Curso de inteligência conclui turma histórica com maioria feminina e foco na integração institucional
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Túnel Rei Pelé completa 3 anos com menos congestionamento e mais espaço para pedestres no centro de Taguatinga
O Túnel Rei Pelé, em Taguatinga, completa três anos nesta sexta-feira (5) como uma das principais intervenções de mobilidade urbana do Distrito Federal. Inaugurado em 5 de junho de 2023, o complexo viário recebeu investimento de R$ 275 milhões, separou o fluxo de carros, ônibus e pedestres no centro da cidade e eliminou um dos principais pontos de congestionamento da região. A passagem subterrânea faz parte do Corredor Eixo Oeste e liga a Avenida Elmo Serejo à Estrada Parque Taguatinga (EPTG), com três faixas de rolamento em cada sentido. Na superfície, o boulevard de Taguatinga passou a reunir calçadas acessíveis, estacionamentos, ciclovia, paisagismo, iluminação e faixas exclusivas para ônibus, separando os fluxos que antes disputavam o mesmo espaço. Túnel Rei Pelé, em Taguatinga, completa três anos nesta sexta-feira (5) como uma das principais intervenções de mobilidade urbana do Distrito Federal | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Para quem atravessava o centro de Taguatinga antes da obra, a principal mudança foi no tempo de deslocamento. O administrador regional de Taguatinga, Ezequias Pereira da Silva, lembra que o problema não estava na distância, mas no cruzamento intenso entre veículos, ônibus e pedestres. “O trecho é de apenas 1 quilômetro, mas o engarrafamento era muito grande. Hoje os ônibus passam por cima, os veículos passam por baixo e acabou aquele congestionamento. O Túnel Rei Pelé veio para mudar a história de Taguatinga”, afirmou. “O engarrafamento era muito grande. Hoje os ônibus passam por cima, os veículos passam por baixo e acabou aquele congestionamento. O Túnel Rei Pelé veio para mudar a história de Taguatinga” Ezequias Pereira da Silma, administrador regional de Taguatinga Moradora do DF há mais de 40 anos, a aposentada Guilhermina Pereira de Macedo, de 60 anos, também comemora a diferença na rotina de quem anda a pé pelo centro da cidade. Antes, segundo ela, atravessar as pistas exigia atenção redobrada, principalmente para idosos e crianças. “Agora está melhor, sem comparação. A gente passa sem medo de ser atropelada. Está muito bom mesmo”, disse. O aposentado Joaquim Rodrigues, de 66 anos, acompanhou a expansão de Taguatinga desde a época em que uma rotatória organizava o trânsito no centro da cidade. Para ele, o túnel deu nova organização a uma área que se tornou ponto de passagem de moradores de várias regiões do DF. “Era caótico. O trânsito vinha de várias cidades vizinhas, como Ceilândia e Samambaia. Estava insuportável. A obra é muito útil para a mobilidade das pessoas e para a urbanização”, resumiu. Comércio O impacto também é sentido por quem trabalha no centro de Taguatinga. Lojista na cidade há 38 anos, Geraldo César de Araújo afirma que a passagem subterrânea melhorou o fluxo de veículos e deixou a região mais livre. “Hoje nós temos a ligação por baixo para os carros de passeio, e isso dá um melhor fluxo de veículos no centro de Taguatinga”, avaliou. Segundo Geraldo, Taguatinga sempre teve papel estratégico por ligar várias cidades e concentrar serviços, lojas e shoppings. Com o túnel e o boulevard, ele vê uma região central mais organizada para moradores, trabalhadores e consumidores. “A cidade ficou mais livre. O trânsito sentido norte-sul ficou mais livre nesse ponto beneficiado pelo túnel”, acrescentou. Boulevard Na superfície, o boulevard mudou a paisagem do centro de Taguatinga. A Novacap executou o paisagismo do espaço, com cerca de 15 mil m² de grama, canteiros ornamentais com 8 mil flores, 150 arbustos e 35 ipês. A área também ganhou calçadas acessíveis, ciclovia, iluminação, estacionamentos reorganizados e espaços de convivência. Paisagismo do boulevard conta com de 15 mil m² de grama, canteiros ornamentais com 8 mil flores, 150 arbustos e 35 ipês A estudante Alessandra Dalva Almeida de Oliveira, 16, passa pela região com frequência e disse que a nova configuração deixou o centro mais organizado. “O túnel ajudou muito. As faixas de pedestre e as paradas estão melhor posicionadas. A iluminação melhorou bastante, e a paisagem também”, observou. “O túnel ajudou muito. As faixas de pedestre e as paradas estão melhor posicionadas. A iluminação melhorou bastante, e a paisagem também” Alessandra Dalva Almeida, estudante A mãe dela, Ilene Batista de Almeida, 46, trabalha como segurança, pega ônibus no centro de Taguatinga e também faz faculdade na região. Para ela, a separação dos fluxos foi o principal ganho. “Antes era aquela confusão no trânsito. Agora tem via separada para ônibus e para os outros veículos. Melhorou muito mesmo”, afirma. O aposentado Hidelmar Amaro da Silva, que chegou a Brasília em 1968 e morou por muitos anos em Taguatinga, também vê diferença expressiva na mobilidade. “Facilitou bastante a vida das pessoas aqui de Taguatinga e desafogou muito o trânsito. Foi muito bom fazer esse túnel”, destacou. Monitoramento Além da nova organização viária, o Túnel Rei Pelé conta com monitoramento permanente. A Central de Controle Operacional acompanha o tráfego 24 horas por dia, com 20 câmeras instaladas no interior da passagem subterrânea e nos acessos. As imagens são transmitidas em tempo real para a central, onde agentes monitoram o fluxo de veículos e podem acionar equipes em caso de acidente, pane mecânica ou outra ocorrência. Ilene Batista de Almeida, segurança: “Antes era aquela confusão no trânsito. Agora tem via separada para ônibus e para os outros veículos. Melhorou muito mesmo” A estrutura conta com apoio de órgãos de trânsito e segurança. Há agentes de plantão e guincho de prontidão para atuação rápida, além de câmeras capazes de auxiliar na identificação de infrações, como circulação irregular de pedestres, ciclistas, ônibus e caminhões dentro do túnel.
