Unidade da rede pública do DF especializada em diabetes, obesidade e hipertensão recebe quase R$ 500 mil em investimentos
Os usuários do Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão Arterial (Cedoh) agora contam com uma estrutura mais funcional e confortável. As reformas estruturais receberam investimento de quase R$ 500 mil, que possibilitou, entre outras melhorias, a substituição das cadeiras de podologia do Ambulatório do Pé Diabético. Todo o calçamento do Cedoh foi refeito, de modo a garantir acessibilidade, com alargamento das faixas de pedestres e instalação de rampas e rebaixamentos | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Entre as obras iniciadas em janeiro deste ano estão a troca das redes elétrica e hidráulica, dos telhados e dos pisos do salão externo, além da pintura geral. Todo o calçamento foi reconstruído para garantir acessibilidade, com o alargamento das faixas de pedestres e a instalação de rampas e rebaixamentos. Também foram instaladas portas e janelas de blindex. A aposentada Ilda Modesto, 66 anos, conheceu o serviço neste mês. Ela acompanha o filho, Lucas Modesto, 35, no tratamento de diabetes autoimune latente do adulto (Lada). O paciente teve a segunda consulta com a equipe multiprofissional do centro, após encaminhamento do médico de família e comunidade da unidade básica de saúde (UBS) de referência. “Nós ficamos encantados desde a primeira vez que viemos aqui”, conta a mãe. [LEIA_TAMBEM]Ampliação As modificações internas possibilitaram a construção de três novas salas para acolhimento e assistência de enfermagem. A reforma também alcançou o espaço de convivência, um salão externo utilizado para atividades em grupo. Além de beneficiar os pacientes, as melhorias também motivam os profissionais. “Essas adequações ocorrem e a gente fica com mais vontade de cuidar e de melhorar. Um lugar bem cuidado pede que continue sendo cuidado”, afirma a gerente substituta do Cedoh, Cássia Regina Luz. As modificações internas possibilitaram a construção de três novas salas para acolhimento e assistência em enfermagem Referência especializada O Cedoh é referência em consultas ambulatoriais de casos graves de diabetes, obesidade e hipertensão arterial. Desde 2017, os serviços são ofertados aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) no Distrito Federal. Para a realização da primeira consulta, é necessário ser encaminhado por uma UBS, por meio do Sistema de Regulação, conforme os critérios da nota técnica da endocrinologia para diabetes, obesidade ou hipertensão. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Governador Ibaneis Rocha inaugura nova creche em Samambaia e amplia rede de ensino para crianças em tempo integral
O governador Ibaneis Rocha inaugurou, nesta quarta-feira (29), o Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Tatu Bola, na Quadra 217 de Samambaia. Com investimento de R$ 6 milhões, a nova unidade já está em funcionamento e oferece atendimento em tempo integral para 188 crianças de 4 meses a 4 anos, das 7h às 17h. Construído pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e concluído em maio deste ano, o espaço ocupa um terreno de 6,2 mil m², com cerca de 1,3 mil m² de área construída, e representa mais um avanço na ampliação da rede pública de educação infantil do Distrito Federal. O governador Ibaneis Rocha destacou a alegria de acompanhar mais uma entrega em Samambaia e reforçou o compromisso do governo com a educação de qualidade e o cuidado com as famílias. "Ontem nós abrimos um Cepi lindíssimo [no Sol Nascente/Pôr do Sol], assim como este. São mais 188 crianças que já estavam ontem e aqui mais 188 crianças também atendidas com toda a qualidade, com toda a segurança, para que as mães e as famílias tenham garantia não somente de uma educação de qualidade, mas de uma alimentação e de uma criação de qualidade. Porque a criança que vocês estão vendo aqui, quando entra nessa escola e segue estudando nas nossas escolas públicas, vai ser um adulto realmente cada vez mais responsável”, destaca. Ibaneis Rocha: "A criança que vocês estão vendo aqui, quando entra nessa escola e segue estudando nas nossas escolas públicas, vai ser um adulto realmente cada vez mais responsável" | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Ibaneis lembrou que, no aniversário de Samambaia, comemorado no último dia 25, o verdadeiro presente para a comunidade é o investimento em obras e serviços que melhorem a vida das pessoas. “Não adianta aparecer apenas em datas comemorativas. O que vale é o trabalho constante, as entregas e as melhorias. Em Samambaia, temos feito muito: escolas, creches, obras de mobilidade, moradias populares e restaurante comunitário. É isso que muda a vida das pessoas”, afirmou. O Governo do Distrito Federal (GDF) se aproxima da marca de 30 creches construídas desde 2019, em um esforço para zerar a fila de espera por vagas na educação infantil. Nesse período, a lista de espera caiu de 24 mil para cerca de 1,5 mil crianças, todas com previsão de atendimento até o próximo ano. “Inaugurar o Cepi Tatu Bola é motivo de orgulho e representa o nosso compromisso em garantir vagas em creches para todas as crianças. É acesso à educação de qualidade e um espaço planejado para garantir dignidade e o melhor ambiente para o aprendizado e o desenvolvimento das nossas crianças, permitindo que mães e pais possam trabalhar sabendo que seus filhos estão bem cuidados”, ressalta a vice-governadora Celina Leão. A ampliação da rede de Cepis tem sido uma prioridade do governo. “Todas as demais etapas da