memória feliz é o que nos move”, ressalta. Além dos atendimentos presenciais, o Humanizar produz materiais afetivos, como o jornalzinho interativo, a cartilha de direitos e o Prontuário Afetivo, que ajuda acompanhantes a entenderem o percurso de atendimento. Para a chefe do Núcleo de Humanização, Letícia Ângelo, fortalecer o grupo é essencial. “Nas imersões, os auxiliares entendem a força que têm juntos. Cada história compartilhada reforça o sentido do Humanizar", reforça. O projeto foi criado pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha Celebração Na última quinta-feira (13), a Residência Oficial do governador recebeu colaboradores do Humanizar, gestores do IgesDF e convidados para celebrar os seis anos do programa. A noite reuniu discursos, agradecimentos e reencontros entre profissionais de diferentes unidades, em um clima de reconhecimento e orgulho pela trajetória construída. Para o presidente do Instituto, iniciativas como o Humanizar reforçam o compromisso do IgesDF com uma assistência qualificada e uma cultura interna baseada no acolhimento. “Quando cultivamos um ambiente de trabalho saudável e colaborativo, oferecemos um serviço mais humano e fortalecemos nossa missão institucional”, destaca. *Com informações do IgesDF
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DF convoca selecionados para a 2ª etapa do QualificaDF Móvel no 4º ciclo
O Governo do Distrito Federal divulgou a convocação dos selecionados para a 2ª etapa do 4º ciclo do QualificaDF Móvel, programa de qualificação profissional executado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Os candidatos devem comparecer presencialmente para confirmar a matrícula entre 18 e 25 de novembro, das 8h às 12h e das 13h às 17h, nos locais onde realizarão as aulas. A convocação destina vagas em diferentes regiões administrativas. Os cursos serão ministrados nas seguintes unidades: Samambaia, na QN 303, Conjunto 1, Lote 3, atrás da Agência do Trabalhador; Brazlândia, na Quadra 1, Conjunto H, no Galpão de Múltiplas Funções do bairro Veredas; Riacho Fundo II, na QN 7A, Conjunto 8, próximo à administração regional; e Sobradinho, no Setor Administrativo, Conjunto 16, Lote A, em frente à administração. Os candidatos devem comparecer presencialmente para confirmar a matrícula entre 18 e 25 de novembro, das 8h às 12h e das 13h às 17h, nos locais onde realizarão as aulas | Foto: Divulgação/Sedet-DF Para efetivar a matrícula, os convocados devem apresentar documentos originais que comprovem os requisitos de participação, caso não os tenham enviado no ato da inscrição. São exigidos: RG ou documento oficial com foto e CPF, além de comprovante de residência no Distrito Federal ou declaração de próprio punho. A confirmação dependerá da compatibilidade dos documentos com o perfil do candidato e da disponibilidade de vagas. O QualificaDF Móvel integra as políticas públicas do GDF voltadas à profissionalização e ao fortalecimento da empregabilidade na capital federal. Confira lista de selecionados. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF)
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Celebração do Dia da Consciência Negra terá oficinas, palestras e debates para fortalecer identidade e enfrentar o racismo
A celebração do Dia da Consciência Negra chega à sua edição de 2025 ocupando, pela primeira vez, a área externa do Museu Nacional da República, que se transforma em um grande espaço de memória, reflexão e celebração da cultura afro-brasileira. Entre 20 e 22 de novembro, o Consciência Negra 2025 oferece uma programação gratuita que une conhecimento, arte, formação e vivências ancestrais, reforçando o legado de Zumbi dos Palmares e a importância do enfrentamento ao racismo. Instituída no calendário oficial do Distrito Federal pelo Decreto nº 46.529/2024, a data será marcada por uma série de atividades organizadas pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), conforme diretrizes da Portaria Conjunta nº 23/2025, que também criou um Grupo de Trabalho Interinstitucional para coordenar a celebração. Neste ano, a Sejus-DF dá destaque às atividades de conscientização e valorização da cultura negra. A pasta prepara uma série de palestras temáticas sobre cultura negra, com diálogos sobre identidade, história e políticas de igualdade racial, ministradas por especialistas e convidados de referência nacional. Outro eixo central será a realização de cursos de letramento racial, que trarão conteúdos formativos sobre enfrentamento ao racismo, direitos humanos, ancestralidade e práticas