🚨📱Projetos da área de segurança pública são finalistas do prêmio de tecnologia do GDF
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Agências do trabalhador têm 1.034 vagas abertas nesta quinta (16); salários chegam até R$ 3 mil
Nesta quinta-feira (16), as agências do trabalhador do Distrito Federal disponibilizam 1.034 vagas para quem busca ingressar no mercado. Os salários vão de R$ 750 — para a vaga de estagiário em engenharia civil, no Gama — até R$ 3 mil, para as oportunidades de ladrilheiro e pedreiro, em Santa Maria. A ocupação com o maior número de oportunidades disponíveis é repositor de mercadorias, com uma oferta de 60 vagas. Não é necessário comprovar experiência, mas os candidatos precisam ter ensino fundamental completo. [LEIA_TAMBEM]Há ainda dez vagas destinadas a pessoas com deficiência, entre elas: servente de obras na Zona Industrial, com salário de R$ 1.639; empacotador a mão em Ceilândia Norte, com remuneração de R$ 1.518; e atendente de lojas na Asa Sul, que paga R$ 1.620. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).
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Direitos dos pacientes e acolhimento emocional marcam o 2º dia do Simpósio de Cuidados Paliativos do Hospital Regional de Santa Maria
No segundo dia do Simpósio de Cuidados Paliativos do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), profissionais de saúde, estudantes, familiares e convidados se reuniram para trocar experiências e aprofundar conhecimentos sobre práticas que promovem dignidade e qualidade de vida aos pacientes. O auditório da unidade recebeu um público expressivo, atento às discussões e interessado em ampliar sua compreensão sobre o cuidado integral. A abertura ficou a cargo da enfermeira paliativista e idealizadora do simpósio, Léia Lima, que leu uma carta emocionante escrita pela família de um paciente do Hospital Cidade do Sol (HSol), em Ceilândia. Repleta de gratidão, a mensagem destacou o acolhimento, a sensibilidade e a dedicação da equipe de cuidados paliativos durante o tratamento e a fase final de vida do paciente, emocionando todos os presentes. Auditório do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) recebeu um público expressivo, atento às discussões e interessado em ampliar sua compreensão sobre o cuidado integral | Fotos: Divulgação/IgesDF A programação contou com palestras que abordaram temas essenciais da assistência paliativa. A advogada Nelma Melgaço falou sobre os direitos dos pacientes e diretivas antecipadas. Em seguida, o enfermeiro Raphael Santiago apresentou a hipodermóclise como alternativa viável para o controle de sintomas. Encerrando a tarde, a psicóloga Juliana Siquinelli discutiu o sofrimento emocional nos cuidados paliativos, destacando abordagens terapêuticas que promovem conforto e acolhimento. Entre os participantes estava Noemy Santiago, estudante de enfermagem, que compartilhou o quanto a temática desperta seu interesse. “É uma área que me chama muita atenção, tanto que foi o tema do meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), voltado ao cuidado de idosos com demência avançada. É uma área em que pretendo atuar futuramente”, conta. Noemy também destacou a importância do papel da enfermagem nesse tipo de cuidado. “Muitos não percebem o quanto o enfermeiro está presente, acompanhando cada etapa do paciente, observando, cuidando e desenvolvendo ações que fazem toda a diferença tanto para ele quanto para a família”, explica. Léia Lima: “Durante os dois dias, o auditório permaneceu cheio e a transmissão pela internet bateu recorde de visualizações. Isso mostra o quanto as pessoas querem compreender melhor os cuidados paliativos" O simpósio também foi transmitido virtualmente pelo canal do IgesDF no YouTube, ampliando o alcance das discussões. Segundo Léia Lima, a grande adesão reforça o interesse e a necessidade de debater o tema. “Durante os dois dias, o auditório permaneceu cheio e a transmissão pela internet bateu recorde de visualizações. Isso mostra o quanto as pessoas querem compreender melhor os cuidados paliativos. É muito gratificante ver esse movimento de aprendizado se fortalecendo entre profissionais e comunidade”, destaca. Ao final, os palestrantes abriram espaço para perguntas e troca direta com o público, encerrando o dia com reflexões sobre empatia, escuta ativa e valorização da vida e sorteio de brindes, reafirmando o compromisso do HRSM com um cuidado humanizado e integral. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)
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Produtores rurais participam de capacitação em marketing digital e e-commerce
Começou nesta quarta-feira (15) a Capacitação em E-commerce e Marketing Digital para Empreendedores Rurais, promovida pela Emater-DF. O curso, realizado no Centro de Capacitação Tecnológica e Desenvolvimento Rural da Ceasa-DF (CCC), tem como objetivo preparar produtores e empreendedores rurais para divulgar melhor seus produtos e ampliar canais de comercialização por meio das plataformas digitais. As atividades seguem até sexta-feira (17). Produtores e empreendedores rurais iniciaram nesta quarta (15) uma capacitação em e-commerce e marketing digital, oferecida pela Emater-DF | Foto: Divulgação/Emater-DF O extensionista rural Carlos Goulart, responsável pelo programa Empreender e Inovar da Emater-DF, destacou a importância de o produtor rural passar a se enxergar como empreendedor. “Precisamos pensar não somente como produtores, como quem produz, mas principalmente como empreendedores. Ao invés de oferecer uma cartela grande de produtos, focar em um produto até que ele venha a se estabelecer e se tornar a sua marca de valor", ressaltou. "Aprender sobre divulgação nas redes sociais está sendo ótimo e vai me ajudar a fazer o meu produto se tornar conhecido" Maria Luiza da Costa Cotrim, empreendedora rural As aulas estão sendo ministradas pelo professor Alan Costa, estrategista em marketing digital e diretor da Produzindo Digital, agência especializada em vendas pela internet. Ao longo dos três dias, os participantes aprendem sobre posicionamento de marca, uso de redes sociais, vendas on-line e ferramentas práticas para fortalecer a presença digital dos empreendimentos rurais. Entre os participantes, o produtor Bruno Ferreira Uchôa, criador de abelhas, viu na capacitação uma oportunidade de aprimorar o negócio. “Já comercializo meus produtos online, mas ainda de forma rudimentar. Aqui, nessas primeiras horas de curso, já tive alguns