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Saúde convoca usuários para atualizar dados cadastrais

Com o objetivo de melhorar a comunicação e tornar mais efetiva a atuação do Sistema Único de Saúde (SUS), a Secretaria de Saúde (SES-DF) orienta que os usuários atualizem seus dados. A medida beneficia, principalmente, o paciente, facilitando o agendamento de consultas, exames e cirurgias. Atualizar os dados é importante para garantir atendimento aprimorado e eficiente | Arte: Agência Saúde-DF  As informações corretas auxiliam os profissionais de saúde no atendimento e contribuem para um cuidado mais eficiente e seguro. Em caso de mudança de telefone, endereço, e-mail, WhatsApp, entre outros, o usuário deve atualizar esses dados no SUS.  Como atualizar A atualização cadastral pode ser feita diretamente na Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência do paciente ou durante as visitas domiciliares dos agentes comunitários de saúde. Também pode ser feita por meio do aplicativo Meu SUS Digital, do Ministério da Saúde, ou diretamente pelo site Recadastra SUS DF, utilizando o login do gov.br. A dificuldade em acionar o paciente durante um tratamento acarreta prejuízo direto na saúde dele. “Quando não o encontramos por conta de um número de telefone errado, o paciente fica sem resultados de exames, perde consultas e cirurgias agendadas e também deixa de ser contatado para atualizar suas vacinas”, alerta o secretário de Saúde, Juracy Lacerda. Com cadastros mais completos, também é possível identificar as principais demandas e traçar estratégias bem direcionadas, com o real dimensionamento da demanda.  Absenteísmo [LEIA_TAMBEM]Dados da SES-DF mostram que o absenteísmo ultrapassou os 300 mil registros na Atenção Primária à Saúde (APS) em 2025, sendo cerca de 149 mil no primeiro semestre e 159 mil no segundo. Os números representam um acréscimo de 33,04% em relação ao ano anterior, quando foram registrados mais de 230 mil casos de absenteísmo.  Desde o teste do pezinho até as cirurgias, é essencial ter o contato do paciente ou do responsável. “Ainda que o paciente não tenha alterado informações pessoais recentemente, é fundamental que ele acesse seus dados e confira se tudo está preenchido corretamente”, reforça o secretário de Saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Volta às aulas: o que incluir na lancheira das crianças?

Com o início das aulas, a correria volta a fazer parte da rotina. No meio da confusão, como planejar a lancheira das crianças? A escolha de alimentos que forneçam energia e nutrientes adequados para as atividades escolares pode ser simples — e servir de aprendizado para pequenos e adultos. Alimentos in natura ou minimamente processados devem predominar na composição do lanche | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF  “O envolvimento de crianças e adolescentes na hora de fazer a comida permite que a família inteira conheça sobre os alimentos e suas formas de preparo, além de permitir tempo de qualidade juntos” Carolina Gama, gerente do Serviço de Nutrição da Secretaria de Saúde  A premissa básica, apresentada no Guia Alimentar para a População Brasileira, é a mesma para todas as idades: evite produtos ultraprocessados. Alimentos in natura ou minimamente processados — obtidos diretamente de plantas ou de animais, cujo preparo para consumo não altera suas propriedades naturais — são a base para uma alimentação nutricionalmente balanceada. A diferença entre ultraprocessados e processados está no rótulo. De forma simplificada, basta observar a lista de ingredientes: eu conheço o que está escrito? Se for um alimento, é processado; se tiver cinco ou mais componentes, com nomes difíceis de pronunciar e de identificar, é ultraprocessado.  Montagem da lancheira A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso) sugere um método fácil para a montagem da lancheira. Os alimentos podem ser divididos em três grupos: frutas e vegetais, grãos (arroz, feijão, aveia, sementes) e proteínas, como carnes, laticínios e ovos. Para uma refeição saudável, o ideal é combinar um alimento de cada grupo. [LEIA_TAMBEM]A participação da família no preparo das refeições pode ajudar a transformar o momento em convívio e aprendizado. “O envolvimento de crianças e adolescentes na hora de fazer a comida permite que a família inteira conheça sobre os alimentos e suas formas de preparo, além de permitir tempo de qualidade juntos”, avalia a gerente do Serviço de Nutrição da Secretaria de Saúde (SES-DF), Carolina Gama. “Dessas experiências, nascem os bons hábitos”. A Lei nº 5.146, de 19 de agosto de 2013, estabelece as diretrizes para promover a alimentação saudável nas instituições de ensino. Cantinas e outros comércios de alimentos devem obedecer a princípios relacionados à proibição e à oferta de determinados tipos de produtos. Além disso, escolas devem adotar conteúdo pedagógico que trate de alimentação, hábitos e estilos de vida saudáveis. Consulte o Fórum Permanente sobre Alimentação Saudável nas Escolas, um colegiado com caráter intersetorial, formado por membros representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) e de entidades da sociedade civil.    *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Gravidez precoce: Saúde promove mais de 250 ações educativas com adolescentes em 2025

