Novo Galpão do Produtor Rural do Paranoá vai beneficiar cerca de 2,4 mil produtores rurais
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Novas calçadas na EPCV ampliam mobilidade dos pedestres
Quem passa pela Estrada Parque Cabeça do Veado (EPCV/DF-035), no Lago Sul, já pode acompanhar as obras de implantação de novas calçadas ao longo da via. Coordenada pela Novacap, a iniciativa vai proporcionar mais segurança, acessibilidade e conforto para moradores e pedestres. Construção de aterros, instalação de meios-fios e demolição de trechos deteriorados fazem parte dos trabalhos | Foto: Divulgação/Novacap Com investimento de R$ 900.996,79, a obra contempla 1.433,36 metros de calçadas. Os serviços tiveram início em março e já alcançaram 1.007,41 metros concluídos. Os 425,95 metros restantes estão em andamento. Na etapa inicial, a Novacap executou, por administração direta, os serviços de terraplenagem para preparar o terreno. Com a conclusão dessa fase, a empresa Central Engenharia e Construtora Ltda. assumiu a execução das calçadas, mantendo o cronograma previsto. [LEIA_TAMBEM]Os trabalhos em execução incluem limpeza da camada vegetal, demolição de trechos de calçadas deterioradas, construção de aterro, implantação de lastro de brita, instalação de meios-fios dos tipos cordão e padrão e concretagem do piso das novas calçadas. “Essa obra amplia a segurança dos pedestres, melhora a acessibilidade e incentiva a ocupação dos espaços públicos de forma mais segura e confortável”, avalia o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite. “É um investimento que traz benefícios permanentes para a população e para a infraestrutura viária.” Para a servidora pública Suelen Martins, de 52 anos, a obra vai transformar a rotina de quem frequenta a região: “Sempre gostei de caminhar por essa área, e ver essa obra acontecendo dá uma sensação de que o pedestre finalmente está sendo lembrado”, aponta. “Tenho certeza de que vai fazer muita diferença no dia a dia de quem utiliza a EPCV”. *Com informações da Novacap
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Teatro Nacional entra na etapa de reforma com foco em áreas técnicas e históricas
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Escola Superior de Ciências da Saúde lança novo site como marco de 25 anos
A Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) lançou, nesta sexta-feira (3), o novo site institucional, resultado de um projeto de extensão multiprofissional, que envolveu estudantes dos cursos de enfermagem e medicina, docentes e servidores da coordenação de tecnologia da informação (CTI) da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). Com layout mais moderno e preservando as cores laranja e branco, que representam a escola, o novo portal conta com informações e dados que beneficiam toda a comunidade. Com layout mais moderno e preservando as cores laranja e branco, que representam a escola, o novo portal conta com informações e dados que beneficiam toda a comunidade | Reprodução Referência nacional com metodologias ativas e integração total ao serviço, a Escs também está em busca de uma nova forma de se comunicar, não só com os estudantes, mas com aqueles que sonham em ingressar na escola ou que são atendidos pelos estudantes em seus projetos de extensão. A diretora da Escs, Viviane Peterle, que acompanhou toda a reformulação do site, acredita que “modernizar as tecnologias da comunicação nos aproxima cada vez mais da comunidade”. Para ela, “as produções feitas pelos estudantes na comunidade precisam ter fácil acesso, cumprindo também com o princípio da transparência”. Com novos menus de navegação, o portal ajuda a contar a história da Escs que, em setembro, completa 25 anos de existência. A parte institucional do site abrange informações como infraestrutura, governança, documentos oficiais e as formas de entrar em contato com a escola. Também foram inseridos acessos rápidos para encontrar a biblioteca, o portal do aluno, a Escs virtual e os editais disponíveis. “Modernizar as tecnologias da comunicação nos aproxima cada vez mais da comunidade” Viviane Peterle, diretora da Escs O site também conta com um menu de pesquisa e inovação que inclui o repositório científico, o programa de iniciação científica e o espaço do pesquisador. Uma das novidades é o guia do ingresso, que detalha a trajetória para aprovação nos cursos de medicina e enfermagem. O estudante do 2º ano de medicina Gustavo José Carreiro foi um dos responsáveis pela modernização do site. Para ele, “o desenvolvimento do novo portal foi, acima de tudo, uma forma de retribuir à Escs a excelência do ensino que recebemos”. Gustavo ressalta que “o maior objetivo foi criar uma plataforma que não apenas renove nossa identidade digital, mas que cumpra o papel fundamental de aproximar a instituição da sociedade, garantindo uma comunicação mais clara, acessível e humana”. O novo site da Escs é uma entrega da instituição para a comunidade acadêmica e população em geral, tendo em vista que as informações disponíveis podem auxiliar tanto os estudantes veteranos quanto os calouros e aqueles que buscam por ensino de qualidade e excelência em saúde. *Com informações da Fepecs
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Acompanhe assinatura de ordem de serviço para lançamento de edital de compras de trens para o metrô do DF
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Reorganização de fluxos vai tornar mais ágil o atendimento na ortopedia do HBDF