insights de coisas que posso implementar no meu negócio. Está sendo muito bom para abrir a nossa mente e mostrar que ainda temos muito a agregar para alcançar as pessoas com nosso produto”, contou. [LEIA_TAMBEM]A jovem Maria Luiza da Costa Cotrim, do Assentamento 15 de Agosto, está iniciando seu primeiro projeto produtivo de criação de aves com o apoio da Emater-DF, pelo programa Apoio Jovem. Para ela, o aprendizado sobre marketing digital chega em boa hora. “Aprender sobre divulgação nas redes sociais está sendo ótimo e vai me ajudar a fazer o meu produto se tornar conhecido”, afirmou. Também participante da capacitação, o piscicultor Fausto Santiago, do Incra 6 em Brazlândia, destacou a importância da comercialização para o sucesso da produção rural. “A comercialização é uma parte importantíssima. A gente faz toda a produção para comercializar”, enfatizou. O curso integra o conteúdo curricular dos programas Empreender e Inovar, e Filhos deste Solo, mas também disponibilizou vaga para produtores rurais interessados no tema. Para participar de novas edições, é necessário procurar o escritório local da Emater-DF mais próximo. *Com informações da Emater-DF
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Ouvidorias das administrações regionais debatem limpeza urbana junto ao SLU
Com o objetivo de aprimorar a prestação de serviços à população, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) promoveu, nesta quarta-feira (15), o evento Café com Ouvidorias. A ação, realizada em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e a Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), reuniu representantes das ouvidorias de 14 regiões administrativas — Águas Claras, Candangolândia, Cruzeiro, Fercal, Jardim Botânico, Lago Sul, Paranoá, Park Way, Plano Piloto, São Sebastião, SCIA/Estrutural, SIA, Sobradinho II e Sol Nascente/Pôr do Sol. O encontro teve como foco o compartilhamento de informações sobre serviços públicos, além da troca de experiências sobre a realidade de cada cidade. No Café com Ouvidorias, o SLU, em parceria com a Novacap e a DF Legal, reuniu representantes das ouvidorias de 14 regiões administrativas para conversar sobre limpeza urbana | Foto: Débora Rani/SLU O diretor-adjunto do SLU, Cleilson Gadelha, participou da abertura do evento e ressaltou a importância da integração entre órgãos e administrações regionais. “É muito importante esse momento de encontro. Vocês, profissionais das ouvidorias, são o canal de comunicação que faz com que a gestão pública atinja o objetivo de atender o cidadão com qualidade”, frisou. [LEIA_TAMBEM]Durante a atividade, foram apresentadas informações sobre as cartas de serviços e o funcionamento das ouvidorias dos órgãos anfitriões (SLU, Novacap e DF Legal). Para o ouvidor do SLU, Thiago Viveiros, a interação fortalece a melhoria contínua do atendimento. “A gente precisa sempre conversar para se entender cada vez melhor. Essa troca de experiências entre entidades do GDF é fundamental para saber onde estamos avançando e identificar as dificuldades enfrentadas no cotidiano”, explicou. Além de esclarecer dúvidas, os representantes das ouvidorias relataram demandas e debateram soluções para aprimorar os serviços. O ouvidor do Park Way, Amphrisio Romeiro Filho, destacou o valor da cooperação. “Esse tipo de encontro é riquíssimo para aperfeiçoar parcerias e medidas de cooperação entre órgãos do governo. Quero parabenizar o SLU pela iniciativa e agradecer pela parceria no Park Way, especialmente com relação ao recolhimento de descarte irregular”, afirmou. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)
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Ações de segurança alimentar no DF ganham novo painel para ampliar transparência
A Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional do Distrito Federal (Caisan-DF) lançou, nesta quarta-feira (15), o Painel de Monitoramento de Indicadores de Segurança Alimentar e Nutricional do DF. Por meio dessa ferramenta, o cidadão terá acesso com transparência a diversos dados e gráficos sobre o andamento de ações ligadas à Política de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) no DF. Com base nos indicadores definidos no IV Plano Distrital de SAN (2024-2027), o painel reúne e organiza informações estratégicas de monitoramento. O material está disponível no site da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), pasta que coordena a Caisan-DF. “Este novo painel, além de aumentar a transparência, vai facilitar o acompanhamento dos programas e ações intersetoriais da política de segurança alimentar, contribuir para a qualificação da gestão, o fortalecimento da governança e o exercício do controle social no âmbito do DF”, ressalta a presidente da Caisan-DF e secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Por meio dessa ferramenta, o cidadão terá acesso com transparência a diversos dados e gráficos sobre o andamento de ações ligadas à Política de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) no DF | Foto: Divulgação/Sedes-DF A Caisan-DF é formada por representantes das 12 secretarias e entidades da administração pública do setor, que vão alimentar periodicamente o painel. Em evento de lançamento do Painel de Monitoramento de Indicadores de SAN, promovido nesta quarta em comemoração do Dia Mundial da Alimentação, no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), a nutricionista da Secretaria de Saúde do DF, Carolina Gama, detalhou como vai funcionar a ferramenta. “O painel inicia com dados sobre a população do DF, sobre índice de vulnerabilidade social, Índice de Gini [mede o grau da desigualdade de renda], sobre o consumo alimentar e o estado nutricional das famílias no DF, segurança hídrica e saneamento básico, por exemplo, sobre produção, onde ficam as feiras livres e orgânicas e finaliza com dados sobre o orçamento de todos os programas e políticas de segurança e nutricional do DF”, explicou a servidora integrante do Grupo de Trabalho de Monitoramento da Caisan-DF. Caisan-DF A Caisan-DF é composta pelas secretarias responsáveis pelas áreas de Segurança Alimentar e Nutricional; Agricultura, Abastecimento e Assistência Técnica e Extensão Rural; Saúde; Educação; Meio Ambiente e Recursos Hídricos; Direitos Humanos; Igualdade Racial; Planejamento e Orçamento; Relações Governamentais e com Movimentos Sociais; Assistência Social; Desenvolvimento Econômico e Sustentável; Assuntos Fundiários. Presidida pelo titular do órgão do Governo do Distrito Federal (GDF) responsável pela Política de Segurança Alimentar e Nutricional, a Caisan-DF é responsável pela elaboração e aprovação do Plano Distrital de SAN (Pdsan), principal instrumento de planejamento, gestão e execução das ações de segurança alimentar e nutricional no Distrito Federal, que estabelece metas para garantir acesso regular e permanente a alimentos em quantidade e qualidade adequadas, de forma sustentável, respeitando a diversidade cultural e promovendo práticas alimentares que melhoram a saúde. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)