antirracistas no cotidiano — ampliando o alcance pedagógico do evento. Neste ano, a Sejus-DF dá destaque às atividades de conscientização e valorização da cultura negra | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Também será disponibilizado um estande especial de afroempreendedorismo, onde artesãos, artistas e produtores negros do Distrito Federal poderão expor e vender suas criações. O espaço reforça o compromisso da Sejus em fortalecer a autonomia econômica e criativa da população negra, valorizando saberes ancestrais e inovação. Além dessas atividades, o público poderá participar de oficinas, rodas de conversa, painéis temáticos, contações de histórias, vivências comunitárias e experiências ligadas à estética e à gastronomia afro-brasileira, integrando formação, cultura e celebração. Para fortalecer o caráter plural e participativo da celebração, a Sejus-DF convidou entidades da pauta racial da sociedade civil e integrantes do Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial (Codipir) — órgão consultivo e deliberativo ligado à pasta, responsável por acompanhar e propor políticas de promoção da igualdade racial no DF. O evento também contará com a presença de idosos participantes do programa Viver 60+, coordenado pela Sejus, que virão de diversas regiões administrativas para participar das atividades formativas e culturais. A participação do grupo reforça a dimensão intergeracional da celebração e o acesso democrático aos espaços de cultura e cidadania. Compromisso com memória, diálogo e transformação A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, reforça que a celebração é um marco para o fortalecimento de políticas de igualdade racial e para o debate público sobre enfrentamento ao racismo. “O Consciência Negra é um momento de celebração, mas também de reflexão profunda sobre nossa história e nossos desafios. A Sejus atua para garantir que esse espaço seja formativo, acolhedor e representativo, valorizando saberes, estéticas e expressões da população negra. É uma agenda que reafirma o compromisso do GDF com o combate ao racismo em todas as suas formas.” A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, reforça que a celebração é um marco para o fortalecimento de políticas de igualdade racial e para o debate público sobre enfrentamento ao racismo Para o subsecretário de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial, Juvenal Araújo, as atividades formativas são caminhos de transformação coletiva. “As atividades que promovemos — como palestras, letramento racial, painéis e rodas de conversa — são instrumentos de mudança. São espaços de troca, educação e afirmação da identidade negra. Celebrar o 20 de novembro é reconhecer nossa ancestralidade e projetar caminhos mais inclusivos para o futuro.” Reforço a políticas de igualdade racial e ampliação de ações de combate ao racismo A Sejus vem ampliando as políticas de promoção da igualdade racial por meio de ações estruturantes e educativas. Entre as iniciativas, estão a implantação da cota de 20% para estagiários negros e a reserva de vagas em concursos públicos do DF, medidas que ampliam o acesso da população negra ao mercado de trabalho. A pasta também desenvolve ações de incentivo ao afroempreendedorismo e mantém conselhos e comitês que fortalecem o diálogo com movimentos sociais e ajudam a qualificar políticas públicas. Outro destaque é o projeto Cidadania nas Escolas, que leva temas como direitos humanos e combate ao racismo a estudantes e professores da rede pública. Nos últimos anos, a Sejus firmou importantes parcerias, como o protocolo de intenções com a OAB-DF (2023) e o protocolo de combate ao racismo em eventos culturais (2025). A secretaria também integra a campanha Cartão Vermelho para o Racismo e mantém o Programa de Letramento Racial, que já capacitou mais de 5 mil pessoas em práticas antirracistas. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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Ao vivo: acompanhe o sorteio do programa Nota Legal
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Educação debate acolhimento e inclusão de pessoas com deficiência