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Projeto Acelera Tech forma alunos em Santa Maria
Em parceria com o Instituto Bem Viver DF, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) promove nesta sexta (6), em Santa Maria, a cerimônia de formatura da primeira etapa da segunda edição do projeto Acelera Tech. Projeto investe em capacitação nas áreas de tecnologia, inovação e economia digital | Foto: Divulgação/Secti-DF “Investir em educação tecnológica é investir em inclusão, autonomia e geração de oportunidades para a população do Distrito Federal” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Esta etapa marca o início de um cronograma que também contemplará outras regiões administrativas (RAs) do Distrito Federal ao longo dos próximos meses. A iniciativa oferece formação em tecnologia e inovação, contribuindo para o desenvolvimento de competências alinhadas às demandas do mercado de trabalho. “O Acelera Tech representa uma oportunidade concreta para que jovens e adultos desenvolvam novas habilidades e estejam mais preparados para os desafios de uma economia cada vez mais digital”, afirma o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “Investir em educação tecnológica é investir em inclusão, autonomia e geração de oportunidades para a população do Distrito Federal.” [LEIA_TAMBEM]A cerimônia celebra a conclusão de mais uma etapa do projeto, que levou conhecimento e capacitação a jovens da região administrativa de Santa Maria, promovendo acesso a conteúdos voltados à tecnologia, inovação e economia digital. Durante o mês de maio, os alunos participaram de cursos nas áreas de informática, design gráfico e edição de vídeos mobile, adquirindo conhecimentos práticos voltados para a empregabilidade, para o empreendedorismo e para o uso estratégico das ferramentas digitais. Iniciativas como o Acelera Tech, reforça Rafael Vitorino, são estratégicas para ampliar o acesso à ciência e à tecnologia, estimular a formação de talentos e fortalecer o desenvolvimento socioeconômico do DF por meio da educação e da inovação. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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Curso de inteligência conclui turma histórica com maioria feminina e foco na integração institucional
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) realizou, nesta quarta-feira (3), a cerimônia de encerramento do Curso de Inteligência de Segurança Pública (Cisp) 2026. O curso teve como foco a qualificação profissional voltada para produção de conhecimento para assessoramento de decisões e ao fortalecimento das ações de segurança pública. O curso reuniu 40 representantes das forças de segurança, órgãos de controle, sistema de justiça e instituições parceiras. A edição de 2026 ficou marcada por um fato inédito: pela primeira vez, o curso registrou grande participação feminina entre os participantes concluintes, sendo 15 do total de 40 alunos. A formação reuniu profissionais de diferentes órgãos do Distrito Federal e de instituições parceiras | Foto: Divulgação/SSP-DF O dado representa um avanço significativo na ampliação da presença feminina em uma área historicamente ocupada predominantemente por homens e reforça o compromisso da SSP-DF com a valorização da diversidade e da equidade de oportunidades nos espaços estratégicos da segurança pública. “A inteligência exige capacidade analítica, visão estratégica, compromisso institucional e permanente atualização" Paulo André Vieira Monteiro, secretário-executivo de Segurança Pública “A inteligência exige capacidade analítica, visão estratégica, compromisso institucional e permanente atualização. O DF alcançou um patamar que é motivo de orgulho para todos nós: o de unidade da Federação mais segura do país. Esse resultado é fruto de um trabalho contínuo, baseado na integração, no compartilhamento de conhecimento e no compromisso de servidores que se dedicam diariamente à segurança da população. Esse resultado também é fruto do trabalho de vocês”, afirmou o secretário-executivo de Segurança Pública do Distrito Federal, Paulo André Vieira Monteiro. Durante a formação, os alunos participaram de atividades voltadas para produção de conhecimento, análise de cenários, gestão da informação, metodologias de inteligência e tecnologias aplicadas à segurança pública. O conteúdo foi complementado pelo Ciclo de Palestras de Segurança Pública, que reuniu especialistas de referência nacional para debater temas como inteligência artificial, operações cibernéticas, integração institucional e os desafios contemporâneos da atividade de inteligência. Para o subsecretário de Inteligência da SSP-DF, Gilberto Maranhão, o curso vai além da qualificação técnica e fortalece uma rede permanente de cooperação entre os profissionais que atuam na área. “A inteligência moderna exige integração, inovação e compartilhamento de conhecimento. O CISP proporciona esse ambiente de troca de experiências entre instituições e contribui para o desenvolvimento de profissionais cada vez mais preparados para atuar diante dos desafios atuais da segurança pública”, ressaltou. A formação reuniu profissionais de diferentes órgãos do Distrito Federal e de instituições parceiras, fortalecendo a cultura de integração e a produção de conhecimento compartilhado, princípios fundamentais do modelo de Segurança Integral adotado pelo Governo do Distrito Federal. “A atividade de inteligência vai muito além da produção de conhecimento. Ela é construída por meio da colaboração, da confiança e da capacidade de estabelecer conexões entre instituições" Rodrigo de Aquino, diretor-adjunto da Abin “A atividade de inteligência vai muito além da produção de conhecimento. Ela é construída por meio da colaboração, da confiança e da capacidade de estabelecer conexões entre instituições. Nenhum órgão consegue cumprir sua missão isoladamente. É justamente a troca de informações e o fortalecimento das redes de cooperação que tornam o Sistema Brasileiro de Inteligência mais eficiente. O Distrito Federal tem se destacado nesse processo, demonstrando seu compromisso com a integração e com o fortalecimento da atividade de inteligência. Aos formandos, deixo os parabéns e a certeza de que, a partir de agora, passam a integrar essa importante rede de profissionais responsáveis por promover a sinergia necessária para a proteção do Estado e da sociedade”, afirmou o diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Rodrigo de Aquino. Para o secretário de Administração Penitenciária, Wenderson Teles, “o Cisp vai muito além de uma capacitação técnica. Quem conclui esse curso passa a integrar uma rede de profissionais comprometidos com a inteligência de segurança pública. A inteligência conecta pessoas, fortalece instituições e amplia nossa capacidade de enfrentar desafios. Hoje, vocês passam a fazer parte dessa rede de confiança e cooperação que contribui diretamente para os resultados da segurança pública no Distrito Federal”. *Com informações da SSP-DF