educação pública, do ensino fundamental ao médio, além da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e das escolas técnicas, já estão universalizadas no Distrito Federal. A creche era a única pendente, e agora estamos alcançando essa meta”, afirmou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. A secretária lembrou que o DF é a primeira unidade da Federação a cumprir a Meta 1 do Plano Nacional de Educação (PNE), que trata da universalização da educação infantil na etapa da creche. “Enquanto nos outros estados os municípios ficam responsáveis pela educação infantil, aqui o GDF precisa cuidar de todas as etapas, da creche à escola técnica. Por isso, o desafio é ainda maior. Quando entregamos um Cepi, precisamos garantir também a continuidade do ensino, com escolas classe, centros de ensino fundamental e médio. A criança não pode sair da creche e ficar sem vaga na sequência”, ressaltou. Aprendizado integral A estrutura da Cepi Tatu Bola conta com 10 salas com capacidade para até 20 crianças cada | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília O coordenador da Comissão Gestora da Coordenação Regional de Ensino de Samambaia, Sebastião Neto, explica que a nova creche começou a funcionar em agosto, com capacidade para atender a 188 crianças, das quais 79 vagas já estão ocupadas. Segundo ele, a projeção é ampliar o atendimento para o berçário, faixa etária de 4 meses a 1 ano, que representa hoje a maior demanda da região. “A fila que existe em Samambaia é especificamente para o berçário 1, porque essa turma exige uma estrutura diferenciada, como banheiro dentro da sala. Algumas unidades ainda precisam passar por adaptações para receber esse público”, detalha. Ele destaca que Samambaia é uma regional diferenciada, com grande número de Cepis, o que tem permitido zerar a fila de espera por vagas na educação infantil. A estrutura da Cepi Tatu Bola conta com 10 salas com capacidade para até 20 crianças cada. Além de sala multiuso, sala de professores, cozinha, vestiários, banheiros adaptados para pessoas com deficiência (PcD), lavanderia, rouparia, sala da secretaria, almoxarifado, lactário, fraldários, sala da direção, playground e pátio coberto. Ana Paula dos Reis: "A gente sabe que muitas mães, principalmente as mães solo, precisam trabalhar. Aqui elas têm a segurança" | Joel Rodrigues/Agência Brasília Segundo a diretora do centro de ensino, Ana Paula dos Reis, a nova unidade representa um apoio importante para as famílias da região: “A gente sabe que muitas mães, principalmente as mães solo, precisam trabalhar. Aqui elas têm a segurança de uma instituição, com profissionais formados e preparados para acompanhar o desenvolvimento das crianças”. A diretora também afirma que, além do cuidado diário, como a alimentação e a rotina de higiene, o Cepi trabalha o desenvolvimento motor, emocional e cognitivo. “O governo fornece os uniformes e as agendas, que servem como principal meio de comunicação entre a escola e os pais. Aqui são servidas cinco refeições: café de manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. Nós temos uma nutricionista na creche diariamente por seis horas que trabalha alimentação saudável com verduras e frutas para as crianças”, garante a diretora. Infância segura Michele Sampaio (ao lado do marido e com a filha no colo) sabe a importância de um Cepi perto de casa: "É aqui que começam os primeiros passos para já se desenvolver, ser uma boa pessoa e estudar certinho" Moradora da Quadra 425 de Samambaia Norte, Michele Sampaio, mãe da pequena Mirella, de 1 ano e 6 meses, comemora a inauguração da creche. “É aqui que começam os primeiros passos para já se desenvolver, ser uma boa pessoa e estudar certinho. Fico muito tranquila quando deixo minha filha porque sei que ela segue a rotina certinha, com alimentação saudável e atividades. Enquanto isso, consigo estudar, trabalhar e cuidar da minha vida, pra dar o melhor pra ela”, conta a dona de casa. [LEIA_TAMBEM]Já a Bárbara Almeida, estudante de direito e mãe da Amélia, de 1 ano e 9 meses, também elogia a estrutura do centro de ensino. “Quando fomos fazer a inscrição da Amélia na regional da Samambaia, nos informaram que iria inaugurar um Cepi aqui na Samambaia Norte. Aqui é tudo limpo e organizado”, diz Bárbara Almeida. Carla Rocha mora na 212 Samambaia Norte. Ela tem uma filha de 2 anos na Cepi e é professora do berçário. “As crianças chegam, cantam, brincam, tomam café. Depois tem a rodinha e começam as atividades pedagógicas. A creche não só cuida das crianças como também ensina bastante”, aponta a professora.
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GDF inaugura terceira creche pública do Sol Nascente/Pôr do Sol
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Endereços da Asa Norte e de Planaltina terão fornecimento de energia suspenso nesta quinta (30) para serviços na rede
Endereços da Asa Norte e de Planaltina terão o fornecimento de energia interrompido nesta quinta-feira (30) para execução de serviços de melhoria e modernização da rede elétrica. A interrupção ocorre para garantir a segurança dos profissionais e da população. Na Asa Norte, a suspensão será na SEPN 711/911, das 10h às 16h. Já em Planaltina, o fornecimento ficará temporariamente suspenso, das 9h às 15h, no Núcleo Rural Jardim PAD-DF, MDE 18. Além dos desligamentos programados, pode acabar a energia em outra região do Distrito Federal. Nesse caso, a população deve registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 0155, desde que utilizem aparelho adaptado para essa finalidade.
