Novo lote do Cartão Material Escolar beneficia mais de 6 mil alunos
A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) realizou nesta quarta-feira (11) o pagamento de mais um lote do Cartão Material Escolar (CME). Nesta etapa, 6.033 estudantes que já eram da rede pública de ensino e se tornaram beneficiários do CME neste ano passam a ser contemplados, ampliando o alcance da iniciativa que tem previsão de beneficiar 172 mil alunos da rede pública em 2026. A retirada do cartão, já carregado com os créditos, está disponível a partir de quarta-feira (11). A consulta do local da retirada deve ser feita pelo aplicativo ou site do GDF Social. Já a entrega do cartão para estudantes que entraram na rede em 2026 será divulgada em breve. O crédito disponibilizado às famílias deve ser utilizado até o final do primeiro trimestre, exclusivamente para a compra de materiais escolares em estabelecimentos credenciados. Ao todo, o investimento estimado no programa neste ano é de R$ 52 milhões. Instituído pela Lei nº 6.273/2019, o Cartão Material Escolar atende estudantes de 4 a 17 anos, regularmente matriculados e frequentes na rede pública de ensino do Distrito Federal, cujas famílias sejam beneficiárias do Programa Bolsa Família. Novos beneficiários do Cartão Material Escolar receberam os créditos nesta quarta (11/3)| Foto: André Amendoeira/SEEDF O valor do auxílio varia conforme a etapa de ensino. Estudantes da educação infantil, ensino fundamental e educação especial recebem R$ 320, enquanto alunos do ensino médio contam com R$ 240 para aquisição de itens escolares. O benefício é concedido uma vez por ano por família, mesmo quando há mais de um estudante matriculado. A iniciativa busca garantir que crianças e adolescentes tenham acesso aos materiais necessários para o aprendizado, ao mesmo tempo em que reduz o impacto das despesas no orçamento familiar. Criado em 2019, o programa substituiu o antigo modelo de entrega de kits padronizados e passou a oferecer maior autonomia às famílias, que podem escolher os itens diretamente nas papelarias credenciadas. Desde a implantação, o número de estudantes atendidos tem crescido gradualmente. No primeiro ano, foram 64.652 beneficiados. Em 2020, o atendimento alcançou 101.223 alunos; em 2021, 96.405; em 2022, 117.161; em 2023, 142.822; e em 2024, 175.623 estudantes. No ano passado, o programa contemplou 167.042 alunos. Até 2026, o investimento acumulado no Cartão Material Escolar já soma cerca de R$ 320 milhões. A SEEDF também orienta que responsáveis por estudantes com deficiência ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) procurem a unidade escolar antes de realizar as compras. Nesses casos, a escola fornece uma lista específica de materiais, adequada às necessidades de cada estudante, conforme determina a Portaria Conjunta nº 10, de 13 de novembro de 2019. Veja a lista de materiais de cada etapa e as papelarias credenciadas *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
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No Dia Mundial do Rim, Hospital de Base realiza manhã de conscientização
Quem passou pelo ambulatório do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) na manhã desta quinta-feira (12) encontrou um cenário diferente do habitual. Em alusão ao Dia Mundial do Rim, a equipe de nefrologia da unidade promoveu uma ação de conscientização voltada a pacientes e acompanhantes sobre a importância de cuidar da saúde dos rins. Durante a atividade, os participantes receberam orientações sobre doenças renais crônicas e os principais tipos de terapia renal substitutiva, como hemodiálise, diálise peritoneal e transplante renal. Também puderam aferir a pressão arterial e realizar o teste de glicemia, exames simples que ajudam a identificar fatores de risco para a doença. Nesta quinta (12), pacientes e acompanhantes do HBDF receberam orientações sobre doenças renais crônicas e os principais tipos de terapia renal substitutiva | Fotos: Divulgação/IgesDF A iniciativa contou ainda com música e distribuição de frutas e água mineral, criando um espaço de acolhimento enquanto as equipes conversavam com o público sobre hábitos de prevenção e acompanhamento da saúde. De acordo com o chefe do serviço de Nefrologia do hospital, Thiago Hayashida, pressão alta e diabetes estão entre as principais causas de doença renal crônica no mundo. “Quando não controladas ao longo do tempo, essas condições podem provocar lesões progressivas nos rins e levar à perda da função renal”, explica. O especialista alerta que a doença costuma evoluir de forma silenciosa, o que torna o acompanhamento médico