Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

Thumbnail

Inscrições do curso para superar medo de dirigir estão abertas

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) está com inscrições abertas para o curso de Iniciação da Superação do Medo de Dirigir. A nova turma será no período vespertino, com aulas das 14h às 17h30, de 6 a 14 de abril e em 27 de abril, na Escola Pública de Trânsito (EPT). “As aulas são teóricas, mas muito eficientes para auxiliar o condutor na superação do medo de dirigir. O índice de alunos que voltaram a dirigir mesmo ainda durante o curso é altíssimo, e praticamente todos que concluíram o curso do meio do ano passado para cá já estão dirigindo os veículos para os quais foram habilitados”, destaca o gerente da EPT, Marcelo Granja. [LEIA_TAMBEM]Destinado a condutores habilitados que pararam de dirigir por algum receio, o curso de Iniciação da Superação do Medo de Dirigir é gratuito e oferece 20 vagas por turma. As inscrições são feitas de forma presencial na EPT. É necessário estar com a Carteira Nacional de Habilitação válida e agendar previamente o atendimento no aplicativo Detran-DF Digital ou no Portal de Serviços. Curso de Iniciação da Superação do Medo de Dirigir Quando: 6 a 14 e 27/4, das 14h às 17h30 Inscrição e aulas: Escola Pública de Trânsito (713/913 Sul, Bloco D — Ed. Detran-DF). *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)

Ler mais...

Inscrições do curso para superar medo de dirigir já estão abertas

Ler mais...

Thumbnail

Programa Museu é o Mundo 2.0 atende 8,8 mil pessoas e amplia acesso à arte no DF

Entre abril de 2025 e março de 2026, o projeto Museu é o Mundo 2.0 atendeu cerca de 8,8 mil pessoas em ações de mediação cultural no Museu Nacional da República, consolidando-se como uma iniciativa de formação de público e ampliação do acesso à arte no Distrito Federal. A ação conta com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), que destinou R$ 287,1 mil por meio do Edital nº 33/2024. Após um ano de atividades, o programa encerra seu ciclo no próximo dia 31. Do total de participantes, 1.732 integraram visitas agendadas, incluindo estudantes de escolas públicas, privadas e instituições diversas. Outros 7.068 visitantes foram atendidos como público espontâneo. Ao longo do período, o programa realizou cerca de 80 mediações em grupo, envolvendo 32 instituições. As atividades do projeto Museu é o Mundo 2.0 contemplaram públicos da educação infantil ao ensino superior | Fotos: Divulgação/Secec-DF O alcance territorial do projeto incluiu diversas regiões administrativas do DF, como São Sebastião, Plano Piloto, Guará, Samambaia, Ceilândia e Vicente Pires, além de visitantes de estados como Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, São Paulo e Espírito Santo. As atividades contemplaram públicos da educação infantil ao ensino superior, com participação de pessoas com deficiência, como Transtorno do Espectro Autista (TEA), deficiência auditiva, intelectual, física e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), reforçando o compromisso do projeto com a acessibilidade e a inclusão. “Projetos como o Museu é o Mundo 2.0 mostram que é possível integrar tecnologia, educação e cultura para levar o museu a mais pessoas, promovendo inclusão e fortalecendo o acesso ao conhecimento em todo o Distrito Federal” Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa Além das ações presenciais, o projeto desenvolveu a iniciativa Museu Vai à Escola, que levou oficinas educativas a cinco unidades de ensino, atendendo diretamente 194 estudantes. No ambiente digital, a plataforma do Museu Educativo registrou 16 mil novos acessos em 12 meses, oferecendo conteúdos interativos, materiais pedagógicos e recursos de acessibilidade, como audiodescrição e ferramentas voltadas a pessoas surdas e com deficiência visual. Com formato híbrido, o Museu é o Mundo 2.0 articula mediação presencial e virtual para aproximar o público do patrimônio material e imaterial, atualizando o papel dos museus como espaços educativos, inclusivos e descentralizados. “Projetos como o Museu é o Mundo 2.0 mostram que é possível integrar tecnologia, educação e cultura para levar o museu a mais pessoas, promovendo inclusão e fortalecendo o acesso ao conhecimento em todo o Distrito Federal”, afirmou o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. *Com informações da Secec-DF  

Ler mais...