Na manhã desta segunda-feira (17), gestores da sede da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) participaram do encontro "O Papel do Gestor Público no Acolhimento da Pessoa com Deficiência", realizado no Espaço Cultural Neusa França, no Shopping ID. A corregedora Ana Paula Gadelha apresentou os objetivos do encontro, destacando que a iniciativa buscava fortalecer uma gestão mais sensível e comprometida com a inclusão. Ela ressaltou que o diálogo aberto entre lideranças é fundamental para ampliar a cultura institucional de respeito, acessibilidade e acolhimento às pessoas com deficiência. “Promover esse debate é essencial para que possamos avançar na construção de um ambiente de trabalho verdadeiramente inclusivo, baseado no respeito e na responsabilidade de cada gestor", afirmou a corregedora. O encontro contou com a presença do chefe da Unidade de Gestão de Pessoas, Bruno Xavier, que apresentou o Guia Prático para Servidores com Deficiência da SEEDF, destacando os avanços que o material trouxe para a consolidação de práticas inclusivas no ambiente de trabalho. A corregedora Ana Paula Gadelha, e o chefe da Unidade de Gestão de Pessoas, Bruno Xavier, participaram do encontro | Foto: Bruno Grossi/ Ascom SEEDF Ele explicou que o documento reuniu orientações claras sobre direitos, responsabilidades e procedimentos, oferecendo suporte direto aos gestores em suas rotinas. “O guia trouxe orientações objetivas e atualizadas, permitindo que todos tenham clareza sobre as medidas necessárias para assegurar um ambiente de trabalho inclusivo e respeitoso”, afirmou. Marco legal da inclusão e responsabilidades dos gestores Ana Paula Gadelha conduziu ainda uma reflexão sobre o Artigo 191 da Lei nº 840/2011, com atenção especial ao inciso VI, que prevê como infração a discriminação de qualquer pessoa no ambiente laboral. O objetivo foi sensibilizar os gestores sobre sua responsabilidade na prevenção de práticas discriminatórias e na promoção de um espaço de trabalho ético e acolhedor. Na sequência, ela apresentou os principais pontos da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), abordando artigos que tratam da igualdade de oportunidades, do direito ao ambiente acessível e da observância de normas de acessibilidade em processos seletivos. A exposição reforçou a necessidade de garantir condições dignas e acessíveis para todos os servidores da SEEDF.[LEIA_TAMBEM] Participação expressiva e compromisso institucional O encontro reuniu 145 profissionais da sede da SEEDF, entre diretores, gerentes e chefes de unidade. A ampla participação evidenciou o compromisso institucional com a promoção de práticas inclusivas e o fortalecimento de uma cultura de equidade e respeito. A atividade consolidou um passo importante na sensibilização das lideranças para práticas de gestão mais humanizadas e alinhadas às legislações vigentes. A iniciativa reforçou também a importância do acolhimento, da empatia e da responsabilidade coletiva na garantia de condições que permitam o pleno desenvolvimento de todos os servidores. *Com informações da Secretaria de Educação
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Caesb celebra 56 anos com maior eficiência e soma investimentos de mais de R$ 1,9 bilhão desde 2019
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Parceria garante atendimento educacional a custodiados do DF
A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) e a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF) firmaram uma parceria inédita para ampliar o acesso à educação de pessoas em cumprimento de pena e egressas do sistema prisional. A medida foi formalizada com a publicação, na última quinta-feira (13), da Portaria Conjunta nº 31/2025, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), instituindo o Serviço de Atendimento Educacional aos Custodiados e Egressos do Sistema Prisional. O novo serviço prevê que assistentes sociais da SEEDF atuem, em cooperação com a Funap, no encaminhamento e acompanhamento de pessoas dos regimes semiaberto e aberto às escolas públicas que ofertam a Educação de Jovens e Adultos (EJA), além de promover a continuidade dos estudos para quem não concluiu o ensino fundamental ou médio durante o período de reclusão. A titular da Diretoria de Educação de Jovens e Adultos da SEEDF, Lilian Sena, explica que a cooperação entre SEEDF e Funap busca favorecer a reintegração social e reduzir a reincidência criminal. “Oportunizar o retorno à escola é um passo fundamental, porque muitos egressos têm dificuldade de conseguir emprego devido ao preconceito. A educação amplia as chances de inserção no mundo do trabalho e ajuda a romper ciclos de exclusão”, destaca a gestora. A cooperação entre SEEDF e Funap busca favorecer a reintegração social e reduzir a reincidência criminal | Foto: Divulgação/Seape-DF Ela explica que a Secretaria de Educação do DF atende o sistema prisional com a Escola Centro Educacional (CED) 1 de Brasília, mas