Reduzir o tempo de espera entre as etapas da internação, agilizar a liberação de leitos e ampliar o acesso ao tratamento ortopédico. Com esse objetivo, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) iniciou uma série de reuniões e oficinas para reorganizar os fluxos assistenciais da ortopedia do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A iniciativa reúne profissionais de diferentes áreas para analisar toda a jornada da internação, desde a realização de exames e procedimentos cirúrgicos até transferências e planejamento da alta hospitalar, tornando o atendimento mais eficiente e integrado. O trabalho é coordenado pela Superintendência de Qualidade e Melhoria de Processos (Sumec), em parceria com a Gerência-Geral de Assistência (Gegas) do Hospital de Base, e utiliza ferramentas da metodologia Lean Healthcare, amplamente empregada para identificar oportunidades de melhoria e aumentar a eficiência dos serviços. Para a gerente-geral de Assistência do Hospital de Base, Ana Patrícia de Paula, a reorganização dos fluxos representa uma mudança na forma como o cuidado é conduzido dentro da unidade. O projeto busca fortalecer a integração entre as equipes para que o paciente tenha uma assistência mais contínua, segura e organizada durante toda a internação. A estratégia também incorpora o conceito de navegação do paciente, modelo que acompanha de forma organizada toda a trajetória da internação. O objetivo é garantir que as informações circulem entre as equipes de forma segura e que cada etapa do atendimento aconteça no momento adequado, favorecendo a continuidade do cuidado até a alta hospitalar. A iniciativa reúne profissionais de diferentes áreas para analisar toda a jornada da internação, desde a realização de exames e procedimentos cirúrgicos até transferências e planejamento da alta hospitalar, tornando o atendimento mais eficiente e integrado | Foto: Divulgação/IgesDF "O paciente precisa estar no centro de todas as decisões. Quando cada profissional compreende seu papel e atua de forma integrada com as demais equipes, conseguimos oferecer uma assistência mais segura, reduzir o tempo entre as etapas do cuidado e proporcionar uma experiência melhor para quem está internado", afirma. Para a gerente-geral de Excelência Operacional, Isabel Lima, um dos principais ganhos da iniciativa é a visão ampliada sobre a assistência prestada. "O mapeamento permite enxergar o processo como um todo, identificar o que agrega valor ao paciente e compreender as necessidades de cada área envolvida", destaca. Na prática, os resultados já começam a ser percebidos pelas equipes que atuam diretamente na unidade. A enfermeira da ortopedia Thailla Rocha acompanha de perto as discussões e observa avanços importantes na integração entre os profissionais. "A comunicação entre enfermagem, transporte, radiologia, gestão de leitos e demais setores envolvidos se fortaleceu significativamente, permitindo mais agilidade em etapas essenciais para o cuidado ao paciente", afirma. Segundo ela, essa aproximação tem contribuído para tornar a assistência mais fluida e organizada. "A realização de exames, o planejamento das cirurgias, as admissões, transferências e altas passaram a ocorrer de forma mais alinhada entre as equipes, reduzindo etapas desnecessárias e favorecendo uma condução mais eficiente da jornada do paciente", ressalta. Trabalho integrado As oficinas reúnem representantes da ortopedia, enfermagem, gestão de leitos, radiologia, transporte interno, higienização, hotelaria e outros setores que participam diretamente da jornada do paciente. Para a coordenadora de Melhoria Contínua, Bruna Canedo, reunir todos os envolvidos em um mesmo processo é o que permite identificar oportunidades de melhoria de forma mais eficiente. "Quando todas as equipes analisam juntas o fluxo completo, conseguimos identificar oportunidades de melhoria e direcionar esforços para tornar o processo mais integrado e eficiente", explica. Durante os encontros, os profissionais mapeiam cada etapa da assistência, identificando tempos de espera, pontos de atenção e possibilidades de aperfeiçoamento. A análise permitiu visualizar desde o planejamento da alta hospitalar até a realização de exames, o transporte interno, a higienização dos leitos e a comunicação entre os setores, criando uma base sólida para a elaboração de um plano de ação voltado à melhoria contínua. A iniciativa também beneficia pacientes que aguardam atendimento especializado. Com processos mais integrados e previsíveis, os leitos podem ser liberados mais rapidamente, ampliando a capacidade de atendimento da unidade e reduzindo o tempo de espera por novas internações. Para Bruna Canedo, o impacto vai além dos indicadores operacionais. "O principal resultado esperado é construir um fluxo cada vez mais eficiente, permitindo que o paciente receba a assistência necessária no tempo adequado e que as equipes atuem de forma mais integrada ao longo de toda a jornada hospitalar", pontua. As reuniões seguem em andamento e darão origem a novas ações de melhoria ao longo dos próximos meses. A expectativa é consolidar um modelo cada vez mais colaborativo, no qual diferentes áreas atuem de forma integrada para aprimorar os fluxos assistenciais da ortopedia do Hospital de Base. Mais do que otimizar processos, a iniciativa busca tornar a utilização dos recursos hospitalares mais eficiente, fortalecendo a capacidade de atendimento e beneficiando diretamente a população atendida. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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AVISO DE FORMATAÇÃO ESPECIAL POR CAUSA DA ELEIÇÃO
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GDF na Sua Porta leva força-tarefa de infraestrutura ao Plano Piloto
O Plano Piloto recebeu o programa GDF na Sua Porta, iniciativa que reúne diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) para aproximar os serviços públicos da população e acelerar ações de infraestrutura e zeladoria. Na região, a Novacap executa um amplo conjunto de obras e serviços, com previsão de investimentos de aproximadamente R$ 37,3 milhões, destinados à recuperação de vias, calçadas, drenagem, áreas de lazer e espaços públicos. Entre as principais intervenções estão a manutenção e implantação de 27 pontos de encontro comunitário (PECs), com 12 reformas e 15 novas unidades. Também serão recuperados 42 parquinhos infantis e implantados outros nove, bem como serão recuperadas 16 quadras poliesportivas, das quais seis contam com a parceria do RenovaDF. Está prevista também a instalação de 38 redutores de velocidade, a reforma de 15 mil metros quadrados de áreas gramadas e a recuperação da Praça Nelson Corso, na Vila Planalto. As ações também incluem a recuperação de mais de 41 mil