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Trânsito no Noroeste terá alterações para obras a partir de segunda (27)

A partir desta segunda-feira (27), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), em apoio à Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), fará interdições na via W9, no Noroeste, nas proximidades do Santuário Sagrado dos Pajés Santxiê Tapuya. A previsão é que as intervenções no trânsito ocorram até 7 de novembro. Arte: Detran-DF Em razão de obras que serão realizadas pela Terracap, na próxima segunda-feira (27), a partir das 4h, a via W9, sentido Setor Terminal Norte (STN), será interditada e o fluxo de veículos desviado para a SQNW 307. Arte: Detran-DF A partir de 3 de novembro, o Detran-DF fará o fechamento da via W9, sentido DF-010, e o trânsito de veículos será direcionado para a SQNW 309. Durante as interdições, serão utilizados painéis eletrônicos de mensagens para orientar os condutores. *Com informações do Departamento de Trânsito de Brasília (Detran-DF)

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Pregão Eletrônico n° 90008/2024

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Wrestling do DF conquista medalhas e mostra força da nova geração nos Jogos Escolares

Luta e técnica levaram estudantes-atletas da luta olímpica para o pódio. No wrestling, o Distrito Federal mostrou força ao conquistar medalhas na série prata e bronze, representando o início de uma nova fase de destaque da capital na competição. Realizados em Uberlândia (MG), os Jogos Escolares Brasileiros (JEBs) 2025 reúnem atletas de todo o país em uma celebração do esporte e da educação. O desempenho foi considerado um avanço importante pelo técnico Rodrigo Diniz Virmor, que falou sobre a dedicação e o potencial dos jovens atletas, com idades entre 12 e 13 anos. “Foi uma competição muito difícil, mas os alunos se superaram. Estamos no começo de um novo trabalho, e esses resultados mostram que estamos no caminho certo. A expectativa é continuar evoluindo e, no próximo ano, buscar medalhas na série ouro”, afirmou o técnico. O estudante cubano Luiz Gilberto Muniz Guerra, de 12 anos, aluno do CEF Lobo Guará (Riacho Fundo II), conquistou a medalha de ouro na série prata | Fotos: Ícaro Henrique/SEEDF Foram vencedores os estudantes Fernanda Gonçalves Valente Carneiro, 14 anos, da escola SEB AZ Brasília, e Francisco Neto, 13, da Católica de Brasília, ambos com medalha de bronze série prata. O estudante cubano Luiz Gilberto Muniz Guerra, de 12 anos, aluno do CEF Lobo Guará (Riacho Fundo II), conquistou a medalha de ouro na série prata. Morando há três anos no Brasil, ele começou nas artes marciais ainda na infância, em Cuba. “Eu comecei na luta com 4 anos, lá no meu país. Agora é treinar muito para garantir o ouro na série ouro no próximo ano”, contou o atleta. Família presente A trajetória dos jovens atletas também é marcada pelo incentivo familiar. O técnico e pai, Roberto Vieira da Silva Júnior, comemorou a conquista do filho, Roberto Vieira da Silva Neto, de 12 anos, aluno do Colégio Vitória Régia (Riacho Fundo – Unidade 5), que garantiu a medalha de ouro na série bronze. O chefe da delegação do Distrito Federal, José Flávio da Silva, e o aluno do Colégio Vitória Régia (Riacho Fundo I), Roberto Vieira da Silva Neto (Robertinho), de 12 anos, que garantiu a medalha de ouro na série bronze “O Robertinho começou a treinar com 2 anos e 7 meses, no judô. Com três anos e meio já estava no jiu-jitsu. Sempre procurei fazer um trabalho forte de quedas com ele, e o professor Neto propôs levá-lo para os Jogos Escolares lá em Brasília”, relatou. A dona de casa Irani Silva do Nascimento também acompanhou com orgulho a estreia do filho, Pedro Henrique do Nascimento Vitorino, nos Jogos Escolares. Ela contou que o esporte entrou na vida do menino aos nove anos, quando ele recebeu orientação médica para praticar atividades físicas. Depois de experimentar futebol e tênis, Pedro se encontrou nas artes marciais, começando pelo judô e, mais tarde, chegando ao wrestling, onde destacou-se como um jovem atleta promissor. “Está sendo uma experiência incrível acompanhar meu filho e toda a equipe em uma competição nacional. O esporte transformou a vida dele e abriu novas oportunidades. É muito gratificante ver o esforço dele sendo reconhecido”, afirmou Irani. Presentes pela segunda vez na competição, Angelina Dias da Silva (mãe), Ronaldo da Costa David (pai) e Carlos Eduardo Costigan Dias David (irmão), acompanharam cada luta de Ana Luiza Habilidades na luta e na arte A estudante Ana Luiza Costigan, 13 anos, do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 01 do Paranoá, também representou o DF na série bronze. Apesar de não ter conquistado medalha, ela mostrou que seu talento vai muito além da luta olímpica. “Faço muita coisa legal desde pequena. Cresci fazendo esporte desde os 5 anos de idade, e atualmente faço ginástica rítmica, karatê, wrestling, balé, danças urbanas e hip hop”, contou Ana Luiza. A atleta ressaltou ainda a importância do apoio familiar em sua trajetória esportiva. Presentes pela segunda vez na competição, Angelina Dias da Silva (mãe), Ronaldo da Costa David (pai) e Carlos Eduardo Costigan Dias David, e o irmão de 15 anos, acompanharam cada luta de perto. “A minha família sempre me apoia muito. Eles estão comigo em todas as competições e me incentivam a continuar. Fico muito feliz de tê-lo por perto, porque isso me dá mais força para lutar e fazer o que eu amo”, disse a estudante. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Paratletas do COP de São Sebastião representam o DF nas Paralimpíadas Escolares

