Sistema de gestão digital do SLU vence prêmio de inovação no DF
O Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU) conquistou o 1º lugar na categoria Governança Digital do Prêmio TechGov-DF 2025, promovido pela Secretaria de Economia (Seec-DF) por meio da Secretaria Executiva de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic). A autarquia foi reconhecida pelo desenvolvimento do Sistema de Gestão Integrada (SGI), uma plataforma digital criada internamente para aprimorar a eficiência, o controle e a transparência dos processos operacionais e administrativos. A cerimônia de premiação foi realizada nesta segunda-feira (20), na Escola de Governo do Distrito Federal (Egov), durante o evento TechGov-DF 2025, que reuniu especialistas, servidores e gestores públicos em um dia de palestras, painéis e apresentações de projetos inovadores na área de tecnologia da informação e transformação digital. O SLU conquistou o 1º lugar na categoria Governança Digital do Prêmio TechGov-DF 2025 pelo desenvolvimento do Sistema de Gestão Integrada (SGI) | Foto: Vinícius Mendonça/SLU Para o diretor-presidente substituto do SLU, Cleilson Queiroz, o reconhecimento valoriza o empenho da equipe e reafirma o compromisso da autarquia com a inovação no setor público. “Com muita satisfação que recebemos essa premiação. Nossa equipe tem melhorado a área de tecnologia e inovação, fazendo com que cada vez mais estejamos à frente desse trabalho tão importante para a população do Distrito Federal, unindo a limpeza urbana com a tecnologia”, destacou. O chefe da Unidade Geral de Tecnologia da Informação do SLU, Percílio Júnior, ressaltou que “a tecnologia é, e continuará sendo, um pilar essencial para uma gestão pública mais transparente, eficiente e voltada ao cidadão”. Automação [LEIA_TAMBEM]O SGI foi desenvolvido pela Diretoria de Tecnologia e Inovação (DTI) do SLU com o objetivo de integrar, automatizar e centralizar os processos da autarquia — especialmente os ligados à gestão de resíduos sólidos e ao controle de grandes geradores. A plataforma foi construída com ferramentas gratuitas e de código aberto, como o framework Laravel (PHP) e o banco de dados PostgreSQL, além de APIs integradas a sistemas de pagamento e outros órgãos públicos. Antes do sistema, o SLU enfrentava desafios como baixo controle sobre as pesagens, dificuldade de medição dos serviços e ausência de integração de informações entre setores, o que comprometia a eficiência administrativa e a gestão de resíduos. Com a implementação do SGI, a autarquia passou a operar com uma plataforma tecnológica abrangente. O sistema permite automação das pesagens com integração direta às balanças, reconhecimento automático de placas de veículos, emissão de relatórios detalhados por tipo de serviço e geração de boletos por meio de integração com o Banco de Brasília (BRB). Além disso, o pagamento por desempenho passou a ser realizado com base em dados reais, garantindo rastreabilidade completa dos resíduos recebidos. Essas inovações trouxeram impactos diretos à gestão da limpeza urbana: reduziram o descarte irregular, aumentaram a reciclagem e fortaleceram a cultura de dados na administração pública. O resultado é economia para o governo, melhoria dos serviços prestados à população e maior eficiência na fiscalização dos contratos. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)
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Portaria regulamenta uso responsável de inteligência artificial na Controladoria-Geral do DF
A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) publicou, nesta segunda-feira (20), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a Portaria nº 379/2025, que estabelece regras para o uso de soluções de inteligência artificial (IA) no âmbito da Controladoria-Geral do Distrito Federal. A medida torna a CGDF pioneira entre as instituições do Governo do Distrito Federal (GDF) na criação de diretrizes formais para o uso responsável da tecnologia. A nova política define princípios, diretrizes e responsabilidades para o desenvolvimento e a aplicação de soluções de IA em processos internos, projetos e serviços prestados ao cidadão. Entre os eixos principais estão a transparência, a ética, a segurança da informação, a responsabilização e o respeito aos direitos fundamentais. Segundo o controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima, a iniciativa reflete o compromisso da Controladoria com a inovação responsável no serviço público: “A inteligência artificial é uma ferramenta poderosa, mas deve ser