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Duplicação da ligação Guará–Núcleo Bandeirante entra na fase de concretagem da nova ponte

A obra de duplicação da via de ligação entre o Guará e o Núcleo Bandeirante alcançou, nesta sexta-feira (13), mais uma etapa importante do cronograma. As equipes responsáveis pela construção realizaram a concretagem da laje de transição da nova ponte, estrutura essencial para a integração entre a ponte e o restante da pista. Ao todo, foram utilizados quatro caminhões-betoneira para executar o serviço. A laje de transição — também conhecida como faixa de transição — é um elemento estrutural que conecta a ponte à via de acesso. A principal função é garantir uma passagem suave entre a estrutura rígida da ponte e o pavimento da pista, evitando desníveis e impactos causados pela acomodação natural do solo ao longo do tempo. Esse componente é fundamental para aumentar a durabilidade da obra e proporcionar mais segurança e conforto aos motoristas. Nos próximos dias, as equipes darão início aos serviços de terraplanagem e pavimentação | Foto: Divulgação/SODF Com a conclusão dessa fase, a próxima etapa da obra será o encabeçamento da ponte com a via existente. Nos próximos dias, as equipes darão início aos serviços de terraplanagem e pavimentação, preparando o terreno para a conexão definitiva da estrutura com a pista. “Essa é uma obra muito aguardada pela população. A ligação entre o Guará e o Núcleo Bandeirante é um corredor importante de deslocamento diário para milhares de motoristas. Cada etapa concluída nos aproxima da entrega de uma infraestrutura mais moderna, segura e capaz de dar mais fluidez ao trânsito da região”, destacou o secretário de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal, Valter Casimiro. *Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura

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Divas no Digital capacita mulheres em situação de vulnerabilidade como empreendedoras nas redes sociais

No mês dedicado às mulheres, uma iniciativa voltada para inclusão digital e ao empreendedorismo feminino transforma o acesso à tecnologia em ferramenta de autonomia. No Riacho Fundo II, o projeto Divas no Digital, desenvolvido por meio de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Stefano Fumasoli, oferece capacitação gratuita para mulheres em situação de vulnerabilidade social. Cursos reúnem, atualmente, 50 mulheres, que assistem a aulas ministradas nos períodos vespertino e noturno | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Nossa missão é conectar o talento dessas mulheres às oportunidades reais da economia digital” Samara Araújo, subsecretária de Inovação, Capacitação e Inclusão Digital  Atualmente, 50 mulheres entre 14 e 60 anos participam das aulas, divididas em duas turmas: uma no período vespertino, das 14h às 18h, e outra no noturno, das 19h às 21h. Durante o curso, as participantes têm acesso a conteúdos de marketing digital, gestão de redes sociais e inteligência artificial, com foco na aplicação prática para impulsionar pequenos negócios e iniciativas empreendedoras. Capacitação Para a subsecretária de Inovação, Capacitação e Inclusão Digital da Secti-DF, Samara Araújo, iniciativas como essa contribuem para ampliar a participação feminina na economia digital e fortalecer o empreendedorismo local.  “Nossa missão é conectar o talento dessas mulheres às oportunidades reais da economia digital”, afirma. “Ao oferecer formação gratuita em marketing, branding e gestão de redes sociais, estamos injetando mão de obra qualificada no mercado e fomentando o empreendedorismo feminino local. Com 240 vagas totais, o projeto fortalece o ecossistema de inovação do DF, garantindo que o desenvolvimento econômico da nossa região seja inclusivo e chegue a quem mais precisa.” Janaína Braga, presidente do Instituto Fumasoli, mantém o foco nas condições das mulheres atendidas: “No projeto de marketing digital, vemos a importância de utilizar as redes sociais, porque a maioria das alunas tem dificuldade de sair para trabalhar fora de casa” Há 16 anos, o projeto desenvolve capacitação profissional e apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade social. Segundo a presidente do Instituto Fumasoli, Janaína Bezerra Amaral Braga, a proposta é oferecer ferramentas que permitam às mulheres ampliar a renda e conquistar maior autonomia financeira, principalmente no caso daquelas que já empreendem ou têm dificuldade de trabalhar fora de casa. Ela afirma que, desde a criação do projeto, mais de 20 mil pessoas já passaram pelas atividades promovidas pela instituição. “Nós capacitamos mulheres que sofrem violência doméstica com vulnerabilidade social”, aponta. “No projeto de marketing digital, por exemplo, vemos a importância de utilizar as redes sociais, porque a maioria das alunas tem dificuldade de sair para trabalhar fora de casa. E são vendedoras, empreendedoras individuais, então é uma maneira de elas conseguirem ter um alcance maior para vender o seu produto.” Crescimento profissional A cantora de forró Cília Rezende procurou o curso para aprimorar as formas de divulgar seu trabalho: “Agora eu posto um vídeo e as pessoas já estão me procurando com mais facilidade” Nas aulas, as participantes aprendem desde conceitos básicos até estratégias para divulgar produtos e serviços na internet. O curso inclui orientações sobre público-alvo, criação de conteúdo, produção de vídeos e edição para redes sociais. [LEIA_TAMBEM]A professora Jully Teixeira explica que muitas alunas chegam com ideias de negócios, mas sem saber como utilizar as plataformas digitais para divulgar o trabalho. “Aqui temos muitas mulheres empreendedoras que não têm conta no Instagram, não sabem fazer uma vitrine do negócio online. Então, nas aulas a gente ensina um pouco sobre encontrar o público-alvo, montar roteiro de vídeo, o que postar e o que não postar”, explica. “A gente montou o Instagram das meninas e agora estamos aprendendo a editar os vídeos que elas mesmas filmaram”. De acordo com a professora, ao longo das aulas também é possível perceber mudanças na confiança e na motivação das participantes, que passam a enxergar novas possibilidades de crescimento para seus empreendimentos: “Elas chegam bem perdidas, mas com o passar do tempo já começaram a ficar mais animadas, ter ideias de conteúdos e tudo, porque a gente vai trabalhando a criatividade também. Elas vão começando a confiar mais no negócio próprio delas”. Entre essas alunas está a aposentada Cília Rezende, de 65 anos. Cantora de forró, ela buscou o curso para aprender a divulgar melhor o próprio trabalho nas redes sociais. “Eu tenho Instagram, mas não sou muito boa em tecnologia”, afirma. “Quando surgiu o curso, foi minha oportunidade”, comemora. “Já é a segunda semana de aula e eu já estou sabendo puxar no vídeo, editar e jogar nas redes sociais. Agora eu posto um vídeo e as pessoas já estão me procurando com mais facilidade.” A autoestima, complementa ela, também aumentou com o curso, com um ambiente feminino e acolhedor.  