metros quadrados de calçadas, que é o equivalente a cerca de 20 quilômetros de passeios | Foto: Divulgação Novacap [LEIA_TAMBEM]As ações também incluem cerca de 30 quilômetros de reparos em vias internas, mais de sete quilômetros de recapeamento asfáltico com fresagem, aplicação de aproximadamente 1.100 toneladas de massa asfáltica para recuperar pontos deteriorados das vias e recuperação de mais de 41 mil metros quadrados de calçadas, que é o equivalente a cerca de 20 quilômetros de passeios. O programa também vai promover a reconstrução e manutenção da rede de drenagem, desobstrução de 10 quilômetros de galerias pluviais, limpeza de aproximadamente 300 bocas de lobo, recomposição de mais de seis quilômetros de meios-fios e a execução de cerca de 2,1 mil podas de árvores. O presidente da Novacap, Fernando Leite, destacou que o programa reforça o compromisso do GDF em atender as demandas da população de forma rápida e eficiente. “O GDF na Sua Porta aproxima o governo da população e permite que as demandas sejam atendidas com mais rapidez. A Novacap participa desse esforço com obras que melhoram a mobilidade, recuperam espaços públicos e oferecem mais segurança, acessibilidade e qualidade de vida para moradores e visitantes da região”, disse. “O GDF na Sua Porta aproxima o governo da população e permite que as demandas sejam atendidas com mais rapidez” Fernando Leite, presidente da Novacap O diretor das Cidades da Novacap, Raimundo Silva, ressaltou que a atuação integrada das equipes permite atender diferentes frentes de infraestrutura ao mesmo tempo. “Nossa equipe atua de forma integrada para recuperar equipamentos públicos, revitalizar áreas de convivência, e na conservação urbana. São serviços que refletem diretamente no cotidiano da população e tornam os espaços públicos mais seguros, acessíveis e acolhedores.” Com atuação em diversas frentes simultaneamente, a Novacap reforça seu compromisso com a manutenção e a modernização da infraestrutura urbana do Plano Piloto. As intervenções executadas por meio do GDF na Sua Porta contribuem para uma cidade mais acessível, segura, organizada e preparada para atender às necessidades da população. O administrador regional do Plano Piloto, Bruno José Bandim Olímpio, afirmou que a parceria entre os órgãos do GDF fortalece a capacidade de resposta às demandas da comunidade. “O programa GDF na Sua Porta reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com a manutenção e a melhoria dos espaços públicos do Plano Piloto. Em parceria com a Novacap e outros órgãos do Governo do Distrito Federal, levando serviços essenciais que promovem mais segurança, acessibilidade e qualidade de vida para a população. Essa atuação integrada permite atender as demandas da comunidade com mais agilidade, contribuindo para uma cidade mais organizada, bem cuidada e acolhedora para moradores e visitantes”, declarou. “A recuperação das calçadas, dos parquinhos e das vias faz muita diferença para quem caminha pelo bairro todos os dias” Paulo Henrique Martins, aposentado Morador da Asa Sul há 24 anos, o aposentado Paulo Henrique Martins, 62, afirma que as melhorias já fazem diferença na rotina de quem vive na região. “A recuperação das calçadas, dos parquinhos e das vias faz muita diferença para quem caminha pelo bairro todos os dias. Essas obras valorizam o Plano Piloto e deixam o dia a dia muito mais seguro para moradores, crianças e idosos”, atestou. *Com informações da Novacap
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Inauguração de ponte entre Guará e Núcleo Bandeirante melhora mobilidade para 12 mil motoristas
Quem transita entre o Núcleo Bandeirante e o Guará já pode contar com uma nova opção de travessia. A governadora Celina Leão inaugurou, nesta sexta-feira (3), a nova ponte que integra os serviços de duplicação na via que liga as duas regiões administrativas, passando pelo Park Way. As intervenções beneficiam cerca de 12 mil motoristas que utilizam diariamente o corredor viário. Com investimento de R$ 10,1 milhões, a obra contemplou a duplicação completa da ligação entre as duas regiões. Com a reconfiguração viária, a pista original passou a operar em sentido único do Núcleo Bandeirante para o Guará, enquanto a nova pista atende o fluxo contrário. A mudança amplia a capacidade da via e reduz os congestionamentos registrados ao longo dos últimos anos. Celina Leão: "Essa obra traz solidez e comodidade" | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A intervenção inclui a duplicação e a urbanização de um trecho de 1,2 quilômetro, ampliando a fluidez do trânsito. “Essa obra vai destravar todo o trânsito [nesta região] que as pessoas chamam de ‘rota de fuga’, mas que não é bem uma rota de fuga. É uma rota diária entre duas cidades que são muito importantes. Essa obra traz solidez e comodidade”, comentou a chefe do Executivo do Distrito Federal. “Com a duplicação e a construção da nova ponte, conseguimos melhorar significativamente a mobilidade da região” Valter Casimiro, secretário de Obras e Infraestrutura O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro ressaltou a importância da obra: “Essa é uma via muito importante, utilizada como rota alternativa à EPNB e essencial para a ligação de quem sai do Guará em direção ao Park Way, Águas Claras e Núcleo Bandeirante. Antes, havia muito congestionamento por conta do fluxo nos dois sentidos. Com a duplicação e a construção da nova ponte, conseguimos melhorar significativamente a mobilidade da região. Nesta semana, quando a pista precisou ser interditada para a conclusão dos serviços de meio-fio e sinalização, vimos o impacto que isso causou na EPNB, com grandes retenções. A entrega dessa obra comprova a importância dessa ligação para a mobilidade da cidade”. A nova ponte, com cerca de 40 metros de extensão, foi construída sobre o Córrego Vicente Pires, integrante da bacia hidrográfica local. Principal marco da intervenção, a estrutura permite que cada sentido de circulação conte com uma travessia exclusiva e amplia a capacidade da ligação viária. O projeto incluiu também a implantação de novas pistas, três quilômetros