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Show Linkin Park Rock tem 50 vagas para ambulantes
O show Linkin Park Rock, marcado para 11 de novembro, disponibilizará 50 vagas para ambulantes, sendo 30 destinadas a barracas e 20 para caixeiros. Para requerer a licença de trabalho, é necessário apresentar original e cópia de documento pessoal com foto e comprovante de endereço em nome do ambulante ou declaração de residência. Os documentos devem ser entregues no térreo do edifício-sede do Instituto Brasília Ambiental — SEPN Quadra 511, Bloco C, Edifício Bittar, Asa Norte —, nesta quinta (30), das 9h às 17h. Será reservada uma vaga de cada modalidade para pessoas com deficiência. Caso o número de inscrições seja maior que a quantidade de vagas ofertadas, será realizado sorteio pelo aplicativo Sorteio Fácil, imediatamente após o término do horário previsto para as inscrições. [LEIA_TAMBEM]O resultado dos ambulantes habilitados será publicado na tarde de sexta-feira (31), na aba Editais do site da Secretaria de Governo (Segov-DF). As licenças eventuais serão entregues em 10 de novembro, no Anexo do Buriti, das 9h às 16h, ocasião em que também serão repassadas orientações sobre o trabalho no evento. Não será entregue autorização fora do dia e horário estipulados. Em caso de impossibilidade de comparecimento do contemplado, a licença poderá ser retirada por terceiros, mediante procuração. Outras regras podem ser consultadas no edital publicado no site da Segov-DF. *Com informações da Secretaria de Governo (Segov-DF)
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre em Taguatinga nesta quinta-feira
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em dois endereços distintos em Taguatinga. A ação, prevista para ter início às 9h desta quinta-feira (30), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional — como o RenovaDF — e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante | Foto: Agência Brasília Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação em Taguatinga para quinta (30) Imediações do Centro Pop Área verde em frente ao pronto-socorro do Hospital Regional de Taguatinga *Com informações da DF Legal
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Ações para eliminar transmissão vertical de sífilis e HIV no DF passam por certificação federal
Diversas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF) receberam, nos dias 23 e 24, uma equipe de especialistas do Ministério da Saúde (MS). O objetivo foi conferir os esforços da pasta distrital para evitar a transmissão vertical do vírus da imunodeficiência humana (HIV) e da sífilis. Esses tipos de infecções podem passar de mãe para filho na gestação, no trabalho de parto ou durante a amamentação. Equipe do MS acompanhou as ações da SES-DF para frear a transmissão vertical do HIV e da sífilis | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde-DF Os profissionais visitaram a Unidade Básica de Saúde (UBS) 17, a Policlínica 2 de Ceilândia e o Hospital Regional de Ceilândia (HRC). Também foram visitados o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), o Consultório na Rua (CnaR) de Taguatinga e a Gerência de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis (Gevist) da SES-DF. [LEIA_TAMBEM]A secretaria busca o certificado de eliminação da sífilis congênita — selo bronze — e a recertificação (a primeira ocorreu em 2023) pelo fim da transmissão vertical do HIV, selo prata. “Os selos demonstram que nossas metas vêm sendo atingidas e que temos detectado precocemente essas doenças, tratado quem vive com elas e evitado os efeitos desfavoráveis da transmissão vertical”, explica a titular da Gevist, Beatriz Maciel. Referência técnica distrital (RTD) em sífilis da Gevist, Daniela Magalhães ressalta a importância do fornecimento da fórmula láctea a crianças expostas ao HIV que não podem ser amamentadas, além da oferta de testes diagnósticos e do tratamento adequado a pacientes infectados por infecções sexualmente transmissíveis (IST). “Ainda precisamos, contudo, avançar no acesso ao pré-natal oportuno”, pontua. “Ainda temos o desafio de reduzir o número de abortos por sífilis congênita, assim como o de natimortos. Somente testando mulheres em idade fértil e a população geral é que vamos manter em zero a transmissão vertical do HIV, assim como reduzir os casos de sífilis congênita”. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Brasília Ambiental e PMDF realizam operação no Parque ecológico do Gama
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Dia Mundial da Psoríase: o desafio de cuidar da pele e das emoções
Quando as primeiras manchas começaram a surgir em sua pele, Estael Vieira, hoje com 61 anos, ainda era uma jovem de 19. Sem acesso a informações sobre o que era a psoríase, ela passou anos tentando esconder as lesões. “No começo eu sentia vergonha”, conta. “As pessoas achavam que era contagioso, e eu evitava usar roupas curtas”. Estael Vieira teve psoríase aos 19 anos, enfrentou preconceito e baixa de autoestima, mas hoje segue o tratamento sem problemas | Foto: Alberto Ruy/IgesDF O preconceito, lembra, chegou até dentro de casa: “Meu marido tinha receio de me tocar. Precisei levá-lo a uma consulta médica para que o doutor explicasse que psoríase não pega. Hoje ele entende que é uma condição que precisa de cuidado, não de preconceito”. O Dia Mundial da Psoríase, celebrado nesta quarta-feira (29), chama atenção para a importância do diagnóstico precoce, da desmistificação da doença e do acolhimento a quem convive com ela. Segundo a National Psoriasis Foundation (EUA), assim como Estael, cerca de 125 milhões de pessoas em todo o mundo convivem com essa doença inflamatória, crônica e não contagiosa, que pode ser controlada com tratamento adequado. O que é a psoríase “Muitos pacientes relatam que as lesões surgem após momentos de tensão emocional ou sobrecarga no trabalho” Danielle Aquino, dermatologista do Hospital de Base A dermatologista Danielle Aquino, do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), explica que a psoríase é uma doença autoinflamatória, resultado de uma disfunção do sistema imunológico que acelera o ciclo de renovação das células da pele. O processo gera o acúmulo dessas células, formando lesões avermelhadas e descamativas. “A pessoa já possui a carga genética, ou seja, a predisposição, e algum fator