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Brasília encerra reunião internacional sobre patrimônio cultural e formaliza carta de cooperação entre capitais ibero-americanas

Foi encerrada, nesta sexta-feira (13), em Brasília, a segunda reunião do Comitê Setorial de Patrimônio Cultural da União de Cidades Capitais Ibero-Americanas (UCCI). Ao final dos trabalhos, representantes das cidades participantes assinaram a Carta de Brasília sobre Patrimônio Histórico Cultural, documento que estabelece compromissos de cooperação para fortalecer políticas de preservação e gestão sustentável do patrimônio. A cerimônia de encerramento ocorreu no auditório da Biblioteca Nacional Leonel Brizola. Após a solenidade, os delegados participaram de visitas técnicas a monumentos da área central da capital, incluindo a Praça dos Três Poderes, a Casa de Chá e a Catedral Metropolitana. A programação também incluiu um coquetel no Espaço Niemeyer antes do retorno das delegações aos seus países. A segunda reunião do UCCI foi finalizada com a assinatura da Carta de Brasília sobre Patrimônio Histórico Cultural | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Durante três dias, representantes de capitais ibero-americanas debateram estratégias de proteção do patrimônio material e imaterial, o intercâmbio de experiências em políticas culturais e os desafios de conciliar crescimento urbano e preservação histórica. Secretário de Relações Internacionais do Distrito Federal, Paco Britto afirmou que sediar o encontro e receber o reconhecimento internacional reforça o papel de Brasília no debate sobre preservação cultural. “Foi um reconhecimento das capitais ibero-americanas ao trabalho de preservação e conservação de Brasília. Esse prêmio representa o cuidado com os monumentos e com a cultura da cidade. Preservar o patrimônio cultural vai além da proteção de edifícios históricos. Significa preservar memória, identidade e diversidade, ao mesmo tempo em que buscamos caminhos para conciliar preservação e desenvolvimento”, explicou. Delegados do comitê participaram de visitas técnicas a monumentos como Praça dos Três Poderes, Casa de Chá e Catedral Metropolitana A diretora-geral da UCCI, Luciana Binaghi Getar, destacou que o reconhecimento concedido à capital brasileira foi aprovado por consenso entre as cidades integrantes da rede. “Brasília é uma cidade viva e moderna. Mesmo com mais de 60 anos de construção, seus edifícios preservam um modernismo que continua impressionando. Para muitos urbanistas, é uma cidade modelo”, defendeu. Segundo ela, a diversidade entre as cidades participantes fortalece o intercâmbio de experiências em torno da preservação cultural. “As cidades da UCCI são muito diferentes entre si, mas compartilham o compromisso de valorizar o patrimônio cultural. Essa diversidade enriquece o diálogo e a cooperação entre nós”, disse. O encontro também marcou a entrega a Brasília do título de Capital Ibero-Americana de Patrimônio Cultural, anunciado na abertura do evento. Reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco desde 1987, Brasília abriga um dos principais conjuntos urbanísticos modernistas do mundo, concebido por Lúcio Costa e com obras de Oscar Niemeyer. Representantes de capitais ibero-americanas discutiram preservação do patrimônio e desafios do crescimento urbano ao longo de três dias de evento Carta de Brasília A Carta de Brasília sobre Patrimônio Histórico Cultural reúne as conclusões do encontro e estabelece diretrizes para ampliar a cooperação entre as cidades da rede na preservação do patrimônio cultural. O documento reforça a importância do intercâmbio de políticas públicas, da inovação na gestão cultural e da adoção de estratégias que permitam conciliar preservação histórica, desenvolvimento urbano e qualidade de vida nas cidades. [LEIA_TAMBEM]Cooperação entre cidades Fundada em Madri, em 1982, a União de Cidades Capitais Ibero-Americanas reúne 29 cidades de 24 países e representa mais de 76 milhões de habitantes. A entidade atua como plataforma de cooperação entre governos locais, promovendo intercâmbio de experiências, capacitação institucional e iniciativas voltadas ao desenvolvimento urbano sustentável e à valorização do patrimônio cultural.