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Câmeras de monitoramento policial passam a funcionar em todos os restaurantes comunitários do DF
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DF é reconhecido como a UF mais segura do país em redução histórica do número de crimes letais
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O ato de brincar na infância e seus reflexos na idade adulta
O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) realizou a terceira edição do Encontro do Brincar, na sexta-feira (29/5). O evento técnico-científico reuniu profissionais da saúde, educação, brinquedistas e estudantes para discutir a importância do ato de brincar na infância e seus reflexos na idade adulta, em celebração ao Dia Internacional do Brincar (28/5). Grupo da organização do evento com a palestrante da conferência de abertura e membros da mesa-redonda | Fotos: Divulgação/HCB "Em reuniões de caso clínico, era comum a equipe se referir ao paciente pela patologia e pelo leito, em vez de usar o nome da criança. Não se levava em consideração quem era aquele sujeito, seus sonhos e desejos" Valdenize Tiziani, diretora executiva do HCB Na abertura das atividades, a diretora executiva do HCB, Valdenize Tiziani, relembrou a evolução histórica da criança como sujeito de direitos e destacou a mudança de paradigma dentro da medicina. Segundo a diretora, historicamente, o saber médico priorizava o diagnóstico em detrimento da identidade do paciente. "Em reuniões de caso clínico, era comum a equipe se referir ao paciente pela patologia e pelo leito, em vez de usar o nome da criança. Não se levava em consideração quem era aquele sujeito, seus sonhos e desejos", contextualizou Tiziani. Hoje, o HCB fundamenta suas práticas em diretrizes legais de proteção, como a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o artigo 31º da Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas. A abordagem científica sobre o tema também pauta a maneira como o hospital desenha a jornada do cuidado dos pacientes. A gerente de Pesquisa do HCB, Cristiane Salviano, ressaltou que a instituição trata o lúdico com rigor técnico. O hospital conta com uma arquitetura planejada e serviços estruturados para que o brincar seja um indutor do desenvolvimento infantil, integrando a ciência do brincar à rotina hospitalar. Atualmente, o HCB dispõe de oito brinquedotecas: cinco localizadas nas alas de internação (Golfinho, Baleia, Tartaruga, Gaivota e Caranguejo) e três nos ambulatórios (Pampa, Pantanal e Sertão), com livre acesso a pacientes e familiares. Cristiane Salviano, gerente de Pesquisa do HCB, ressaltou que a instituição trata o brincar como um indutor do desenvolvimento infantil Brinquedotecas e a construção da cidadania A conferência de abertura, intitulada "O papel do brincar no ambiente hospitalar de crianças e adolescentes", foi ministrada por Maria Célia Malta Campos, doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo (USP) e presidenta da Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri). A palestrante defendeu a universalização do acesso ao “brincar livre, em todos os lugares e para todos”. Para ela, a criança utiliza a brincadeira para elaborar e evocar experiências vividas, enquanto o adulto e o idoso utilizam o lúdico como ferramenta de projeção e criatividade. "O adulto pode viajar para outro planeta, ir para o futuro, devanear", explicou. Campos enfatizou que é na brincadeira que a criança constrói sua própria identidade, sem imitar o comportamento adulto. Para ela, a brincadeira é o primeiro "laboratório de cidadania", porque é por meio dos jogos e interações que se aprende a tomar decisões coletivas, respeitar o espaço alheio, exercer o direito de fala e responsabilizar-se pelas próprias ações. A professora Maria Célia Malta Campos defendeu a universalização do acesso ao “brincar livre, em todos os lugares e para todos” Conforme a especialista, marcos legais recentes, como o Marco Legal da Primeira Infância (Lei nº 13.257/2016) e a Parentalidade Positiva (Lei nº 14.826/2024), têm pressionado os agentes públicos a estruturarem políticas para essa fase da vida. A professora criticou a visão utilitarista da sociedade, que tende a desvalorizar atividades que não geram produtividade imediata. "Quando pensamos em qualidade de vida e saúde mental e física, o brincar assume outro valor. O hospital funciona como uma ‘bolha’ que desafia essa ideologia social", afirmou, defendendo a formação técnica rigorosa para quem atua no setor. Práticas integradas de humanização no HCB O evento promoveu ainda uma mesa-redonda mediada por Lucy Marina Oliveira, assistente de Promoção da Saúde do Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe), organização social de saúde (OSS) gestora do HCB. O debate reuniu especialistas de diferentes áreas para discutir a intersetoralidade no cuidado pediátrico e o compromisso com a infância repleta de cultura e lazer. "Foi a necessidade de me comunicar com a criança que me fez usar a criatividade, a música e o balé" Luciana Monte, médica coordenadora de Pneumologia Pediátrica do HCB A médica coordenadora de Pneumologia Pediátrica do HCB, Luciana Monte, compartilhou os resultados do projeto "Na Pontinha do Pé", que desde 2016 leva sessões de balé clássico com voluntárias ao hospital. Ela destacou a necessidade de adotar a linguagem lúdica para estabelecer vínculos terapêuticos eficazes. "Foi a necessidade de me comunicar com a criança que me fez usar a criatividade, a música e o balé. Eu explicava que o oxigênio era como se fosse um 'elefante' para que o paciente aceitasse a máscara de forma leve", relatou. A integração entre as equipes assistenciais e a pedagogia hospitalar foi o ponto central da intervenção de Lorena Borges, gerente da Linha de Cuidado ao Paciente Oncohematológico. Borges explicou que a ambientação do HCB é utilizada estrategicamente para preservar a identidade da criança durante o tratamento, adequando as ações educativas a cada fase do desenvolvimento. [LEIA_TAMBEM]Na área de reabilitação física, o terapeuta ocupacional Tulio Medina demonstrou como o ambiente externo do hospital pode se transformar em recurso terapêutico. Ao propor charadas e a criação de histórias baseadas no cenário ao redor, o profissional estimula a imaginação e as funções motoras dos pacientes mesmo sem o uso de aparelhos convencionais. Fechando as discussões, Fabíola Gonzaga de Freitas, gerente da Atenção às Aprendizagens da Secretaria de Educação (SEEDF), apresentou o panorama das Classes Hospitalares, que atuam em parceria com a SES-DF para garantir a continuidade do atendimento pedagógico dos estudantes internados. Conforme a especialista, a iniciativa dialoga com as diretrizes do Currículo em Movimento e com o projeto Plenarinha, que introduz conceitos de participação política e controle social desde a educação infantil. *Com informações do HCB