utilizada com ética, segurança e propósito. Esse é um passo importante para garantir que a tecnologia seja usada a favor da boa gestão pública”. A portaria também determina que todo uso de IA na CGDF deverá passar por análise prévia de riscos, contemplando aspectos éticos, jurídicos, tecnológicos e sociais. Isso inclui a garantia de confiabilidade dos resultados e a proteção contra usos indevidos de dados. Além disso, estabelece a necessidade de planos de mitigação e monitoramento contínuo das soluções de IA, assegurando que eventuais impactos negativos sejam identificados e corrigidos de forma tempestiva. Portaria determina que todo uso de Inteligência Artificial na CGDF deverá passar por análise prévia de riscos, contemplando aspectos éticos, jurídicos, tecnológicos e sociais | Foto: Divulgação/CGDF O documento também prevê a criação de mecanismos para monitorar e avaliar continuamente os impactos do uso da IA, além de orientar sobre privacidade e proteção de dados pessoais, em alinhamento com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e com os princípios da administração pública. Para o subcontrolador de Tecnologia da Informação e Comunicação da CGDF, Jefferson Paravidine, a portaria marca uma virada na forma como os órgãos públicos do DF lidarão com a transformação digital: “É um modelo de governança de IA que poderá ser referência para todo o Governo do Distrito Federal. O objetivo é que as soluções tecnológicas tragam eficiência, mas também responsabilidade e confiança, observando os riscos que também pode gerar”.[LEIA_TAMBEM] Em um momento em que a inteligência artificial está cada vez mais presente nas decisões públicas e privadas, cresce também a responsabilidade sobre seu uso. A tecnologia, quando aplicada sem critérios claros, pode gerar diversos riscos. Por isso, estabelecer parâmetros de governança, transparência e monitoramento é essencial para garantir que a IA seja utilizada de forma segura, justa e alinhada ao interesse público. Como parte das ações voltadas à capacitação e ao uso responsável da tecnologia, a Escola de Governo do Distrito Federal (Egov) está oferecendo o curso “IA no Setor Público — Técnicas, riscos e aplicações”, ministrado pelo servidor da CGDF, Luciano Helou. Voltada a servidores públicos da CGDF, a formação tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre o impacto da inteligência artificial na gestão pública. O conteúdo inclui temas como Introdução e Aplicações da IA, Engenharia de Prompts, Técnicas e Abordagens, Plataformas de Inteligência Artificial, além de Limitações, Riscos, Questões Éticas e Uso da IA no serviço público. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)
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Botulismo exige atenção redobrada com alimentos vendidos em feiras e mercados
Produtos como conservas artesanais, pastas caseiras e temperos vendidos em feiras ou mercados populares exigem cuidado. Quando mal preparados ou armazenados de forma inadequada, esses alimentos podem se tornar um ambiente propício para a bactéria Clostridium botulinum, que produz uma toxina capaz de provocar paralisia muscular e causa o botulismo. No último mês, foi confirmado um caso da doença no Distrito Federal após consumo de conserva de pimenta. A ocorrência foi notificada e as unidades de saúde do DF foram alertadas para observar o possível surgimento de outros casos. O paciente já recebeu alta hospitalar e segue em recuperação domiciliar, com acompanhamento especializado. A Clostridium botulinum pode causar dificuldade respiratória e visão dupla | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A médica gastro-hepatologista Daniela Carvalho explica como a enfermidade afeta o organismo: “A toxina bloqueia a comunicação entre os nervos e os músculos, o que pode causar sintomas como visão dupla, pálpebras caídas e até dificuldade para respirar. O quadro é grave, mas tratável — desde que o diagnóstico seja rápido”. Em bebês, os sinais podem ser mais sutis: intestino preso, fraqueza muscular, dificuldade para sugar e um choro mais fraco que o habitual. Por isso, é fundamental que pais e responsáveis fiquem atentos a qualquer mudança no comportamento da criança, especialmente nos primeiros meses de vida. O consumo de mel por crianças menores de um ano, por exemplo, deve ser evitado. Apesar de natural, o mel pode conter esporos da bactéria e o sistema digestivo dos bebês ainda não é capaz de combatê-los. Produtos artesanais Quem costuma comprar alimentos prontos ou artesanais em feiras e mercados deve observar o aspecto das embalagens. Tampas enferrujadas, estufadas ou com vazamentos são sinais de alerta. O cheiro e a aparência são importantes e qualquer alteração ou presença de bolhas indica que o produto não está seguro. O cuidado com a higiene deve ser observado também nas receitas preparadas em casa Outro ponto a se observar é a refrigeração dos alimentos. Conservas e pastas precisam ficar na geladeira e têm um período de consumo adequado após aberto. Produtos que permanecem por longos períodos sem refrigeração oferecem risco. Preparações caseiras No preparo de papinhas, molhos ou conservas em casa, é importante adotar práticas seguras, como lavar bem os alimentos, usando escova e água corrente; esterilizar os frascos e tampas, fervendo por pelo menos 15 minutos; armazenar em potes limpos, com tampa nova e bem vedada e refrigerar. “Nunca deixe alimentos prontos em temperatura ambiente por mais de duas horas”, alerta Daniela Carvalho. É importante lembrar que não se deve reutilizar tampas de conservas, pois compromete a vedação e pode facilitar a entrada de micro-organismos. Ao menor sinal de sintomas compatíveis com botulismo, procure atendimento médico imediatamente. “A pessoa permanece consciente, mesmo com o corpo paralisando, o que é característico da doença”, destaca a médica. Fiscalização A Vigilância Epidemiológica do DF atua de forma imediata em casos suspeitos ou confirmados de botulismo, por se tratar de uma doença grave e de notificação compulsória, explica a diretora da Vigilância Epidemiológica do Distrito Federal, Juliane Malta. “Assim que um caso é identificado, são realizadas ações para confirmar o diagnóstico, investigar a provável fonte de contaminação e adotar medidas de controle para evitar novos casos. Isso inclui coleta de informações clínicas, investigação epidemiológica detalhada, envio de amostras para análise laboratorial e orientação às equipes de saúde e à população sobre os cuidados necessários”, explica. Também há articulação com a Vigilância Sanitária e outros setores para identificar e retirar produtos contaminados ou inseguros, quando for o caso. O objetivo é detectar precocemente, tratar adequadamente e prevenir a ocorrência de surtos. *Com informações da Secretaria da Saúde do DF
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Em obras, novo Capsi do Recanto das Emas vai ampliar acolhimento psicossocial na região
No mês em que se comemora o Dia Mundial da Saúde Mental, uma boa notícia para a população do Recanto das Emas: as obras da nova sede do Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) entraram na fase de finalização. O equipamento está sendo construído na Quadra 104 da região, com investimento de R$ 3,6 milhões. Hoje, os atendimentos do Capsi são feitos em um espaço da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 do Recanto, na Quadra 307. A nova sede será bem maior, com salas para atendimentos individuais, salas para atividades coletivas, posto de enfermagem, farmácia, salas administrativas, refeitório e cozinha, divididos em uma área construída de cerca de 610 m². O projeto também contempla estacionamento e uma ampla área de convivência externa. Tudo isso vai contribuir para ampliar a oferta e melhorar os atendimentos. Com investimento de R$ 3,6 milhões, novo Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) está em construção no Recanto das Emas | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília "Nesse novo espaço, a gente consegue ofertar práticas integrativas em saúde, ampliar a agenda de atendimento e trazer mais profissionais, porque vai ter um espaço maior. Também teremos um número ampliado de consultórios, consequentemente, a gente consegue ter um atendimento individualizado com melhor qualidade. Então, vai ser um espaço muito mais tranquilo para as pessoas trabalharem e é uma oportunidade dessas crianças e adolescentes vivenciarem outras práticas de saúde", apontou o diretor de Atenção Secundária da Região Sudoeste de Saúde, Marcos André Ferreira Neto. Os Capsi atendem crianças e adolescentes de até 18 anos incompletos com sofrimento psíquico intenso e duradouro, e jovens com até 16 anos incompletos com histórico de uso abusivo de álcool e outras drogas. O atendimento também se estende às famílias. "Trabalhando essas questões, a gente torna as crianças e os adolescentes não invisibilizados, a gente traz eles para o debate, para pensar a política pública junto", pontuou a gerente do Capsi do Recanto, Ludmila de Souza. "Nós temos uma endemia de doenças e sofrimentos mentais, que não é só