ambiental pode atuar como gatilho — por isso ela não é contagiosa”, detalha. As placas da psoríase são geralmente secas e esbranquiçadas, podendo aparecer nos cotovelos, joelhos, couro cabeludo, abdômen e lombar. Em alguns casos, a inflamação também atinge as unhas e articulações, provocando dor e rigidez, um quadro conhecido como artrite psoriásica. A propensão genética é o principal fator, mas situações de estresse, infecções, ferimentos na pele e o uso de certos medicamentos podem desencadear crises. “Muitos pacientes relatam que as lesões surgem após momentos de tensão emocional ou sobrecarga no trabalho”, observa Danielle Aquino. Impacto emocional Mais do que uma condição dermatológica, a psoríase tem forte impacto psicológico. O psiquiatra Sérgio Cabral, do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), lembra que os gatilhos emocionais podem não apenas agravar as crises, mas também gerar um ciclo vicioso entre o sofrimento psíquico e o avanço da doença. “A psoríase me ensinou a ter paciência e amor-próprio. Quando me aceitei, a pele também melhorou” Estael Vieira “Quando a pessoa está sob estresse ou ansiedade, há liberação de substâncias como cortisol e adrenalina, que intensificam a resposta inflamatória”, aponta. “Ao mesmo tempo, as lesões visíveis provocam queda de autoestima e isolamento social, o que aumenta o estresse e pode agravar a psoríase.” Segundo o especialista, o estigma social ainda é um grande desafio: “A sociedade historicamente associou doenças de pele à exclusão, como acontecia com a hanseníase. O preconceito reforça o sofrimento dessas pessoas. É essencial que busquem apoio psicológico e sigam o tratamento médico. Não escolhemos ter uma doença, mas podemos escolher cuidar dela com responsabilidade e esperança”. Tratamento e controle [LEIA_TAMBEM]A dermatologista Danielle Aquino explica que o tratamento é individualizado e depende da gravidade das lesões. Entre os tratamentos disponíveis estão cremes e pomadas à base de corticoides ou vitamina D3; fitoterapia, com aplicação controlada de luz ultravioleta; medicamentos orais, para casos moderados ou graves; e terapias biológicas injetáveis, indicadas quando há resistência aos outros tratamentos. A hidratação diária da pele também é fundamental. “Produtos com ureia ajudam a suavizar a descamação e a aliviar a coceira”, reforça a médica. “A psoríase não tem cura, mas é possível viver bem com acompanhamento médico e controle do estresse”. O tratamento da psoríase está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), com acompanhamento especializado e fornecimento gratuito de medicamentos conforme prescrição médica. O encaminhamento pode ser feito nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Com acompanhamento médico e apoio emocional, é possível ter qualidade de vida e autoestima preservadas. Para Estael Vieira, que convive com a doença há 42 anos, o segredo está na aceitação: “A psoríase me ensinou a ter paciência e amor-próprio. Quando me aceitei, a pele também melhorou”. *Com informações do IgesDF
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Com investimento de R$ 1,5 milhão, GDF inicia renovação do asfalto em quadras de Sobradinho
O Governo do Distrito Federal (GDF) deu início às obras de recapeamento em vias de Sobradinho. Executadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), as intervenções começaram na última semana e somam investimento de cerca de R$ 1,5 milhão. O primeiro trecho contemplado tem 1.660 metros de extensão, compreendendo o percurso entre as quadras 8 e 13 da região administrativa. A Novacap começou a recapear as vias de Sobradinho; o primeiro trecho em obras fica entre as quadras 8 e 13 | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Segundo o diretor de Obras da Novacap, André Luiz Oliveira Vaz, o serviço inclui a fresagem do pavimento antigo e a aplicação de duas camadas de concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ), com a instalação de geogrelha entre as camadas — tecnologia que reforça a estrutura do asfalto e amplia sua durabilidade. “A ideia é melhorar as condições de tráfego e garantir mais segurança viária à população. Há previsão para que outras vias também recebam esse tipo de intervenção, mas a execução depende da disponibilidade de recursos”, explica o diretor. O administrador regional de Sobradinho, Paulo Izidoro, destaca o impacto das obras para a mobilidade local e a qualidade do serviço: “Estamos muito satisfeitos com esse trabalho, que está sendo acompanhado de perto pela Novacap, pela administração e pela própria comunidade. O asfalto antigo é removido até a base, recebe um banho de ligação e a aplicação da geogrelha antes da nova camada. É um serviço que vai garantir mais resistência e durabilidade ao pavimento”. Morador de Sobradinho, Eldon Santos Pereira elogia a intervenção: "Um asfalto bom faz diferença no dia a dia e melhora o acesso de quem passa por aqui" O administrador também informou que, além do recapeamento, estão sendo executadas obras de calçadas, reformas de prédios públicos e ações de limpeza e drenagem em toda a cidade. “Temos contado com o apoio da CEB, do Detran, do DER e do SLU em várias frentes”, completa Izidoro. Para quem trabalha na região, as benfeitorias eram esperadas há anos. Wesley Moreira Maia, sócio-proprietário de uma agência de veículos, lembra que o último recapeamento completo havia ocorrido há mais de uma década. “Trabalho aqui há mais de 15 anos e nunca tinha visto uma obra desse porte, só operação de tapa-buracos. Agora, com o asfalto novo, o trânsito fica mais seguro e o acesso dos clientes melhora. Além disso, é um investimento que preserva os veículos e reduz custos com manutenção”, comenta. [LEIA_TAMBEM]Morador e trabalhador da cidade, Eldon Santos Pereira, auxiliar técnico em uma loja de eletrônicos, também avalia positivamente a intervenção: “A pista já precisava desse recapeamento. Um asfalto bom faz diferença no dia a dia e melhora o acesso de quem passa por aqui. A administração tem feito um bom trabalho”. As obras em Sobradinho fazem parte do programa permanente de recuperação asfáltica conduzido pela Novacap em todo o Distrito Federal, que prioriza vias com alto volume de tráfego e pavimento degradado. A meta é melhorar a infraestrutura viária e oferecer mais segurança e conforto aos motoristas e pedestres.