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Câmeras de monitoramento policial passam a funcionar em todos os restaurantes comunitários do DF
A partir de agora, todos os restaurantes comunitários do DF contam com reforço significativo na segurança, por meio do funcionamento de circuitos de câmeras do Programa de Videomonitoramento Urbano (PVU), o DF 360º, coordenado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). A iniciativa possibilita o acompanhamento em tempo real pelas unidades da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), com o objetivo de prevenir crimes e fortalecer a segurança pública. Com início em setembro do ano passado, os dispositivos transmitem imagens em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) e para as centrais de monitoramento remoto (CMRs) da PMDF. A conclusão da instalação dos circuitos de câmeras ocorreu no final de maio, em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), responsável pela gestão dos restaurantes. A única exceção é a unidade de Ceilândia Centro (DJ Jamaika), que aguarda a ativação da câmera. Além das câmeras policiais, os 18 restaurantes comunitários contam, ao todo, com 338 câmeras de vigilância das próprias unidades | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Além das câmeras policiais, os 18 restaurantes comunitários contam, ao todo, com 338 câmeras de vigilância das próprias unidades. “Ou seja, a integração ao sistema da Secretaria de Segurança Pública vai otimizar e garantir ainda mais a segurança nesses espaços, onde circulam milhares de pessoas diariamente”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. A titular lembra, ainda, que outras medidas já vêm sendo implementadas pela Sedes com o objetivo de aprimorar a gestão e a segurança nos restaurantes. “Com a implementação, em 2025, de um sistema de cadastramento de frequentadores, o foco será identificar o público e adotar estratégias adequadas para cada perfil atendido, uma prática comum no dia a dia de diversos órgãos públicos” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social do DF “Com a implementação, em 2025, de um sistema de cadastramento de frequentadores, o foco será identificar o público e adotar estratégias adequadas para cada perfil atendido, uma prática comum no dia a dia de diversos órgãos públicos”, pontuou Giselle. Funcionamento Os 18 restaurantes comunitários estão localizados em centros urbanos onde há grande movimentação diária de trabalhadores de baixa renda como, por exemplo, as áreas centrais das cidades. A estrutura física dos equipamentos é mantida por empresas contratadas para a prestação do serviço continuado de alimentação e nutrição. Atualmente, 17 dos 18 restaurantes servem as três refeições diárias — café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50) —, com funcionamento todos os dias da semana. O objetivo é garantir alimentação saudável a preços acessíveis, respeitando as características culturais e os hábitos alimentares da região. *Com informações da Sedes-DF
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Funcionamento do Detran-DF nesta quinta-feira (4) no feriado de Corpus Christi, e no ponto facultativo de sexta-feira (5)
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ANIVERSÁRIO NA HORA CEILÂNDIA
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Festival Na Praia 2026 terá 48 vagas para ambulantes
O Festival Na Praia 2026, que ocorrerá de 13 de junho a 27 de setembro, terá 48 vagas para ambulantes na modalidade de barraca, sendo duas reservadas para pessoas com deficiência. A Secretaria Executiva das Cidades vai cadastrar os interessados em obter licença eventual de trabalho na próxima segunda-feira (8) no auditório do Edifício Sede do Detran-DF, localizado no SAM lote A Bloco B — Asa Norte, no horário de 9h às 17h. É necessário apresentar original e cópia de documento pessoal com foto e comprovante de endereço no nome do ambulante ou declaração de residência. Somente poderão se inscrever para concorrer às vagas vendedores ambulantes que utilizam barraca de alimentação. O evento será dividido em quatro períodos e cada vendedor ambulante ficará licenciado por um de nove dias de shows. A montagem deverá seguir as seguintes datas: · 1º período: 13/6, 14/6, 19/6, 20/6, 24/6, 26/6, 27/6, 3/7 e 5/7 · 2º período: 10/7, 11/7, 12/7, 18/7, 19/7, 24/7, 25/7, 31/7 e 1º/8 · 3º período: 7/8, 8/8, 14/8, 15/8, 21/8, 22/8, 23/8, 28/8 e 29/8 · 4º período: 4/9 a 27/9. Serão 12 barracas para cada período, que somente poderão utilizar no máximo seis mesas plásticas com quatro cadeiras. A divulgação do resultado do chamamento público será no dia 9 de junho, no site da Secretaria de Governo. Os contemplados vão retirar as licenças na data que precede a cada período, no Anexo do Palácio do Buriti, de 9h às 17h, onde serão repassadas informações e orientações sobre o trabalho no dia do evento. Não será entregue autorização fora do dia e horário estipulados. *Com informações da Segov-DF
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ANIVERSÁRIO NA HORA RODOVIÁRIA
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Viaduto do Jardim Botânico melhora rotina de moradores e trabalhadores
Um ano e seis meses após a inauguração, o Viaduto do Jardim Botânico já apresenta impactos na mobilidade de quem circula diariamente pela região leste do Distrito Federal. Entregue em novembro de 2024, a obra beneficia cerca de 50 mil motoristas por dia e ajudou a reduzir o tempo de deslocamento em um dos trechos mais movimentados da DF-001, principal ligação entre o Jardim Botânico, São Sebastião e o Plano Piloto. Dados do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) mostram que, em um percurso de dois quilômetros, o tempo médio de viagem caiu de seis para três minutos. A fluidez também aumentou nos horários de pico: pela manhã, a velocidade média dos veículos passou de 10,7 km/h para 55 km/h. À noite, os índices saltaram de 23 km/h para 55 km/h em um dos sentidos da via e de 13 km/h para 28 km/h no outro. Antes da construção, o antigo balão de acesso ao Jardim Botânico e a São Sebastião concentrava longos congestionamentos, especialmente nos horários de maior movimento. O viaduto permitiu uma maior circulação contínua dos veículos e reduziu parte dos pontos de retenção. Com investimento de R$ 33,5 milhões, a obra chegou a gerar cerca de 400 empregos durante a execução. Mudança real A psicanalista clínica Kátia Lemos, de 53 anos, mora no Paranoá e trabalha há cerca de 15 anos no Jardim Botânico. Ela acompanhou as mudanças na região ao longo desse período e aponta a diferença marcante que o viaduto trouxe. “Melhorou em tudo. Economia de combustível, economia de tempo e também a segurança" Kátia Lemos, moradora do Paranoá Segundo ela, o crescimento populacional e comercial trouxe um aumento expressivo no fluxo de veículos ao longo dos anos, o que provocava congestionamentos frequentes e muitos acidentes antes da intervenção do GDF. Hoje ela fala de um novo cenário: “Melhorou em tudo. Economia de combustível, economia de tempo e também a segurança. Antes eu já vinha imaginando se poderia acontecer algum acidente, porque eu já havia passado por algum no caminho. Causava aquele estresse. Melhorou até a questão psicológica”, relata. Kátia Lemos, moradora do Paranoá eleogia conclusão do viaduto: “Melhorou em tudo. Economia de combustível, economia de tempo e também a segurança" | Fotos: Matheus Borges "Trouxe mais segurança e o trânsito fluiu. Eu já acordo cedo, mas agora dá para aproveitar melhor o tempo" José Henrique Marques, comerciante A percepção também é compartilhada pelo comerciante José Henrique Marques, de 49 anos. Ele conta que o trajeto entre sua residência, no Jardins Mangueiral, e o trabalho, no Jardim Botânico, ficou significativamente mais rápido. O deslocamento, que em situações de congestionamento chegava a levar entre 30 e 40 minutos, hoje é feito em menos de dez minutos. "Eu achei positivo o viaduto, as passarelas e a via marginal dos dois lados. Trouxe mais segurança e o trânsito fluiu. Eu já acordo cedo, mas agora dá para aproveitar melhor o tempo, fazer algumas tarefas em casa”, observa. José Henrique Marques, comerciante: "Trajeto entre Jardins Mangueiral, e o trabalho, no Jardim Botânico, ficou significativamente mais rápido" Para quem depende das vias da região para trabalhar, a redução dos congestionamentos também trouxe ganhos operacionais. O motorista Ernando José da Cruz, de 47 anos, afirma que o trânsito era bastante carregado antes da obra, principalmente nos horários de pico: “Era bem caótico, com os carros praticamente parados. Agora desafogou bastante, ficou ótimo. Agiliza tudo e a gente ganha mais tempo no dia a dia”. Além do viaduto, o empreendimento incluiu serviços de drenagem, terraplenagem, pavimentação, sinalização horizontal e vertical, construção de ciclovia, passarela, urbanização e paisagismo. A estrutura está localizada no km 27,2 da DF-001, no trecho que conecta o Plano Piloto ao Jardim Botânico, beneficiando moradores e usuários de regiões como São Sebastião, Tororó, Paranoá, Jardins Mangueiral e Jardim ABC.
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Asfalto novo reforça transformação urbana da Superquadra Park Sul
As obras de pavimentação da Superquadra Park Sul entraram na fase final de execução, levando mais segurança, conforto e mobilidade para moradores, comerciantes e motoristas que circulam diariamente pela região. A intervenção é executada pela Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), com apoio da Administração Regional do Guará. Obras tomam conta das vias da quadra: pavimentação reforçada aumenta a durabilidade do pavimento e melhora as condições de circulação no local | Foto: Divulgação/Administração do Guará Com investimento de aproximadamente R$ 3,3 milhões, os serviços contemplam mais de 5,5 quilômetros de vias duplicadas e contam com a aplicação de cerca de 6,5 mil toneladas de massa asfáltica. A iniciativa integra as ações do Governo do Distrito Federal (GDF) voltadas para a recuperação da malha viária e a melhoria da infraestrutura urbana. “A nova pavimentação chega para consolidar esse processo de transformação, oferecendo mais segurança, conforto e qualidade de vida para moradores, comerciantes e todos que utilizam essas vias diariamente” Valter Casimiro, secretário de Obras e Infraestrutura Além de proporcionar mais conforto aos usuários das vias, a obra contribui para aumentar a durabilidade do pavimento, melhorar a fluidez do trânsito e garantir boas condições de deslocamento em uma das regiões que mais receberam investimentos públicos em infraestrutura nos últimos anos. “Quem circulava pela Superquadra Park Sul havia alguns anos convivia com problemas de drenagem, desgaste do pavimento e limitações na infraestrutura urbana”, lembra o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. “A nova pavimentação chega para consolidar esse processo de transformação, oferecendo mais segurança, conforto e qualidade de vida para moradores, comerciantes e todos que utilizam essas vias diariamente”, avalia o gestor. “São obras estruturantes que mudam a paisagem urbana e impactam positivamente a vida das pessoas.” Para o administrador regional do Guará, Artur Nogueira, a obra representa mais um avanço no processo de desenvolvimento da região: “Estamos acompanhando uma transformação importante na Superquadra Park Sul. Esse asfalto novo chega para complementar uma série de investimentos que vêm sendo realizados nos últimos anos e que melhoram diretamente a mobilidade, a segurança viária e o dia a dia de quem mora, trabalha ou circula pela região. É mais uma ação que demonstra o compromisso do GDF com a infraestrutura e com a qualidade de vida da população”. Desenvolvimento urbano [LEIA_TAMBEM]O novo asfalto se soma a uma série de obras estruturantes realizadas recentemente na região. Nos últimos anos, o GDF investiu cerca de R$ 65 milhões em intervenções de infraestrutura que incluíram a implantação de galerias pluviais, bacias de detenção, pavimentação, paisagismo, iluminação pública, mobiliário urbano, estacionamentos e calçadas acessíveis. As obras solucionaram problemas históricos de drenagem e alagamentos, ampliaram a capacidade de escoamento das águas pluviais e garantiram mais segurança para moradores, comerciantes e frequentadores da área. O conjunto de investimentos também contemplou novas áreas de convivência, praças reformadas, iluminação pública em LED e melhorias na mobilidade urbana, contribuindo para a valorização da Superquadra Park Sul, uma das áreas de maior desenvolvimento urbano do Distrito Federal. *Com informações da Administração Regional do Guará e da Secretaria de Obras e Infraestrutura
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Maria da Penha online registra mais de 9 mil ocorrências no DF
Para muitas mulheres vítimas de violência doméstica, pedir ajuda pode ser o passo mais difícil. No Distrito Federal, esse apoio pode ser acessado sem sair de casa. Por meio do programa Maria da Penha Online, da Polícia Civil, é possível registrar ocorrências, solicitar medidas protetivas de urgência e acionar a rede de proteção pelo celular ou computador. Vítima de violência doméstica: cinco primeiros meses de 2026 registram maior número de ocorrências desde a criação da ferramenta | Foto: Arquivo/Agência Brasília “O programa se tornou uma das maiores e mais eficazes ferramentas no combate à violência contra a mulher" Haendel Silva Fonseca, delegado-chefe da Delegacia Eletrônica Desde o seu lançamento, em 2021, a plataforma já registrou 9.092 ocorrências. Apenas nos cinco primeiros meses deste ano, foram registradas 1.040 ocorrências, o maior número desde a criação da ferramenta. O resultado representa aumento de 28,6% em comparação ao mesmo período de 2025, quando foram contabilizados 809 registros. Segundo o delegado-chefe da Delegacia Eletrônica, Haendel Silva Fonseca, a plataforma é referência nacional. “O programa se tornou uma das maiores e mais eficazes ferramentas no combate à violência contra a mulher, permitindo às vítimas solicitar encaminhamentos para exame de corpo de delito, enviar provas, como fotos e vídeos, e acessar acolhimento pela Casa Abrigo e pelo programa Viva Flor”, explica. Praticidade e rapidez Após o registro da ocorrência, o encaminhamento ao Poder Judiciário ocorre em tempo médio de 45 minutos. Atualmente, 91% dos pedidos de medidas protetivas realizados pela plataforma são deferidos pela Justiça. [LEIA_TAMBEM]A agilidade no atendimento e a facilidade de acesso têm contribuído para o crescimento do serviço ao longo dos anos. Em 2021, primeiro ano de funcionamento, foram registradas 1.299 ocorrências. O número chegou a 2.184 em 2025, após sucessivos aumentos na procura pela ferramenta. Haendel Silva Fonseca destaca que a Delegacia Eletrônica já é a terceira unidade da PCDF que mais recebe ocorrências de violência contra a mulher. “Importante destacar que os fatos também podem ser comunicados à PCDF, 24 horas por dia, por qualquer pessoa que tenha conhecimento ou tenha presenciado violência contra a mulher, por meio dos canais de denúncia e do telefone 197”, ressalta. Serviço ⇒ A PCDF também disponibiliza canais para denúncias e comunicação de casos de violência contra a mulher. Os registros podem ser feitos pela internet, pelo telefone 197 ou pelos demais canais oficiais da corporação.
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2026
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Evento Troca Campeã reúne colecionadores e apaixonados por futebol no Parque da Cidade
O clima da Copa do Mundo já começou a tomar conta de Brasília. No próximo sábado (6), a Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF) promove a primeira edição do Troca Campeã, evento gratuito voltado a colecionadores de figurinhas e amantes do futebol. A programação será das 8h às 13h, no Estacionamento 10 do Parque da Cidade Sarah Kubitschek, e integra as ações do programa Esporte para Todos, que busca ampliar as oportunidades de lazer, convivência e ocupação dos espaços públicos pela população. Mais do que uma oportunidade para completar o álbum de figurinhas da copa, o Troca Campeã foi idealizado como um espaço de encontro entre famílias, amigos e colecionadores de diferentes gerações. A proposta é estimular a interação social, compartilhar histórias de copas passadas, resgatar memórias afetivas e celebrar a paixão pelo futebol de forma leve e descontraída. A expectativa é receber cerca de 100 colecionadores de todas as idades para trocar os cromos do álbum | Foto: Divulgação/SEL-DF “O Troca Campeã é um evento simples, mas que carrega um significado muito especial. O futebol tem a capacidade de unir gerações, criar memórias e aproximar as pessoas. Queremos que o Parque da Cidade seja esse espaço de convivência, onde famílias, crianças, jovens e adultos possam compartilhar experiências, fortalecer vínculos e viver juntos a expectativa por mais uma Copa do Mundo”, destaca o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira. "Queremos que o Parque da Cidade seja esse espaço de convivência, onde famílias, crianças, jovens e adultos possam compartilhar experiências, fortalecer vínculos e viver juntos a expectativa por mais uma Copa do Mundo” Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer Durante o evento, os participantes poderão trocar figurinhas seguindo regras simples definidas pela organização. As trocas deverão ocorrer, preferencialmente, na proporção de uma figurinha por outra, respeitando as categorias de cada item, como jogadores, escudos, figurinhas especiais e raras. A expectativa é reunir centenas de colecionadores ao longo da manhã, transformando o Parque da Cidade em um grande ponto de encontro para quem busca completar o álbum e celebrar a cultura esportiva. Regras do Troca Campeã: As trocas serão realizadas, preferencialmente, na proporção de uma figurinha por uma figurinha; Cada participante poderá fazer quantas trocas desejar, desde que haja acordo entre as partes; Não serão aceitas figurinhas rasuradas, rasgadas, molhadas, amassadas ou danificadas; As trocas devem respeitar a mesma categoria: jogador por jogador, escudo por escudo, especial por especial e rara por rara; Figurinhas brilhantes, especiais ou legend poderão ser negociadas por mais de uma figurinha comum, desde que haja concordância entre os participantes. Troca Campeã Data: sábado (6) Horário: das 8h às 13h Local: Estacionamento 10 do Parque da Cidade Sarah Kubitschek Entrada gratuita. *Com informações da SEL-DF
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Lago Sul, Jardim Botânico e Riacho Fundo terão fornecimento de energia suspenso nesta segunda (8) para obras
Nesta segunda-feira (8), a Neoenergia fará serviços de modernização na rede elétrica em diversas regiões do Distrito Federal. Para garantir a segurança das equipes que realizam o serviço, será necessária a interrupção de energia. No Lago Sul, o desligamento ocorrerá no Setor de Mansões Dom Bosco, conjuntos 28 e 29. Já no Jardim Botânico, os serviços contemplarão o Condomínio Mansões Mata da Anta. No Riacho Fundo, a interrupção afetará a Fazenda Sucupira, nas chácaras 38, 39 e 40, além da Quadra 27, casas 05A, 11, 20 e 21A. Em ambos os locais, o corte temporário está programado para o período das 10h às 16h. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer a interrupção de energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.