de ciclovias, calçadas acessíveis e serviços de paisagismo. Os recursos são provenientes de emenda da bancada federal no Congresso Nacional. De acordo com o secretário, as faixas de rolamento estão liberadas, mas a região ainda irá passar por melhorias. “Ainda temos as calçadas para serem finalizadas e a ciclovia para ser interligada. Então, ainda teremos máquinas fazendo obra por aqui. Hoje, liberamos as faixas de rolamento porque sabemos da importância da entrega”, comentou o chefe da pasta. Impacto Morador do Guará II, o empresário Alex Pinheiro, de 37 anos, afirma que o trecho era um dos principais pontos de congestionamento da região, especialmente nos horários de pico. “Isso aqui era um caos, principalmente por volta das 18h. Com essa obra, vai ficar bem melhor para a gente transitar. Chegar e sair do Guará vai ser uma maravilha”, comemora. Ari Vieira viu muitos acidentes na pista e, agora, espera um trânsito mais seguro: "Agora vai ficar livre, vamos poder passar com tranquilidade" [LEIA_TAMBEM]Segundo ele, a antiga configuração da via também favorecia a ocorrência de acidentes. “Tinha muitos acidentes. Como eu trabalho com guincho, frequentemente atendia ocorrências aqui nessa rodovia. Era uma via mais estreita e perigosa. Agora, acredito que vai ficar 100% melhor”, avalia. Outro morador da região, o aposentado Ari Vieira, 67, celebra a entrega da obra. Morador do Guará desde 1979, ele lembra que o trecho era um dos principais gargalos do trânsito local. “Essa era uma obra muito esperada por nós, guaraenses. Aqui aconteciam muitos acidentes porque era mão e contramão e o trânsito travava. Com a duplicação, esse gargalo acaba. É um sonho realizado para quem faz essa ligação entre o Guará e o Núcleo Bandeirante”, afirma. Para ele, a expectativa é de um trânsito mais fluido. “Agora vai ficar livre, vamos poder passar com tranquilidade. Isso é muito bom para nós”. *Colaborou Mateus Vidigal
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Vai beber durante os jogos da Copa? Consumo exige atenção
As partidas da Copa do Mundo aproximam as pessoas. E, muitas vezes, esses encontros costumam vir acompanhados de bebidas alcoólicas. Apesar de facilitar a sociabilidade, o consumo exagerado traz riscos e pede atenção. É o que mostram os dados da Secretaria de Saúde (SES DF). Entre 2016 e 2025, o álcool foi responsável por mais da metade das ocorrências de intoxicação (52%) por abuso de substâncias no Distrito Federal. Esse cenário aponta uma outra camada: o aumento do consumo abusivo dessas bebidas entre os moradores da capital. Álcool foi responsável por mais da metade das ocorrências de intoxicação por abuso de substâncias no Distrito Federal, entre 2016 e 2025 | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde O boletim epidemiológico da SES-DF sobre Consumo de Álcool em Adultos Residentes no DF de 2019 a 2023 mostra que, em 2023, o índice chegou a 25,7%, contra 23,5% registrado em 2019. O resultado coloca o DF como a segunda capital do Brasil com maior ingestão abusiva, ficando, em 2023, abaixo apenas de Salvador (28,9%). “O Ministério da Saúde aponta, ainda, que dirigir sob a influência de álcool é fator de risco para 27% de todos os acidentes rodoviários, o que afeta não apenas a pessoa que ingeriu a bebida, mas também outros motoristas, passageiros e pedestres” Melquia da Cunha Lima, enfermeira da Gerência de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde O excesso foi maior entre pessoas do sexo masculino, com menor índice em 2020 (30,8%) e 2021 (29,7%), período da pandemia, alcançando 31,9% em 2023. Entre o público feminino, o número de 2023 chegou a 20,5%. A média nacional é de 25,7%. Impactos para a saúde O consumo excessivo de álcool traz diferentes prejuízos à saúde, atingindo desde o sistema digestivo até o circulatório. Os principais riscos são: inflamação do pâncreas, lesões no fígado, descontrole dos níveis de glicose no sangue e aumento da probabilidade de desenvolver hipertensão, arritmias, acidente vascular cerebral (AVC) e infarto. De acordo com o Ministério da Saúde, não existe padrão de consumo de álcool seguro ou livre de riscos. Quando o uso dessas bebidas assume um papel de destaque na vida do indivíduo, pode-se estar diante de um quadro de alcoolismo. “O Ministério da Saúde aponta, ainda, que dirigir sob a influência de álcool é fator de risco para 27% de todos os acidentes rodoviários, o que afeta não apenas a pessoa que ingeriu a bebida, mas também outros motoristas, passageiros e pedestres”, reforça a enfermeira da Gerência de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde (GVDANT), Melquia da Cunha Lima. De acordo com o Ministério da Saúde, não existe padrão de consumo de álcool seguro ou livre de riscos Como diminuir os riscos [LEIA_TAMBEM]Embora a forma mais segura de evitar danos relacionados ao álcool seja não consumir a bebida, algumas medidas podem reduzir os efeitos imediatos para quem optar pelo consumo. “Quando falamos em uso moderado, a orientação é espaçar a ingestão e consumir o álcool em pequenas quantidades, sempre bebendo devagar e intercalando com água ou outras opções não alcoólicas. Hidratação e alimentação são fundamentais", explica a referência técnica de Medicina de Família e Comunidade da SES-DF, Camila Damasceno. A especialista também alerta para os sinais que indicam necessidade de atendimento médico. “É preciso buscar ajuda quando a pessoa não conseguir parar de vomitar, perder ou apresentar episódios de rebaixamento do nível de consciência (prostração severa e dificuldade para responder a estímulos)." *Com informações da SES-DF
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GDF unifica serviços públicos no programa DF+Digital
