Governança federativa é tema de palestra no CICB
No Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), o painel desta quinta-feira (5) do iLab Segurança 2026 teve como destaque uma palestra proferida pelo subsecretário de Integração de Políticas Públicas de Segurança, tenente-coronel Jasiel Tavares. O subsecretário de Políticas Públicas de Segurança proferiu palestra sobre governança federativa durante o evento | Foto: Divulgação/SSP-DF Promovido pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), o evento tem como foco a construção de uma governança federativa sólida, unindo esforços com o Ministério da Justiça (MJSP) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para garantir que nenhuma vítima fique invisível ao Estado. [LEIA_TAMBEM]Oficial de carreira da Polícia Militar (PMDF), o subsecretário falou sobre a importância da integração entre as forças de segurança do Distrito Federal e os órgãos federais. “A melhoria da experiência do cidadão e a agilidade sistêmica são as chaves para romper o ciclo de subnotificação”, afirmou o subsecretário, que é oficial de carreira da Polícia Militar (PMDF). Durante a apresentação, foram mostrados índices que registram um crescimento de 4,9% nos registros de desaparecimento e a marca de quatro notificações por hora em todo o território nacional. O iLab Segurança 2026 segue até esta sexta (6). *Com informações da PMDF
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Em Samambaia, obras e serviços do GDF melhoram a vida de moradores e impactam a rotina da cidade
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Comitiva nacional de segurança pública visita instalações do Centro de Treinamento de Cães no DF
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) recebeu, nesta quinta-feira (5), uma comitiva nacional composta por representantes do Fundo Nacional de Segurança Pública (Fnsp), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e do grupo de trabalho integrado da Liga Nacional de Bombeiros (Ligabom). A delegação reuniu integrantes dos Corpos de Bombeiros Militares de todos os estados brasileiros e teve como objetivo conhecer as iniciativas desenvolvidas pelo Centro de Treinamento de Cães da corporação. Durante o encontro, os visitantes acompanharam a apresentação do projeto, que reúne ações voltadas à inclusão social, acessibilidade e formação cidadã por meio do treinamento de cães de assistência. Entre os principais eixos de atuação do centro estão a formação de cães-guia para pessoas com deficiência visual, o treinamento de cães de assistência para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e a capacitação técnica de alunos dos colégios cívico-militares em adestramento e cuidados com cães. Socialização com famílias voluntárias Um dos diferenciais do programa é o processo de socialização dos cães. A partir dos três meses de idade, os filhotes são acolhidos por famílias voluntárias, que passam a conviver com os animais por um período de 10 a 12 meses. Durante esse tempo, os cães são inseridos na rotina doméstica, o que contribui para o desenvolvimento comportamental e facilita as etapas futuras do treinamento especializado. Durante o encontro, os visitantes acompanharam a apresentação do projeto, que reúne ações voltadas à inclusão social, acessibilidade e formação cidadã por meio do treinamento de cães de assistência | Foto: Arquivo/Agência Brasília Atualmente, 14 cães estão nessa fase de socialização. Desses, 11 devem retornar ao CBMDF no meio do ano para dar continuidade ao processo de formação. As matrizes do programa — responsáveis pela reprodução dos futuros cães de assistência — também permanecem em famílias hospedeiras, medida que garante o bem-estar dos animais e fortalece a integração do projeto com a comunidade. Famílias interessadas em participar do projeto como voluntárias podem se candidatar enviando uma mensagem para familiahospedeira@gmail.com, manifestando o interesse em integrar o programa. Após o contato inicial, será realizada uma avaliação para verificar a viabilidade do perfil da família para participação no processo de socialização dos cães. Visita técnica às instalações Após a apresentação institucional, a comitiva realizou uma visita técnica às instalações do Centro de Treinamento de Cães do CBMDF, onde conheceu de perto as estruturas utilizadas para o preparo e acompanhamento dos animais. A iniciativa é considerada um projeto estratégico da corporação, unindo formação técnica, educação e ações voltadas à promoção da cidadania e da inclusão social. *Com informações do CBMDF
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Hospital de Base amplia em 77% as urgências cardíacas
Dor no peito, falta de ar e mal-estar são sinais que exigem atendimento imediato. É diante desses quadros que o sistema de urgência entra em ação. No Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), os atendimentos relacionados ao coração tiveram um salto de 77% em 2025. Esse aumento se deve à reorganização da porta de entrada da urgência e emergência e à integração dos serviços, o que ampliou o acesso e tornou o cuidado mais ágil e seguro para a população. A mudança faz parte de um processo de reestruturação conduzido pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), que redefiniu fluxos internos e fortaleceu a integração entre pronto-socorro, cardiologia clínica, hemodinâmica e unidades de internação. A reorganização permitiu ampliar a capacidade de resposta da unidade, com maior resolutividade já no primeiro atendimento. “Passamos a atender não apenas casos complexos, mas também pacientes com problemas cardiovasculares de menor gravidade ou em fase inicial de investigação. Isso possibilita diagnóstico mais precoce e início mais rápido do tratamento”, explica Gabriela Thevenard, chefe do Serviço de Cardiologia. Com a nova organização, o atendimento começa com triagem específica para sintomas cardíacos, avaliação médica imediata e realização de exames, como eletrocardiograma e testes laboratoriais. A avaliação rápida do risco do paciente, feita logo na chegada ao hospital, ajuda a equipe médica a decidir com mais precisão a conduta, seja observação, seja internação ou encaminhamento para procedimento especializado. No Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), os atendimentos relacionados ao coração tiveram um salto de 77% em 2025 | Foto: Divulgação/IgesDF Além de ampliar o volume de atendimentos no Hospital de Base, a reorganização também contribuiu para reduzir a pressão sobre as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e hospitais regionais, permitindo que cada serviço atue de forma mais alinhada ao seu perfil assistencial. Atendimento que salva vidas Jonas Morais Sousa, de 53 anos, já havia sofrido dois infartos, em 2019 e 2020. Em janeiro deste ano, voltou a apresentar mal-estar e procurou o Hospital de Base. Após avaliação e exames, permaneceu internado. Mas uma infecção renal adiou a cirurgia cardíaca. Após estabilização clínica, ele foi submetido à cirurgia de revascularização do miocárdio, conhecida como ponte de safena, no dia 16 de fevereiro. Em recuperação, Jonas agradeceu o atendimento recebido. “Tudo o que tenho a dizer é parabéns a todos os profissionais. Cada um exerce sua função com dedicação, sempre com o mesmo objetivo. Desde a primeira vez em que infartei e fiquei internado aqui, só tenho a agradecer. Fui bem atendido e realizei todos os exames de que precisei”, afirmou. A aquisição de um novo angiógrafo em 2024 ampliou a estrutura tecnológica da unidade, que passou a contar com dois equipamentos em funcionamento na Hemodinâmica. Em 2025, o número de procedimentos realizados no setor cresceu 33% em comparação com o ano anterior. “Conseguimos expandir a oferta de exames e intervenções, o que impacta diretamente na rapidez do diagnóstico e no início do tratamento”, afirma Gabriel Kanhouche, chefe do setor. Como funciona o atendimento O fluxo começa na classificação de risco do pronto-socorro, com protocolo específico para sintomas cardiovasculares. Após avaliação médica e exames, o paciente pode ser encaminhado para observação, internação ou procedimento especializado. Mesmo depois da alta hospitalar, o acompanhamento ambulatorial garante a continuidade do cuidado. *Com informações do IgesDF
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