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Prorrogado prazo para confirmação de matrícula do QualificaDF
Foi prorrogado o prazo para confirmação de matrícula dos candidatos já selecionados no programa QualificaDF, promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). A nova data-limite para confirmar a participação é esta sexta-feira (31). É mais uma chance para quem quer se candidatar às vagas; atividades começam em 10 de novembro | Foto: Divulgação/Sedet Os candidatos devem comparecer a uma das unidades da Agência do Trabalhador, entre as 8h e as 17h, ou diretamente nos locais de realização dos cursos, das 8h às 21h. No momento da confirmação, é necessário apresentar os documentos originais para análise e comprovação dos requisitos exigidos. Entre os documentos obrigatórios, estão Carteira de Identidade (RG) ou documento oficial com foto, CPF, comprovante de residência no Distrito Federal (ou declaração de próprio punho) e comprovante de escolaridade mínima conforme o curso escolhido. A previsão para o início das atividades formativas é a partir de 10 de novembro, podendo haver alterações conforme necessidade da Sedet. Eventuais mudanças no cronograma serão amplamente divulgadas no site da secretaria. Confira o edital. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda
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Publicado edital para transferência facultativa nos cursos da Escs
A Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) e integrada à Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), publicou edital para o processo seletivo de admissão de estudantes regulares por transferência facultativa externa para os cursos de graduação em enfermagem e medicina da instituição. A seleção disponibiliza 20 vagas no total. Para o curso de enfermagem, são ofertadas dez vagas para ingresso na 3ª série e cinco vagas para a 4ª série da graduação. Já o curso de medicina oferece três vagas para a 3ª série e duas para a 5ª série. A inscrição para processo seletivo de admissão de estudantes regulares por transferência facultativa externa para os cursos de graduação em enfermagem e medicina da Escs começa no dia 31 deste mês | Foto: Divulgação/Fepecs O processo seletivo será composto por duas etapas. A primeira, de caráter eliminatório e classificatório, consiste na análise do melhor desempenho do candidato no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) dos últimos cinco anos (de 2020 a 2024). Nessa fase, os inscritos serão classificados em ordem decrescente até o limite de cinco vezes o número de vagas disponíveis para a série à qual se candidataram. O resultado final tem previsão de ser homologado em 11 de dezembro. Já a matrícula dos novos estudantes será realizada no período de 5 a 9 de janeiro de 2026 A segunda etapa, de caráter eliminatório, compreende a análise dos documentos enviados e a verificação da correspondência pedagógica, bem como o aproveitamento das disciplinas cursadas na instituição de origem em relação aos requisitos das disciplinas da vaga no curso pretendido. Para a coordenadora do curso de medicina da Escs, Márcia Cardoso, a transferência facultativa fortalece o compromisso da escola com a democratização do acesso à educação superior pública de qualidade, acolhendo estudantes que buscam continuar sua formação médica em uma instituição de excelência. “Ao integrar novos estudantes com diferentes experiências acadêmicas e culturais, promovemos a diversidade e o intercâmbio de saberes”. A gerente de desenvolvimento docente e discente do curso de enfermagem da Escs, Aline Oliveira, destaca que o processo representa “a valorização da equidade, inclusão e o fortalecimento da diversidade acadêmica da escola, por meio da ampliação do acesso e do aproveitamento dos recursos públicos investidos para a formação e para o SUS”. Critérios e prazos [LEIA_TAMBEM]Para concorrer a uma das vagas, os estudantes devem se inscrever no site da Fepecs, entre esta sexta-feira (31) e 9 de novembro. É necessário estar regularmente matriculado em cursos de enfermagem ou medicina autorizados e reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC), além de enviar a documentação pessoal; o melhor resultado obtido no Enem (emitido pelo Inep); declaração de matrícula; histórico escolar e os programas ou planos de ensino de cada disciplina cursada na Instituição de Ensino Superior (IES) de origem. É imprescindível que o candidato acesse o edital e o leia atentamente, a fim de sanar dúvidas e verificar todos os documentos que devem ser enviados no ato da inscrição. O resultado final tem previsão de ser homologado em 11 de dezembro. Já a matrícula dos novos estudantes será realizada no período de 5 a 9 de janeiro de 2026. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)
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Domingo de dor, segunda-feira de choque: como descobri que tive um AVC aos 22 anos