muitos custodiados precisam mudar de unidade conforme o regime de pena. "Quando passam ao semiaberto ou aberto, muitos perdem o vínculo com a escola. O novo serviço vem justamente para garantir que eles continuem os estudos fora do sistema prisional, em nossas escolas da EJA”, explica. A diretora da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso, Deuselita Martins, destaca que a iniciativa abre novas possibilidades para quem deixa o sistema prisional e busca reconstruir sua trajetória. “Esta parceria com a Secretaria de Educação representa um marco para o DF, pois garante que custodiados e egressos não interrompam seu percurso formativo ao sair das unidades prisionais. Ao assegurar a continuidade dos estudos, ampliamos oportunidades, fortalecemos vínculos sociais e reafirmamos que cada pessoa tem direito a reconstruir sua trajetória com dignidade.” Plano Pena Justa Segundo Lilian Sena, a iniciativa atende também às metas do Plano Pena Justa, elaborado para combater violações de direitos fundamentais no sistema prisional brasileiro. Além do encaminhamento à EJA, o serviço também prevê o acompanhamento educacional e a orientação para cursos técnicos e de qualificação profissional. “Estamos criando um serviço inédito no Brasil, que vai permitir não só encaminhar, mas acompanhar a escolarização dessas pessoas, inclusive com acesso a nossos centros de educação profissional. É um marco para a educação prisional no Distrito Federal e reforça a política de inclusão social da SEEDF”, conclui Lilian. O atendimento será feito no escritório social com orientação personalizada | Foto: Ascom/Funap-DF A parceria entre o Escritório Social do Distrito Federal e a Secretaria de Educação representa um avanço significativo na consolidação de políticas públicas voltadas à inclusão e à cidadania. O novo serviço reforça o papel estratégico da educação como ferramenta de transformação e reinserção social, alinhado às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e às metas do Plano Pena Justa, que priorizam ações voltadas à garantia de direitos e à retomada de projetos de vida. Atendimento prático O atendimento direto no Escritório Social permitirá orientação personalizada a quem está em transição entre o cumprimento de pena e o retorno à liberdade. Nesse espaço, os assistentes sociais da SEEDF, em cooperação com a equipe da Funap, farão o encaminhamento às escolas da rede pública que ofertam Educação de Jovens e Adultos (EJA), além de orientar para cursos de qualificação profissional, ampliando as condições de inserção no mundo do trabalho. A coordenadora do Escritório Social, Maldaildes Divina, ressalta que a nova política atende a uma demanda histórica por acolhimento e reinserção efetiva. “No Escritório Social, acompanhamos diariamente os desafios enfrentados por quem busca recomeçar após o cumprimento da pena. A possibilidade de encaminhar e acompanhar esses alunos nas escolas da rede pública é transformadora. Mais do que acesso à educação, estamos oferecendo apoio, acolhimento e novas perspectivas de vida, reafirmando que a reinserção social só é possível quando há políticas públicas integradas". *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
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Nota Legal sorteia R$ 3,5 milhões em prêmios nesta terça-feira (18)
Se você tem o hábito de exigir a inclusão do CPF nas notas fiscais de compra, se encontra em dia com a Secretaria de Economia (Seec-DF) e está cadastrado no Nota Legal, fique atento: a partir das 15h desta terça (18), o GDF vai realizar o segundo sorteio do programa em 2025. Exatos 1.104.288 de contribuintes estão aptos. Eles acumularam 75.150.112 bilhetes e podem ganhar, no total, R$ 3,5 milhões. Serão 12,6 mil prêmios, com o principal pagando R$ 1 milhão. A transmissão, ao vivo, poderá ser acompanhada por meio deste link. Veja a relação dos prêmios | Arte: Seec-DF Para saber se você está concorrendo, e com quantos bilhetes, basta acessar o portal Nota Legal, fazer o login com os dados cadastrados e entrar na aba “sorteio”. Os bilhetes foram gerados a partir de notas fiscais emitidas entre 1° de novembro de 2024 e 30 de abril deste ano. Só estão habilitados os consumidores que estavam adimplentes com a Seec-DF no período de 18 de agosto a 9 de setembro. [LEIA_TAMBEM]Cada consumidor tem direito a no máximo 200 bilhetes por mês — e um cupom fiscal gera um bilhete eletrônico numerado. O concurso da Loteria Federal, explorado pela Caixa e que servirá de base para o segundo sorteio de 2025, foi o de sexta-feira