Dois jovens talentos da bocha paralímpica estão prontos para levar o nome do Distrito Federal às Paralimpíadas Escolares — Etapa Nacional, em São Paulo entre os dias 24 e 29 de novembro. Alunos do Centro Olímpico e Paralímpico (COP) de São Sebastião, Yan Cardoso, de 15 anos, morador do Paranoá, e Lucas de Sousa, de 13, de São Sebastião, garantiram a vaga após se destacarem no torneio regional seletivo e agora vivem a expectativa da maior competição estudantil do país. Os treinos são realizados duas vezes por semana, e os paratletas utilizam a estrutura do COP de São Sebastião desde 2024. Segundo o treinador, Edson Tavares, a preparação tem sido uma fase de grande aprendizado e amadurecimento para ambos. “Os dois se dedicam muito. Tenho um carinho enorme por eles. O Lucas é um menino agitado, mas quando está jogando se concentra totalmente. Já o Yan compete na classe BC3, com o auxílio da mãe, que direciona a calha. Ele faz os sinais para ela e empurra a bolinha. É lindo de ver — ele se envolve, se diverte, sorri. Quando a mãe erra, ele brinca dizendo: ‘a culpa é dela, não é minha’”, contou o treinador, rindo. Lucas de Sousa é agitado, mas se concentra muito durante as partidas de bocha | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Sobre Lucas, o professor acrescenta: “Ele é agitado, mas quando acerta uma jogada, comemora: ‘Eita, acertei, professor, você viu?’. E quando não acerta, já me olha daquele jeito, sabendo o que eu diria. É muito bacana ver essa relação deles com o esporte”. Segundo o secretário de Esporte e Lazer (SEL-DF), Renato Junqueira, os centros olímpicos e paralímpicos têm sido fundamentais na formação e no desenvolvimento de diversos atletas. “Ver nossos paratletas de bocha do COP São Sebastião se preparando para o campeonato nacional é motivo de grande orgulho. Isso mostra que o esporte está transformando vidas e fortalecendo a inclusão social no Distrito Federal”, afirma. O treinador Edson Tavares ressalta a importância dos COPs para o desenvolvimento dos alunos por meio do esporte O treinador destacou, ainda, a importância do centro no desenvolvimento dos atletas. “Temos um suporte muito bom aqui. Temos dias fixos de treino, materiais adequados. Quando o Yan ainda não tinha a calha, o centro forneceu uma para a gente. Temos dois kits de bocha muito bons e bem conservados, o que é importante, já que não é um esporte barato. O núcleo PcD [Pessoa com Deficiência] também ajuda a conservar os materiais”, explicou. Como funciona a bocha A bocha paralímpica, praticada por atletas com alto grau de paralisia cerebral ou deficiências motoras severas, chegou ao Brasil na década de 1970. O esporte consiste em lançar bolas coloridas o mais próximo possível de uma bola branca, chamada de jack ou bolim. Ao todo, são 13 bolas: seis vermelhas, seis azuis e uma branca. Josi de Sousa aprova a estrutura de treinamento que o filho dela, Lucas, recebe: "É um espaço muito importante, uma bênção. Ajuda na qualidade de vida do Lucas e dos outros alunos" Durante a partida, dois atletas, um com as bolas vermelhas e outro com as azuis, competem sentados em cadeiras de rodas, dentro de um espaço demarcado para os arremessos. É permitido lançar as bolas com as mãos, com os pés ou por meio de instrumentos de auxílio, como as calhas, além de contar com o apoio de um ajudante (o calheiro), no caso dos atletas com mais limitação motora. Vence quem conseguir posicionar as bolas da sua cor mais próximas da bola branca. [LEIA_TAMBEM]O atleta Lucas contou, tímido, que está muito feliz por disputar mais uma competição fora do Distrito Federal. “Sim, muito feliz”, respondeu, com um sorriso. Será a segunda vez que ele viaja para competir em outro estado. Questionado se estava com medo, negou com a cabeça. Sobre as disputas locais, respondeu que foi bom participar. A mãe de Lucas, Josi de Sousa, 37, contou que está ansiosa para acompanhar o filho em mais uma competição em outro estado. “Estou muito ansiosa, porque no ano passado a gente viajou e foi uma experiência incrível. Esse ano estamos na expectativa de novo, porque é uma viagem muito boa para ele. A bocha traz diversão, alegria, é muito bom”, disse. Josi destacou a importância do Centro Olímpico e Paralímpico para o desenvolvimento do filho. “É um espaço muito importante, uma bênção. Ajuda na qualidade de vida do Lucas e dos outros alunos. Ele começou na natação, depois conheceu a bocha, e já está nesse esporte há uns três anos”, lembrou.  