Eu tinha 22 anos. Era um domingo quando tudo começou com uma dor de cabeça fora do normal e a visão escurecendo aos poucos, uma sensação que jamais havia experimentado. Pensei que fosse apenas uma enxaqueca. Dormi mal e, na manhã seguinte, acordei com o lado esquerdo dormente, o olho avermelhado e a fala enrolada. Tentei seguir o dia normalmente, fui para o trabalho e, ao tentar conversar, percebi que a língua não obedecia. As palavras saíam confusas. Procurei socorro imediatamente. O diagnóstico veio rápido: Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquêmico, algo que jamais imaginaria viver tão jovem. Hoje, com o corpo reabilitado e a memória reconstruída pouco a pouco, entendo o quanto é importante reconhecer os sinais e agir rápido | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Nos dias seguintes, o impacto real apareceu. Perdi parte da memória, lembrava quem eu era, mas não o que havia vivido naquele período. Era como se pedaços da minha história tivessem sido apagados. Também perdi a fluência em idiomas que dominava, algo que os médicos explicaram ser possível devido à região do cérebro afetada. Fiquei com paralisia no lado esquerdo do rosto e no braço por cerca de seis meses. A fisioterapia, os exercícios diários e o apoio da família foram essenciais para a recuperação. Hoje, com o corpo reabilitado e a memória reconstruída pouco a pouco, entendo o quanto é importante reconhecer os sinais e agir rápido. Casos de AVC em jovens crescem no mundo O Dia Mundial de Combate ao AVC, celebrado nesta quarta-feira (29), reforça a importância da prevenção e do diagnóstico rápido dessa condição que continua entre as principais causas de morte e incapacidade no mundo. A campanha global deste ano traz o lema “Cada minuto conta”, destacando a urgência de reconhecer os sinais precoces e agir imediatamente diante de qualquer suspeita. “Hábitos de vida pouco saudáveis e condições ambientais contribuem para esse aumento. Por isso, a prevenção e o diagnóstico rápido são fundamentais” Letícia Rebello, coordenadora do programa AVC no Quadrado Segundo a neurologista Letícia Rebello, referência nacional em AVC e coordenadora do programa AVC no Quadrado, da Secretaria de Saúde (SES-DF), o aumento de casos entre jovens está relacionado principalmente ao estilo de vida e à prevenção tardia. “O que antes representava fatores de risco típicos de idosos, como hipertensão e diabetes, está aparecendo cada vez mais cedo”, pontua a médica. “Hábitos de vida pouco saudáveis e condições ambientais contribuem para esse aumento. Por isso, a prevenção e o diagnóstico rápido são fundamentais.” Nos últimos anos, o número de AVCs entre pessoas mais jovens tem aumentado de forma preocupante. Um estudo publicado pela revista científica The Lancet Neurology, em outubro de 2024, apontou um crescimento global de 14,8% nos casos de AVC em pessoas com menos de 70 anos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a World Stroke Organization (WSO) alertam que o AVC já está entre as principais causas de morte e incapacidade em adultos entre 15 e 49 anos, com impacto crescente em países em desenvolvimento. O alerta é global, mas também está cada vez mais próximo de nós. No Brasil, dados da Rede Brasil AVC indicam que cerca de 18% dos casos registrados ocorrem em pessoas de 18 a 45 anos, um índice alto para uma faixa etária que tradicionalmente não se via em risco. A neurologista da SES-DF ressalta que o programa AVC no Quadrado ajuda a garantir que cada vez mais pessoas tenham acesso rápido ao diagnóstico e tratamento. “Além disso, o programa vem para organizar o atendimento intra-hospitalar para tratar mais pacientes, no menor tempo possível”, aponta. “Uma vez que o tempo é um grande inimigo do AVC, quanto mais cedo for o atendimento, e mais rápido o tratamento, maiores as chances de recuperação e menores as sequelas”. Tipos de AVC “Ser jovem não protege ninguém do AVC. A rotina sedentária, o estresse e os hábitos alimentares também têm peso importante” Carlos Uribe, neurologista do IgesDF O AVC acontece quando o fluxo de sangue para o cérebro é interrompido ou comprometido, causando a morte de células nervosas na região afetada. Existem dois tipos principais: o AVC isquêmico, como o que tive, que ocorre quando um vaso sanguíneo é obstruído, e o AVC hemorrágico, causado pela ruptura de um vaso cerebral. Cada tipo apresenta riscos e sequelas diferentes, mas ambos exigem atenção imediata: quanto mais rápido o diagnóstico e o tratamento, maiores as chances de recuperação. Para o neurologista Carlos Uribe, do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), é urgente desfazer a ideia de que o AVC é uma doença exclusiva da terceira idade. “Ser jovem não protege ninguém do AVC”, observa. A rotina sedentária, o estresse e os hábitos alimentares também têm peso importante”. [LEIA_TAMBEM]Veja abaixo os principais sintomas de AVC listados pelo médico. ⇒ Dormência ou fraqueza em um lado do corpo; ⇒ Boca torta; ⇒ Dificuldade para falar ou compreender; ⇒ Perda de visão, escurecimento ou visão dupla; ⇒ Tontura, perda de equilíbrio ou confusão mental; ⇒ Dor de cabeça súbita, intensa ou diferente do habitual. Por que meu alerta importa Eu vivi o que parecia improvável. Passei por meses de reabilitação, reaprendendo a movimentar o corpo e reorganizar a mente. Tive medo, dúvidas e, por um tempo, senti que havia perdido parte de quem eu era. Mas hoje, depois de 20 anos, ao contar minha história, quero que outros reconheçam os sinais e ajam rápido. O meu AVC foi um divisor de águas. Hoje, com saúde e gratidão, transformo aquele episódio em propósito: alertar outros jovens para que reconheçam os sinais e não hesitem em buscar ajuda. Porque o AVC não tem idade, e, às vezes, o primeiro sintoma é acreditar que ele nunca vai acontecer com você.