fundamental. “Muitas vezes o paciente não apresenta sintomas nas fases iniciais. Por isso é importante medir regularmente a pressão arterial, acompanhar a glicemia e realizar exames simples de sangue, como a creatinina, além da análise de urina”, orienta. Entre os participantes da ação estava Pasmende Sousa Silva, de 43 anos. Ele descobriu a doença renal após sentir fortes dores durante o trabalho e, após 11 meses de hemodiálise, realizou um transplante de rim em 2011. “Meus rins foram piorando aos poucos. Se eu tivesse feito esses exames antes, talvez tivesse conseguido buscar tratamento mais cedo”, relata. O evento também contou com aferição de pressão arterial e teste de glicemia, exames que ajudam a identificar fatores de risco para a doença Doença renal crônica Cerca de 8,4% da população brasileira — o equivalente a aproximadamente 18 milhões de pessoas — convivem com algum estágio de doença renal crônica, segundo a Sociedade Internacional de Nefrologia. Nos estágios mais avançados, quando os rins deixam de realizar adequadamente a filtração do sangue, o paciente pode precisar iniciar tratamento por diálise ou ser indicado para transplante renal. [LEIA_TAMBEM]Dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) indicam que mais de 173 mil brasileiros precisaram de algum tipo de diálise em 2025, e o número estimado de mortes desses pacientes ultrapassa 30 mil. Entre os principais fatores de risco para a doença estão o descontrole da pressão arterial, diabetes, obesidade, tabagismo, doenças cardiovasculares, uso indiscriminado de medicamentos — especialmente anti-inflamatórios —, além de histórico familiar de doença renal. A recomendação dos especialistas é manter acompanhamento regular com médico assistente ou procurar uma unidade básica de saúde (UBS) para realizar exames periódicos, como aferição da pressão arterial, teste de glicemia e avaliação da creatinina, indicador importante da função dos rins. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Programa Jovem Senador 2026 abre inscrições para estudantes do DF
A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) convida gestores, professores e estudantes do ensino médio da rede pública a participar da edição 2026 do Programa Jovem Senador. A iniciativa, idealizada pelo Senado Federal, incentiva o protagonismo juvenil e desperta o interesse dos jovens pela política e pela democracia. As escolas públicas do DF já podem inscrever seus alunos no programa, que neste ano propõe como tema de redação “Democracia nas redes sociais: como construir um debate saudável”. Os textos devem ser produzidos nas escolas e encaminhados às coordenações regionais de ensino (CREs) até 17 de abril. O regulamento, o guia da redação e a ficha de inscrição estão disponíveis no site oficial do programa. O Jovem Senador vem para aproximar os estudantes do funcionamento do Poder Legislativo, estimular o pensamento crítico e fortalecer a participação social dos estudantes do ensino médio. A participação acontece por meio de um processo pedagógico que culmina na produção de uma redação autoral. A proposta convida os estudantes a refletirem sobre o papel das redes sociais, da informação e do diálogo responsável na vida democrática. Ao longo das etapas do programa: escolar, regional, distrital e nacional, os alunos concorrem com textos desenvolvidos com orientação de professores da própria escola. Ao final do processo, um jovem será selecionado para representar o DF na Semana de Vivência Legislativa, quando terá a oportunidade de conhecer, na prática, a rotina parlamentar como jovem senador ou jovem senadora. A atividade está prevista para ocorrer entre 17 e 21 de agosto de 2026. Etapas nas escolas Para participar, cada unidade escolar deve organizar um processo pedagógico interno, formar uma comissão julgadora e selecionar a redação que representará a escola na etapa seguinte. Estudante selecionado vai representar o DF na Semana de Vivência Legislativa, no Senado Federal | Foto: Jotta Casttro/SEEDF A orientação dos estudantes pode ser realizada por professores de qualquer componente curricular. A proposta incentiva uma abordagem interdisciplinar, com debates em sala de aula sobre temas como cidadania digital, direitos e deveres, democracia, desinformação e discurso de ódio. Após as etapas regional e distrital, as três melhores redações do Distrito Federal seguirão para a etapa nacional, coordenada pelo Senado Federal. O anúncio do estudante vencedor pela escola deverá ocorrer até 26 de junho. Formação cidadã O Jovem Senador é uma experiência formativa que incentiva o pensamento crítico, o