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Projetos do DF ganham destaque em etapa nacional do Fórum de Segurança Pública

Três projetos da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) foram selecionados para apresentação na etapa virtual do 19º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), que ocorrerá nos próximos dias 29 e 30, em formato online. Serão três sessões diárias — das 9h30 às 11h30, das 14h às 16h e das 16h30 às 18h30. A seleção coloca o Distrito Federal, mais uma vez, em debates nacionais sobre inovação, humanização e governança em segurança pública, consolidando o papel da SSP-DF como referência na integração de políticas públicas e no fortalecimento da cidadania. Para o titular da pasta, Sandro Torres Avelar, a aprovação representa um marco importante para o fortalecimento das políticas públicas de segurança no DF. “É motivo de orgulho ver iniciativas tão importantes serem reconhecidas e compartilhadas com todo o país. São ações que traduzem a nossa visão de segurança pública: técnica, integrada, humanizada e baseada em evidências. O Distrito Federal tem se destacado nacionalmente em práticas de gestão e prevenção”, destaca Avelar. Um dos trabalho aprovados foi o livro da 1ª Confedisp, intitulado 'Integralidade e Participação Social' | Fotos: Divulgação/SSP-DF Trabalhos selecionados O projeto Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas, desenvolvido pela Subsecretaria de Integração de Políticas em Segurança Pública (Subisp) da SSP-DF, foi um dos selecionados. A iniciativa integra segurança pública, assistência social, saúde e comunicação, priorizando o acolhimento às famílias e a prevenção de desaparecimentos. Reconhecido nacional e internacionalmente, o projeto representa um avanço importante no enfrentamento desse fenômeno com uma abordagem sensível e intersetorial. “Essa seleção representa o reconhecimento do trabalho técnico e dedicado das equipes da Secretaria. Cada um desses projetos traduz o esforço coletivo de construir uma segurança pública mais integrada. Ver nossas práticas sendo apresentadas em um fórum nacional é motivo de orgulho e reforça a importância de políticas que unem conhecimento e experiência de campo”, destaca o subsecretário de Integração de Políticas em Segurança Pública, Jasiel Tavares Fernandes. A Etapa Virtual dos Encontros Anuais do FBSP surgiu para atender ao anseio de policiais e gestores de todo o país por espaços de divulgação de pesquisas, projetos e boas práticas desenvolvidas por profissionais da segurança pública Outro trabalho aprovado foi o livro da 1ª Conferência Distrital de Segurança Pública (Confedisp), intitulado Integralidade e Participação Social. A publicação reforça o compromisso da SSP-DF com a transparência, a participação social e a construção colaborativa de políticas públicas — pilares que orientam o programa Segurança Integral. “Participar do Fórum Brasileiro de Segurança Pública é sempre uma oportunidade de trocar experiências e reafirmar o compromisso que temos, no Distrito Federal, com uma segurança pública humanizada, integrada e baseada em evidências. Ter esses projetos entre os trabalhos aprovados é o reconhecimento de um esforço coletivo da SSP-DF e de toda a rede de parceiros que acreditam na construção de políticas públicas com participação social e sensibilidade humana”, afirma a assessora de Segurança Cidadã, Daniele de Sousa Alcântara. Também foi selecionado o trabalho “Governança baseada em evidências no DF: como a CTMHF transforma dados de feminicídios tentados e consumados em decisões operacionais e políticas públicas”, elaborado pela equipe da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF). O estudo apresenta o modelo de governança de dados que permite acompanhar o ciclo completo dos casos — da ocorrência ao desfecho processual —, promovendo análises qualificadas e diagnósticos que subsidiam decisões estratégicas. [LEIA_TAMBEM]Entre os resultados obtidos estão a revisão de terminologias utilizadas em registros, com a exclusão do termo “passional”, o monitoramento ativo de autores foragidos por meio do sistema de recompensas (Decreto nº 40.177/2019) e a produção de notas técnicas e painéis analíticos que orientam políticas públicas e campanhas de prevenção. “Este trabalho apresenta, de forma organizada, os resultados das ações contínuas da CTMHF em governança baseada em evidências. Com dados integrados, padronização e rastreabilidade do caso do início ao fim, corrigimos linguagem, priorizamos capturas com o sistema de recompensas e entregamos diagnósticos que balizam operações e campanhas. É a evidência mostrando onde priorizar — e a prioridade virando resultado na proteção das mulheres”, conclui o coordenador da CTMHF, Marcelo Zago. Também foi selecionado para a mostra o trabalho elaborado pela equipe da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF), sobre feminicídios tentados e consumados Etapa virtual Criada em 2020, a Etapa Virtual dos Encontros Anuais do FBSP surgiu para atender ao anseio de policiais e gestores de todo o país por espaços de divulgação de pesquisas, projetos e boas práticas desenvolvidas por profissionais da segurança pública. O formato digital tem como objetivo ampliar o alcance e a visibilidade desses trabalhos e democratizar o acesso às apresentações, permitindo que profissionais das três esferas — federal, estadual e municipal — compartilhem experiências e resultados de suas ações. Nesta edição, além dos profissionais da segurança, o Fórum também abriu espaço para gestores e pesquisadores que atuam em áreas correlatas, como auditores de tribunais de contas e servidores públicos que desenvolvem práticas reconhecidas por suas instituições. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Projeto de leitura da EC 05 de Sobradinho encanta estudantes com sala de histórias, apresentações musicais e encenações