passada (14). As indicações da conta bancária para recebimento do dinheiro começam no dia 19 deste mês e vão até 17 de fevereiro de 2026. Quem indicar primeiro, enfatiza a Seec-DF, recebe primeiro. A previsão de pagamento foi dividida em três datas: janeiro (primeiro lote); março (segundo lote) e abril (terceiro lote). Educação fiscal O Nota Legal é mais do que a oferta de prêmios em dinheiro duas vezes ao ano: também permite o acúmulo de créditos que podem ser abatidos no pagamento do IPTU e do IPVA, no começo de cada ano ou para recebimento em depósito bancário, no mês de junho. É ainda uma ferramenta educativa, estimulando a comunidade a acompanhar a emissão das notas e auxiliando no combate à sonegação fiscal. *Com informações da Secretaria de Economia
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Floração dos cambuís pinta o Distrito Federal de dourado
Atualmente, estima-se que o Distrito Federal caminhe para os 6 milhões de árvores em meio urbano. Ao longo do ano, essas espécies vegetais passam por seu processo natural de floração e a paisagem é modificada por uma porção de cores. Nos meses entre outubro e dezembro, o cambuí (Peltophorum dubium) transforma o Distrito Federal com o amarelo intenso de suas flores. Nativa do Brasil, a árvore também é conhecida como canafístula e angico-amarelo. Podendo atingir até 20 metros de altura, o cambuí é tradicionalmente utilizado na arborização de áreas mais antigas do DF. Suas folhas bipinadas formam copas amplas e sombreadas, enquanto a frutificação se dá em vagens achatadas típicas da família Fabaceae. De acordo com estudos do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), a espécie está amplamente distribuída por todas as regiões administrativas, mas a maior concentração está no Plano Piloto, com centenas de exemplares espalhados pelas superquadras, Esplanada dos Ministérios e Avenida das Nações. A presença marcante do cambuí faz a coloração forte se predominar. Nativa do Brasil, a árvore também é conhecida como canafístula e angico-amarelo. Podendo atingir até 20 metros de altura, o cambuí é tradicionalmente utilizado na arborização de áreas mais antigas do DF | Foto: Divulgação/Novacap A espécie faz parte do Plano Anual de Arborização da Novacap, que utiliza mais de 100 espécies nativas e ornamentais para compor e renovar o paisagismo do DF. A árvore é indicada para áreas de grande porte, praças, avenidas, canteiros centrais e regiões destinadas à recomposição vegetal. Ela é considerada essencial para a arborização urbana. Apesar dos inventários periódicos realizados pela companhia, não há um número consolidado apenas para o cambuí, devido ao grande número de árvores catalogadas no território. Ainda assim, o amplo volume é devido ao esforço contínuo da Novacap na manutenção de uma das maiores redes de áreas verdes urbanas do mundo. *Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)
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Rede de drenagem do Sol Nascente é concluída e transforma a infraestrutura da cidade
A conclusão da rede de drenagem do Sol Nascente já muda a rotina de quem vive na região. Com 100% da captação em funcionamento e lagoas de detenção que somam mais de 90 mil litros de capacidade, responsáveis por controlar a vazão e impedir que resíduos cheguem aos córregos afluentes do Rio Melchior, moradores relatam o fim dos alagamentos, da lama e da poeira. A obra faz parte do pacote de investimentos em infraestrutura do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), iniciado em 2019, e alcança cerca de 150 mil pessoas. A rede de drenagem do Sol Nascente está totalmente concluída, dando fim aos alagamentos na cidade | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília O secretário de Obras, Valter Casimiro, explicou que o sistema de drenagem do Sol Nascente abrange os trechos 1, 2 e 3 e que está em fase final a pavimentação das últimas ruas. Segundo ele, toda a urbanização prevista para a região também foi entregue. “Prometemos à população que construiríamos toda a infraestrutura do Sol Nascente ainda este ano, e estamos concluindo com êxito. É uma comunidade que sempre sofreu com alagamentos, enxurradas e até destruição de casas. Agora, conseguimos dar mais dignidade aos moradores”, afirmou. Entre os benefícios gerados pelas intervenções, o secretário destaca o fim dos alagamentos, a melhoria da mobilidade e o ganho de qualidade de vida. Ele lembra que o Sol Nascente é uma área que cresceu sem planejamento e que com a nova drenagem os moradores deixaram de conviver com