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Com mais de 670 mil atendimentos, Na Hora amplia acesso aos serviços públicos em 2026
O programa Na Hora ultrapassou a marca de 677 mil atendimentos feitos em 2026 nas unidades espalhadas pelo Distrito Federal. Desse total, mais de 644,5 mil atendimentos foram concluídos e outros 33 mil envolveram orientações, triagens e serviços complementares, somando cerca de 701,4 mil registros de atendimento. Os números refletem a procura da população por serviços públicos concentrados em um único espaço. Agência do Na Hora: acesso rápido ao atendimente leva pessoas a lotarem unidades do programa | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “O Na Hora é um serviço essencial que aproxima o cidadão do Estado, garante acesso rápido aos atendimentos e reduz a burocracia no dia a dia da população” Jaime Santana, secretário de Justiça e Cidadania interino Entre os atendimentos mais demandados estão os relacionados à emissão e entrega de documentos de identidade, energia elétrica, abastecimento de água, mobilidade urbana, regularização veicular, previdência e questões trabalhistas. A Neoenergia Brasília lidera o ranking de atendimentos no ano, com 103.116 registros. Na sequência aparecem a entrega de identidade da Polícia Civil (PCDF), com 76.133 atendimentos; o Departamento de Trânsito (Detran-DF), com 66.227; a Secretaria de Economia (Seec-DF), com 63.128; o BRB Mobilidade, com 61.472; e a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), com 57.421 registros. Para o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, o programa tem papel fundamental na aproximação entre o cidadão e os serviços públicos: “O Na Hora é um serviço essencial que aproxima o cidadão do Estado, garante acesso rápido aos atendimentos e reduz a burocracia no dia a dia da população. Mais do que agilizar serviços, é uma ferramenta de cidadania, respeito e eficiência para quem mais precisa”. Praticidade e eficiência Mais recente unidade da rede, o Na Hora Samambaia completou o primeiro mês de funcionamento com aproximadamente 38,3 mil atendimentos feitos e uma média registrada de 1.900 atendimentos por dia. Os serviços mais procurados foram a entrega de identidade da PCDF, com 8,5 mil atendimentos, seguida pela Neoenergia Brasília, com 8,1 mil registros. Em Samambaia, moradores que procuraram o Na Hora elogiaram a praticidade e rapidez do atendimento recebido na agência A unidade reúne serviços de órgãos distritais e federais, como Receita Federal, Ministério do Trabalho e Emprego, Defensoria Pública do DF, Justiça Federal, Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) e outros parceiros, oferecendo atendimento integrado à população de Samambaia e regiões próximas. “É um serviço desenrolado. Agendei, cheguei e fui atendido, sem burocracia. Como moro perto, facilitou bastante resolver esse tipo de situação sem precisar me deslocar tanto” Enilton dos Santos, vigilante Segundo o gerente do Na Hora Samambaia, José Antônio Rocha, a alta procura registrada no primeiro mês demonstra a demanda por serviços públicos na região e resulta em um desafogamento de outras unidades com a ampliação dos serviços. “Para a comunidade de Samambaia está sendo muito bom. Foi feito um treinamento especial com os 87 colaboradores que trabalham na unidade, desde a entrada, passando pelos seguranças e pela recepção, então temos uma agilidade grande e a comunidade está satisfeita”, ressaltou. Elogios ao serviço Quem utiliza os serviços destaca a praticidade de resolver diferentes demandas em um único local. O vigilante Enilton dos Santos, de 46 anos, mora em Samambaia e já foi duas vezes até o Na Hora da região para resolver o que precisava. Na primeira ida, Enilton conseguiu fazer a nova carteira de identidade do filho; na segunda foi para resolver um problema de cobrança indevida. Em ambas, ele elogiou o atendimento: “É um serviço desenrolado. Agendei, cheguei e fui atendido, sem burocracia. Como moro perto, facilitou bastante resolver esse tipo de situação sem precisar me deslocar tanto”. [LEIA_TAMBEM]A aposentada Isabel Silveira, 60, também mora em Samambaia e resolveu o que precisava na unidade - sendo atendida até antes do previsto. “Foi muito ágil, achei maravilhoso ter essa agência tão perto. Agendei para as 14h20 e às 14h já estava sendo atendida. É muito melhor do que precisar se deslocar para o Plano Piloto ou unidades mais longe”, reforçou. Na Hora Empresarial Voltado exclusivamente para empresários e empreendedores, o Na Hora Empresarial reúne órgãos e instituições estratégicas em um único local. Inaugurada em fevereiro deste ano no 3º andar do Venâncio Shopping, no Setor Comercial Sul (SCS), a unidade contabilizou 24.158 atendimentos efetivamente realizados entre 24 de fevereiro e 27 de maio. No período, foram emitidas 25.233 senhas, com média aproximada de 260 atendimentos por dia útil. A Polícia Federal concentrou a maior demanda, com 22.870 atendimentos, seguida pela Neoenergia, Caesb, DF Legal, Detran e Sebrae. A estrutura conta com 23 colaboradores e foi criada para centralizar serviços ligados à regularização e ao funcionamento de empresas, reduzindo deslocamentos e agilizando processos administrativos.