Envolver os alunos em atividades para criar novos leitores é um dos segredos para o sucesso do Projeto Colmeia Literária, desenvolvido pela Escola Classe (EC) 05 de Sobradinho. A iniciativa foi reconhecida como prática exitosa da rede pública de ensino do Distrito Federal. O projeto utiliza recursos como a Sala das Histórias, que promove a alfabetização e o letramento de forma lúdica e significativa. Já a Biblioteca Ziraldo recebe quinzenalmente turmas do 1º ao 5º anos com atividades que incluem leitura, encenações e musicalização. O espaço encantador, com palco, fantasias e cenários coloridos, estimula a criatividade e a expressão das crianças.  O projeto Colmeia Literária utiliza práticas que aliam a vivência da leitura com a contação de histórias | Fotos: Mary Leal/ SEEDF  A diretora da EC 05 de Sobradinho, Inara Silva, celebrou o reconhecimento do Colmeia Literária como prática exitosa na rede pública. Ela destacou que a leitura vai além do livro, promovendo autoconhecimento, empatia e equilíbrio emocional. “Foi uma felicidade muito grande sermos escolhidos, porque demonstra a importância da educação e da leitura para os nossos alunos”, afirmou. Outra atividade realizada na Biblioteca Ziraldo que motiva os alunos é a dinâmica do Livro Secreto, em que cada criança escolhe seu livro às cegas, recebendo-o coberto para levar para casa, sem saber qual é a obra. Essa estratégia desperta a curiosidade e o encantamento, e as crianças só revelam o conteúdo lido na apresentação final, quando ganham também o passaporte do leitor. Criando leitores O espaço busca proporcionar uma viagem imersiva das crianças nas histórias É na Sala de Histórias que os estudantes têm o primeiro contato com os clássicos da literatura infantil. Além das leituras e contações lúdicas, são trabalhados temas como preconceito, inclusão e amizade, sempre de forma leve e vivencial. A escola também oferece um itinerário voltado para os alunos dos últimos anos do fundamental I, com discussões sobre bullying, autoestima e aceitação, preparando-os para uma transição emocional mais tranquila para o fundamental II. A professora Frizete de Oliveira, atuante na Sala das Histórias e também personagem em encenações do projeto, destaca a alegria e o envolvimento das crianças nas atividades. Segundo ela, os alunos tornam-se parte das histórias ao ler, interpretar e recriar os textos. "A leitura nos ajuda a tratar de temas delicados de um jeito que as crianças compreendem, pois refletem, colocam-se no lugar do outro e aprendem valores importantes enquanto se divertem" Frizete de Oliveira, professora “As crianças esperam com ansiedade o dia de vir para a Sala das Histórias, ficam encantadas, participam, sugerem livros e personagens. É bonito ver como a leitura desperta esse brilho nos olhos”, contou a docente. Ela explicou que o trabalho busca ampliar o olhar dos alunos sobre o mundo e sobre si mesmos: “A leitura nos ajuda a tratar de temas delicados de um jeito que as crianças compreendem, pois refletem, colocam-se no lugar do outro e aprendem valores importantes enquanto se divertem com as histórias.” Reconhecimento Com a repercussão do projeto selecionado como prática exitosa, uma equipe da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) realizou, nesta quinta-feira (23), uma visita técnica à escola. O intuito foi conhecer a iniciativa e elaborar um material orientador para fomentar ações de leitura em outras unidades da rede pública de ensino do DF. A representante da Diretoria de Serviços, Programas e Projetos Transversais (Dispre) da SEEDF, Anelise Barcelos, comentou que além de valorizar, é importante mapear projetos bem-sucedidos de incentivo à leitura nas escolas públicas do Distrito Federal. “Hoje a Secretaria de Educação vem buscando valorizar essas iniciativas. Estamos na escola para conhecer de perto este projeto exitoso, observar como ele é desenvolvido na prática”, destacou Anelise. Durante a visita, a equipe teve a oportunidade de acompanhar uma aula de contação de histórias na Sala das Histórias e de assistir às apresentações dos livros selecionados pelos alunos, observando como as crianças se envolvem ativamente e demonstram entusiasmo ao vivenciar as narrativas. Uma dessas apresentações foi a da aluna Aira Lima, 8 anos, do 3º ano, sobre a obra A Menina e seus Pontinhos, acompanhada de uma performance ao teclado.  Aira Lima apresentou o livro A Menina e seus Pontinhos selecionado no Livro Misterioso Aira contou que adorou participar da atividade e destacou o incentivo recebido de sua mãe e da professora Fernanda Pimentel. “Eu gostei muito de tocar e quero fazer outras apresentações de livros. É muito divertido mostrar para todo mundo o que a gente aprendeu”, disse. *Com informações da Secretaria de Educação

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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 11 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h deste sábado (25), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 4, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas.   Veja abaixo os pontos de ação neste sábado (25) e domingo (26): 1. Eixão Norte, altura da 108; 2. SCLN 311, ao lado da Drogasil e em frente à concessionária Plaza Motors; 3. Parque Olhos d'Água; 4. SHCGN 716/916, no bambuzal em frente ao bloco I; 5. Final do calçadão da Asa Norte; 6. Proximidades do Complexo Cultural da República; 7. Hemocentro, em frente à 302 Norte; 8. Entre o Eixo W e o Eixão, próximo ao Hran; 9. Em frente ao Hran; 10. SMHN Quadra 03, cerca do Hemocentro; 11. Setor Hoteleiro Norte, Quadra 02.