no DF, é uma realidade mundial. Então, temos que nos adaptar a essas mudanças. Tem que ser um trabalho bem coletivo e muito parceiro aqui na região", acrescentou. Saúde mental Apenas no primeiro semestre deste ano, os centros de atenção psicossocial (Caps) do Distrito Federal registraram mais de 200 mil atendimentos, um crescimento de 11,1% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a marca foi de 180 mil. E a atenção à saúde mental tem sido uma marca deste Governo do Distrito Federal (GDF). Até 2027, estão previstas as inaugurações de cinco novas unidades dedicadas à área, sendo duas voltadas ao público infantojuvenil (além do Recanto das Emas, em Ceilândia) e outras duas com tratamento em tempo integral dos distúrbios causados pelo abuso de álcool e outras drogas (Caps III AD), no Guará e em Taguatinga. [LEIA_TAMBEM]"A pauta da saúde mental é uma prioridade do nosso governo. A demonstração disso foi a criação da Subsecretaria de Saúde Mental, em janeiro. No ato da criação, já foram nomeados 20 psiquiatras. Ao todo, só em 2025, foram nomeados 25 médicos psiquiatras — nós colocamos eles nos Caps, reforçando o atendimento", lembrou a subsecretária de Saúde Mental, da Secretaria de Saúde, Fernanda Falcomer. "Além disso, houve esse investimento na ampliação da rede, com a abertura de novos serviços. Hoje nós temos dois Caps sendo construídos [Recanto das Emas e Gama]. É um momento histórico para o DF, porque nós só temos um Caps para esse fim, os demais estão todos colocados em lugares cedidos ou alugados. Então, ter uma estrutura própria valoriza muito o serviço, é um espaço adequado", completou. O novo Capsi terá salas para atendimentos individuais e atividades coletivas, posto de enfermagem, farmácia, salas administrativas, refeitório e cozinha Recanto das Emas Além da nova sede do Capsi, a região vai ganhar outros equipamentos de saúde. "Estamos atualmente com [as obras da] Policlínica do Recanto das Emas, o Hospital Regional, a residência terapêutica... Obras que já estão em andamento para poder entregar mais serviços de saúde à comunidade", elencou Marcos André. Em todo o Distrito Federal, as obras de construção ou reforma de unidades de saúde — entre unidades básicas de saúde (UBSs), unidades de pronto atendimento (Upas), hospitais e centros especializados — totalizam um investimento de R$ 524 milhões.
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Educação no DF ganha novo fôlego com ampliação de vagas, valorização de professores e investimentos em infraestrutura
Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem transformado a educação pública em uma das áreas que mais avançaram na capital. A expansão de vagas, o fortalecimento da rede e a valorização dos profissionais estão entre as principais marcas de uma política que começa nas creches e segue até o ensino superior, ou seja, atende todo o ciclo educacional. Hoje, mães e pais podem trabalhar tranquilos sabendo que seus filhos têm vagas garantidas em creches e escolas próximas de casa. A fila da educação infantil, que antes ultrapassava 24 mil crianças, caiu para cerca de 3,5 mil — e deve ser zerada até 2026. O Cartão Creche e a construção de novos centros de educação da primeira infância (Cepis) têm papel fundamental nesse avanço. A melhoria também chega às salas de aula. Nos últimos anos, o GDF contratou mais de 12 mil profissionais da educação, entre eles 6 mil professores, garantindo reforço à rede e qualidade no atendimento. A categoria também foi valorizada, com reajuste salarial de 18% e incorporação da gratificação ao vencimento. Nos últimos anos, o GDF contratou mais de 12 mil profissionais da educação, entre eles 6 mil professores | Foto: Divulgação Para as famílias, o apoio vai além do ensino. O Cartão Material Escolar já beneficia 200 mil alunos, garantindo o acesso a itens essenciais e estimulando a economia local. E para os jovens, as novas Escolas Técnicas de Brazlândia, Santa Maria e Paranoá, além da criação da primeira universidade pública distrital, a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), abriram novas perspectivas de futuro sem que precisem sair do DF. A capital também conquistou um marco histórico: a menor taxa de analfabetismo do Brasil. O resultado é fruto de políticas contínuas de alfabetização e qualificação, voltadas a quem busca uma nova oportunidade de aprendizado. Com escolas novas, profissionais valorizados e programas que unem cuidado e oportunidade, este GDF mostra que a educação pública está mais forte, moderna, humana e pronta para o futuro.