O tempo em que a tecnologia servia apenas para digitalizar a burocracia ficou para trás. O Governo do Distrito Federal (GDF) lançou nesta sexta-feira (3) o programa DF+Digital, uma iniciativa que tem como foco a transformação digital dos serviços públicos e a modernização da gestão governamental. O conjunto de ações tem como premissa o conceito de governo digital centrado no cidadão, com a ideia de que a tecnologia não deve servir apenas ao Estado, mas também atender às necessidades reais da população. Dentro da iniciativa está o lançamento de uma plataforma, com o mesmo nome, que vai unificar o acesso do cidadão a serviços públicos. A nova tecnologia, lembrou a governadora Celina Leão, vai permitir respostas mais ágeis às demandas: “Muito mais do que entretenimento, ela tem que servir para atender o cidadão. A ideia é que, daqui a 60 dias, a pessoa entre na nossa plataforma, dê um bom-dia e pergunte: ‘Minha consulta está marcada?’. É esse nível de comunicação que nós teremos com a população do Distrito Federal” Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Programa tem 11 projetos divididos em 67 ações de curto prazo, 38 de médio prazo e seis de longo prazo Durante o lançamento do DF+Digital, a governadora Celina Leão destacou que a tecnologia deve aproximar o Estado da população e permitir respostas mais eficientes aos serviços públicos. “Muito mais do que entretenimento, ela tem que servir para atender o cidadão”, afirmou. “A ideia é que, daqui a 60 dias, a pessoa entre na nossa plataforma, dê um bom-dia e pergunte: ‘Minha consulta está marcada?’; ‘E o boletim dos meus filhos da escola?’; ‘E a multa?’. É esse nível de comunicação que nós teremos com a população do Distrito Federal.” Além da plataforma homônima, o DF+Digital é um amplo programa estratégico estruturado em sete eixos temáticos: Serviços Públicos Digitais, Infraestrutura Digital e Conectividade, Transformação Digital da Gestão Pública, Saúde Digital, Educação Digital, Mobilidade Urbana Inteligente e Segurança Pública Integrada. Sistemas unificados Ao todo, a iniciativa contempla 111 projetos, divididos em 67 ações de curto prazo, 38 de médio prazo e seis de longo prazo. Dentro dessas ações, está a plataforma DF+Digital, que poderá ser acessada pelo cidadão em breve. Os serviços estão na fase de unificação de sistemas, para reunir em um só lugar todas as informações úteis a cada indivíduo. Clemilton Rodrigues Junior, secretário de Governança Digital: “Vamos acabar com esse monte de entrega de documentos, de autenticação. É uma plataforma que vai atender de forma personalizada cada cidadão” A estruturação tecnológica do governo trazida pelo DF+Digital também passa por um novo arcabouço normativo, composto por sete decretos que definem diretrizes obrigatórias de governança. Entre eles, destacam-se as políticas de governança digital, de tecnologias da informação e comunicação (TIC), de dados e informação e de inteligência artificial (IA). Juntas, essas normas estabelecem diretrizes obrigatórias para todos os órgãos e entidades do GDF, com orientações claras e princípios que vão reger todo o ecossistema tecnológico e digital do DF. Para o secretário de Governança Digital e Integração, Clemilton Rodrigues Junior, o DF+Digital vai mudar a forma com que a população interage com o governo. “O objetivo é atingir a população lá na ponta, é interagir com a população de forma muito direta e intuitiva, de tal forma que a população se livre de filas”, afirma. Uma das metas da criação do programa é posicionar o DF em posição de destaque no ranking das Cidades Inteligentes, Sustentáveis e Resilientes, pelos moldes da ONU “Outro objetivo é integrar os vários sistemas que nós temos”, pontua. “A ideia é que tenhamos uma plataforma, também chamada DF+Digital, para que o cidadão interaja com todos os serviços e todos os outros sistemas do Distrito Federal. Vai ser uma mudança de cultura que vai revolucionar a forma de prestação de serviço para a população.” O gestor enfatiza que o principal produto do DF+Digital é essa plataforma. “A governadora tem chamado de iFood do cidadão”, brinca o secretário. “O cidadão vai entrar por meio do gov.br e ter acesso aos dados e a todos os serviços que são prestados a ele. Então, por exemplo, se ele tem uma consulta marcada, ele tem um alerta. Se ele quer marcar uma consulta, tem outro alerta, personalizado para o ícone que ele quer. Se ele tem uma dívida com o GDF, quer pagar um imposto ou realizar um serviço, será tudo diretamente por essa plataforma. Vamos acabar com esse monte de entrega de documentos, de autenticação… nada disso. É uma plataforma que vai atender de forma personalizada cada cidadão.” Rumo ao destaque nacional Um dos objetivos centrais da medida é posicionar o Distrito Federal no topo do ranking das Cidades Inteligentes, Sustentáveis e Resilientes, como sugere a Organização das Nações Unidas (ONU). Para isso, o GDF quer avançar no processo de certificação das normas internacionais ISO 37120, 37122 e 37123, o que tornará Brasília a primeira cidade do Centro-Oeste a alcançar esse marco. Como parte desse esforço, nasceu o Observatório do Olhar DF, uma plataforma oficial que reúne mais de 150 indicadores urbanos baseados em dados abertos para direcionar as políticas públicas de forma fundamentada. Com esses resultados, o DF pretende conquistar o Selo Platina de Cidade Sustentável e os selos Bronze de Cidade Resiliente e Inteligente. [LEIA_TAMBEM]O programa também estabelece metas claras para reduzir os custos diretos e indiretos nas transações entre os cidadãos e as entidades públicas, ao simplificar a experiência do usuário e promover a competitividade das empresas por meio da desburocratização. Nova governança e inteligência artificial Para preparar o quadro técnico do governo, o programa lançará uma capacitação em inteligência artificial voltada aos servidores, fruto de parceria com o Centro Integrado de Inteligência Artificial (CIIA) e a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Nunes (UnDF). Essa formação instruirá os agentes públicos a respeito das possibilidades, dos limites e da aplicação ética e segura da IA nos serviços oferecidos à população. Além disso, o GDF está na fase final de elaboração do Livro Verde, um documento técnico-consultivo com boas práticas de IA estruturado em parceria com o Tony Blair Institute for Global Change, organização sem fins lucrativos fundada pelo ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair com atuação em mais de 40 países. Ainda na esfera interna, a SGDI desenvolveu painéis analíticos que já abastecem a Sala de Monitoramento da governadora. Somente em junho, seis novos painéis foram construídos para áreas estratégicas, fornecendo ferramentas precisas para que os gestores tomem decisões embasadas em informações organizadas, acompanhem os indicadores e avaliem os resultados práticos das políticas públicas na vida do cidadão. *Colaborou Carlos Eduardo Bafutto
