Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre nesta quinta (12) em Taguatinga
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 15 endereços distintos em Taguatinga. A ação está prevista para ter início às 9h desta quinta-feira (12), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional, como o RenovaDF, e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação em Taguatinga para quinta (12): Imediações do Centro POP; Área verde em frente ao pronto-socorro do Hospital Regional de Taguatinga; Quadra C3, marquise da Caixa Econômica; Quadra C5, marquise do Lote 6; Quadra C7, marquise das Casas Bahia; Biblioteca pública na Avenida Comercial; C12, atrás do lote 13; QNL 04, bloco D, próximo ao edifício Braz Viana; QNC/QNF 01, área de mata localizada acima do campo de futebol de terra e próximo ao Senai; QNC, muro lateral do HRT, próximo à entrada do Banco de Leite Humano e à Promotoria de Justiça de Taguatinga; QND 21/23, marquise da calçada em frente ao comércio local; CNB 03, marquise do Templo Budista; Avenida Samdu Sul, na altura da QSB 12/13; QSD 22/32, área de mata atrás da 3ª Igreja Presbiteriana de Taguatinga; CSG 13, atrás do atacadista Super Adega. *Com informações da DF Legal
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Prêmio José Aparecido de Oliveira tem resultado definitivo divulgado
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (11), o resultado definitivo do julgamento do Edital de Chamamento Público nº 33/2025, referente ao Prêmio José Aparecido de Oliveira. O documento consolida a análise das propostas inscritas e confirma a classificação final após o julgamento dos recursos apresentados. Ações voltadas à proteção de bens culturais, como os monumentos do DF, são o alvo da premiação | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O prêmio reconhece iniciativas voltadas à preservação, promoção e valorização do patrimônio cultural do Distrito Federal. Ao todo, são selecionados seis trabalhos, distribuídos entre duas categorias: Patrimônio Cultural Material e Patrimônio Cultural Imaterial. A avaliação das propostas foi conduzida por comissão julgadora instituída pela Secec-DF, responsável pela análise técnica dos trabalhos apresentados conforme os critérios definidos no edital. O resultado definitivo formaliza a conclusão do processo de seleção e habilita os contemplados para as etapas administrativas necessárias ao recebimento da premiação. [LEIA_TAMBEM]A premiação integra as ações da política pública de preservação do patrimônio cultural do DF. A iniciativa busca estimular projetos, pesquisas e ações que contribuam para proteger bens culturais, fortalecer a memória coletiva e ampliar a difusão do patrimônio histórico e cultural da capital. “Reconhecer esse trabalho é fortalecer a memória da cidade e incentivar novas ações que mantenham viva a história e a identidade cultural do Distrito Federal”, afirma o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes. O resultado completo do julgamento está disponível no DODF e nos canais oficiais da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. O prêmio homenageia o ex-governador José Aparecido de Oliveira, cuja atuação foi decisiva para o reconhecimento de Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade. Os selecionados têm o prazo de 30 dias para apresentar os documentos de habilitação para recebimento da premiação, conforme o item 10.1 do Edital nº 33/2025. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Chuvas alertam para presença de caramujo africano no DF
Com as chuvas frequentes, quintais e terrenos molhados com vegetação alta tornam-se ambientes ideais para o aparecimento do caramujo africano. O aumento da umidade favorece a atividade do molusco, que pode representar riscos à saúde caso não haja manejo adequado e cuidados contínuos. De acordo com o biólogo Israel Moreira, da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) da Secretaria de Saúde (SES-DF), a melhor maneira de evitar a proliferação do caracol é manter o controle constante. “A coleta deve ser diária ou ao menos três vezes por semana, especialmente após a chuva ou em horários mais frescos do dia, quando os animais estão mais ativos”, explica. Segundo o especialista, a infestação pode ser evitada ao manter os quintais limpos, com vegetação baixa e livres de entulho e restos de material de construção. Ao identificar o caracol africano em casa, o próprio morador pode fazer a coleta, sempre utilizando luvas ou sacos plásticos | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF O que fazer ao encontrar um? Caso identifique o molusco em casa, o próprio morador pode fazer a coleta, sempre utilizando luvas ou sacos plásticos. Os animais devem ser colocados em balde ou lata metálica. Também é fundamental procurar pelos ovos do caracol, que costumam estar semienterrados em locais úmidos, sob folhas, junto a entulhos e restos de construção. Tanto as conchas quanto os ovos devem ser esmagados com um martelo ou um pedaço de madeira. A quebra das conchas é necessária para evitar que acumulem água e se tornem possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue, da febre chikungunya e da zika. [LEIA_TAMBEM]“Após esse processo, é necessário adicionar uma solução na proporção de um litro de água sanitária para três litros de água, o suficiente para deixar os caracóis submersos. É muito importante cobrir o recipiente para evitar fugas e deixar de molho por 24 horas”, orienta o biólogo. Passado esse período, os caracóis e os ovos devem ser drenados e