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Clubinho de leitura para crianças de até 11 anos estreia em outubro na Biblioteca Nacional
É consenso que os livros abrem portas para a imaginação, comportando mundos inteiros em poucas páginas. Unindo essa premissa à importância da leitura na infância, a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) lança, em 2025, o Clubinho de Leitura BNB, uma programação mensal dedicada a crianças de até 11 anos. A estreia será neste sábado (18), às 10h, no Espaço Infantil da BNB, com o tema "Onde moram os livros". A estreia do Clubinho de Leitura BNB será neste sábado (18), no Espaço Infantil da BNB; haverá leitura mediada de dois livros | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Em cada encontro, dois livros serão lidos com mediação para as crianças participantes. Além disso, outros títulos ficam disponíveis para empréstimo, incentivando a formação leitora dentro e fora da biblioteca. No primeiro encontro, haverá uma visita guiada para que as crianças conheçam, na prática, “onde os livros moram”. A curadoria do Clubinho é da educadora Ana Paula Bernardes, da Biblioteca Comunitária Roedores de Livros, enquanto a mediação ficará a cargo da comunicóloga e cenógrafa Carla Nery. Nos meses seguintes, a programação seguirá sempre aos sábados pela manhã, uma vez por mês, com temas-guia definidos. Além das leituras mediadas, as famílias poderão levar até cinco livros para casa por meio do serviço de empréstimos da BNB, fortalecendo os vínculos com a biblioteca e criando momentos de leitura em família. [LEIA_TAMBEM]Segundo a diretora da instituição, Marmenha Rosário, a criação do Clubinho integra o movimento recente da BNB de expandir seus clubes de leitura para diferentes faixas etárias, aproximando novos públicos do acervo e da programação cultural. “Estamos felizes, pois esse clubinho nasce com a missão de formar leitores desde a primeira infância e, principalmente, fortalecer os vínculos das crianças com a biblioteca”, ressaltou. A iniciativa soma-se aos clubes já realizados pela BNB, incluindo grupos voltados ao público adulto e 60+, ampliando o acesso à literatura para todas as idades. A escolha de outubro e do tema de abertura dialoga com a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca (23 a 29 de outubro), instituída por decreto federal para celebrar a leitura e o papel das bibliotecas no país, coincidindo também com o Mês das Crianças. Os próximos temas do Clubinho em 2025 serão "Vozes candangas" e "É tudo família".
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Renovação asfáltica da via marginal da Epia levará mais conforto e segurança para condutores
Um trecho de aproximadamente cinco quilômetros da via marginal da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia), que interliga as quadras 14, 26, 27, 28 e 29 do Park Way, está passando por uma ampla renovação asfáltica coordenada pela Secretaria de Obras do Distrito Federal (SODF), em parceria com a administração regional. A intervenção tem como objetivo principal garantir mais segurança, conforto e fluidez no trânsito, além de prolongar a vida útil do pavimento e reduzir custos futuros de manutenção. A obra conta com um investimento de R$ 6,3 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF) e cerca de 50 profissionais atuando na execução. O trecho foi escolhido após vistorias técnicas que identificaram buracos, trincas e desgaste acentuado no pavimento, além de registros de incidentes e danos a veículos. O trabalho de restauração da via começou no dia 6 de outubro, com execução completa de fresagem, aplicação e compactação do novo asfalto, além de serviços complementares como ajustes na drenagem pluvial e revisão da sinalização após a conclusão. A obra conta com um investimento de R$ 6,3 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF) e cerca de 50 profissionais atuando na execução | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Para o administrador regional do Park Way, Abdon Barros, a obra representa uma conquista aguardada há anos pelos moradores. “É uma via de ligação, então é uma obra que vai ajudar não apenas os moradores do Park Way, mas também quem vem da Santa Maria, do Gama, do Valparaíso e do Jardim Botânico. Temos um fluxo muito grande de veículos e esse recapeamento vai trazer mais fluidez no trânsito, segurança e qualidade de vida”, destacou. Investimento na região Segundo o engenheiro civil João Victor Gadelha, diretor de licenciamento da Administração Regional, a intervenção é essencial. “Esse asfalto nunca havia sido recapeado desde a constituição do Park Way. Já concluímos a fresagem e estamos na fase de imprimação, que prepara o solo para receber uma nova camada mais grossa e densa. Essa tecnologia garante maior durabilidade e resistência, inclusive durante o período de chuvas, quando os buracos voltavam a aparecer”, explicou. Condutores que transitam diariamente pela marginal também comemoram a iniciativa. O analista de sistemas Francisco Molina, de 62 anos, mora na Quadra 14 do Park Way e vê a obra como um avanço para a região: “É uma obra muito esperada. Vai trazer conforto e segurança, eliminar os buracos e tornar o trajeto mais tranquilo. A comunidade está satisfeita porque finalmente teremos um asfalto novo, mais resistente e sem os perigos que enfrentávamos antes”. As ações fazem parte do plano de modernização e mobilidade urbana da região administrativa, voltado à segurança, fluidez e integração viária do Park Way com as demais áreas do Distrito Federal. Entre as próximas intervenções, estão a duplicação da via marginal da Estrada Parque Dom Bosco (DF–025), entre o conjunto 1 e o conjunto 3 da Quadra 14 do Park Way, com 4,8 km de extensão, além da implantação de bolsões de retração na via paralela à EPIA, para acesso ao condomínio Setor de Mansões Park Way (SMPW) 26, sob responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF).