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Pacientes com diabetes acompanham em tempo real os níveis de glicose no sangue
A enfermeira Mariana Rodrigues, de 27 anos, recebeu o diagnóstico de diabetes aos 17. Logo passou a fazer o uso de sensores e leitores de glicemia. "Hoje, eu já não consigo viver sem!", define. O equipamento fornece dados contínuos, que permitem visualizar as flutuações diárias dos níveis de glicose. Sensor colocado no braço permite que pessoas com diabetes visualizem, em tempo real, as flutuações dos níveis de glicose | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde "No começo, a gente pensa: vai me poupar de ficar furando o dedo toda hora. Quando começa a usar, vê que é muito mais que isso. Dá tranquilidade para quem tem diabetes" Mariana Rodrigues, enfermeira Além disso, o equipamento permite ajustes mais precisos na prescrição de dieta, exercício físico e medicação, o monitoramento detecta rapidamente episódios de hipoglicemia e hiperglicemia, que exigem intervenções rápidas e eficazes. "No começo, a gente pensa: vai me poupar de ficar furando o dedo toda hora. Quando começa a usar, vê que é muito mais que isso. Dá tranquilidade para quem tem diabetes", comemora Mariana Rodrigues. O programa de Monitorização Contínua de Glicose (MCG) da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) é uma inovação e está em vigência há cinco anos e meio, desde dezembro de 2020. O serviço é oferecido a adultos e crianças que tenham diagnóstico de Diabetes Tipo 1 (DM1). Assistência especializada Além de contribuir para a gestão da saúde pelo próprio usuário, o dispositivo também favorece a atuação profissional. "A impressão que dá é que estávamos enxergando uma fenda pequena, e hoje abrimos uma janela", exemplifica a médica do ambulatório de endocrinologia do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), Thais Lauand. [LEIA_TAMBEM] O MGC permite o acesso a dois sensores por mês. A solicitação é feita por meio de formulário eletrônico e a documentação e os critérios de inclusão são analisados por uma equipe específica. Em caso de aprovação, são informadas as orientações para a retirada dos sensores e as rotinas obrigatórias do programa. Saiba mais pela página oficial da SES-DF https://www.saude.df.gov.br/diabetes. *Com informações da SES-DF
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Horto agroflorestal é inaugurado no Complexo Penitenciário da Papuda
Há cinco anos, quando escolheu uma sala com janela voltada para o canteiro na Unidade Básica de Saúde Prisional (UBSP) 14 de São Sebastião, a enfermeira de Saúde da Família Renata Calorio imaginou um Horto Agroflorestal Medicinal Biodinâmico (Hamb) ali no lado de fora. Nesta semana, durante a cerimônia de inauguração, viu o sonho tornar-se realidade. A nova unidade passa a funcionar dentro da Penitenciária do Distrito Federal IV (PDF IV), onde também ocorreu a solenidade de lançamento. Estavam presentes profissionais e gestores da Secretaria de Saúde (SES-DF) e representantes de órgãos que contribuíram com a implantação — Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Secretaria de Administração Penitenciária (Seape-DF) e Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). Convívio social Aos internos, a proposta da Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos (Rhamb), além de relacionar-se com o próprio cuidado em saúde, é oferecer uma chance de trabalho — tanto para a capacitação profissional quanto para a remição de pena. Aos profissionais do sistema prisional, a área verde favorece a melhoria da ambiência. A juíza titular da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal (VEP-DF), Leila Cury, avalia que o projeto alinha-se à principal missão do sistema prisional: a ressocialização. "O reeducando irá, em algum momento, voltar para o convívio social. Atividades que trazem oportunidades de educação e trabalho ajudam a fazer com que ele saia daqui melhor do que quando entrou", afirma. Aos internos, a proposta da Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos, além de relacionar-se com o próprio cuidado em saúde, é oferecer uma chance de trabalho | Foto: Divulgação/Seape-DF Cuidado integral Neste semestre, a residência multiprofissional em Atenção Básica com ênfase em práticas integrativas em saúde (PIS) incorporou a UBSP como um dos cenários da formação. As equipes de Saúde da Família que atuam no Complexo Penitenciário da Papuda disponibilizam modalidades de práticas integrativas em saúde (PIS), como terapia comunitária integrativa (com foco em luto), auriculoterapia e lian gong. O titular da Seape-DF, Wenderson Teles, reconhece que as ações da Rhamb e das PIS representam importante estratégia de promoção do cuidado integral. "Sabemos que muitos do nosso público têm o primeiro contato com os serviços de saúde no sistema prisional", destaca. Práticas integrativas As PIS são entendidas como formas de cuidado que abordam a saúde do ser humano em sua multidimensionalidade, baseadas em teorias e experiências de diferentes culturas de cuidado. O monitoramento da Rhamb, conforme instituído na SES-DF pela Portaria n.º 137, de 15 de abril de 2025, também é responsabilidade da Gerência de Práticas Integrativas em Saúde (Gerpis). *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Feiras permanentes do DF vão receber câmeras de segurança pelo programa DF 360
