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Cães resgatados pela Zoonoses esperam por um novo lar

Imagina chegar em casa, após um longo dia de trabalho, e ser recebido por um par de olhos amorosos. Os 13 cães resgatados e abrigados nas baias da Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses do Distrito Federal estão prontos para transformar essa imagem em realidade. São 12 machos e uma fêmea, com idades acima de 2 anos: Antônio, Farofa, Bono, Rubinho, Ginger, Pongo, Calvin, Patrick, Walter, Feliz, Rex, Bruce e Airton. Todos estão vacinados, vermifugados, castrados e possuem microchips de identificação. No local, é possível ter acesso a informações sobre cada pet, como idade, características gerais, histórico e tratamentos. Caso o público queira conhecer os cachorros disponíveis para a adoção, é possível marcar uma visita guiada, durante a qual especialistas podem ajudar a escolher o perfil do pet ideal para cada família | Foto: Matheus Oliveira/Agência Brasília [LEIA_TAMBEM]A gerente da Zoonoses, Andressa Jalyne, explica que, embora a adoção não seja a atividade principal da unidade, o acolhimento de cães e gatos ocorre em situações específicas. “São animais totalmente saudáveis. Cuidamos deles duas vezes ao dia e temos uma equipe de veterinários que acompanham o estado geral deles", assegura.  Para levar o bichinho para a casa, basta comparecer ao local de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. É preciso ter mais de 18 anos, levar documento de identificação válido e com foto e assinar um termo de responsabilidade. Os profissionais estão prontos para realizar uma visita guiada, ajudando a indicar o melhor pet para cada realidade familiar. Zoonoses → Funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h → Endereço: Setor de Habitações Coletivas Noroeste (SHCNW) Trecho 2, Lote 4 (via de acesso ao Hospital da Criança). *Com informações da SES-DF  

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Pacientes da rede pública recebem cadeiras de rodas e de banho

Neste mês, a Secretaria de Saúde (SES-DF), por meio do Núcleo de Produção de Órteses e Próteses (Nupop), entregou 179 cadeiras de banho e de rodas do modelo paraplégico adulto a pacientes cadastrados em lista de espera. Outras entregas ainda vão ocorrer ao longo deste primeiro semestre, totalizando 1.582 cadeiras de rodas e 2.252 cadeiras de banho. O aposentado Cícero Gorgônia comemorou a aquisição: “Estou muito feliz em ter sido chamado. Agora eu vou poder ajudar a limpar a casa, dar uma força à esposa” | Foto: Yuri Freitas/Agência Brasília “Uma cadeira de rodas permite muito mais do que apenas se locomover; ela é um recurso essencial para autonomia, inclusão e qualidade de vida do usuário” Aloma Mendes, chefe do Núcleo de Produção de Órteses e Próteses Também conhecidos como oficinas ortopédicas, o Nupop e o Núcleo de Atendimento Ambulatorial de Órteses e Próteses e Materiais Especiais (Naopme) disponibilizam ainda outros dispositivos de locomoção, como palmilhas e calçados especiais, coletes, bengalas, andadores, cadeiras de rodas motorizadas, próteses de perna e de braço, além de aparelhos respiratórios de pressão contínua em vias aéreas (Cpap) ou de dois níveis de pressão de ar (Bipap). Para solicitar o material, o usuário de saúde precisa comparecer à sede do Naopme, na Estação 114 Sul do Metrô. Para se cadastrar na lista de espera, o cidadão precisa apresentar RG, CPF, cartão nacional do SUS e comprovante de residência atualizados, além de laudo médico ou solicitação de profissional da área da saúde. Não é cobrada qualquer taxa. “Uma cadeira de rodas permite muito mais do que apenas se locomover; ela é um recurso essencial para autonomia, inclusão e qualidade de vida do usuário”, ressalta a fisioterapeuta Aloma Mendes, chefe do Nupop. Retomada da independência [LEIA_TAMBEM]Um dos pacientes que receberam o material foi o aposentado Cícero Pereira Gorgônia, 57 anos. Ele conta que, após precisar amputar a perna direita, há seis anos, sua vida mudou completamente: “Fui caminhoneiro durante 35 anos. Daí veio o diabetes e foram aparecendo as sequelas. Começou com um ferimento no pé, que fui deixando. Eu devia ter dado uma parada, ido a um médico, mas tinha aquela teimosia em não ir”.  Com mobilidade limitada, o aposentado se emociona ao falar da mudança que a nova cadeira representa em sua vida: “Eu tinha uma cadeira emprestada, mas era muito antiguinha. Essa aqui não, ela é ‘maneirinha’, estou muito feliz em ter sido chamado. Agora eu vou poder ajudar a limpar a casa, dar uma força à esposa – ela é a única que trabalha em casa”.   *Com informações da Secretaria de Saúde      

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