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Dia Mundial e Nacional da Osteoporose reforça importância do cuidado com a saúde dos ossos
Celebrado nesta segunda-feira (20), o Dia Mundial e Nacional da Osteoporose chama a atenção para uma condição que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta cerca de 15 milhões de brasileiros e mais de 500 milhões de pessoas no mundo, de acordo com a International Osteoporosis Foundation (IOF). A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) define a osteoporose como uma doença caracterizada pela perda progressiva de massa óssea, que enfraquece os ossos e aumenta o risco de fraturas, especialmente no quadril, punho e coluna. É a principal causa de fraturas na população acima de 50 anos. O reumatologista da SES-DF e Referência Técnica Distrital (RTD) na área, Rodrigo Aires, explica que a osteoporose é uma doença silenciosa. “Ela não causa 'dor nos ossos' como muitos imaginam, até que ocorra uma fratura no quadril, no antebraço e nas costelas, por exemplo. Pode afetar também a coluna, provocando o achatamento vertebral, levando à perda de altura e encurvamento do tronco. Por não apresentar sintomas claros, a prevenção e o diagnóstico precoce são fundamentais”, afirma. Prática regular de exercícios é uma das formas de prevenção à doença | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Fatores de risco Entre os principais fatores de risco estão a idade avançada, histórico familiar, menopausa precoce, tabagismo, sedentarismo, consumo excessivo de álcool e cafeína e baixa ingestão de cálcio e vitamina D. O diagnóstico é feito por meio da densitometria óssea, exame simples e indolor disponível na rede pública. Ele mede a densidade mineral dos ossos e identifica a doença antes da primeira fratura. A SES-DF realiza cerca de seis mil exames por ano para diagnóstico e acompanhamento, segundo o Portal de Informações e Transparência da Saúde do Distrito Federal (InfoSaúde-DF). “O ideal é prevenir. Quem tem fatores de risco deve fazer o exame antes ou a partir dos 50 anos”, orienta Aires. Prevenção A prevenção deve começar na infância e continuar ao longo da vida. Envolve alimentação rica em cálcio presente no leite e derivados e vegetais verde-escuros, exposição solar diária de 15 a 20 minutos para estimular a vitamina D e prática regular de exercícios como caminhada, corrida leve ou musculação, que ajudam a fortalecer os ossos. [LEIA_TAMBEM]Tratamento O tratamento combina medidas não medicamentosas e medicamentosas, com dieta adequada, exercícios e, quando necessário, medicamentos prescritos pelo médico que fortalecem os ossos. “Se não tratada, a osteoporose pode causar fraturas que resultam em dor crônica, perda de autonomia e necessidade de cuidadores, deformidades físicas, entre outras complicações”, alerta Rodrigo Aires. Atendimento O atendimento para osteoporose na rede pública do DF tem início nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), onde o paciente é avaliado e, se necessário, encaminhado para acompanhamento especializado. Em 2024, a SES-DF realizou 27 mil atendimentos de reumatologia. O acesso aos medicamentos ocorre em três pontos de dispensação, conforme o caso clínico: no Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF), conhecido como farmácia de alto custo, no Centro Especializado em Saúde da Mulher (Cesmu), destinado exclusivamente a mulheres, e na farmácia ambulatorial do Hospital de Base (HBDF), apenas para homens. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Obra de R$ 2,5 milhões leva 14 km de calçadas novas ligando a Estrutural à Cidade do Automóvel
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Curso prepara profissionais para resposta rápida a incêndios no Distrito Federal