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GDF amplia Área de Segurança Especial de Brasília e inclui setores hoteleiros no perímetro estratégico

Uma das regiões com maior circulação de turistas e visitantes em Brasília passará a integrar a Área de Segurança Especial (ASE) da capital. A ampliação, que inclui os setores Hoteleiro Sul (SHS) e Norte (SHN), foi oficializada nesta sexta-feira (13) após a assinatura de portaria pelo governador Ibaneis Rocha. Segundo o chefe do Executivo, a ideia é que a iniciativa se torne uma medida permanente no DF. “São inúmeras pessoas que estão se mudando de cidades mais inseguras, onde o crime organizado já tomou conta, para vir para a nossa capital. Por isso, tive a ideia de transformar isso num projeto de lei. Porque, se alguém chegar depois e quiser desfazer, vai ter de encaminhar uma proposta para a Câmara Legislativa e ter de enfrentar um debate com a sociedade para mostrar os motivos de estar afastando aquela política pública. Isso se chama segurança jurídica”, defendeu Ibaneis Rocha. O governador Ibaneis Rocha ressaltou que várias pessoas estão deixando cidades mais violentas e vindo para Brasília em busca de segurança | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Com a ampliação da Área de Segurança Especial de Brasília, essas regiões passam a integrar a área considerada estratégica para o planejamento e atuação das forças de segurança do DF. Na prática, manifestações e reuniões públicas feitas dentro deste perímetro deverão ser comunicadas previamente à Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), com antecedência mínima de cinco dias úteis. Segundo o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, o documento será fundamental na prevenção de crimes na região central. “Essa portaria é mais uma medida que faz com que a segurança pública seja proativa. É uma tentativa de enxergar o problema antes que aconteça. Então, essa política de hoje foi criada ouvindo a comunidade e os setores envolvidos de uma capital importante como a nossa. Essa é mais uma construção proativa dentro desse princípio da integralidade na qual a sociedade civil participa das decisões da segurança pública, e eu tenho certeza de que o resultado será muito positivo”, defendeu.   A medida atende a uma demanda apresentada pelo setor hoteleiro do Distrito Federal e foi analisada por um grupo de trabalho criado no âmbito da SSP-DF. O estudo considerou fatores como segurança pública, mobilidade urbana e a grande circulação de pessoas na região central da capital. Henrique Severien: "Colocarmos essa região no mesmo patamar da Praça dos Três Poderes e da Esplanada dos Ministérios no que tange às questões voltadas à segurança não significa que seja uma região insegura" Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Distrito Federal (ABIH-DF), Henrique Severien, a portaria reconhece o papel importante do setor hoteleiro no desenvolvimento da cidade: “Colocarmos essa região no mesmo patamar da Praça dos Três Poderes e da Esplanada dos Ministérios no que tange às questões voltadas à segurança não significa que seja uma região insegura. Pelo contrário, temos a capital mais segura do país, mas significa que vamos deixar um legado pela frente, para que as pessoas entendam da importância do setor hoteleiro e como ele é estratégico para a nossa cidade”. A ÁSE abrange locais estratégicos de Brasília, como a Esplanada dos Ministérios, o Eixo Monumental, a Plataforma Rodoviária, a Praça dos Três Poderes, a Praça do Buriti, os setores culturais Norte e Sul, a Esplanada da Torre e o Setor do Palácio Presidencial A Área de Segurança Especial abrange locais estratégicos de Brasília, como a Esplanada dos Ministérios, o Eixo Monumental, a Plataforma Rodoviária, a Praça dos Três Poderes, a Praça do Buriti, os setores culturais Norte e Sul, a Esplanada da Torre e o Setor do Palácio Presidencial, onde ficam os palácios da Alvorada e do Jaburu. Parte dessas áreas também integra o Conjunto Urbanístico de Brasília, tombado pelos governos distrital e federal e reconhecido como Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). [LEIA_TAMBEM]Comitê técnico A portaria assinada também institui o Comitê Técnico de Aprimoramento das Normas e Protocolos Relacionados às Manifestações Públicas (Ctamp), que terá caráter consultivo e propositivo para aperfeiçoar as regras e procedimentos relacionados à atuação integrada dos órgãos de segurança em eventos e manifestações. O colegiado será coordenado pela Secretaria de Segurança Pública e contará com representantes da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) e Casa Militar do Distrito Federal.  

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