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Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 26 para abrir conta no BRB
A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) selecionou 2.914 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem a conta no Banco de Brasília (BRB) e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até às 18h do domingo (26). Aqueles que não abrirem conta no prazo estabelecido vão ter que aguardar nova contemplação. A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo BRB Mobile. Basta seguir o passo a passo. Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até às 18h do domingo (26) | Foto: Divulgação/Sedes-DF “O DF Social é importante porque é dinheiro na conta que complementa outros benefícios e alivia o orçamento das famílias que mais precisam. Com ele, a pessoa pode cuidar de situações mais imediatas do dia a dia”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O DF Social é o programa de transferência de renda do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede o valor de R$ 150 mensais destinado às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, cruzando critérios do programa com os cadastros únicos. O crédito de R$ 150 é realizado pelo BRB sempre no primeiro dia útil de cada mês, a partir das 18h. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)
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Delegação do DF desembarca em Uberlândia para a segunda etapa dos Jogos Escolares Brasileiros
A delegação do Distrito Federal desembarcou em Uberlândia (MG), nesta terça-feira (14), para a segunda etapa dos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs) 2025. Composta por 88 estudantes-atletas e suas equipes técnicas, a comitiva participará de competições nas modalidades de atletismo, judô, ginástica rítmica, taekwondo e ciclismo. O grupo foi recepcionado no aeroporto por dirigentes da Secretaria de Educação (SEEDF) e seguiu para o Castelli Hall, centro esportivo do evento. “A viagem foi muito tranquila, extremamente rápida, e a conexão também correu bem. Estou bem animado para essa competição, pois venho me preparando desde janeiro, e minhas expectativas para este campeonato são altas”, contou Apolo Pereira, 13 anos, estudante do Colégio Vitória Régia e atleta de judô. Em Uberlândia, os atletas puderam aproveitar o Fun Zone, espaço de socialização criado para promover a integração e a troca cultural | Foto: João Pedro Eliseu/SEEDF Após a chegada, os estudantes seguiram para o centro de convivência do evento, onde finalizaram o credenciamento e almoçaram. Em seguida, puderam aproveitar o Fun Zone, espaço de socialização criado para promover a integração e a troca cultural entre os participantes. Com apresentações musicais e atividades interativas, o ambiente foi preparado para oferecer momentos de descontração e acolhimento. No local, os alunos podem jogar totó e pingue-pongue, interagir com atrações no palco e deixar mensagens em um grande mural coletivo, fortalecendo laços e o espírito esportivo que marcam os jogos. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Com apoio da FAPDF, pesquisadora destaca avanços em bioinsumos no DF
A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) tem desempenhado papel essencial na consolidação do Distrito Federal como referência nacional em ciência, tecnologia e inovação — e na trajetória de pesquisadoras como Rose Monnerat, que há 35 anos se dedica à pesquisa científica e se tornou um dos grandes nomes do país na área de bioinsumos. Bióloga, doutora em Agronomia e pós-doutora em bioquímica e biologia molecular, Rose representa uma geração de cientistas que transformou conhecimento em soluções sustentáveis para a agricultura e o meio ambiente. “A FAPDF tem papel essencial nesse processo. Ela financia pesquisas há muitos anos e, com a estrutura atual, criou mecanismos muito eficientes para aproximar a ciência da sociedade”, ressalta. Ao longo da carreira, a pesquisadora participou da criação de coleções microbianas pioneiras e do desenvolvimento de produtos biológicos inovadores, sempre com o mesmo propósito: fazer da ciência uma ferramenta de transformação social e ambiental. Da curiosidade infantil à liderança em bioinsumos Rose Monnerat se dedica à pesquisa científica há 35 anos e se tornou um dos grandes nomes do país na área de bioinsumos | Fotos: Divulgação/FAPDF Desde o início da carreira, Rose foi movida pela curiosidade científica e pela busca por soluções sustentáveis. Na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), iniciou pesquisas com bactérias capazes de controlar insetos vetores de doenças, como as larvas do mosquito Aedes aegypti — transmissor da dengue, zika e chikungunya — e, mais tarde, ampliou o escopo para microrganismos que combatem doenças de plantas e estimulam seu crescimento. [LEIA_TAMBEM]Entre os destaques de sua trajetória está o desenvolvimento de formulações baseadas em Bacillus thuringiensis var. israelensis (ou simplesmente Bti), uma bactéria cujas toxinas agem de forma combinada — ou sinérgica — e altamente específica contra larvas de mosquitos. Essa especificidade é uma das principais vantagens do controle biológico: ele elimina o alvo sem afetar organismos benéficos, preservando o equilíbrio ecológico. “Quando você usa um produto químico para matar uma praga, muitas vezes elimina também os inimigos naturais”, explica. “O controle biológico tem como principal vantagem a especificidade.” Apesar da eficácia e do uso consolidado do Bti em outros países, Rose destaca que o Brasil ainda enfrenta desafios para adotar amplamente esse tipo de tecnologia, seja por questões de custo, seja por barreiras culturais e regulatórias. Mesmo assim, ela acredita que o cenário está mudando, com agricultores e instituições mais conscientes da importância de soluções sustentáveis. Coleções microbianas: patrimônio que vira produto Ao longo de sua carreira, Rose participou da criação e curadoria de uma das maiores coleções de microrganismos do país, que reúne cerca de três mil amostras coletadas desde o final dos anos 1980 em diferentes biomas brasileiros. Todas foram caracterizadas e preservadas para uso em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos. Esse acervo