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Vigilância Sanitária apreende uma tonelada de mercadorias

Uma ação conjunta da Vigilância Sanitária do Distrito Federal e Polícia Militar (PMDF) apreendeu, nesta quinta-feira (23), uma tonelada de produtos fora do prazo de validade. Deflagrada no Riacho Fundo II, a operação foi motivada por uma denúncia anônima registrada na Ouvidoria Participa DF. O responsável pelo local foi autuado e encaminhado à delegacia para prestar esclarecimentos. Carga era composta por produtos perecíveis, itens de limpeza e artigos de higiene pessoal, que estavam sendo comercializados a preços muito abaixo do mercado | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF  Alimentos perecíveis e não perecíveis, itens de limpeza e higiene pessoal estavam sendo vendidos em grupos de redes sociais a preços muito abaixo do mercado. De acordo com a Vigilância, além de vencidos, os itens eram armazenados de forma inadequada, caracterizando comércio clandestino. Alimentos que exigem refrigeração, como laticínios, estavam expostos em temperatura ambiente. Bebidas alcoólicas também foram apreendidas. [LEIA_TAMBEM]A diretora da Vigilância Sanitária do DF, Márcia Olivé, alerta para os riscos do consumo de produtos fora do prazo. “Orientamos a população a não consumir produtos com data de validade expirados porque, a partir do momento em que o produto vence, o fabricante não garante mais a qualidade e a segurança, oferecendo assim um potencial risco à saúde de quem os consome”, alerta.  A diretora lembra que locais de comércio irregular costumam não seguir as boas práticas de higiene, organização e armazenamento adequado dos produtos. As ações de fiscalização, pontua ela, têm o objetivo de proteger a saúde pública e coibir práticas que ameaçam a segurança alimentar da população. As operações devem continuar em outras regiões do Distrito Federal.  *Com informações da Secretaria de Saúde  

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UPAs do DF ganham retaguarda psiquiátrica e reduzem tempo de internação em mais de 60%

“Eu gostei muito do atendimento daqui. Achei que minha filha ia passar dias internada, mas em pouco tempo ela foi avaliada, medicada e encaminhada para um hospital especializado. Foi um alívio enorme para toda a família.” O relato é de Lídia (nome fictício), mãe de uma jovem de 22 anos que chegou à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Vicente Pires em crise de esquizofrenia. A experiência dela resume o impacto do novo modelo de retaguarda psiquiátrica que está sendo implantado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Novo modelo de retaguarda psiquiátrica tem sido implantado nas UPAs do Núcleo Bandeirante, de Sobradinho e Vicente Pires | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF De acordo com o psiquiatra Sérgio Cabral, responsável técnico pelo projeto, a iniciativa começou como um piloto entre outubro de 2024 e janeiro de 2025, na UPA do Núcleo Bandeirante. “O resultado foi tão expressivo que já ampliamos para as unidades de Sobradinho e Vicente Pires. Hoje, o psiquiatra não atende diretamente na porta, mas dá suporte especializado ao clínico da UPA, garantindo avaliação e conduta rápidas”, explica. Atendimento ágil e ambiente preparado O fluxo é simples: o paciente em crise passa pela triagem de enfermagem e é inicialmente avaliado pelo médico clínico, que verifica causas e estabiliza o quadro. Caso haja necessidade ou risco grave, como tentativa de suicídio ou agitação intensa, o psiquiatra de retaguarda é acionado para reavaliar e definir o desfecho — seja alta com encaminhamento para o Centro de Atenção Psicossocial (Caps), manutenção em observação ou internação especializada. [LEIA_TAMBEM]Para acolher melhor esses pacientes, a UPA adaptou salas com ambiente protegido, separando adultos e crianças e eliminando riscos, como vidros ou fios expostos. “É um cuidado que dá segurança a todos, sem isolar o paciente. As salas continuam integradas à rotina da unidade”, destaca Cabral. Resultados Antes do projeto, a média de permanência de pacientes em crise psiquiátrica na UPA do Núcleo Bandeirante era superior a cinco dias. Em 2025, caiu para uma média de 1,8 dia. “Estamos falando de uma redução de mais de três diárias por paciente, o que representa milhões de reais em economia para o sistema”, detalha o especialista. Na rede de UPAs do DF, o atendimento psiquiátrico reduziu o tempo médio de internação de quatro dias para 1,05 dia, com resolutividade de quase 90%. Além de reduzir custos com diárias, a medida praticamente eliminou o transporte de pacientes para hospitais de referência. O aumento da procura também é significativo: em 2023, as UPAs registraram cerca de 10 mil atendimentos em saúde mental; em 2024, o número triplicou, chegando a quase 30 mil. Em 2025, até agosto, já são mais de 16 mil atendimentos. Para Cabral, isso reflete tanto o crescimento dos transtornos mentais quanto a redução do estigma. “As pessoas sabem que há acolhimento qualificado e procuram mais o serviço. É sinal de que estamos ampliando o acesso”, avalia. Sérgio Cabral, psiquiatra do IgesDF: "Hoje, o psiquiatra não atende diretamente na porta, mas dá suporte especializado ao clínico da UPA, garantindo avaliação e conduta rápidas" Continuidade do cuidado Segundo o diretor de Atenção à Saúde do IgesDF, Rodolfo Borges Lira, o objetivo não é substituir o acompanhamento regular do Caps, mas garantir que o paciente em crise tenha resposta rápida e encaminhamento seguro. “Damos visibilidade ao caso e já articulamos a continuidade com a atenção básica e a rede de saúde mental. O Caps é essencial para o tratamento prolongado”, reforça. Para o diretor, o maior ganho é humano. “Hoje, o atendimento é imediato. Quando conseguimos atender um paciente em sofrimento agudo sem precisar deslocá-lo para longe, a família se sente acolhida e a pessoa em crise percebe que não está sozinha”, explica. Com resultados expressivos em resolutividade, economia e satisfação dos usuários, o IgesDF planeja levar a retaguarda psiquiátrica para todas as regiões do Distrito Federal. “É um modelo que aproxima o especialista da população e fortalece os princípios do SUS: cuidado descentralizado, resolutivo e humano”, conclui Rodolfo Lira. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Terceira edição da Medalha Mérito Líder Comunitário reconhece lideranças que fortalecem e transformam as comunidades do DF

A Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) promove, no dia 30 de outubro, às 9h, a terceira edição da Medalha Mérito Líder Comunitário, projeto dedicado a valorizar cidadãos que contribuem para o desenvolvimento social e o fortalecimento das regiões administrativas do Distrito Federal.  A solenidade ganha um significado especial: pela primeira vez será realizado no Auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal, espaço que simboliza representatividade, democracia e a voz da população. Este ano, serão homenageadas 264 lideranças da comunidade | Foto: Divulgação/Seac-DF Instituída pelo Decreto nº 44.502, de 9 de maio de 2023, a medalha expressa o reconhecimento do Governo do Distrito Federal a pessoas que dedicam tempo e esforço em prol do bem comum, liderando ações de cidadania, solidariedade e transformação social.  [LEIA_TAMBEM]Desde a criação da iniciativa, a Medalha Mérito Líder Comunitário tem se fortalecido como um importante instrumento de valorização das lideranças do Distrito Federal. Em 2023, 232 líderes comunitários foram homenageados; em 2024, 340 receberam a medalha; e, em 2025, 264 novas lideranças serão reconhecidas. Para a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz, a medalha é um símbolo de gratidão e incentivo: “Os líderes comunitários são pontes entre o poder público e a população. Conhecem as realidades locais, lutam por melhorias e mobilizam as pessoas para causas coletivas. Essa homenagem é uma forma de agradecer e inspirar aqueles que se dedicam a transformar o DF em um lugar melhor para todos.”  *Com informações da Seac-DF  

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No Planetário, projeto leva o universo da inteligência artificial a estudantes do DF

O futuro chegou às salas de aula do Distrito Federal. O projeto IA nas Escolas, iniciativa do Instituto Integra Mais Um que tem apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), abriu as portas de um espaço totalmente dedicado ao aprendizado e à experimentação com inteligência artificial (IA). Até 19 de novembro, o galpão anexo ao Planetário de Brasília será transformado em um ambiente interativo que convida estudantes e o público em geral a explorar o potencial da tecnologia de forma prática, acessível e divertida. Além de receber o público em geral, Planetário de Brasília está aberto ao agendamento de visitas para escolas | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília O projeto teve início na segunda-feira (20) e, durante o tempo em que estiver em cartaz, vai receber cerca de 1,6 mil alunos da rede pública, com transporte e lanche gratuitos garantidos. Aos fins de semana, o Planetário estará aberto à comunidade, oferecendo uma experiência imersiva sobre o tema que vem moldando o mundo contemporâneo. O local funciona de terça a domingo, das 7h30 às 19h, com sessões na cúpula às 18h de terça a sexta-feira e às 11h, 14h30, 16h, 17h e 18h nos fins de semana e feriados. “Não basta apenas falar sobre inteligência artificial; precisamos garantir que os estudantes da nossa rede pública tenham contato direto e prático com essas ferramentas”, ressalta o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “Queremos despertar a curiosidade, aproximar a inteligência artificial do cotidiano e inspirar novas gerações a enxergarem a inovação como caminho de aprendizado, carreira e impacto social”, resume o curador do projeto, Clark Paiva.  A programação inclui o Museu da História da IA, exposição de NFTs, quiz interativo, área gamer, realidade virtual e palestras com o especialista Clark Paiva, que abordará os impactos e as possibilidades da inteligência artificial na sociedade atual. As escolas interessadas em participar podem agendar a visita pelo e-mail integramaisum@gmail.com ou pelo telefone (61) 98594-9556.  

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Sai o resultado do 3º Prêmio Candanguinho de Poesia 