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Programa Acolher Eles e Elas já atendeu mais de 200 órfãos de feminicídio no DF
Criado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em dezembro de 2023, o Programa Acolher Eles e Elas já atendeu 217 crianças e adolescentes órfãos do feminicídio até maio deste ano. Atualmente, 194 cadastros seguem ativos na iniciativa, considerada pioneira no país por oferecer assistência financeira específica para filhos e filhas de mulheres vítimas desse tipo de crime, além de suporte psicossocial e acompanhamento especializado por meio da rede de proteção do GDF. O benefício foi regulamentado pela Lei nº 7.314, de setembro de 2023, e pelo Decreto nº 45.256, de dezembro do mesmo ano. O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a implementar um programa voltado exclusivamente para a assistência financeira de órfãos do feminicídio. Desde a implementação, mais de R$ 6,5 milhões foram investidos na política pública. O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a implementar um programa voltado exclusivamente para a assistência financeira de órfãos do feminicídio | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Segundo a secretária da Mulher interina, Jackeline Aguiar, a iniciativa busca minimizar os impactos causados pelo feminicídio na vida das crianças e adolescentes. “O programa Acolher Eles e Elas é algo que não gostaríamos que existisse. Afinal de contas, não gostaríamos que nenhuma mulher fosse vítima de feminicídio. Mas, sentimos a necessidade de apoiar essas crianças e adolescentes, que também são vítimas da violência e que, muitas vezes, viram a mãe falecer, às vezes morta pelo pai ou por alguém com que tinham uma convivência muito grande”, ressalta. De acordo com a gestora, a concessão individualizada do benefício faz diferença especialmente em casos de famílias numerosas ou quando a guarda das crianças é dividida entre diferentes responsáveis. “O objetivo de termos lutado tanto para que fosse um salário mínimo por órfão é que possamos realmente atender cada uma das crianças que foi vítima desse crime”, destaca. “O Governo do Distrito Federal atua para garantir acolhimento, proteção, dignidade e suporte às famílias que passam por essa situação tão dolorosa.” Ajuda a quem precisa Entre os atendidos, a maior parte está na faixa etária de 7 a 12 anos, com 69 beneficiários. Outros 62 adolescentes têm entre 13 e 17 anos, 38 jovens possuem entre 18 e 21 anos e 25 crianças têm até 6 anos de idade. As saídas do programa ocorreram principalmente por beneficiários terem atingido a idade limite prevista na legislação, de 22 anos, ou por mudança para outros estados. A maioria dos responsáveis legais pelos beneficiários do programa são avós, que representam 67 casos. Em seguida aparecem pais que não são autores dos feminicídios, com 37 registros, além de 30 tias, 12 irmãs ou irmãos, quatro tios, três avôs, uma segunda mãe, um padrinho e uma prima. Há ainda 38 jovens maiores de idade responsáveis por si próprios. A dona de casa Joana Maria da Silva Lopes, 43 anos, passou a cuidar dos dois netos após a filha ser vítima de feminicídio. As crianças, um menino de 3 anos e uma menina de 5, recebem atualmente um salário mínimo cada por meio do programa, além de acompanhamento psicológico. Joana conta que foi orientada pelo Ministério Público a procurar a Secretaria da Mulher para buscar apoio após a perda da filha. Desde então, a avó passou a receber o benefício e atendimento especializado para ajudar no acolhimento dos netos, que ficaram órfãos há cerca de um ano e seis meses. Joana teve a guarda dos dois netos depois de a filha ser vítima de feminicídio: "O apoio do GDF está sendo muito importante. Eu faço acompanhamento com a psicóloga e o suporte financeiro ajuda muito no básico que as crianças precisam" “Eu dei entrada no processo de guarda provisória dos meninos e, depois que consegui a guarda, foi tudo bem rápido. Esse benefício é de grande ajuda nesse momento que estamos passando. Não que eu não possa trabalhar, mas tem os dois meninos pequenos que precisam dos meus cuidados integrais depois de todo o trauma que passamos. Eles presenciaram tudo”, relata. Joana se emociona ao lembrar da filha: “Para mim é muito difícil. A gente não se acostuma, só aprende a lidar com a situação. O apoio do GDF está sendo muito importante. Eu faço acompanhamento com a psicóloga e meu filho também, que agora está com 10 anos. E o suporte financeiro ajuda muito no básico que as crianças precisam, para dar um conforto melhor para elas”, reconhece. Como funciona O acesso ao benefício pode ocorrer em duas situações: para menores de 18 anos ou para jovens em situação de vulnerabilidade social até os 21 anos, conforme previsto no Decreto nº 45.256/2023. Para receber o auxílio, é necessário ter ficado órfão em decorrência de feminicídio, residir comprovadamente no Distrito Federal há pelo menos dois anos e comprovar situação de vulnerabilidade socioeconômica. Além do auxílio financeiro, a iniciativa oferece acompanhamento psicossocial às famílias, com atendimento humanizado e monitoramento contínuo da situação dos beneficiários. A subsecretária de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, Maíra Castro, explica que, assim que o crime é registrado, equipes da pasta buscam os filhos das vítimas ativamente, para garantir que tenham acesso à política pública. “A gente procura o máximo possível fazer com que eles se sintam acolhidos e saibam que podem contar conosco" Maíra Castro, subsecretária de Enfrentamento à Violência contra a Mulher “A gente procura o máximo possível fazer com que eles se sintam acolhidos e saibam que podem contar conosco. Hoje, quem possui a guarda da criança ou adolescente apresenta a documentação necessária e, após o cadastro, o benefício é liberado em cerca de 30 a 40 dias”, afirma a subsecretária. O trabalho também inclui atividades culturais, oportunidades educacionais e ações voltadas à integração familiar. “Quando pensamos em levar algo para eles, não pensamos apenas nos órfãos, mas em toda a família que assumiu esse cuidado. Nosso objetivo é ajudar essas crianças e adolescentes a reconstruírem suas trajetórias com mais dignidade e perspectivas para o futuro”, completa. [LEIA_TAMBEM]As famílias interessadas podem procurar diretamente a Secretaria da Mulher (SMDF) pelo telefone (61) 3181-1471, sem necessidade de advogado. No primeiro atendimento, a equipe orienta sobre a documentação necessária e agenda atendimento individual na sede da pasta, no Anexo do Palácio do Buriti. Após a análise documental e aprovação do cadastro, o cartão-benefício é emitido pelo Banco de Brasília (BRB) e entregue no endereço informado pela família em até 30 dias. O funcionamento do programa envolve diferentes órgãos do GDF. A Secretaria da Mulher é responsável pela análise, aprovação e distribuição dos auxílios financeiros, além da busca ativa das famílias. A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) compartilha informações após o registro das ocorrências de feminicídio, auxiliando na identificação dos possíveis beneficiários. Já a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) faz o acompanhamento psicossocial das famílias e dos órfãos atendidos.
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