serviu de base para mais de 30 bioinsumos já disponíveis no mercado, comprovando o potencial econômico e ambiental da biodiversidade brasileira. O laboratório coordenado por Rose foi o primeiro da Embrapa a obter a certificação ISO/IEC 17025, norma internacional que comprova a competência técnica de laboratórios de ensaio e calibração. Rose também acompanhou de perto o fortalecimento do ecossistema científico do Distrito Federal — especialmente com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) “Foi uma grande honra receber o Prêmio Johanna Döbereiner”, lembra Rose, referindo-se à distinção concedida a curadores de coleções microbianas no Brasil. “É emocionante saber que elas podem dar origem a milhares de produtos que contribuem para uma agricultura mais equilibrada e sustentável.” Além do reconhecimento, Rose destaca o cuidado logístico e ético no armazenamento do material genético: cada amostra é duplicada e guardada em locais distintos, garantindo segurança em caso de incidentes. “É um patrimônio nacional que precisa ser protegido”, afirma. Distrito Federal como polo de bioinsumos: ciência, políticas e futuro Durante sua trajetória, Rose também acompanhou de perto o fortalecimento do ecossistema científico do Distrito Federal — especialmente com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), que tem fomentado projetos em áreas estratégicas como biotecnologia, sustentabilidade e bioinsumos. Segundo ela, o fomento da Fundação foi decisivo para a continuidade de diversas linhas de pesquisa e para o avanço de tecnologias desenvolvidas na Embrapa e em universidades locais. "O trabalho da FAPDF tem sido determinante para que o Distrito Federal se destaque em inovação. É graças a esse fomento que conseguimos desenvolver tecnologias que nascem nos laboratórios e ganham o campo" Rose Monnerat, pesquisadora A pesquisadora acredita que o Distrito Federal reúne condições únicas para se tornar um polo de bioinsumos no Brasil. A região possui agricultura forte, centros da Embrapa dedicados ao tema, universidades ativas — como a Universidade de Brasília (UnB) e a Universidade Católica de Brasília (UCB) — e um ambiente propício à inovação científica e tecnológica. Nesse contexto, a FAPDF se destaca como articuladora de esforços e garantidora da continuidade de políticas públicas voltadas à ciência e tecnologia. “O trabalho da FAPDF tem sido determinante para que o Distrito Federal se destaque em inovação. É graças a esse fomento que conseguimos desenvolver tecnologias que nascem nos laboratórios e ganham o campo.” Para o diretor-presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, a trajetória de pesquisadoras como Rose Monnerat evidencia o papel transformador do fomento público. “O conhecimento científico só cumpre seu papel quando chega à sociedade. Casos como o da professora Rose mostram que o apoio da FAPDF gera resultados concretos, fortalece a inovação e valoriza o talento dos pesquisadores do Distrito Federal”, destacou. Ela lembra que o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) tem fortalecido o Programa Nacional de Bioinsumos, e que o Brasil já ocupa posição de liderança mundial no uso de produtos biológicos no campo — avanço que só é possível com o apoio contínuo de instituições de fomento como a FAPDF.“Vejo com muito otimismo esse movimento. A legislação está avançando, a demanda cresce e o Brasil já ocupa posição de liderança mundial. O DF tem tudo para ser uma referência, com ciência, produtores e instituições comprometidas com a sustentabilidade”, avalia. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal
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Projetos da área de segurança pública são finalistas do prêmio de tecnologia do GDF
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) está entre as finalistas do Prêmio Techgov-DF 2025, promovido pela Secretaria-Executiva de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) da Secretaria de Economia (Seec-DF). A pasta concorre em duas das três categorias da premiação, que reconhece soluções tecnológicas capazes de transformar a gestão pública: Transformação Digital e Inteligência Artificial. A cerimônia de premiação ocorrerá na próxima segunda-feira (20), no auditório da Escola de Governo. “A inovação na segurança pública tem um significado que vai além da tecnologia. Ela representa vidas salvas, respostas mais rápidas e uma gestão mais eficiente e humana. Estar entre os finalistas do Techgov-DF 2025 comprova que a SSP-DF segue no caminho certo: o da integração, da inteligência e do uso de dados para servir melhor ao cidadão”, afirmou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “Estar entre os finalistas reforça nosso compromisso com a modernização constante dos serviços públicos oferecidos à população do Distrito Federal, que é um dos pilares do nosso programa, o Segurança Integral”, completa Avelar. A pasta concorre em duas das três categorias da premiação, que reconhece soluções tecnológicas capazes de transformar a gestão pública: Transformação Digital e Inteligência Artificial | Foto: Divulgação/SSP-DF Reconhecimento Na categoria Transformação Digital, a SSP-DF concorre com o projeto Hefesto 190/193, que modernizou completamente o atendimento às chamadas de emergência dos números 190 (Polícia Militar) e 193 (Corpo de Bombeiros). A iniciativa substituiu sistemas fragmentados por uma plataforma unificada, digital e inteligente, permitindo localização exata do solicitante, roteiros guiados de atendimento, notificações automáticas via WhatsApp e integração com diferentes bases de dados públicas e privadas. O resultado é um serviço mais ágil, preciso e transparente, que reduz o tempo de resposta, melhora a qualidade dos registros e salva vidas. Já na categoria Inteligência Artificial, o destaque da SSP-DF está no Hefesto Alertas, que foi desenvolvido pela equipe técnica da SSP-DF, o sistema identifica e localiza foragidos da Justiça e veículos irregulares em tempo real, transformando o policiamento reativo em operações preditivas e orientadas por dados. A solução utiliza reconhecimento facial com dupla checagem de confiança, integrando bases da Justiça, Polícia Civil (PCDF), Detran-DF e Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF), além