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Plano Piloto já tem 54 mil luminárias de LED
O coração de Brasília está mais iluminado. A CEB Iluminação Pública e Serviços (IPes) alcançou 94% de modernização em LED no Plano Piloto. A região abriga o maior parque de iluminação pública do Distrito Federal, com 57 mil luminárias – das quais 54 mil já foram substituídas por equipamentos de LED, que oferecem maior durabilidade, eficiência energética e luminosidade. Lâmpadas de LED são mais eficientes, com raio de iluminação maior, além de economizarem energia | Foto: Divulgação “É um investimento que retorna rapidamente em benefícios ambientais e em qualidade de vida para os brasilienses” Mauro Landim, diretor de Modernização da CEB IPes A modernização da região é essencial, pois o local concentra grande parte dos trabalhadores do Distrito Federal. Estima-se que mais de 500 mil pessoas trabalhem no Plano Piloto, segundo estudo da Codeplan publicado em 2020. No entanto, apenas 19,2% desses trabalhadores residem nessa região administrativa (RA), enquanto os 80,8% restantes vêm de outras regiões. [LEIA_TAMBEM]A modernização faz parte do programa de melhoria da iluminação pública conduzido pela CEB IPes em todas as regiões administrativas do DF. “É um investimento que retorna rapidamente em benefícios ambientais e em qualidade de vida para os brasilienses”, afirma o diretor de Modernização, Mauro Landim. A meta, lembra ele, é 100% de modernização, consolidando Brasília como uma das capitais mais eficientes e bem-iluminadas do país. Ceilândia e Samambaia possuem os maiores parques de iluminação pública do Distrito Federal, com 26 mil e mais de 24 mil pontos, respectivamente. As duas regiões já contam com 84% da iluminação modernizada. Em terceiro lugar está Taguatinga, que soma cerca de 20 mil luminárias e tem apenas 4% do parque ainda composto por lâmpadas de vapor de sódio. *Com informações da CEB IPes
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Operação retira 50 toneladas de entulho do Parque Ecológico do Gama
Auditores fiscais do Instituto Brasília Ambiental retiraram nove caminhões — cerca de 50 toneladas — de inservíveis e entulhos, desconstituíram duas edificações de alvenaria e uma mista, de alvenaria e madeira, na manhã desta terça-feira (28), do Parque Ecológico do Gama. A operação, que foi coordenada pelo diretor de fiscalização/execução (Difis III) do Instituto, Fernando Cortizo, contou com apoio da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). A ação fiscal atendeu à solicitação da comunidade local, “que vinha denunciando a presença de invasores no parque”, explica o diretor de fiscalização de Unidades de Conservação da autarquia (Difis II), Neder Aquino. “Segundo relatos da população, os ocupantes, além da ocupação irregular do parque, promoviam delitos e, inclusive, atividades relacionadas ao tráfico de entorpecentes”, contou. Operação contou com apoio da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Além das estruturas utilizadas como habitações irregulares, foi apreendido um vaso com um pé de maconha. Os responsáveis foram encaminhados à delegacia do Gama para os devidos procedimentos legais. A área já vinha sendo alvo de monitoramento frequente pelas equipes de fiscalização do Brasília Ambiental. “A operação representa o coroamento desse trabalho contínuo e conjunto de vigilância e proteção ambiental”, destaca a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, parabenizou as equipes de fiscalização pelo trabalho profissional, sério e comprometido em resgatar o parque ecológico à comunidade. “Além de combater irregularidades, a atuação do Brasília Ambiental contribui para restaurar a tranquilidade, a qualidade e a segurança dos frequentadores da Unidade de Conservação, que utilizam o espaço para lazer, caminhadas, práticas esportivas e contemplação da natureza”, lembrou. O Parque Ecológico do Gama é uma área de preservação com grande importância para a bacia hidrográfica local, servindo como uma "esponja natural" que absorve a água da chuva para os lençóis freáticos. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Projeto apoiado pelo FAC leva espetáculo teatral e oficina de musicalização para escolas públicas do DF
Seis escolas públicas do Distrito Federal receberão a segunda edição do projeto Na Trilha do Teatro, promovido com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). O objetivo é levar arte para dentro de sala de aula por meio de mediação, espetáculo teatral e laboratório de musicalização infantil. As atividades iniciaram, nesta terça-feira (28), na Escola Classe Kanegae, no Riacho Fundo, e continuam até 7 de novembro em unidades da Asa Sul, Paranoá, Samambaia, Ceilândia e Taguatinga. A experiência começa com a mediação teatral sobre o espetáculo que vem a seguir, intitulado como Seu Cocó e as Caixas-surpresa, permitindo que os discentes tenham acesso às referências que compõem a obra. Ao fim da conversa, entra em cena Seu Cocó, um palhaço que “toca sem saber que toca” e convida o público a conhecer um acervo inusitado, composto por canções inventadas, poesias invisíveis, trava-línguas dançados, adivinhas misteriosas e cantigas de roda. Projeto Na Trilha do Teatro leva arte para dentro das escolas | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “O espetáculo se baseia no brincar de fazer música mesmo sem saber e mesmo sem ter um instrumento. Todo o cenário e objetos de cena são feitos de papelão — tem uma guitarra de papelão, um teclado de papelão — e é com isso que se faz o jogo de brincar, de fazer música, envolvendo a plateia para fazer junto”, explica o ator e palhaço Pedro Caroca. A próxima é a oficina de musicalização. Por meio de jogos e dinâmicas, os alunos aprendem a transformar o corpo em instrumentos, experimentando tempo, pulso, timbre e harmonia de modo prático e lúdico. “Nosso objetivo principal é formar público e o melhor lugar para isso é a escola pública, onde tem um ensino de base em que conseguimos alcançar crianças menores que estão em fase de aprendizagem com arte”, enfatiza Caroca. Pedro Caroca: “Nosso objetivo principal é formar público e o melhor lugar para isso é a escola pública, onde tem um ensino de base em que conseguimos alcançar crianças menores que estão em fase de aprendizagem com