Com o objetivo de aprimorar a resposta integrada aos incêndios florestais no Distrito Federal, nesta semana será realizado o Curso Intermediário de Sistema de Comando de Incidentes (SCI). A formação faz parte das ações do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PPCIF/DF) e será ministrada pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). O treinamento começou nesta segunda (20) e segue até sexta-feira (24), no Grupamento de Proteção Civil do CBMDF (Taguatinga Centro), das 8h às 17h — a carga horária é de 40 horas, divididas entre aulas teóricas e práticas. A etapa final do curso será um simulado de campo na Floresta Nacional de Brasília, em Brazlândia, onde os participantes poderão aplicar os conhecimentos adquiridos em um ambiente real de operação. O Curso Intermediário de Sistema de Comando de Incidentes (SCI) visa aprimorar a resposta integrada aos incêndios florestais no DF | Foto: Divulgação/Sema-DF De acordo com Carolina Schubart, coordenadora do PPCIF/DF, o curso representa um avanço importante na formação técnica dos profissionais que atuam na linha de frente do combate aos incêndios florestais. “O curso visa à capacitação de diversos órgãos que integram o Sistema Distrital de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais, com o objetivo de preparar o corpo técnico dos servidores para aprimorar ainda mais a eficácia no combate aos incêndios florestais de grande proporção”, afirma Carolina. [LEIA_TAMBEM]Participam da capacitação servidores e representantes de diversas instituições que compõem o Sistema Distrital de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais, entre elas ICMBio, Instituto Brasília Ambiental, Jardim Botânico de Brasília (JBB), Polícia Federal, Anac, Aeronáutica e brigadistas voluntários. Esta é a segunda edição do curso realizada em 2025. “O Governo do Distrito Federal tem investido continuamente na capacitação dos profissionais que atuam na linha de frente do combate aos incêndios florestais. Esse curso, coordenado pela Sema-DF [Secretaria do Meio Ambiente] e realizado pelo Corpo de Bombeiros, é fundamental para fortalecer a integração entre os órgãos e garantir uma resposta rápida e eficiente nas ações de prevenção e controle do fogo”, destaca a vice-governadora do DF, Celina Leão. Criado na década de 1970, na Califórnia (EUA), o Sistema de Comando de Incidentes (SCI) é uma ferramenta reconhecida internacionalmente pela capacidade de organizar e coordenar respostas a emergências, sejam elas incêndios, desastres naturais ou acidentes. O método garante uma gestão eficiente, comunicação integrada e divisão clara de responsabilidades, possibilitando maior eficácia nas operações de campo. O modelo foi incorporado à estrutura de segurança pública do Distrito Federal e tem se mostrado essencial na resposta a eventos de grande escala. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF)
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Projeto Realize com Pipoca leva 300 mulheres ao cinema
A Secretaria da Mulher (SMDF) promoveu na manhã de sábado (18), no Shopping JK, em Taguatinga, uma edição especial do projeto Realize com Pipoca, em alusão à campanha Outubro Rosa, de prevenção do câncer de mama. A ação reuniu mais de 300 mulheres em uma sessão de cinema que celebrou o fortalecimento feminino e o acesso à cultura. A atriz Suzana Pires, protagonista do filme Câncer com Ascendente em Virgem, participou do encontro e recebeu o público com simpatia e mensagens de incentivo. O filme, que mistura drama e comédia, retrata a trajetória de Clara, professora de matemática e influenciadora educacional que recebe o diagnóstico de câncer de mama. A personagem enfrenta o tratamento com coragem e redescobre a própria força, em uma história que desperta reflexão sobre superação, autoconhecimento e propósito. “O GDF trabalha para criar oportunidades e fortalecer espaços de convivência que ofereçam lazer, aprendizado e reconhecimento" Celina Leão, vice-governadora A vice-governadora do DF, Celina Leão, destaca que o Governo do Distrito Federal tem investido em políticas que unem cuidado, inclusão e valorização da mulher. “O GDF trabalha para criar oportunidades e fortalecer espaços de convivência que ofereçam lazer, aprendizado e reconhecimento. Cada ação voltada às mulheres reafirma o nosso compromisso com o cuidado e o respeito”, afirma. O público recebeu pipoca, refrigerante e um atendimento especial preparado pela equipe da Subsecretaria de Políticas para as Mulheres. O ambiente foi planejado para garantir conforto e leveza a todas as convidadas. Além de assistir ao filme, as mulheres puderam conversar sobre o câncer de mama e trocar experiências sobre o tratamento e prevenção da doença | Fotos: Moisés de Oliveira Pereira/SMDF “Cultura e lazer também são instrumentos de empoderamento. O encontro reforça o quanto é importante olhar para as mulheres com atenção e oferecer experiências que as façam se sentir valorizadas”, explica a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Entre as participantes, histórias de transformação também emocionaram o público. “Morava em outro estado e nunca pensei que pudesse encontrar qualidade de vida e acolhimento como no DF. Aqui tudo é diferente: somos tratados com respeito, tem tanta coisa boa. Hoje, por exemplo, estou no cinema; no dia a dia tenho atendimento na área da saúde, meus filhos têm material escolar gratuito e já usei vários serviços da Secretaria da Mulher. Fiz três cursos e hoje me sinto outra mulher”, contou Graziella Souza. Programa Realize Trazendo como diferencial o foco no desenvolvimento de habilidades socioemocionais, o Programa Realize é direcionado ao planejamento profissional e ocorre por meio de oficinas, workshops, palestras e dinâmicas interativas. A proposta é despertar o autoconhecimento e o desenvolvimento de competências comportamentais capazes de estimular o protagonismo e fomentar a sustentabilidade socioemocional da autonomia econômica buscada por mulheres em situação de vulnerabilidade. [LEIA_TAMBEM]A subsecretária de Políticas para Mulheres, Renata D’Aguiar, ressaltou o cuidado com cada detalhe da ação, desde a escolha do filme até o acolhimento das participantes. “A iniciativa mostra que cuidar vai além de oferecer serviços: é sobre criar momentos que despertam autoestima, união e pertencimento. Ver tantas mulheres reunidas, trocando olhares e histórias, é a prova de que o caminho é seguir fortalecendo essas ações”, destacou. O projeto Realize com Pipoca integra as ações do Programa Realize, fortalecendo o compromisso do GDF e da Secretaria da Mulher do Distrito Federal em promover iniciativas culturais que aproximam o governo das mulheres e estimulam o desenvolvimento pessoal e emocional. *Com informações da Secretaria da Mulher do DF
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Projeto Rejunte é com Elas já capacitou mais de 150 mulheres e amplia presença feminina na construção civil do DF
Desde que foi criado, em 2024, o projeto Rejunte é com Elas abre caminhos para o protagonismo e a autonomia financeira de mulheres do Distrito Federal. A iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF), já capacitou mais de 150 alunas nas técnicas de acabamento e finalização de obras — área historicamente dominada por homens, mas que vem se tornando cada vez mais plural. Nos dias 15 e 16 deste mês, o projeto celebrou a formatura de 50 novas profissionais das regiões administrativas de Planaltina e Itapoã. Durante o curso, com duração de 40 horas e aulas semanais, as participantes aprenderam técnicas de rejuntamento, assentamento de cerâmica, limpeza pós-obra e até como montar o próprio currículo. Mais do que isso: encontraram nas salas de aula um espaço de fortalecimento, aprendizado e novas perspectivas de vida. Secretária Marcela Passamani e alunas que se formaram no projeto | Fotos: Jhonatan Vieira/Ascom Sejus Transformação e novas oportunidades Entre as histórias inspiradoras que nasceram do projeto está a de Maria Irene Alves, 57 anos, moradora de Ceilândia. Ela participou de uma das primeiras turmas do Rejunte é com Elas e, poucos dias após concluir o curso, foi contratada por uma empresa da construção civil. “Eu estava há muito tempo sem trabalho fixo e o curso me abriu uma porta. Hoje eu acordo cedo, coloco meu uniforme e saio de casa com orgulho. Foi uma virada na minha vida”, contou Luzia, emocionada. Casos como o dela se repetem a cada nova turma, mostrando que o Rejunte é com Elas vai além da capacitação: é um instrumento de inclusão social e geração de renda. Muitas participantes, inclusive, encontraram no curso uma forma de superar dificuldades emocionais, fortalecer a autoestima e