de consultar a plataforma Cortex (MJSP) antes de emitir alertas táticos automáticos para as forças de segurança. O projeto também aplica leitura de placas veiculares (OCR) e comunicação instantânea via Telegram, garantindo precisão e agilidade nas ações de campo. “Esses projetos são fruto do empenho técnico da nossa equipe de profissionais, que se dedica à segurança pública do DF e com a transformação digital do Estado. Cada solução desenvolvida representa um passo em direção a uma segurança pública mais moderna, integrada e inteligente”, destaca o subsecretário de Modernização Tecnológica, Gustavo Tarrago. Prêmio Techgov-DF 2025 O prêmio foi criado para reconhecer servidores e órgãos do GDF que implementaram soluções inovadoras em tecnologia da informação e comunicação (TIC). A premiação contempla três categorias principais: • Transformação Digital — iniciativas que tornem os serviços públicos mais simples e inovadores; • Governança Digital — ações baseadas em dados, tecnologia e segurança da informação; • Inteligência Artificial — uso da IA em favor da eficiência e modernização da gestão pública. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)
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Sol Nascente: Obras da rede de distribuição de água no Condomínio Gilliard começam neste mês
Começam, ainda neste mês de outubro, as obras de implantação da rede de distribuição de água e respectivas ligações nas chácaras Girassol, Cerâmica, Gilliard e Canaã. A obra, que faz parte do programa Água Legal, é conduzida pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e será executada pela empresa Comar Engenharia. Nesta etapa, serão construídos cerca de 11 quilômetros de rede, contemplando inicialmente 452 residências. No entanto, segundo informações de técnicos da construtora, após visita técnica realizada no local, esse número tende a crescer, uma vez que a quantidade de residências na região já é maior do que a apontada à época da elaboração do projeto que foi licitado. O prazo previsto para a execução dos serviços é de 10 meses, com investimentos da ordem de R$ 2,8 milhões e a geração de cerca de 60 empregos diretos contratados pela construtora. Nesta etapa, serão construídos cerca de 11 quilômetros de rede, contemplando inicialmente 452 residências | Foto: Divulgação Em visita ao local nesta terça-feira (14), técnicos da COMAR solicitaram à Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol a cessão temporária de uma área para a instalação do canteiro de obras. Segundo o responsável pela obra, o engenheiro Emerson Martins, essa instalação "facilitará a logística operacional, o que impacta positivamente a manutenção do prazo de conclusão da obra”. A área do condomínio Gilliard faz parte da zona rural e teve um expressivo crescimento com a pavimentação da VC 311, importante via que liga o setor P Norte, em Ceilândia, à DF-180. “Essa obra é uma antiga reivindicação de moradores e vai propiciar uma considerável melhoria da qualidade de vida da população, com a chegada da água encanada da Caesb. É mais uma etapa do conjunto de obras do GDF em nossa cidade”, pontuou Cláudio Ferreira, administrador regional do Sol Nascente/Pôr do Sol. Programa Água Legal Ano a ano, moradores de áreas carentes do Distrito Federal têm deixado de usar ligações clandestinas para contar com água potável e de boa procedência. Essa mudança ocorre por meio do programa Água Legal, instituído pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e pela Companhia Ambiental de Saneamento do Distrito Federal (Caesb). O investimento na iniciativa ultrapassa R$ 155 milhões e abrange todo o DF, com ênfase em regiões como Estrutural, Sol Nascente, Planaltina e Sobradinho. *Com informações da Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol
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Ambulantes poderão se cadastrar para atuar no Dia de Finados e no show do Guns N' Roses
A Secretaria Executiva das Cidades realizará, no dia 22 de outubro, o credenciamento de ambulantes interessados em trabalhar no Dia de Finados e no show da banda Guns N’ Roses. O cadastro deve ser feito presencialmente, mediante apresentação de documento pessoal com foto e comprovante de residência no nome do ambulante (ou declaração de residência). O atendimento será no térreo do edifício-sede do Instituto Brasília Ambiental (SEPN Quadra 511, Bloco C, Edifício Bittar, Asa Norte), das 9h às 17h. O show está marcado para 2 de novembro, na Arena BRB Mané Garrincha, com oferta de 30 vagas para barracas e 20 para caixeiros. Para o Dia de Finados, serão disponibilizadas 10 vagas para barracas. [LEIA_TAMBEM]O resultado dos ambulantes habilitados será divulgado em 23 de outubro, na aba Editais do site da Secretaria de Governo. As licenças eventuais dos selecionados serão entregues em 31 de outubro, no Anexo do Buriti, das 9h às 15h, ocasião em que também serão repassadas orientações sobre a atuação nos eventos. Não haverá entrega de autorizações fora do dia e horário definidos. O documento é pessoal, intransferível e provisório, podendo ser retirado por terceiros apenas mediante procuração. Outras regras e detalhes constam nos editais. *Com informações da Secretaria de Governo (Segov-DF)
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Mais de 6 mil pessoas contribuem com serviços voluntários no programa GDF Mais Perto do Cidadão
