Agências do trabalhador abrem a semana com 1.184 vagas de emprego disponíveis
As agências do trabalhador do Distrito Federal abrem a semana, nesta segunda-feira (23), com 1.184 vagas disponíveis para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência. Os salários chegam a R$ 3 mil. O posto com maior remuneração é o de coordenador de eventos, no Park Way. Para concorrer à única vaga, é preciso ter experiência comprovada e ensino médio completo. Outro destaque é o cargo de vendedor interno, que concentra 200 vagas na Asa Sul. Para concorrer, não é necessário ter experiência comprovada, mas é exigido ensino médio incompleto. O salário é de R$ 1.621, além de benefícios, o que torna a função uma das principais portas de entrada para o mercado de trabalho na região. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).
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Engasgos frequentes podem indicar problema de saúde e acendem alerta para condição pouco conhecida
A dificuldade para engolir alimentos e líquidos pode parecer um incômodo passageiro, mas, em alguns casos, está associada a riscos importantes à saúde quando não é identificada e tratada corretamente. Nesta sexta-feira (20), pacientes atendidos no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) receberam orientações sobre a disfagia, condição que muitas vezes passa despercebida, mas pode levar a complicações graves. A ação marcou o Dia Nacional de Atenção à Disfagia e teve como objetivo ampliar a conscientização sobre o tema entre usuários e acompanhantes da unidade. Aproveitando o fluxo de atendimento, as equipes esclareceram dúvidas e orientaram sobre os sinais de alerta. Pacientes do Hospital de Base foram orientados a respeito da disfagia | Fotos: Divulgação/IgesDF Além do atendimento habitual, os profissionais explicaram que a disfagia pode ter diferentes causas. Entre elas, estão fatores mecânicos, como traumas e cirurgias na região da laringe e da cavidade oral, além de causas neurológicas. A condição pode atingir pessoas de todas as idades, embora seja mais frequente em idosos. A fonoaudióloga do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Ana Patrícia Queiroz, destaca que a disfagia também é comum em crianças com paralisia cerebral e síndromes, em pessoas que sofreram acidente vascular cerebral (AVC) e em pacientes em tratamento oncológico. "Quem tiver engasgos com frequência deve procurar uma avaliação médica, já que existe risco de broncoaspiração" Ana Patrícia Queiroz, fonoaudióloga “Quem tiver engasgos com frequência deve procurar uma avaliação médica, já que existe risco de broncoaspiração, que é quando alimentos entram no pulmão. Outro risco são os engasgos noturnos, que costumam ser confundidos com refluxo e acontecem durante a apneia do sono. Geralmente são tosses secas, com sensação de acidez na garganta e de afogamento salivar”, explica. Nos quadros mais graves, a disfagia pode levar a complicações sérias, como obstrução das vias aéreas por engasgos e até pneumonia, causada pela entrada de alimentos nos pulmões. Ainda assim, a condição pode ser controlada com acompanhamento especializado e exercícios de reabilitação conduzidos por fonoaudiólogos. “A reabilitação ajuda a trazer qualidade de vida e tranquilidade para o paciente. Ele pode não voltar a conseguir comer carnes de churrasco, por exemplo, mas poderá se alimentar com consistências mais seguras para a deglutição”, completa a especialista. A doença pode ser controlada com acompanhamento e exercícios conduzidos por fonoaudiólogos Entre os pacientes orientados durante a ação estava a aposentada Eliene Morgado Bembem Alves, de 70 anos. Ela conta que não conhecia a disfagia, apesar de já ter enfrentado episódios frequentes de engasgo. “Nunca tinha ouvido falar disso. Achei muito interessante e vou pesquisar melhor para ver se procuro um profissional”, relata. Quando procurar atendimento [LEIA_TAMBEM]Em caso de suspeita de disfagia, a recomendação é buscar avaliação profissional. No Distrito Federal, o primeiro passo é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Após essa avaliação inicial, se houver indicação, o paciente é inserido no sistema de regulação da Secretaria de Saúde e encaminhado para atendimento especializado, que pode envolver gastroenterologista, otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo. *Com informações do IgesDF
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Mutirão de colonoscopia reforça prevenção ao câncer de intestino
Como parte das ações do Março Azul, campanha de conscientização sobre o câncer de intestino, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), realizou nesta sexta-feira (20) um mutirão de colonoscopias. A iniciativa ampliou o acesso ao exame e beneficiou 30 pacientes regulados pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Para viabilizar a ação, a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed) cedeu equipamentos que contribuíram para ampliar a capacidade assistencial da unidade, possibilitando a realização de todos os exames no mesmo dia. O câncer de intestino costuma evoluir de forma silenciosa, o que pode atrasar o diagnóstico | Foto: Divulgação/IgesDF A colonoscopia permite visualizar o interior do intestino grosso e do reto e é fundamental para identificar alterações e diagnosticar precocemente possíveis doenças. “O objetivo principal é reforçar para a população a importância da prevenção. A recomendação é que homens e mulheres comecem a realizar exames a partir dos 45 anos, mas essa orientação ainda não é amplamente seguida. Muitas pessoas acabam procurando atendimento apenas quando surgem os sintomas”, explica Ariana Costa Cadurin, endoscopista do IgesDF. O câncer de intestino costuma evoluir de forma silenciosa, o que pode atrasar o diagnóstico. Entre os sinais de alerta estão a presença de sangue nas fezes, perda de peso sem causa aparente, dor abdominal e alterações no funcionamento do intestino. "Fatores como sedentarismo, baixo consumo de frutas e verduras, ingestão de alimentos ultraprocessados, consumo excessivo de gordura animal e obesidade aumentam o risco da doença” Ariana Costa Cadurin, endoscopista A médica reforça que a prevenção está diretamente ligada aos hábitos de vida. "Fatores como sedentarismo, baixo consumo de frutas e verduras, ingestão de alimentos ultraprocessados, consumo excessivo de gordura animal e obesidade aumentam o risco da doença”, pontua. Estigma e acesso Apesar de ser um exame essencial para o cuidado com a saúde, a colonoscopia ainda enfrenta resistência por parte da população. Segundo a especialista, fatores como o preparo, a necessidade de acompanhante e o próprio desconhecimento contribuem para o receio, especialmente entre os homens. “É um exame que exige preparo prévio e envolve uma equipe completa, o que pode gerar insegurança. Ainda existe muito preconceito e medo, o que acaba afastando as pessoas de um cuidado que pode salvar vidas”, destaca. [LEIA_TAMBEM]Uma das pacientes atendidas durante o mutirão foi Jenulina Rodrigues Viana, de 62 anos. Ela relata que recebeu todas as orientações antes do exame e elogiou o atendimento da equipe. “Recebi todas as explicações necessárias e fui muito bem atendida. É muito importante ter esse exame disponível pelo SUS, porque nem todo mundo tem condições de pagar. Estou muito feliz de estar aqui”, afirma. *Com informações do IgesDF
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Detran-DF recebe prêmio no 10º Concurso de Melhores Práticas em Ouvidoria
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