reconquistar a independência. Maria Irene Alves estava desempregada e foi contratada logo após terminar o curso É o caso de Maria Benedita Teixeira, de 58 anos, que foi destaque na turma do Itapoã e escolhida como representante da formatura. “Participar do Rejunte é com Elas me trouxe ânimo, me fez sair de casa e acreditar em mim de novo. Tenho esperança de voltar a trabalhar na área”, contou a aluna, que já atuou nas obras do Itapoã Parque. Já Silvana dos Santos, de 39 anos, formada em Planaltina, destacou a importância prática e emocional da capacitação: “Foi uma experiência muito boa. A professora é super paciente, fiz amizades e aprendi uma profissão que posso aplicar até dentro de casa”, disse. Construindo igualdade O projeto integra o programa Direito Delas, da Sejus-DF, que promove ações de acolhimento, empoderamento e capacitação para mulheres em situação de vulnerabilidade. A secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani, destacou a importância da presença feminina na construção civil e o papel do programa como ferramenta de transformação social. “Cada uma dessas mulheres provou que competência não tem gênero. Elas estão construindo um futuro mais justo, com oportunidades, autonomia e igualdade”, afirmou a secretária.[LEIA_TAMBEM] Programa Direito Delas Desenvolvido pela Subsecretaria de Apoio a Vítimas de Violência (Subav/Sejus), o programa Direito Delas atua em 11 núcleos espalhados pelo DF (Plano Piloto, Ceilândia, Estrutural, Gama, Guará, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia e São Sebastião). O programa oferece apoio jurídico, psicológico e social a mulheres em situação de vulnerabilidade e promove políticas públicas voltadas à autonomia feminina, com ações que vão do acolhimento humanizado à capacitação profissional. Com o Rejunte é com Elas, o programa reafirma seu compromisso de transformar vidas, promovendo inclusão, autoestima e oportunidades concretas de trabalho e renda para centenas de mulheres do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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Brasília retribuindo todo o carinho que recebe
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Nascimento de sauins-de-coleira no Zoo de Brasília renova esperança para espécie ameaçada
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Projeto forma jovens multiplicadores da cultura de paz e prevenção à violência em Taguatinga
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF), realiza nesta segunda (20) e na terça-feira (21), no Teatro do Sesi de Taguatinga, a 5ª edição do Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã, voltada a estudantes de Brazlândia. Última edição do projeto, realizada no Recanto das Emas em setembro, reuniu 540 jovens | Foto: Divulgação/SSP-DF O evento reunirá cerca de 480 adolescentes do ensino médio de escolas públicas da região e tem como objetivo formar multiplicadores da cultura de paz e da cidadania, fortalecendo a prevenção à violência por meio da educação e do protagonismo juvenil. A programação inclui palestras, oficinas, apresentações culturais e dinâmicas educativas sobre temas como bullying, cyberbullying, violência no namoro, violência sexual infantojuvenil, convivência saudável e uso responsável das redes sociais. A edição contará com palestras de representantes da Polícia Federal, das polícias Civil e Militar (PCDF e PMDF) e da própria SSP-DF. [LEIA_TAMBEM]Desde o início de 2025, o programa já capacitou 1.220 estudantes em diferentes regiões do Distrito Federal, consolidando-se como uma iniciativa de referência na promoção da cultura de paz e da prevenção à criminalidade nas escolas públicas. A ação integra o eixo Escola Mais Segura, do Programa Segurança Integral – DF Mais Seguro, reafirmando o compromisso da SSP-DF com uma abordagem preventiva, educativa e participativa na construção de comunidades mais seguras. 5ª Edição do Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã · Data: 20 e 21 de outubro · Horário: 14h · Local: Teatro do Sesi de Taguatinga (QNF 24, Taguatinga Norte) · Público: Estudantes de Brazlândia
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