Por trás de cada atendimento realizado no GDF Mais Perto do Cidadão há uma história de dedicação e empatia. Desde o início de 2023, mais de 6 mil pessoas já participaram voluntariamente das ações do programa, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF). São profissionais das mais diversas áreas — médicos, enfermeiros, psicólogos, professores, arquitetos, veterinários, profissionais da tecnologia, da cultura e da beleza — que se unem com um mesmo propósito: fazer o bem ao próximo. A iniciativa, que ocorre a cada quinze dias em uma região administrativa diferente do DF, leva serviços essenciais, cultura, lazer e cidadania para perto da população mais carente. Realizado sempre às sextas e sábados, o programa já contabiliza mais de 500 mil atendimentos desde que foi criado, em fevereiro de 2023 — um marco possível graças à força de milhares de voluntários dispostos a doar tempo e conhecimento em prol do bem comum. Tempo e conhecimento Entre esses voluntários está o pediatra Ricardo Fonseca, conhecido carinhosamente como o “super pediatra”. Vestido com a tradicional roupa do Super-Homem e com o consultório móvel decorado com super-heróis, ele encanta crianças e adultos nas edições do programa. “Ajudar é algo que me engrandece. Levar informação científica e de qualidade, cuidar da saúde das crianças e orientar as mães é transformador — não só para elas, mas também para mim”, contou Ricardo, entre um atendimento e outro. A iniciativa, que ocorre a cada quinze dias em uma região administrativa diferente do DF, leva serviços essenciais, cultura, lazer e cidadania para perto da população mais carente | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Outro exemplo de dedicação é o do professor e barbeiro Roberto Ramos, que participa das ações desde o ano passado, acompanhado de sua equipe e de alunos. “Levar treinamento e capacitação em cortes de cabelo e barba de forma gratuita à população menos favorecida é mais gratificante do que qualquer outro trabalho remunerado. A gente ensina, aprende e ainda espalha dignidade por onde passa”, afirma. Gratidão O gesto solidário desses profissionais tem sido reconhecido por quem mais precisa. Maria das Graças Pereira, mãe de três filhos e moradora de Planaltina, foi atendida em uma das edições do programa. “Meu filho precisava de um atendimento de fisioterapia e eu não tinha como pagar. A voluntária daqui foi tão atenciosa, explicou os exercícios e me orientou com tanto carinho que me emocionei. Ela faz aquilo com amor, dá para ver no olhar”, relata. Histórias como a do José Carlos Maciel, 71 anos, também mostram o alcance do projeto. “Fui cortar o cabelo com um voluntário e saí me sentindo novo. Ele fez com tanto capricho e atenção que parecia que eu estava em um salão caro. A gente percebe que eles fazem de coração”, conta, sorrindo. Reconhecimento A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou o papel essencial dos voluntários no sucesso do programa. “O GDF Mais Perto do Cidadão é uma ação de governo, mas o coração dele são os voluntários. São pessoas que colocam amor em cada atendimento e fazem da solidariedade um instrumento real de transformação social”, afirmou. O pediatra Ricardo Fonseca, conhecido carinhosamente como o “super pediatra”, se veste com a tradicional roupa do Super-Homem e com o consultório móvel decorado com super-heróis, ele encanta crianças e adultos nas edições do programa Com edições realizadas quinzenalmente e presença consolidada em todas as regiões administrativas, o programa segue levando dignidade, acolhimento e oportunidades a quem mais precisa — e reafirmando o poder de um gesto simples: doar tempo para cuidar do outro. Como participar Os voluntários do GDF Mais Perto do Cidadão integram o Programa Voluntariado em Ação, também coordenado pela Sejus-DF, que já conta com mais de 46,5 mil pessoas cadastradas. A iniciativa reúne cidadãos interessados em atuar em diferentes frentes sociais, apoiando programas e campanhas do Governo do Distrito Federal. Quem quiser participar pode se cadastrar no site voluntariadoemacao.sejus.df.gov.br, informando a disponibilidade de trabalho, o eixo de atuação e o público de interesse. Com base nessas informações, a equipe da Sejus-DF cruza o perfil e as competências do voluntário com as necessidades de cada ação. Havendo compatibilidade, o candidato recebe a confirmação por e-mail e passa a integrar a rede de solidariedade que transforma vidas em todo o Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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GDF promove I Corrida e Caminhada pela Saúde
A Secretaria de Saúde (SES-DF) lança atividades voltadas à promoção da saúde e qualidade de vida da população. A secretaria promove, no dia 25 de outubro, a I Corrida e Caminhada pela Saúde, no Parque da Cidade Sarah Kubitschek. O evento tem como propósito estimular hábitos de vida saudáveis por meio da prática de atividades físicas e de ações educativas voltadas à prevenção de doenças e ao autocuidado, alinhadas às campanhas mensais de saúde promovidas pela Secretaria de Saúde (SES-DF). Busca-se, ainda, fortalecer o vínculo entre a Secretaria de Saúde e a comunidade, aproximando o Sistema Único de Saúde (SUS) da população por meio de experiências educativas e participativas que promovam uma cultura de saúde mais consciente e sustentável no Distrito Federal. Participe A atividade é aberta ao público em geral — incluindo adultos, jovens, idosos, crianças e pessoas com deficiência, além dos servidores da SES-DF. O trajeto terá 4 km e contará com 400 vagas para retirada do kit da prova no dia do evento (camiseta, bone e squeeze). Basta fazer a inscrição por este link. Além disso, o evento contará com oito tendas temáticas, oferecendo ações educativas, interativas e recreativas, alinhadas às campanhas mensais de saúde, para promover conhecimento, conscientização e hábitos saudáveis entre os participantes. I Corrida e Caminhada pela Saúde Data: 25 de outubro (sábado) Horário: 8h às 12h Retirada do kit: 7h30 às 8h30 Local: Parque da Cidade Sarah Kubitschek — Estacionamento 10 Inscrições: I Corrida e Caminhada pela Saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Com investimento de R$ 4 milhões por ano, programa Bolsa Atleta do GDF apoia 263 competidores
