Wi-Fi Social atinge marca histórica de 200 pontos e reforça inclusão digital no DF
Na terça-feira (17), o Governo do Distrito Federal (GDF) celebra a inauguração do 200º ponto do programa Wi-Fi Social, uma iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) que garante acesso gratuito à internet em espaços públicos. A nova unidade será instalada no Restaurante Comunitário do Sol Nascente, em Ceilândia Norte, ampliando o alcance de uma política pública estratégica voltada à inclusão digital e ao desenvolvimento social. Lançado em 2019, o programa já está presente em 24 regiões administrativas e ultrapassa a marca de 150 milhões de acessos registrados. A expansão consolida a conectividade gratuita como ferramenta essencial para acesso a serviços públicos, educação, oportunidades de trabalho e comunicação, especialmente em áreas de grande circulação e maior vulnerabilidade social. Lançado em 2019, o programa já está presente em 24 regiões administrativas e ultrapassa a marca de 150 milhões de acessos registrados | Foto: Divulgação/Secti-DF Segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, a iniciativa representa um avanço concreto na democratização do acesso digital. “O Wi-Fi Social transforma a realidade de milhares de pessoas ao garantir conexão gratuita onde ela é mais necessária. A internet hoje é um direito essencial, pois permite estudar, trabalhar, acessar serviços públicos e participar plenamente da vida em sociedade. Chegar ao ponto 200 mostra que estamos construindo um Distrito Federal mais conectado, justo e cheio de oportunidades”, afirma. O evento também conta com a participação da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), que participa com a ampliação da oferta de refeições no restaurante comunitário, com a previsão de servir cerca de 3.200 refeições entre 11h e 14h, reforçando o caráter social da ação conjunta entre órgãos do governo. Para a Secti-DF, o marco dos 200 pontos ativos evidencia a eficiência do modelo adotado, baseado em parceria público-privada sem custos diretos ao poder público. Além de promover cidadania digital, o Wi-Fi gratuito estimula a permanência das pessoas em espaços comunitários, fortalece o comércio local e contribui para reduzir desigualdades tecnológicas entre as regiões do DF. A cerimônia representa não apenas a entrega de infraestrutura, mas a consolidação de uma política pública de alto impacto social, alinhada às demandas de uma sociedade cada vez mais conectada. Com novas expansões previstas, o Wi-Fi Social segue como um dos principais pilares da transformação digital do Distrito Federal. Serviço Wi-Fi Social - Marco 200 Data: Terça-feira (17) Local: Restaurante Comunitário do Sol Nascente - QNR 01 Área Especial nº 02 - Ceilândia Norte Horário: 11h *Com informações da Secti-DF
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Samambaia ganha unidade do Na Hora e amplia acesso a serviços no DF
A população de Samambaia passará a contar com uma unidade do Na Hora, com inauguração marcada para o dia 24 de março, às 11h. O novo espaço amplia o acesso da população aos serviços públicos no Distrito Federal e reforça a rede de atendimento integrado do programa. A unidade funcionará no Samambaia Shopping (QN 122, Conjunto 15). Coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), o Na Hora ultrapassou a marca de 2,4 milhões de atendimentos em 2025 e mantém 99,93% de satisfação entre os usuários. Com a nova unidade, Samambaia passa a integrar a rede permanente do serviço no DF. Segundo a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, a chegada do serviço representa um avanço para a região. “Samambaia é uma das cidades mais populosas do DF e merecia essa estrutura, que reúne vários serviços em um único espaço e facilita a vida do cidadão”, afirmou. Com a inauguração do Na Hora Samambaia, o programa passa a contar com dez unidades fixas no Distrito Federal, localizadas em Sobradinho, Rodoviária do Plano Piloto, Perícia Médica (Setor Comercial Sul), Taguatinga, Riacho Fundo, Ceilândia, Brazlândia, Gama e a unidade Na Hora Empresarial, no Venâncio Shopping. O Na Hora encerrou 2025 com resultados expressivos, reafirmando seu papel como uma das principais portas de acesso da população aos serviços públicos no Distrito Federal. Entre 1º de janeiro e 31 de dezembro, foram realizados 2.487.162 atendimentos. Coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), o Na Hora ultrapassou a marca de 2,4 milhões de atendimentos em 2025 e mantém 99,93% de satisfação entre os usuários | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Desse total, 2.445.896 atendimentos ocorreram nas unidades fixas do programa, que registraram tempo médio de espera de apenas 8 minutos e 18 segundos, um dos menores já registrados. Outros 11.622 atendimentos foram realizados por meio da unidade Na Hora Mais Perto do Cidadão (Na Hora Móvel) e de ações itinerantes, enquanto a Central 156 contabilizou 27.507 ligações ao longo do ano. Na Hora para empreendedores Inaugurado no início deste ano, o Na Hora Empresarial amplia a rede de atendimento ao oferecer serviços especializados para empreendedores do Distrito Federal. A unidade funciona no terceiro andar do Venâncio Shopping, no Setor Comercial Sul, e tem registrado média de cerca de 500 atendimentos por dia, voltados a demandas como abertura, regularização e orientações para empresas. Na Hora itinerante amplia alcance dos serviços Além das unidades fixas, o programa também conta com modalidades itinerantes que levam serviços públicos a diferentes regiões administrativas do Distrito Federal. Na Sua Hora Projeto de atendimento noturno criado para facilitar a vida de quem trabalha durante o dia. A estrutura itinerante leva diversos serviços públicos a regiões que não possuem unidades fixas do programa. Na Hora Mais Perto do Cidadão Também conhecido como Na Hora Móvel, realiza atendimentos diurnos em diferentes regiões administrativas do DF, aproximando os serviços públicos da população e ampliando o acesso da comunidade às políticas de cidadania. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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Câncer de intestino já é o terceiro mais comum no DF
Cláudio tinha 59 anos quando começou a sentir fortes dores abdominais. Ao procurar atendimento médico, precisou passar por uma cirurgia de emergência. Após a retirada de um tumor e a realização de biópsia, veio o diagnóstico: câncer de intestino. Durante sete meses, ele fez quimioterapia no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). “Foi um grande susto; é o tipo de coisa que você pensa que nunca vai acontecer com você”, lembra. Cláudio, diagnosticado com câncer colorretal, fez o tratamento completo e hoje segue aproveitando a vida em viagens pelo mundo: “Nunca enxerguei aquilo como o fim da linha, mas como um obstáculo. Sempre tive fé em que seria algo passageiro” | Foto: Acervo pessoal O câncer colorretal, conhecido como câncer de intestino, afeta o intestino grosso (cólon) ou o reto e é o terceiro tipo de câncer mais frequente no DF, atrás apenas dos tumores de mama e de próstata, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). No Hospital de Base, referência em atendimento oncológico na rede pública do DF, são prestados anualmente cerca de mil atendimentos relacionados à doença. Apesar da incidência elevada, muitos diagnósticos ainda ocorrem em fases avançadas, já que o tumor costuma se desenvolver de forma silenciosa e pode permanecer por anos sem provocar sintomas perceptíveis. Prevenção e diagnóstico precoce Durante todo este mês, a campanha Março Azul-Marinho busca ampliar a conscientização da população sobre a prevenção e a detecção precoce do câncer colorretal. Dados do Inca indicam que o Distrito Federal registra uma taxa de incidência de 19,42 casos para cada 100 mil habitantes, a sexta maior do país. “Quando aparecem sintomas como sangramento nas fezes, mudança do hábito intestinal, perda de peso ou anemia, muitas vezes o tumor já está em estágio mais avançado” Ana Rosa Melo, proctologista do Hospital de Base A proctologista Ana Rosa Melo, da equipe do Hospital de Base, explica que o tumor geralmente se desenvolve a partir de pólipos, pequenas lesões benignas que surgem na parede do intestino e podem evoluir lentamente. Como o intestino é um órgão oco, essas alterações podem crescer durante anos sem provocar sinais claros. “O câncer colorretal costuma crescer de forma gradual”, explica a médica. “Quando aparecem sintomas como sangramento nas fezes, mudança do hábito intestinal, perda de peso ou anemia, muitas vezes o tumor já está em estágio mais avançado.” Entre os principais fatores associados ao desenvolvimento do câncer estão o consumo frequente de alimentos ultraprocessados, ingestão de álcool, obesidade, sedentarismo e tabagismo. A adoção de hábitos saudáveis e o acompanhamento médico ajudam a reduzir riscos. A recomendação é começar os exames de prevenção a partir dos 45 anos. A frequência deve ser definida pelo médico, de acordo com o histórico e os fatores de risco de cada paciente. Vida pós-tratamento Cláudio encarou o processo como uma etapa necessária para recuperar a saúde: “Nunca enxerguei aquilo como o fim da linha, mas como um obstáculo. Se fosse preciso fazer quimioterapia, eu faria e ficaria bem. Sempre tive fé de que seria algo passageiro”. Ele relata que a jornada foi longa e cansativa, marcada por efeitos colaterais como perda de cabelos, enjoos, dormência nas mãos e redução de peso. Ao longo desse período, perdeu 24 quilos. O apoio da equipe de saúde fez diferença durante todo o processo. “As enfermeiras sempre estavam sorrindo e nos motivando; não sei como conseguem manter tanta energia”, conta. [LEIA_TAMBEM]Desde o fim da quimioterapia, em 2013, Cláudio decidiu aproveitar mais a vida. Realizou o sonho de dar a volta ao mundo e já visitou mais de 85 países. Hoje, aos 74 anos, continua viajando e descobrindo novos destinos. Neste mês, ele segue na estrada rumo ao Chile, em uma viagem de motorhome pela América do Sul. Apesar das dificuldades relacionadas ao diagnóstico tardio, o câncer colorretal apresenta boas chances de cura quando tratado adequadamente — como no caso de Cláudio. “Com o tratamento correto, que pode incluir cirurgia e quimioterapia, as chances de recuperação são bastante elevadas”, enfatiza Ana Rosa Melo Atendimento na rede pública Em caso de sintomas suspeitos, a orientação é procurar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). O paciente passa por avaliação na Atenção Primária, onde podem ser solicitados exames iniciais e encaminhamento para acompanhamento especializado. O acesso aos serviços de maior complexidade ocorre por meio da regulação da rede pública de saúde. Após a avaliação inicial na Atenção Primária, o paciente pode ser encaminhado a unidades de referência, como o Hospital de Base, conforme a necessidade clínica identificada pela equipe de saúde. *Com informações do IgesDF
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SEI_GDF - 113235842 - Ratificação de Inexigibilidade de Licitação
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