colocados em saco resistente para descarte no lixo comum. Outra forma é enterrá-los. “Neste último caso, o material drenado pode ser colocado em valas com profundidade de 80 cm a 1,5 metro, revestidas por uma camada de cal virgem, que tem a função de impermeabilizar o solo e evitar que outros animais sejam atraídos. Esse processo deve ser feito longe de lençóis freáticos, cisternas ou poços artesianos”, alerta Moreira. A população também pode acionar a Dival pelo telefone (61) 3449-4427 ou pelo Disque-Saúde 160. Os profissionais vão identificar se o caracol é africano ou nativo e orientar o manejo. A população também pode acionar a Vigilância Ambiental; os profissionais farão a identificação do animal e darão orientações de manejo Como identificar Conhecido popularmente como caramujo africano — cujo nome correto é caracol africano (Achatina fulica) —, o animal é considerado uma espécie exótica e invasora no Brasil. Hermafrodita, pode se reproduzir de duas a cinco vezes ao ano e colocar de 50 a 400 ovos por ciclo reprodutivo. Os ovos são brancos ou amarelados, com tamanho semelhante ao de sementes de mamão. A concha do caracol africano é marrom-escura, com listras esbranquiçadas, e pode atingir até 15 centímetros de comprimento. Nela há uma abertura com borda afiada e cortante, além da ponta alongada na parte traseira. Essas características diferenciam-se das conchas das espécies nativas do Brasil, pertencentes ao gênero Megalobulimus, que apresentam coloração marrom-clara a rosada. A concha do caracol africano é marrom-escura, com listras esbranquiçadas, e pode atingir até 15 centímetros de comprimento Riscos à saúde Quando infectado por vermes, o molusco pode contaminar seres humanos por meio de superfícies de diferentes alimentos, provocando doenças como meningite eosinofílica (inflamação das membranas cerebrais) e enterite eosinofílica (doença crônica no intestino delgado). A infecção ocorre principalmente pela ingestão de larvas presentes em frutas, verduras e hortaliças que tiveram contato com o muco deixado pelo molusco. Também pode ocorrer ao tocar o animal sem proteção e, em seguida, levar as mãos à boca ou aos olhos antes de higienizá-las. Por isso, a proteção e a higienização adequada desses alimentos são indispensáveis. Recomenda-se deixá-los por 30 minutos em solução preparada com uma colher de sopa de água sanitária para cada litro de água e, depois, enxaguá-los bem em água corrente antes do consumo. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Projeto orienta crianças sobre reconhecimento dos principais sinais de AVC
Na última semana, diretores de centros de ensino do Recanto das Emas participaram de uma palestra para conhecer o projeto Fast Heroes, ou Heróis do AVC na versão em português. A iniciativa, que já foi premiada em outros países onde foi implementada, tem como objetivo instruir crianças de 5 a 10 anos de idade sobre os principais sinais do acidente vascular cerebral (AVC) e ensinar a agir rapidamente, acionando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-DF) pelo número 192. A neurologista Letícia Rebello, do Hospital de Base, orienta: “Sabemos que quanto mais rápido o paciente for atendido, maiores são suas chances de recuperação” | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde-DF “É fundamental que nossos alunos consigam detectar os primeiros sinais do AVC, de modo que o paciente possa ser prontamente atendido no local adequado” Larisse Cavalcante, diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da Secretaria de Educação A implementação do projeto no DF é fruto de parceria entre as secretarias de Saúde (SES-DF) e de Educação (SEEDF), junto à Iniciativa Angels (programa de saúde implementado em mais de 150 países). Além do Recanto das Emas, escolas de outras regiões administrativas devem implementar o projeto no futuro. A ideia é fazer com que as crianças sejam porta-vozes sobre o que fazer em caso de emergência para o restante da família, em especial para seus avós. Palestrante do evento, a médica neurologista Letícia Rebello, do Hospital de Base de Brasília (HBDF) e referência técnica distrital (RTD) colaboradora em neurologia da SES-DF, explicou que o AVC é uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo, com mais de 100 mil mortes por ano no país. “Sabemos que, quanto mais rápido o paciente for atendido, maiores são suas chances de recuperação; e, na prática, há uma série de exemplos de crianças que ligam para o Samu-DF 192 para falar que alguém está tendo um AVC”, enfatizou. [LEIA_TAMBEM]Como é destinado a crianças, o projeto ensina os sintomas do AVC por meio de histórias, de forma lúdica. “A cada semana os professores ensinam um sinal do AVC”, explicou a médica. “A forma como o projeto apresenta essas lições é mostrando super-heróis que vão perdendo seu poder”, detalhou. Então, o super-herói que tinha o poder de sorrir perde essa capacidade; o super-herói superforte perde a força; o que era um supercantor não consegue mais falar. “O que queremos é dar à criança um quarto superpoder, o de ser superveloz e chamar o Samu-DF 192 o mais rápido possível, porque sabemos que isso salva vidas.” A diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da SEEDF, Larisse Cavalcante, elogiou a parceria entre as duas pastas. “É fundamental que nossos alunos consigam detectar os primeiros sinais do AVC, de modo que o paciente possa ser prontamente atendido no local adequado”, apontou. *Com informações da Secretaria de Saúde
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