Com investimento de cerca de R$ 4 milhões a cada ano, o Governo do Distrito Federal (GDF) apoia atualmente 263 esportistas por meio do programa Bolsa Atleta. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF), oferece apoio financeiro para que atletas e paratletas de alto rendimento possam se dedicar ao treinamento e participar de competições oficiais em diferentes níveis. A soma exata do investimento anual é de R$ 3.994.035, sendo R$ 2.108.034,84 voltados às categorias olímpicas e R$ 1.983.312,96 às paralímpicas. Esses valores são reajustados a cada mês de janeiro pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Entre os contemplados pelo Bolsa Atleta está Ana Teresa Cavalcanti de Barros, 28 anos, jogadora de vôlei de praia e integrante da categoria nacional do programa. A atleta treina no Iate Clube de Brasília e utiliza o valor pago pelo GDF para custear a equipe multidisciplinar que a acompanha nas competições. “O benefício é fundamental para manter o trabalho. O esporte é a minha profissão e, com o apoio do Bolsa Atleta, consigo pagar profissionais como fisioterapeuta, nutricionista, psicóloga e preparador físico”, explica. O programa Bolsa Atleta investe cerca de R$ 4 milhões a cada ano no apoio de esportistas do Distrito Federal | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília Formada em engenharia ambiental pela Universidade de Brasília (UnB), Ana Teresa começou no vôlei de praia aos 16 anos e hoje se dedica integralmente à modalidade. Ela comenta que o incentivo é essencial para o surgimento de novos talentos. “O DF tem muitos atletas com potencial. Essas bolsas são importantes para que mais pessoas tenham condições de seguir competindo e representando a cidade”, afirma. Para ela, o incentivo público é primordial para o surgimento de novos talentos. O programa é uma das principais políticas públicas de incentivo à prática esportiva no Distrito Federal e contempla esportes como iatismo, atletismo, judô, natação, basquete, futebol, hipismo, tênis, ciclismo, ginástica, triatlo e voleibol, entre outros O treinador Léo Santos, há 20 anos dedicado ao vôlei de praia, trabalha com oito atletas profissionais no Iate Clube de Brasília, entre eles Ana Teresa e a dupla Gabriel Santiago e Felipe Alves, que disputam torneios internacionais. Para o profissional, programas como o Bolsa Atleta e o Compete Brasília são importantes para manter os esportistas em atividade. “A formação de um jogador de alto rendimento leva de cinco a oito anos, e o suporte financeiro ajuda a garantir continuidade nos treinos”, explica. “Também foi muito positivo o apoio do Iate Clube, que oferece estrutura completa para treinamento e logística, permitindo que atletas do Distrito Federal disputem competições nacionais e internacionais com respaldo adequado”, finaliza. Segundo o técnico, também é importante valorizar as equipes de base e os profissionais que atuam na identificação de novos atletas. “Seria interessante criar mecanismos de apoio para treinadores, especialmente os que trabalham nas regiões administrativas, onde estão muitos talentos em desenvolvimento”, acrescenta. O valor mensal de cada bolsa varia de acordo com a classificação dos esportistas e os níveis da modalidade, conforme a legislação vigente — são elas: estudantil, distrito e nacional. Os repasses podem chegar a R$ 6.400. Ana Teresa Cavalcanti de Barros, jogadora de vôlei de praia: "O esporte é a minha profissão e, com o apoio do Bolsa Atleta, consigo pagar profissionais como fisioterapeuta, nutricionista, psicóloga e preparador físico" Fomento ao esporte no Distrito Federal Para a governadora em exercício Celina Leão, o Bolsa Atleta é um pilar na política pública de fomento ao esporte do Distrito Federal. “Ao investirmos no potencial de nossos atletas, garantimos não apenas a realização de sonhos individuais, mas impulsionamos o alto rendimento, capacitando-os a representar a nossa cidade em competições nacionais e internacionais”, afirma. Celina destaca que a iniciativa transcende o esporte e promove uma cultura de saúde e bem-estar em toda a sociedade, fortalecendo o Distrito Federal como um polo esportivo de excelência e um vetor de desenvolvimento econômico. [LEIA_TAMBEM]Segundo o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, o Bolsa Atleta garante que os atletas do DF possam se dedicar integralmente ao treinamento e representar Brasília e o Brasil com excelência. “Mais do que um apoio financeiro, é um investimento no sonho e no futuro de cada esportista”, afirma. Criado em 1999, o programa é uma das principais políticas públicas de incentivo à prática esportiva no Distrito Federal e contempla esportes como iatismo, atletismo, judô, natação, basquete, futebol, hipismo, tênis, ciclismo, ginástica, triatlo e voleibol, entre outros. No segmento paralímpico, o programa inclui atletismo, bocha, goalball, rúgbi, tênis de mesa, tiro com arco e voleibol sentado. Desde 2019, o GDF promoveu ajustes que modificaram a estrutura do benefício, entre eles a equiparação dos valores pagos a atletas olímpicos e paralímpicos. A medida reduziu a diferença existente entre as categorias e assegurou condições semelhantes de apoio. Além disso, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou por unanimidade o Projeto de Lei (PL) 727/2023, proposto pela SEL-DF, que equipara a Bolsa Atleta Distrital Paralímpica à Bolsa Atleta Olímpica. O texto estabelece a igualdade nos valores das bolsas concedidas a atletas olímpicos e paratletas do Distrito Federal. Léo Santos, treinador: "A formação de um jogador de alto rendimento leva de cinco a oito anos, e o suporte financeiro ajuda a garantir continuidade nos treinos" Compete Brasília Outro programa do GDF voltado a atletas e paratletas de alto rendimento é o Compete Brasília, que fomenta a participação de esportistas do Distrito Federal em campeonatos nacionais e internacionais, por meio da concessão de transporte aéreo ou terrestre. A iniciativa é administrada pela Secretaria de Esporte e Lazer e complementa outras políticas públicas de fomento ao esporte de rendimento no DF. Podem participar do programa atletas e paratletas com residência fixa no Distrito Federal há pelo menos dois anos, desde que estejam federados e em plena atividade esportiva. O pedido de apoio deve ser encaminhado à secretaria com antecedência mínima de 40 dias para competições nacionais e 60 dias para internacionais, acompanhado de documentação comprobatória da competição, currículo validado pela federação e declaração de contrapartida a ser oferecida ao Distrito Federal. Com o suporte do Compete Brasília, esportistas locais conseguem representar o DF em eventos de grande porte, ampliando a visibilidade das modalidades e o intercâmbio com atletas de outras regiões. “O Distrito Federal é um dos poucos lugares do país que oferece esse tipo de auxílio. Em muitos casos, uma viagem custa mais de R$ 1 mil, o que inviabilizaria a participação de atletas sem patrocínio”, observa Ana Teresa.
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