O Governo do Distrito Federal (GDF) deu mais um importante passo para aperfeiçoar o monitoramento de segurança das ruas da capital. A governadora Celina Leão assinou, nesta sexta-feira (3), uma ordem de serviço para a instalação de câmeras de vídeo em todas as 38 feiras permanentes do DF. Será feito um levantamento de quantos espaços já contam com videomonitoramento para avaliar a quantidade necessária de aparelhos a serem instalados. A iniciativa também prevê a integração de câmeras particulares aos equipamentos públicos. A ação, cujo objetivo é reforçar a segurança de feirantes, comerciantes e frequentadores, faz parte do programa DF 360, desenvolvido pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). O programa é uma plataforma centralizada que unifica o atendimento de emergências, otimiza a comunicação com o cidadão e introduz inteligência proativa por meio de alertas automáticos. A ferramenta permite que estabelecimentos comerciais e residenciais façam a adesão de seus equipamentos à rede. O sistema, lançado em fevereiro de 2026, já conta com quase sete mil equipamentos integrados. Celina Leão: "Nós vivemos uma revolução tecnológica, a inteligência artificial; e, muito mais do que entretenimento, a tecnologia tem que servir para atender o cidadão" | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília De acordo com a governadora, o uso de tecnologia e inteligência de dados deve orientar as políticas públicas do Distrito Federal. “Quando a gente pensa na capital da República, nós precisamos de pensar naquilo que tem de mais moderno e de vanguarda no Brasil”, afirmou. “Nós vivemos uma revolução tecnológica, a inteligência artificial e, muito mais do que entretenimento, a tecnologia tem que servir para atender o cidadão”. A instalação das câmeras nas feiras permanentes do Distrito Federal vai aumentar a capacidade de monitoramento em tempo real e fortalecer a atuação integrada das forças de segurança e a prevenção à criminalidade. "Estamos exatamente buscando essa parceria não só com outros órgãos, mas com os próprios feirantes, para que eles possam colocar suas câmeras também nesse grande ecossistema de proteção e segurança chamado DF 360" Marcos Leôncio Sousa Ribeiro, secretário-executivo de Gestão Integrada O secretário-executivo de Gestão Integrada da SSP-DF, Marcos Leôncio Sousa Ribeiro, explicou que a instalação das câmeras será por meio de parceria com os feirantes. “Segurança pública é um dever do Estado, mas é um direito e responsabilidade de todos. O papel da SSP é fazer parcerias com a sociedade, com a iniciativa privada e com outros órgãos públicos. Então, nós estamos exatamente buscando essa parceria não só com outros órgãos, mas com os próprios feirantes, para que eles possam colocar suas câmeras também nesse grande ecossistema de proteção e segurança chamado DF 360. Algumas dessas feiras já têm câmeras da SSP, mas a nossa ideia, agora, é ampliar, para termos câmaras também dentro das áreas comuns de circulação da população que usa as feiras permanentes. Nós vamos fazer um levantamento, para esse processo de sensibilização dos feirantes. E a partir desse levantamento, desse processo de sensibilização, a gente vai saber o número de câmeras que serão instalados”, destacou o gestor. De acordo com a SSP-DF, estão previstas também reuniões com associações e feirantes para a apresentação do DF 360, para estimular a integração das câmeras já existentes nas feiras ao sistema, com o objetivo de ampliar a cobertura do monitoramento.
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Preconceito contra pacientes com HIV ainda afasta pessoas de diagnóstico e cuidado
Mais da metade das pessoas que vivem com o vírus da imunodeficiência humana (HIV, sigla em inglês) no Brasil já enfrentou algum tipo de discriminação ao longo da vida. O estigma pode, muitas vezes, retardar o diagnóstico e o tratamento. Diagnóstico precoce é crucial para evitar que a pessoa adoeça e transmita o vírus | Fotos: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde "Há alguns anos, o HIV adquiriu perfil de doença crônica, ou seja, não tem cura, mas tem tratamento eficaz e contínuo. A pessoa vivendo com o vírus e que realiza o cuidado de forma correta pode ter uma condição geral de saúde muito melhor do que alguém que não vive com HIV" Fabiana Borges, assistente social da Secretaria de Saúde Entre os 1.275 entrevistados para compor a segunda edição do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV de 2025, 22,8% disseram ter evitado realizar o teste por medo da reação de outras pessoas, enquanto 8,5% deixaram de procurar serviços de saúde após vivenciarem situações de discriminação. "O preconceito é uma barreira para a adesão ao tratamento antirretroviral e para o acompanhamento no serviço de saúde. Pode romper laços familiares e afetivos, fragilizar a rede de apoio e prejudicar o acesso ao trabalho e ao emprego, apesar de existir legislação relacionada à questão", destaca a assistente social da Secretaria de Saúde (SES-DF) Fabiana Borges. HIV e aids No Distrito Federal, os dados mais recentes do Boletim Epidemiológico da SES-DF apontam que foram registrados mais de 3,8 mil casos de HIV entre 2020 e 2024. Nesse período, a maior concentração ocorreu entre pessoas de 20 a 29 anos, faixa etária que representou 42,6% das notificações. Apesar de frequentemente associados, HIV e aids não são a mesma coisa. O HIV é um vírus que destrói as células de defesa T (CD4/CD8), tornando a pessoa vulnerável a doenças e infecções. Já na aids, a pessoa com HIV apresenta, por meio de exame laboratorial, uma contagem de células de defesa T (CD4/CD8) abaixo de 350 por milímetro cúbico de sangue. Somado a isso, o indivíduo passa a ter um conjunto de sintomas ou enfermidades. Isso significa que a pessoa portadora do HIV, quando diagnosticada cedo e acompanhada adequadamente, não vai, necessariamente, desenvolver a aids, e pode ter uma vida de qualidade. “Há alguns anos, o HIV adquiriu perfil de doença crônica, ou seja, não tem cura, mas tem tratamento eficaz e contínuo. A pessoa vivendo com o vírus e que realiza o cuidado de forma correta pode ter uma condição geral de saúde muito melhor do que alguém que não vive com HIV”, reforça Borges. Preconceito continua sendo um dos principais desafios no enfrentamento à infecção, uma vez que o estigma gera vergonha e medo em torno do vírus Mitos e públicos Embora os avanços científicos tenham transformado o tratamento do HIV, ainda