Após encontros de estudantes com escritores em caravanas literárias que percorreram escolas públicas e privadas do Distrito Federal e Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride), saiu o resultado do 3º Prêmio Candanguinho de Poesia. Os primeiros colocados receberão premiação em dinheiro durante solenidade em 7 de novembro, às 10h, na Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Claudio Santoro. Concurso teve muitas inscrições este ano, ampliando o acesso de jovens à literatura | Foto: Divulgação/Secec-DF Neste ano, foram selecionados 90 poemas autorais para coletânea, divididos em três categorias: crianças (6 a 12 anos), adolescentes (13 a 17 anos) e estudantes com deficiência (6 a 17 anos). Os três primeiros colocados de cada categoria vão receber R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente, além de troféus, livros e publicação acessível em diferentes formatos (impresso, digital, Braille e audiolivro). A coletânea terá mil exemplares impressos distribuídos gratuitamente para bibliotecas públicas, escolares e comunitárias do DF e da Ride, incentivando o uso desses espaços como polos de cultura e formação cidadã. Participação aumentou A edição de 2025 contabilizou um número recorde de inscrições. Foram 1.472 poemas inscritos, alcançando ainda quase todas as regiões administrativas, ampliando a participação de municípios de Goiás e Minas Gerais, consolidando-se como uma das maiores iniciativas literárias voltadas para crianças e adolescentes do país. “É emocionante ver a poesia brotar nas escolas, nas bibliotecas e nas cidades, revelando novos talentos e fortalecendo nossa identidade cultural”  Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa Fruto de parceria criada por Termo de Colaboração entre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e a Voar Arte para a Infância e Juventude, o Prêmio Candanguinho de Poesia Infantojuvenil já é considerado uma das principais iniciativas de estímulo à literatura para crianças e jovens atualmente no Brasil.  “O Prêmio Candanguinho é uma das iniciativas mais bonitas que temos, porque nasce da palavra das crianças e dos jovens”, afirma o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes. “É emocionante ver a poesia brotar nas escolas, nas bibliotecas e nas cidades, revelando novos talentos e fortalecendo nossa identidade cultural. Mais do que premiar, este projeto forma leitores, escritores e cidadãos conscientes do poder transformador da arte e da linguagem.”  Para o coordenador-geral do projeto, Marcos Linhares, a participação dos estudantes e a qualidade das poesias apresentadas foram acima das expectativas. “Estamos muito satisfeitos com o resultado desta terceira edição do Prêmio Candanguinho — não só pela quantidade de inscritos, mas por confirmar que a poesia, quando chega cedo, transforma o olhar e o mundo das crianças”, avalia. “Cada poema é uma semente que floresce em diferentes escolas do DF e do Entorno, provando que a infância e a adolescência são territórios de voz, sensibilidade e imaginação”. Perfil dos participantes Foram escritos 749 poemas por estudantes de 6 a 12 anos, 667 por adolescentes de 13 a 17 anos e 56 por estudantes com deficiência. [LEIA_TAMBEM]Com relação à participação por distribuição geográfica, o Plano Piloto liderou com 569 poemas, seguido de Taguatinga (98), Ceilândia (94), Sobradinho (94), Gama (73), Águas Claras (59), Samambaia (47), Riacho Fundo II (29), Guará (54), Santa Maria (26), Núcleo Bandeirante (24), Lago Norte (21), Planaltina (19), Cruzeiro (17) e Recanto das Emas (15), entre outras regiões. Municípios de Goiás e Minas Gerais também apresentaram concorrentes: Águas Lindas de Goiás (34), Valparaíso de Goiás (27), Luziânia (14), Formosa (11), Santo Antônio do Descoberto (3), Novo Gama (2), Cidade Ocidental (1) e Unaí (17). Também houve representatividade em regiões como Brazlândia, Jardim Botânico e São Sebastião (13 poemas cada), Itapoã e SCIA/Estrutural (9), Sobradinho II (8), Lago Sul e Sol Nascente/Pôr do Sol (6), Candangolândia, Paranoá e Park Way (5 cada), Riacho Fundo I (4), Fercal e SIA (2 cada), o que ressalta a participação descentralizada no certame. Confira, abaixo, a lista dos vencedores. Categoria 1 – De 6 a 12 anos  ⇒ 1º lugar: Do pequizeiro e a menina CODA  Isabel Garrett Santos de Lemos, 8 anos, Escola Classe 1 do Gama,  professora Neifra ⇒ 2º lugar: Esse barulho Lorenzo de Carli Mezzomo, 8 anos, COC Lago Norte, professora Letícia de Queiroz ⇒ 3º  lugar: Passarinho Vivian Teixeira Saraiva Maia, 8 anos, Colégio Arvense, professora Isabela Categoria 2 – De 13 a 17 anos  ⇒ 1º lugar: A menina que escrevia tempestades Stella Corrêa da Cruz, 13 anos. Escola Adventista da Asa Sul, professora Lyvia Pereira Santos ⇒ 2º lugar: Massacre Sofia Barbosa Emerik, 17 anos, Colégio Biângulo (Taguatinga), professora Kamila ⇒ 3º  lugar: Meu território Letícia Adriano Machado da Silva,14 anos, Centro de Ensino Fundamental 11 de Ceilândia, professor André Pereira dos Santos Categoria 3 – De seis a 17 anos (PcDs) ⇒ 1º  lugar: Espaço Kennedy Fernando Alves Macedo, 11 anos, Centro de Ensino Fundamental 26 de Ceilândia, professora Sônia ⇒ 2º  lugar: Coração com olhos Vitória Sophia Araújo de Miranda, 15 anos, Centro de Ensino Fundamental 3 do Gama, professora Rejane de Carvalho Ribeiro Paiva ⇒ 3º  lugar: A flor carmesim Maria Clara Castellen Costa, 16 anos, Escola Waldorf Moara (Lago Norte), professor Adriano Mendonça Fernandez. A lista completa pode ser vista neste site. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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Em obras, novo centro cirúrgico do Hospital de Base vai ampliar atendimento

