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Semana do Sono no DF abre debate sobre impactos de noites maldormidas
Dificuldade para dormir, acordar várias vezes durante a noite ou levantar com a sensação de cansaço. Todos são sinais comuns de insônia, um problema que pode afetar diretamente o bem-estar e a qualidade de vida. Quando o sono não ocorre de forma adequada, o organismo sofre impactos que vão desde irritabilidade e falta de concentração até prejuízos mais amplos à saúde física e mental. No Distrito Federal, o problema tem alcançado um número relevante de pessoas. De acordo com o mais recente perfil epidemiológico sobre o hábito de vida do brasiliense, divulgado neste ano pela Secretaria de Saúde (SES-DF), 31,1% dos adultos relatam sofrer com insônia. O levantamento também mostra que 20% dizem dormir menos de seis horas por noite, o que é considerado uma duração curta de sono. A Semana do Sono 2026 vai até quinta-feira (19), no auditório central do Hran; atividades são gratuitas e abertas à população | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF “É nesse ponto que precisamos chamar a atenção. Muitas vezes, a insônia é causada por nossos hábitos. A exposição excessiva à luz emitida por telas de celulares, televisores e tablets, assim como a iluminação artificial, inibe a produção de melatonina, hormônio que regula o ciclo sono-vigília. Além disso, a ausência de uma rotina adequada de sono contribui para o desenvolvimento da insônia”, explica a pneumologista e médica do sono Géssica Andrade, do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Os dados foram levantados pelo Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, com informações relativas aos anos de 2006 a 2024. Os indicadores relacionados à duração e à qualidade do sono passaram a ser monitorados pelo Vigitel em 2024. No primeiro dia de evento, especialistas falaram sobre a importância do sono para a saúde como um todo e o papel da melatonina no organismo Conscientização Em todo o Brasil, unidades de saúde promovem atividades durante a Semana do Sono 2026, um movimento dedicado à conscientização sobre o tema. A mobilização teve início na última sexta (13) e segue até quinta-feira (19). O objetivo da iniciativa é ajudar a população a reconhecer os sinais de um sono de má qualidade, identificar quando é necessário procurar um especialista e adotar hábitos que favoreçam noites mais reparadoras. [LEIA_TAMBEM]No DF, a abertura ocorreu no auditório central do Hran. As atividades são gratuitas e abertas ao público. Durante as ações, as equipes destacam que a falta de sono de qualidade afeta o dia a dia e pode contribuir para o desenvolvimento de diversas doenças que poderiam ser evitadas com a adoção de hábitos mais saudáveis. “Inicialmente, a privação de sono pode causar sonolência diurna, comprometimento da memória e déficits de atenção. A longo prazo, podem surgir hipertensão, diabetes e distúrbios do humor, como depressão e ansiedade. Todas essas condições estão associadas à má qualidade do sono”, elenca Andrade. Confira aqui a programação dos próximos dias. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Consumo de ultraprocessados no DF diminui, mas índices continuam elevados
A ingestão de alimentos ultraprocessados apresentou uma redução entre os brasilienses. É o que mostra o mais recente boletim sobre estado nutricional e consumo alimentar da população acompanhada pela Atenção Primária à Saúde (APS), com dados referentes a 2024. Ainda assim, o estudo elaborado anualmente pela Secretaria de Saúde (SES-DF) mostra percentuais alarmantes. Os boletins são publicados todos os anos e apresentam o perfil alimentar e nutricional da população do DF. Segundo Gama, os dados servem de elemento para a elaboração de políticas públicas: “É de suma importância conhecer a população para planejar as ações voltadas à promoção da saúde e da alimentação adequada e saudável”, avalia a gerente do Serviço de Nutrição da SES-DF, Carolina Gama. Dados mais positivos que indicam preferência por alimentos saudáveis, como frutas, foram encontrados nas pesquisas entre idosos | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Os adultos diminuíram em 5,3% a ingestão de ultraprocessados em 2024, alcançando 67%. Em 2023, o índice era de 72,36%. O consumo de bebidas adoçadas, como refrigerantes, sucos industrializados ou de fruta com adição de açúcar, também baixou, caindo de 52,58% para 49%. O grupo de gestantes, por sua vez, aumentou o consumo de ultraprocessados em 2024: 55%, pouco mais de 1% do que o registrado em 2023. Alimentação das crianças Entre o público infantil, os números preocupam. Aproximadamente uma em cada três crianças de 6 meses a 2 anos de idade consumiu alimentos ultraprocessados em 2024. Entre os mais velhos (de 2 até 5 anos), esse índice é superior a 78%. Desses, 9,63% já apresentam excesso de peso. A situação se agrava entre crianças de 5 a 10 anos, com 83,56% consumindo ultraprocessados e 25% com excesso de peso, além de ser um grupo que frequentemente faz refeições assistindo televisão, hábito também comum entre os adolescentes. Nesta última faixa etária, 84,78% consomem alimentos do tipo, 27,86% apresentam excesso de peso e apenas 68% realizam regularmente as três refeições principais ao dia. [LEIA_TAMBEM]O melhor cenário geral é demonstrado pelos idosos. Além de menos da metade optar por alimentos ultraprocessados (46,3%), a maioria — mais de 84% — ingere feijão, frutas, legumes e verduras, mantendo o hábito de fazer no mínimo três refeições principais ao dia. Produtos industrializados Os ultraprocessados são produtos industrializados que utilizam aditivos químicos (não naturais) para realçar o sabor e aumentar o prazo de validade. Possuem corantes e conservantes com elevado teor de açúcar, sódio e gorduras saturadas — elementos que, além do excesso de calorias, não fornecem os nutrientes necessários. “Esses ingredientes acabam ‘conquistando’ o paladar, especialmente das crianças”, aponta Carolina Gama. “Uma alimentação baseada nesses produtos é geralmente acompanhada de excesso de peso e desenvolvimento de diversas doenças crônicas, como diabetes e hipertensão.” *Com informações da Secretaria de Saúde
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Distribuidora de energia leva atendimento presencial a diversas regiões do DF nesta semana
A Neoenergia inicia, nesta segunda-feira (16), um novo ciclo de atendimento itinerante nas administrações regionais do Distrito Federal. A ação ocorre até sexta (20) e tem como objetivo ampliar o acesso da população a serviços técnicos e comerciais, com atendimento presencial e sem necessidade de agendamento. Durante o período, os clientes poderão resolver demandas como parcelamento de débitos, troca de titularidade, solicitação de ligação nova, pedidos de reparo por danos elétricos e orientações sobre segurança, consumo consciente e regularização da energia elétrica. A iniciativa reforça a estratégia da distribuidora de estar cada vez mais próxima da comunidade, levando soluções diretamente às regiões administrativas e facilitando a resolução de demandas do dia a dia. A Neoenergia também mantém pontos fixos de atendimento no Paranoá, em Planaltina, São Sebastião, Samambaia e Lago Sul, além de sete unidades do Na Hora | Foto: Divulgação/Neoenergia Além do atendimento itinerante, a Neoenergia promove também o Conexão Rural. Até sexta-feira, das 9h às 17h, a distribuidora estará na Associação de Produtores do Núcleo Rural Lago Oeste, na Chácara 67, realizando cadastro da Tarifa Rural, atualização de carga, negociação de débitos, troca de titularidade e outros serviços. Confira a agenda desta semana: Segunda-feira (16) · 8h às 12h: Seduh · 9h às 17h: Conexão Rural · 14h às 18h: Plano Piloto Terça-feira (17) · 8h às 14h: CLDF · 9h às 17h: Conexão Rural · 14h às 18h: Sudoeste [LEIA_TAMBEM]Quarta-feira (18) · 8h às 12h: Lago Norte · 9h às 17h: Conexão Rural · 14h às 18h: Seduh Quinta-feira (19) · 8h às 12h: SIA · 9h às 17h: Conexão Rural · 14h às 18h: Samambaia Sexta-feira (20) · 8h às 12h: Park Way · 9h às 17h: Conexão Rural · 14h às 18h: Arniqueiras. A Neoenergia também mantém os seguintes pontos fixos de atendimento: Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Samambaia e Lago Sul. Além, destes, são sete unidades do Na Hora, todos com atendimento espontâneo. O cronograma semanal completo pode ser consultado no site da distribuidora. *Com informações da Neoenergia
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