persistem mitos e informações equivocadas sobre a infecção. O desconhecimento contribui para situações de discriminação em ambientes familiares, sociais e até mesmo nos serviços de saúde. “Ainda existem mentiras reproduzidas há mais de 50 anos. Uma delas é que o vírus só infecta pessoas de determinados grupos populacionais, quando na verdade pode atingir qualquer pessoa, a depender da situação de risco vivenciada”, enfatiza a assistente social. Ainda de acordo com o boletim da SES-DF, apesar de os casos de HIV e aids serem predominantes entre a população masculina do DF, observou-se que as mulheres são as mais afetadas pelo adoecimento e óbitos por aids. O dado sugere, segundo o documento, a hipótese de diagnóstico mais tardio entre o público feminino, agravando o quadro. Na rede pública, é possível ter acesso gratuito a preservativos internos e externos, além de testagem rápida, por meio das unidades básicas de saúde (UBSs) Prevenção [LEIA_TAMBEM]A rede pública do DF oferece gratuitamente diferentes estratégias de prevenção e cuidado. Nas unidades básicas de saúde (UBSs), a população tem acesso a preservativos internos e externos, testes rápidos para HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), além de acompanhamento especializado quando necessário. Também estão disponíveis a profilaxia pré-exposição (PrEP), indicada para pessoas com maior risco de exposição ao vírus, e a profilaxia pós-exposição (PEP), utilizada em situações de possível contato com o HIV, como casos de violência sexual ou acidentes ocupacionais. A orientação é que qualquer pessoa sexualmente ativa realize testagens periódicas. O diagnóstico precoce permite iniciar rapidamente o tratamento, proteger a saúde e interromper a cadeia de transmissão do vírus. “Ter medo do desconhecido é normal. A melhor forma de se livrar do medo é saber o que acontece no seu corpo e ter acesso à informação de qualidade e cientificamente comprovada. É importante fazer o teste, saber do diagnóstico e ter a certeza de que o tratamento é muito eficiente, gratuito, com poucos comprimidos ao dia e com direito garantido em lei ao sigilo do diagnóstico”, detalha Borges. *Com informações da SES-DF
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Plano Piloto terá ação de acolhimento à população em situação de rua neste fim de semana
Pessoas que estão instaladas em 19 endereços distintos no Plano Piloto receberão oferta de acolhimento e assistência social do Governo do Distrito Federal (GDF) neste fim de semana. Com previsão de início às 9h deste sábado (4), a ação, coordenada pela Casa Civil, envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), bem como o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. Equipes cuidarão do desmonte das estruturas irregulares, bem como, se solicitado, do transporte de itens a endereços previamente indicados | Foto: Agência Brasília A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes-DF. No decorrer da semana, equipes do GDF atuaram em abordagens sociais e atendimentos prévios, mapeando o público e suas demandas. Veja abaixo os pontos de ação deste fim de semana. ⇒ Eixo Rodoviário Norte (Eixão) ⇒ SQN 116, entrada da quadra ⇒ Entre o Eixo W e o Eixão (em frente à 115/116 Norte) ⇒ Final do calçadão da Asa Norte, beira do lago ⇒ DF-004, em frente ao Deck Norte ⇒ SQN 416 Bloco M/Via L2 ⇒ SQN 216, ao lado dos blocos A e B ⇒ SQN 406, Bloco M ⇒ Setor Comercial Sul ⇒ Via W5 e W4 Sul, extensão da 902 à 905 e da 702 à 705 ⇒ Centro Pop 903 Sul ⇒ SES 803, em frente à Embaixada da Venezuela ⇒ SGAS 603, fundos da Escola Superior do Ministério Público da União ⇒ SGAS 609, área verde em frente à Embaixada da Bélgica ⇒ CLS 409, ao lado do Bloco A ⇒ CLS 209, próximo ao Bloco C ⇒ SCLS 412, ao lado da Drogasil ⇒ SCLS 413, entre os blocos C e D, lateral da Drogaria Pacheco ⇒ CLS 415 Bl D, lateral da Loja 20. *Com informações da DF Legal
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Vaga de estacionamento especial é só para quem tem credencial
O Detran-DF realizou mais uma operação para combater o uso irregular de vagas de estacionamento reservadas a idosos e pessoa com deficiência. A fiscalização ocorreu na tarde de quinta-feira (2) nas regiões de Águas Claras e Taguatinga. Os agentes visitaram 75 vagas e encontraram 18 delas ocupadas de forma indevida: sem a credencial. Os condutores foram autuados, conforme prevê o inciso XX do artigo 181 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A infração é gravíssima, resultando em multa de R$ 293,47, 7 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e remoção do veículo. Também foram flagrados 20 veículos estacionados em calçadas, atitude que prejudica o tráfego seguro de pedestres. “Quando o veículo ocupa a calçada, o pedestre é obrigado a se deslocar para a via, expondo-se ao risco de atropelamentos”, explica o coordenador de Policiamento e Fiscalização de Trânsito da região Oeste, Wesley Cavalcante. Os agentes visitaram 75 vagas e encontraram 18 delas ocupadas de forma indevida: sem a credencial | Foto: Divulgação/Detran-DF O coordenador ainda lembra que o peso do veículo danifica a calçada, dificultando muito o trânsito dos pedestres, principalmente idosos, cadeirantes e mães com carrinhos de bebê. E enfatiza: “É preciso que o condutor se conscientize disso e não utilize a calçada como estacionamento”. De acordo com o inciso VIII do artigo 181 do CTB, estacionar em calçada ou passeio é infração grave, penalizada com multa de R$ 195,23 e registro de 5 pontos na CNH, além da remoção do veículo. Destaque Durante a ação, um veículo não licenciado, em estado de abandono, foi removido de uma vaga reservada a idosos em Águas Claras. Embora o carro estivesse com credencial de idoso, encontrava-se com pneus vazios, mau estado de conservação, sujeira exterior e lixo acumulado debaixo do chassi, além de estar com restrição judicial e o último licenciamento ter sido feito em 2021. *Com informações do Detran-DF
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Vaga de estacionamento especial é só para quem tem credencial
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