diálogo respeitoso e a consciência democrática, além de promover o protagonismo estudantil e valorizar o papel do professor como mediador do processo educativo. As informações completas, regulamento, guia da redação e ficha de inscrição estão disponíveis no site oficial do programa Jovem Senador. Programa Jovem Senador 2026 Quem pode participar: estudantes do ensino médio da rede pública do Distrito Federal Tema da redação: Democracia nas redes sociais: como construir um debate saudável Envio da redação pelas escolas às CREs: até 17 de abril de 2026 Divulgação do estudante vencedor pela escola: até 26 de junho de 2026 Semana de Vivência Legislativa: de 17 a 21 de agosto de 2026, em Brasília Contato para dúvidas (SEEDF): gcpem.subeb@se.df.gov.br *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
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Reserva Biológica do Guará e Parque Ecológico Ezechias Heringer recebem plantio de mudas nativas nas últimas chuvas da estação
Aproveitando as últimas chuvas da estação no Distrito Federal, a brigada florestal do Instituto Brasília Ambiental plantará espécies nativas do Cerrado em duas unidades de conservação: a Reserva Biológica do Guará e o Parque Ecológico Ezechias Heringer. A iniciativa busca fortalecer a recuperação de áreas degradadas e ampliar a cobertura vegetal em espaços protegidos. Na Reserva Biológica do Guará, serão plantadas 50 mudas de árvores nativas do Cerrado em uma área que passou recentemente por ação de desocupação irregular. Entre as espécies escolhidas estão ipês nas cores rosa, branco, amarelo e roxo, além de mutamba, urucum, araçá, sangra d’água, jatobá, jacarandá mimoso, pajeu, bacupari, ingás, saboneteira e aroeira, plantas características do bioma e importantes para a recomposição da vegetação local. Após o plantio, a brigada florestal ficará responsável pela manutenção das áreas | Fotos: Divulgação/ Brasília Ambiental Já no Parque Ecológico Ezechias Heringer, o plantio ocorre na Área 28, onde está sendo implantado um novo bosque verde. O espaço também receberá mudas de ipês nas cores rosa, branco, amarelo e roxo, além de mutamba, araçá, sangra d’água, jatobá, jacarandá mimoso, pajeu ,bacupari, ingás, saboneteira e aroeira, contribuindo para enriquecer a biodiversidade e qualificar a paisagem da unidade. Após o plantio, a brigada florestal ficará responsável pela manutenção das áreas, acompanhando o desenvolvimento das mudas, fazendo a irrigação complementar quando necessário e comandando outras ações de manejo para garantir o desenvolvimento das espécies. O superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água do instituto, Marcos João da Cunha, reforça a importância da área para o Cerrado. “Temos na área da Rebio e do Parque Ecológico Ezechias Heringer uma biodiversidade muito rica e única do Distrito Federal, como o peixe pirá-Brasília e espécies vegetais como Psidium ratterianum, Habenaria crucifera var. brevidactyla e Habenaria guaraensis, que são restritas à unidade. Nosso objetivo é garantir condições para que essa biodiversidade permaneça protegida”, destacou Cunha. O plantio neste período aproveita as condições favoráveis do solo proporcionadas pelas chuvas, aumentando as chances de adaptação das mudas O plantio neste período aproveita as condições favoráveis do solo proporcionadas pelas chuvas, aumentando as chances de adaptação das mudas e contribuindo para o sucesso da recuperação ambiental nas unidades de conservação. [LEIA_TAMBEM]“Espaços onde foram realizadas ações com o objetivo de preservar o Cerrado não podem ficar ociosos. Eles precisam de atenção e cuidado para que a preservação se torne efetiva”, afirmou a vice-governadora Celina Leão. O presidente da autarquia, Rôney Nemer, ressalta que a atividade faz parte do protocolo adotado pelo instituto para o cuidado com o bioma. “Nossas áreas protegidas abrigam uma biodiversidade rica e preciosa. Para continuarmos a ter qualidade de vida e um futuro cada vez mais seguro do ponto de vista ambiental, estamos empenhados em cuidar para que a nossa flora seja recomposta”, pontuou o gestor. As mudas utilizadas na ação foram produzidas em viveiros administrados pelo próprio Instituto Brasília Ambiental, localizados no Parque Ecológico do Riacho Fundo e no Centro de Práticas Sustentáveis (CPS). O CPS é gerido de forma conjunta entre o instituto e o Movimento Comunitário Jardim Botânico, parceria que fortalece iniciativas voltadas à educação ambiental, produção de mudas e recuperação de áreas degradadas. *Com informações do Brasília Ambiental
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