A gestação precoce pode trazer implicações significativas à vida das jovens mães e de suas famílias e ao desenvolvimento dos filhos e do sistema de saúde como um todo. Visando à conscientização dos jovens sobre o tema, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) promoveu, em 2025, 256 atividades coletivas com adolescentes.  Método contraceptivo gratuito e reversível, o implanon age no corpo durante até três anos | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF As ações focaram a temática de saúde sexual e reprodutiva e alcançaram mais de 10 mil jovens. Parte importante dessas iniciativas ocorreu em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF), no âmbito do Programa Saúde na Escola (PSE).  [LEIA_TAMBEM]Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a gestação nessa fase aumenta a chance de complicações, além de agravar problemas socioeconômicos já existentes. Embora nem todas as gestações na adolescência sejam não planejadas, dados do Ministério da Saúde apontam que 66% das ocorrências nessa faixa etária são indesejadas.  Segundo a responsável pela área técnica de Saúde da Mulher na SES-DF, Viviane Albuquerque, o número leva a crer que essas situações ocorrem, muitas vezes, por desinformação e/ou falta de apoio de redes familiares e comunitárias. “A gravidez precoce pode elevar o risco de morte da mãe e do bebê, acarretando riscos como prematuridade, anemia, aborto espontâneo, eclâmpsia e depressão pós-parto”, avalia. “No âmbito social, é uma das principais causas de abandono escolar, e isso vai repercutir negativamente na vida dessas meninas”. Acolhimento As unidades básicas de saúde (UBSs) são a porta de entrada preferencial para os serviços da SES-DF, oferecendo, de forma gratuita, os principais métodos contraceptivos: camisinhas, “pílulas do dia seguinte”, comprimidos anticoncepcionais de rotina, aplicação de injeções hormonais mensais ou trimensais e inserção do dispositivo intrauterino (DIU), assim como marcação das primeiras consultas para a realização da laqueadura tubária e da vasectomia.  “Geralmente as adolescentes vêm acompanhadas das mães, mas não é necessária a autorização dos responsáveis para serem atendidas; aqui, fazemos o teste rápido de gravidez e, confirmada a gestação, já é feita a abertura do pré-natal” Ivea Viana, enfermeira da UBS 1 da Estrutural Além disso, na rede da SES-DF está em fase inicial a colocação do implanon (implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel), método reversível que age no organismo por até três anos. No DF, são públicos-alvo meninas adolescentes de 14 a 19 anos; mulheres em situação de rua vivendo com HIV/aids; mulheres trans; indígenas; puérperas de alto risco. A enfermeira Ivea Viana, da UBS 1 da Estrutural, lembra que, para buscar atendimento em uma unidade, basta levar um documento de identidade com foto e o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). “Geralmente as adolescentes vêm acompanhadas das mães, mas não é necessária a autorização dos responsáveis para serem atendidas; aqui, fazemos o teste rápido de gravidez e, confirmada a gestação, já é feita a abertura do pré-natal”, explica.  Isso significa que as jovens têm acesso a uma rede de apoio assim que ingressam na UBS. Caso a gravidez seja o resultado de violência sexual, a unidade tem por dever legal preencher uma notificação — é o caso das relações sexuais com menores de 14 anos. “Quando a paciente chega grávida, iniciamos o acompanhamento da gestação, do estado emocional da mãe e passamos todas as orientações”, detalha a enfermeira. “Se a gestação é resultado de um abuso, seguimos os critérios do Programa de Interrupção Gestacional Prevista em Lei [PIGL], no Hospital Materno Infantil de Brasília [Hmib], independentemente de a gravidez ocorrer na adolescência ou não — mulheres vítimas de estupro têm direito a esse suporte.” De acordo com a norma federal, no Hmib, a gestante recebe atendimento multidisciplinar. Já a decisão de prosseguir ou não com a gravidez cabe à mulher ou, quando esta for legalmente incapaz, a seu representante legal.   *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Acompanhe, ao vivo, a cerimônia do projeto de lei complementar que revisa o Pdot

   

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