lama durante o período chuvoso e com poeira intensa na seca. “A população finalmente tem condições dignas de ir e vir dentro da própria cidade”, ressaltou. O sistema implantado soma 27 quilômetros de rede de drenagem, com uma galeria principal que inicia com 1,60 metro e alcança 2,60 metros de altura na chegada às lagoas de detenção. As ruas paralelas têm tubulações de 800 a 1.500 milímetros de diâmetro, todas interligadas ao coletor principal. O engenheiro da SODF responsável pela obra, João Bertini, lembra que o Sol Nascente não possuía nenhum sistema de drenagem antes da intervenção. A implantação da nova rede, afirma, prepara a região para suportar chuvas intensas. “Já tivemos uma precipitação superior a 100 milímetros, algo que não ocorria havia dez anos, e não registramos alagamentos. Se surgir algum ponto de problema, nossa equipe está pronta para ir atrás e corrigir, mas a expectativa é de que os transtornos enfrentados pelos moradores fiquem no passado”, completou. As lagoas de detenção construídas na região somam mais de 90 mil litros de capacidade, impedindo que resíduos cheguem aos córregos afluentes do Rio Melchior Conforto Para quem vive e trabalha no Sol Nascente, a entrega da rede de drenagem representa alívio. O comerciante Wanderson Silva, 42, lembra que, antes das obras, a rotina era de desgaste constante. “A gente sofreu demais aqui”, diz. A poeira invadia tudo: os ônibus passavam e levantavam nuvens que entravam nas lojas, obrigando os comerciantes a lavarem o espaço várias vezes ao dia — mesmo assim, ao abrir as portas pela manhã, tudo já estava tomado pela sujeira novamente. Quando chovia, a situação ficava ainda pior. “Alagava tudo. Já vi gente correndo na lama, a enxurrada levando uma mulher. Passamos por uma tribulação.” Com a conclusão da drenagem e o asfalto pronto, a realidade mudou. As lojas agora precisam ser lavadas apenas uma vez por dia, o que reduz gastos e esforço. A construção de estacionamentos em frente aos comércios também fez diferença: “O cliente chega e já tem onde parar. Ficou excelente”, afirma Wanderson. A transformação não aparece só na limpeza e na movimentação do comércio: ela também valorizou os imóveis da região. “Já era uma área valorizada, mas, depois dessas obras, supervalorizou. A gente está muito feliz.” O comerciante Wanderson Silva comemora a conclusão das obras de drenagem: "A gente sofreu demais aqui. Alagava tudo. Já vi gente correndo na lama, a enxurrada levando uma mulher" Mesmo sem morar no Sol Nascente, o comerciante Antônio de Sousa, 67, acompanha a evolução da região há duas décadas. Ele conta que mantém um ponto comercial na cidade há 20 anos. Com o tempo, ele viu a região mudar junto com os moradores e comerciantes. “Mudou bastante. Apesar de eu não morar aqui, eu vivia aqui o tempo todo. E agora, com essa infraestrutura nova, ficou muito bom.” A chegada das obras trouxe benefícios diretos para a família. Ele explica que tem filhos e netos que vivem na região e sentem essa mudança na qualidade de vida: “Antes, o comércio era forte, mas depois da drenagem e do asfalto prontos, transformou completamente”, ressalta. Para ele, os avanços são visíveis e importantes para quem vive e trabalha na região. [LEIA_TAMBEM]Investimentos no Sol Nascente Desde o início da gestão, em 2019, já foram investidos mais de R$ 630 milhões na região do Sol Nascente. Esse montante contempla não apenas obras de infraestrutura urbana, mas também importantes equipamentos públicos, como o Restaurante Comunitário, a UPA, o Terminal Rodoviário, a Casa da Mulher e edifícios residenciais sociais, entre outras entregas que estão transformando a qualidade de vida da população local. As obras trouxeram ganhos diretos para a mobilidade urbana e a circulação no Sol Nascente. Permitiram que serviços essenciais, como coleta de lixo, transporte público, correios, atendimento médico e segurança, chegassem com mais facilidade. Também reduziram áreas de risco ao minimizar alagamentos, enchentes e processos erosivos que antes eram comuns. Além disso, a regularização dos sistemas de água, esgoto e pavimentação resultou em melhorias significativas nas condições de saúde e saneamento básico da região. A pavimentação está em fase final, restando apenas seis ruas para fechar completamente o Trecho 3. Agora, segundo o secretário de Obras, Valter Casimiro, o GDF começa a direcionar esforços para outras regiões que também carecem de infraestrutura, incluindo Pôr do Sol, 26 de Setembro, Arniqueira, Condomínio Doroty Stang, Sobradinho e Mestre D’Armas.