arte” Na estreia da iniciativa, todos os 158 estudantes da Escola Classe Kanegae prestigiaram a mediação e o espetáculo. Já a oficina foi feita por uma turma de 20 discentes aproximadamente. Localizada na área rural, a unidade funciona em modelo integral — com oferta de cinco refeições diárias — e recebe crianças de 6 a 11 anos nos anos iniciais do Ensino Fundamental. “É um momento muito rico e que as crianças gostam muito. Musicalização está no nosso currículo de movimento e foi tratado de uma forma lúdica, prazerosa, em que as crianças se divertiram e aprenderam”, salienta a diretora da instituição, Eliane Ferreira Soares. Alice Alves, 8 anos, e Rafael Azevedo, 7, participaram das três atividades e aprovaram a experiência. “A apresentação do teatro foi muito legal. O palhaço cantou músicas, a gente descobriu o que tinha dentro das caixas. A música faz a gente se divertir, você dança, se remexe, eu gosto”, contou a menina. Para Pedro, a melhor parte foi aprender a fazer sons com o próprio corpo. “Eu adorei cantar música, fazer sons. Aprendi a cantar melhor”, disse ele, que revelou que a escola tem uma composição autoral. O menino cantou uma parte para a reportagem: “Chegou a Liga da Justiça Escolar: Super Honesto, Capitão Amizade, Guardião do Respeito. Vamos investigar com coragem e coração, eles na missão para que tenham solução, todos pelo poder da educação.” A pequena Alice Alves aprovou a experiência: “A apresentação do teatro foi muito legal. O palhaço cantou músicas, a gente descobriu o que tinha dentro das caixas. A música faz a gente se divertir, você dança, se remexe, eu gosto” Com foco na oferta de acessibilidade ao público, as atividades do Na Trilha do Teatro contaram com interpretação em Libras e audiodescrição. Também foi entregue material pedagógico com brincadeiras e atividades sobre o projeto. Após as visitas escolares, será lançada uma exposição virtual com ilustrações e depoimentos dos estudantes, além de registros fotográficos e audiovisuais da equipe. A mostra, com curadoria do museólogo Marino Alves, ficará disponível permanentemente no site www.natrilhadoteatro.com.br. A primeira edição ocorreu em 2023, passando por 11 escolas públicas de diversas regiões administrativas. Veja a programação: 29 de outubro — Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) Asa Sul; 30 de outubro — Escola Classe Itapeti no Paranoá; 5 de novembro — Escola Classe Guariroba em Samambaia; 6 de novembro — Escola Classe Córrego das Corujas em Ceilândia; 7 de novembro — Escola Bilíngue de Taguatinga.
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Primeiro espaço sensorial para crianças autistas no Centro-Oeste é inaugurado na rede pública de saúde do DF
Em um gesto que une sensibilidade e inovação, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) inaugurou, nesta terça-feira (28), no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o Espaço Humanizar TEA, o primeiro ambiente sensorial da rede pública do Centro-Oeste voltado exclusivamente a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O local foi projetado para reduzir estímulos visuais e sonoros, proporcionando tranquilidade e bem-estar a pacientes e acompanhantes durante o atendimento hospitalar. A primeira-dama do Distrito Federal e madrinha social do projeto, Mayara Noronha Rocha, foi peça fundamental na mobilização de parceiros. Com a articulação dela, a GPS Foundation doou integralmente os itens necessários à implantação do espaço, garantindo a entrega sem custos para o hospital. “É impossível pensar em prosperidade sem a junção do setor público, privado e da sociedade civil. Quando há união, tudo nasce mais rápido. Este é mais que um espaço: é um gesto de acolhimento e inclusão”, destaca Mayara Noronha Rocha. A iniciativa nasceu de um olhar atento da superintendente do HRSM, Eliane Abreu, que percebeu as dificuldades enfrentadas por famílias atípicas nas longas esperas hospitalares. Para tornar o projeto realidade, ela contou com o apoio técnico da Gerência Geral de Humanização e Experiência do Paciente (GGHEX), responsável pela execução e pela articulação institucional. A primeira-dama do Distrito Federal e madrinha social do projeto, Mayara Noronha Rocha, foi peça fundamental na mobilização de parceiros | Fotos: Divulgação/IgesDF “Tenho um sentimento de dever cumprido. Vai muito além da gestão: é olhar para quem chega à nossa porta e precisa de um ambiente acolhedor. Isso faz diferença no cuidado, no tratamento e na forma como a saúde é vivida”, afirma Eliane. A voz das famílias O espaço foi recebido com entusiasmo por mães e cuidadores que convivem com a rotina de crianças neurodivergentes. Naiara Roque, empresária, mãe atípica e autista, participou da inauguração e ressaltou o impacto da iniciativa. “Eu sou autista e tenho dois filhos autistas também. Uma sala de espera adaptada faz toda a diferença para evitar crises e desconfortos. Ver o serviço público acolhendo essa causa faz o coração das famílias transbordar de alegria”. Inspiração Para o diretor de Atenção à Saúde do Instituto, Rodolfo Borges Lira, o projeto deve inspirar novas iniciativas. “Esta é mais uma parceria frutífera entre o IgesDF, o setor privado e o Governo do Distrito Federal. Nosso objetivo é que espaços como este se tornem comuns em toda a rede, garantindo dignidade e inclusão no atendimento pediátrico.” O espaço foi recebido com entusiasmo por mães e cuidadores que convivem com a rotina de crianças neurodivergentes A presidente da fundação, Vivianne Piquet, também celebrou a parceria. “Tenho um carinho muito especial pela causa dos autistas. Quando o IgesDF nos procurou, a vontade de ajudar se encaixou perfeitamente. É emocionante ver o resultado”. Cuidado que vai até a criança Mais do que uma sala de espera, o Espaço Humanizar TEA é também um ambiente terapêutico. Em casos específicos, médicos e equipes multiprofissionais poderão realizar atendimentos no próprio local, evitando o deslocamento das crianças para áreas com mais estímulos. “Os corredores hospitalares podem ser frios até para adultos. Por isso, essas adaptações são fundamentais para o bem-estar e para o atendimento humanizado”, explica Anucha Soares, gerente geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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