O novo centro cirúrgico do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) já começou a tomar forma. Com investimento de R$ 13.568.885,52 do GDF, o espaço está sendo erguido no antigo bloco de ligação da unidade, até então desativado. A nova estrutura substituirá o centro cirúrgico atual — que segue em funcionamento —, com o objetivo de modernizar a área e ampliar a capacidade de atendimento. “O Hospital de Base tem 65 anos. Na época em que foi construído, não existiam diversas normativas que temos hoje. O objetivo deste novo centro cirúrgico é modernizar toda a infraestrutura e adequar o espaço às normas vigentes, em um ambiente planejado para oferecer maior segurança e eficiência. Com isso, desativaremos o centro cirúrgico atual e teremos um novo local totalmente atualizado, proporcionando mais conforto aos pacientes e à equipe técnica”, explica a gerente-geral de Engenharia do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Tatiana Tostes. O andar do centro cirúrgico propriamente dito já passou pela demolição das antigas divisórias e avança agora para a construção da divisão das salas cirúrgicas e demais etapas da obra | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Desenvolvido pelas equipes de arquitetura e engenharia do IgesDF, o projeto do novo centro cirúrgico conta com uma área exclusiva destinada à infraestrutura técnica e predial, onde estão concentrados os equipamentos de suporte — como sistemas de ar-condicionado e instalações elétricas —, permitindo a realização de manutenções sem interferir nas atividades cirúrgicas. Nessa área, a estrutura metálica dos dutos de ar-condicionado já foi instalada, e a demolição das antigas interferências foi concluída. O próximo passo será a execução da passarela metálica de acesso. O andar do centro cirúrgico propriamente dito já passou pela demolição das antigas divisórias e avança agora para a construção da divisão das salas cirúrgicas e demais etapas da obra. O espaço contará com 16 salas operatórias de pequeno e médio porte — sendo duas preparadas para procedimentos robóticos —, uma sala de recuperação pós-anestésica (RPA) com 18 leitos e áreas de apoio para as equipes assistenciais. “O que esperamos agora é a modernização de todos os espaços. A expectativa é que possamos aumentar o número de cirurgias, a qualidade e a eficiência e, com isso, atender mais a população”, destaca o gerente de Serviços Cirúrgicos do IgesDF, Danillo Almeida de Carvalho.   O Hospital de Base realiza, principalmente, cirurgias oftalmológicas, ortopédicas, de traumatologia e oncológicas, além de ser a referência em cirurgias cardíacas e neurocirurgias. Atualmente, a média é de 45 procedimentos por dia. Em setembro deste ano, a unidade bateu recorde, totalizando 1.332 cirurgias. Segurança e conforto As novas salas cirúrgicas terão sistemas integrados, capazes de conectar equipamentos e imagens em tempo real, além de facilitarem procedimentos como transplantes. Outro diferencial são os espaços para cirurgias robóticas, que garantirão mais precisão e segurança nos procedimentos, bem como a rápida desospitalização dos pacientes. Gerente-geral de Engenharia do IgesDF, Tatiana Tostes: “Desativaremos o centro cirúrgico atual e teremos um novo local totalmente atualizado, proporcionando mais conforto aos pacientes e à equipe técnica” O novo centro cirúrgico atenderá integralmente às normas sanitárias e exigências técnicas de controle de infecção hospitalar, garantindo ambientes mais seguros e adequados às boas práticas cirúrgicas. A obra está sendo conduzida por empresa contratada, com condução e fiscalização da equipe de engenharia do IgesDF. O Hospital de Base é considerado a principal referência em procedimentos de alta complexidade do Sistema Único de Saúde (SUS) no Distrito Federal, além de ser reconhecido nacionalmente como modelo de atendimento especializado, ensino e pesquisa.  

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Vacina é a única forma de prevenção da poliomielite

No Dia Mundial de Combate à Poliomielite, celebrado nesta sexta-feira (24), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) alerta para a baixa cobertura vacinal contra a doença. Entre janeiro e abril deste ano, o índice chegou a 85,1%, abaixo da meta de 95% estabelecida pelo Ministério da Saúde. A poliomielite é uma doença grave, capaz de causar paralisia permanente e a vacinação é a única forma de prevenção. Todas as crianças menores de 5 anos devem receber as doses de acordo com o calendário de rotina. Desde novembro de 2024, o Brasil adotou o esquema exclusivo com a vacina inativada poliomielite (VIP), em consonância com orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS). O esquema prevê três doses aos 2, 4 e 6 meses de idade, além de um reforço aos 15 meses. A cobertura vacinal contra a poliomielite está abaixo da meta no DF | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF  “Mesmo uma pequena queda na cobertura vacinal é suficiente para permitir a reintrodução de doenças como varicela, difteria, tétano, coqueluche, poliomielite e sarampo”, alerta a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. Ela reforça que manter os índices de vacinação elevados é essencial para evitar o retorno de enfermidades que já estavam controladas no país. Para Tereza, a desinformação tem sido um dos principais entraves. “De uns anos para cá, muitas informações falsas começaram a circular e acabaram afastando as pessoas da vacinação. Na minha geração, o Zé Gotinha era um símbolo e a gente cresceu entendendo a importância da vacina. Hoje, é preciso mudar a estratégia, usar redes sociais, televisão e escolas. As vacinas estão disponíveis e são gratuitas, mas falta a cultura de buscar a imunização”, afirma. [LEIA_TAMBEM]Além da vacina contra a pólio, o calendário nacional de vacinação oferece outros 18 imunizantes que garantem proteção desde o nascimento até a terceira idade. A Secretaria de Saúde reforça a importância de que pais e responsáveis mantenham em dia a carteira de vacinação das crianças. Os imunizantes estão disponíveis gratuitamente nas salas de vacinação da rede pública em todo o Distrito Federal.  A situação da pólio reflete um cenário mais amplo. Outras vacinas importantes também ficaram abaixo do recomendado no DF no primeiro quadrimestre do ano: Covid-19 (3ª dose da Pfizer Baby) | 16,5% de cobertura (meta: 90%) Febre amarela | 81,8% (meta: 95%) Pneumocócica 10-valente | 82,3% (meta: 95%) *Com informações da Secretaria de Saúde do DF  

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Festival impacta o trânsito em Sobradinho

De sexta-feira (24) a domingo (26), ocorre o Festival ExpoMix Brasil, em Sobradinho, no estacionamento do Estádio Augustinho Lima. Em razão do evento, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) fará intervenções nas vias próximas ao local para garantir a segurança dos pedestres e a fluidez do tráfego. Arte: Detran-DF Durante os dias do festival, haverá interdição parcial da via do Setor Esportivo, na altura da entrada do evento. A faixa da direita será isolada para acomodar o público. As equipes de fiscalização farão o patrulhamento na região para coibir infrações e garantir a segurança viária. Serviço - 24 e 25/10/2025, das 18h às 4h; - 26/10/2025, das 15h às 2h. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)

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