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Ação de acolhimento atendeu 43 pessoas em situação de rua no DF na semana passada
O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, coordenado pela Casa Civil do Distrito Federal, atendeu 43 pessoas em diversos locais do DF nesta semana. Entre terça-feira (11) e domingo (16), as operações passaram por 21 pontos do Plano Piloto, de Ceilândia e do Paranoá. Abordagens das equipes à população em situação de rua segue a prioridade do governo, que é a pauta social | Foto: Arquivo/Agência Brasília O secretário da Casa Civil e coordenador do plano de ação integrada, Gustavo Rocha, ressalta que a pasta segue empenhada nesta ação, cujo objetivo principal é cuidar das pessoas e oferecer oportunidades reais para um recomeço mais digno. “Semanalmente, mapeamos os locais para levar as ações de acolhimento e desenvolvemos estratégias para otimizar nossas abordagens”, afirma. Segundo ele, a pauta social é prioridade deste governo, razão pela qual nenhum morador do Distrito Federal será deixado de lado. Balanço semanal Na terça-feira, as equipes vistoriaram quatro pontos no Plano Piloto. Foram desconstituídas nove estruturas precárias, dez pessoas foram encontradas e atendidas pelas equipes das secretarias envolvidas e dois caminhões de entulhos foram removidos e encaminhados para a Unidade de Recebimento de Entulho (URE). Na quarta-feira (12), mais quatro pontos foram visitados no Plano Piloto. Uma estrutura precária foi desconstituída, oito pessoas foram atendidas e dois caminhões de entulhos removidos. Na quinta-feira (13), as equipes passaram por dois pontos no Paranoá. Foram desconstituídas duas estruturas precárias, sete pessoas foram atendidas e seis caminhões de entulhos foram recolhidos. Já na sexta-feira (14), cinco pontos foram vistoriados em Ceilândia. Ao todo, seis estruturas precárias foram desconstituídas, oito pessoas foram atendidas e seis caminhões de entulhos foram removidos. Dentro da linha de cuidado destinada à população em vulnerabilidade, GDF criou, este ano, o programa Acolhe DF No sábado (15), cinco pontos foram visitados no Plano Piloto. Foram desconstituídas seis estruturas precárias, dez pessoas foram atendidas e dois caminhões de entulhos foram recolhidos. No domingo, a ação ocorreu em um ponto no Plano Piloto. Duas estruturas precárias foram desconstituídas e um caminhão de entulhos foi removido e levado para a URE. Política distrital [LEIA_TAMBEM]O Distrito Federal foi pioneiro ao apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As iniciativas passaram por uma fase de testes em maio de 2024, com atendimentos na Asa Sul e em Taguatinga — que alcançaram cerca de 50 pessoas, com oferta de assistência social e serviços públicos. Em 27 de maio, o governo oficializou o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, o que resultou em ações semanais em várias regiões do DF, como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira. Em julho deste ano, a vice-governadora Celina Leão instituiu o programa Acolhe DF, que cria uma linha de cuidado para pessoas em situação de rua com dependência de álcool, tabaco ou outras drogas e passa a integrar e ampliar as políticas já existentes voltadas a esse público. No mesmo mês, o GDF inaugurou o primeiro hotel social da capital, com 200 vagas para pernoite e acolhimento de animais de estimação, oferecendo um novo espaço de abrigo e proteção a essa população.
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