Thumbnail

Startup do DF lidera desafio tecnológico internacional e conecta pesquisadores brasileiros à inovação

O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) promoveu, nesta semana, mais uma etapa do programa internacional Leaders in Innovation Fellowships (LIF Global), reunindo jovens pesquisadores brasileiros em torno de um desafio baseado em uma solução tecnológica desenvolvida por uma startup residente do Distrito Federal. Startup brasiliense que representa o Brasil no programa internacional foi indicada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) | Foto: Divulgação/Biotic A escolhida para representar o Brasil na iniciativa foi a Polus, startup brasiliense especializada em soluções inteligentes para gestão e controle de sistemas de refrigeração industrial. A indicação foi do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O programa integra uma rede global que também atua em países como Índia e Colômbia, conectando ciência, empreendedorismo e mercado. Criado pela Royal Academy of Engineering, do Reino Unido, o LIF Global apoia pesquisadores na transformação de inovações tecnológicas em negócios de impacto. Com duração aproximada de sete meses, a iniciativa reúne treinamentos, mentorias e conexões internacionais, com etapas nos países participantes e uma fase final no Reino Unido, onde os projetos são apresentados a investidores e especialistas do ecossistema global. No Brasil, o programa conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), responsável pela seleção dos participantes e pela articulação local. Busca de soluções “Estar no LIF Global posiciona a Polus em um ambiente internacional de inovação, aproximando a empresa de pesquisadores, instituições e oportunidades que podem acelerar o desenvolvimento da nossa solução e sua expansão para outros mercados”, afirma o CEO da Polus, Luiz Filipe Guerra. “Ter acesso à visão de empreendimento e à capacidade de proposição de soluções que a Polus possui foi uma oportunidade única” Rauber Daniel Pereira, da Loreto Pesquisa e Desenvolvimento Selecionados pelo CNPq, os participantes são pesquisadores com atuação empreendedora em diferentes regiões do país. Durante o encontro no Biotic, eles foram desafiados a analisar dados reais da operação da Polus para identificar padrões de ineficiência em sistemas de refrigeração, uma das principais fontes de custo energético da indústria. A dinâmica aproximou ainda mais a pesquisa do mercado e ampliou a aplicabilidade prática das soluções apresentadas. “Ter acesso à visão de empreendimento e à capacidade de proposição de soluções que a Polus possui foi uma oportunidade única”, avalia Rauber Daniel Pereira, da Loreto Pesquisa e Desenvolvimento. “Sabemos que o Brasil tem um enorme potencial de inovação, e testemunhar a excelência técnica e empreendedora da Polus nos confirma que é possível construir excelência nacional. Ter a oportunidade de conhecer a Polus por meio da parceria com o LIF da Royal Academy of Engineering foi um grande privilégio. Somos profundamente gratos por essa oportunidade.” Jovens empreendedores [LEIA_TAMBEM]Antes da etapa prática, os pesquisadores visitaram o Biotic e conheceram o ecossistema de inovação do Distrito Federal. Durante a visita, tiveram contato com startups formadas por jovens empreendedores que já atuam no desenvolvimento de soluções tecnológicas e na geração de negócios, reforçando o ambiente dinâmico e colaborativo do parque. Fundada por ex-alunos da Universidade de Brasília (UnB), a Polus surgiu a partir de uma solução artesanal de medição de energia e consolidou-se como referência nacional no controle inteligente de sistemas de refrigeração industrial. Hoje, a empresa controla e otimiza remotamente, com uso de inteligência artificial, centenas de câmaras frias em 15 estados brasileiros, atuando em todas as regiões do país e promovendo ganhos de eficiência energética, segurança operacional e sustentabilidade. “O Biotic existe para isso: aproximar ciência, mercado e governo e posicionar Brasília como um polo estratégico de inovação”  Gustavo Dias Henrique, presidente do Biotic Além do desafio realizado no Brasil, o programa prevê novas etapas voltadas ao desenvolvimento dos participantes. Os pesquisadores deverão apresentar seus próprios negócios em um evento fechado com representantes da Embaixada Britânica e do CNPq antes de avançarem para a fase internacional, que inclui a possibilidade de participação em uma etapa final no Reino Unido. Oportunidades Voltado principalmente a projetos em estágio inicial, muitos ainda em fase de prova de conceito, o programa busca impulsionar o amadurecimento dessas iniciativas por meio da conexão entre ciência, mercado e oportunidades globais. “Quando conectamos pesquisadores a problemas reais de startups, aceleramos a transformação do conhecimento em soluções de impacto”, pontua o presidente do Biotic, Gustavo Dias Henrique. “O Biotic existe para isso: aproximar ciência, mercado e governo e posicionar Brasília como um polo estratégico de inovação.” A atividade no Brasil marca um novo momento do programa, com maior integração entre os participantes e o ecossistema local. Ao reunir pesquisadores, startups e instituições públicas em torno de desafios concretos, o parque tecnológico firma sua posição como um dos principais polos de inovação do país, mostrando que, a partir de Brasília, soluções brasileiras não apenas nascem, mas também ganham escala e projeção internacional. *Com informações do Parque Tecnológico de Brasília (Biotic)

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador