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GDF encaminha projeto de lei à Câmara Legislativa com objetivo de reforçar capital do BRB

O BRB informa que o Governo do Distrito Federal, acionista controlador do Banco de Brasília, encaminhou à Câmara Legislativa do DF (CLDF) projeto de lei solicitando autorização para a realização de garantia de capital no banco. O documento foi protocolado nesta sexta-feira (20). A proposição legislativa autoriza a recomposição, o reforço e a ampliação do patrimônio líquido e do capital social, bem como a realização de garantia patrimonial de bens, de forma a assegurar a adequada estrutura de capital da instituição. [LEIA_TAMBEM]No âmbito do plano de capital, o pedido de autorização à Câmara Legislativa do Distrito Federal soma-se a medidas que já estão sendo implementadas pela nova diretoria do BRB para garantir liquidez e fortalecer o capital. O objetivo prioritário é assegurar a robustez dos indicadores financeiros do banco e garantir a continuidade dos serviços prestados à sociedade. Proteger o BRB significa proteger serviços que impactam diariamente a vida de milhões de brasilienses. A execução da proposta apresentada pelo acionista controlador estará em consonância com as normas do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central. As futuras medidas também devem observar a legislação aplicável às instituições financeiras e às alienações de bens públicos, bem como os princípios de legalidade, eficiência, economicidade, transparência e governança. O banco segue operando normalmente, com solidez, transparência e governança reforçada, mantendo diálogo constante com o Banco Central e demais órgãos de controle. A comunicação com o mercado e com a sociedade seguirá sendo feita de forma transparente, acompanhando o andamento dos trâmites na CLDF e a implementação das demais iniciativas previstas no plano. *Com informações do BRB

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DF recolhe mais de 4,2 milhões de toneladas de descarte irregular em sete anos

O Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU) recolhe, todos os dias, grandes volumes de lixo descartado de forma irregular em ruas, áreas públicas e espaços de convivência. Nos últimos sete anos, as ações de zeladoria retiraram mais de 4,2 milhões de toneladas de descarte irregular. Somente em 2025, foram 678 mil toneladas. Esse resultado é atribuído ao fortalecimento das ações de educação ambiental, campanhas de conscientização e também à aplicação de multas. Segundo a diretora técnica do SLU, Andrea Almeida, foi adotada uma estratégia integrada de governo para combater o descarte irregular, envolvendo as administrações regionais, a Novacap, o SLU e outros órgãos do GDF. “Como resultado desse esforço conjunto, de 2023 para 2024 o aumento foi de apenas cerca de 2 mil toneladas, passando de aproximadamente 651 mil para 653 mil toneladas, um quantitativo considerado muito pequeno, equivalente a menos de um dia de geração de resíduos”, explica. Na prática, segundo ela, o volume se manteve estável nesse período. A estratégia usada pelo GDF para combater o descarte irregular é a integração entre vários órgãos | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Já de 2024 para 2025, houve um acréscimo de cerca de 25 mil toneladas, o que, segundo a diretora, também não representa um crescimento expressivo diante do volume anual — seria equivalente a cerca de dez dias de geração ao longo de um ano. Paralelamente, o SLU identificou um aumento significativo na destinação correta de resíduos nos papa-entulhos, especialmente de restos da construção civil, móveis velhos, galhadas e outros volumosos. O recolhimento nesses equipamentos passou de 31 mil toneladas, em 2023, para 49 mil toneladas em 2025. Para a diretora, isso demonstra que o crescimento do descarte irregular deixou de ser vertiginoso porque a população passou a contar com mais opções adequadas para a entrega dos materiais. Desde 2019, a rede de papa-entulhos é ampliada. Atualmente, o DF conta com 26 unidades. Em breve, o governo inaugura mais duas, no Núcleo Bandeirante e no Riacho Fundo, o que eleva o total para 28 unidades. Até o fim do ano, a previsão é alcançar 43 unidades. A definição dos locais de instalação considera mapeamentos georreferenciados que identificam as áreas com maior incidência de descarte irregular. O planejamento ocorre em conjunto com as administrações regionais e demais órgãos envolvidos, com base em critérios técnicos e ambientais. Eldan Gonçalves, destaca a importância da atuação dos reeducandos no trabalho de zeladoria Os papa-entulhos são a destinação correta para até um metro cúbico de resíduos da construção civil por descarga. Caso o volume seja maior, é necessário contratar caçambas autorizadas, cuja lista está disponível no site do SLU. Também podem ser descartados nesses locais resíduos de poda, galhadas, móveis e materiais volumosos, desde que não tenham componentes eletrônicos, além de recicláveis e óleo de cozinha usado, este último em parceria com a Caesb. O funcionamento é das 7h às 18h, e os endereços podem ser consultados no site do SLU, no aplicativo SLU Coleta DF ou pelo Participa DF. A população também pode sugerir novos locais para instalação, que passam por análise técnica de viabilidade. “A gestão de resíduos sólidos é uma responsabilidade compartilhada. Cabe ao poder público oferecer estrutura e fiscalização, mas é fundamental que a população faça o descarte correto e também a separação entre resíduos convencionais e recicláveis”, ressalta Andrea. Ela reforça ainda que não se deve confundir papa-entulho com papa-lixo: o papa-lixo é destinado apenas ao resíduo convencional e orgânico, enquanto o papa-entulho recebe resíduos da construção civil e volumosos. São equipamentos complementares, o que entra em um não deve ser destinado ao outro, e vice-versa. [LEIA_TAMBEM]Limpeza contínua O sistema de limpeza em todo o Distrito Federal é contínuo, mas, nos períodos que antecedem grandes eventos, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) realiza uma força-tarefa nas áreas que receberão maior fluxo de público. As equipes intensificam a varrição, a coleta de resíduos e a retirada de inservíveis, além de fazer uma vistoria preventiva para eliminar materiais que possam oferecer riscos à população. O trabalho é planejado com antecedência, a partir do mapeamento dos pontos estratégicos, e conta com a atuação integrada de outros órgãos do governo. O gerente de manutenção e conservação da administração, Eldan Gonçalves, destaca, ainda, a importância da atuação dos reeducandos no trabalho de zeladoria. “Os participantes são apenados em regime semiaberto, que saem durante o dia para trabalhar e retornam ao Centro de Progressão Penitenciária (CPP) à noite, e esse projeto representa uma oportunidade de ressocialização e também reforça a execução dos serviços, que nos ajuda a atender toda a demanda que temos”, afirma. A parceria com a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) garante apoio fundamental às equipes.  

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DF Folia continua com programação pós-Carnaval até 1º de março

O Carnaval termina deixando aquele gostinho de quero mais. E como ainda tem muita gente com energia de sobra para brincar, o DF Folia 2026 reservou uma programação para os próximos finais de semana. Dez blocos se apresentam nos dias 21, 22 e 28 de fevereiro e 1º de março, distribuídos por oito diferentes cidades do DF, fechando os trabalhos com chave de ouro, com proposta para todos os públicos, incluindo blocos infantis. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, “o DF Folia mostra que cultura se constrói com presença nos territórios, diversidade de linguagens e acesso democrático. Ao estender a programação para o pós-Carnaval, fortalecemos os blocos, valorizamos artistas locais e garantimos que a festa chegue a diferentes cidades e públicos, incluindo as crianças e as famílias. Essa é uma política cultural viva, que respeita a identidade de cada região e transforma o espaço público em lugar de encontro, alegria e pertencimento.” Na QN 302, da Samambaia Sul, a partir das 12h do sábado (21), o Calango Alternativo faz aquela mistura de batuques com o Projeto Kalungada, Quadrilha Êta Lasquêra, Grupo SPC-F, Banda Entre Quadras, Banda Página 2 e DJ CNX. No mesmo dia, no Núcleo Bandeirante, o Bloco Ressaca do Carnaval de Brasília tem Banda Papel Marchê, Banda DNA Salvador e DJs. O encontro é no SIBS Quadra 3, a partir das 16h. Dez blocos se apresentam nos dias 21, 22 e 28 de fevereiro e 1º de março, distribuídos por oito diferentes cidades do DF | Foto: Divulgação/Secec-DF Blocos infantis Ainda no sábado, dois blocos fazem a festa dos pequenos, com muita brincadeira, espuma, confete e música. O Maria Vai Casoutras, no Estacionamento 7 do Parque da Cidade, começa às 13h e tem na programação Maria Kids, Batalá Brasília e a Banda Maria Vai Casoutras. O Bloco Joaninha vai trazer músicas infantis e intervenções visuais para a criançada. Sobem ao palco o mágico Tio André, Banda Mamãe Taguá e Banda Portadores da Alegria. A programação começa às 12h, no estacionamento do Centro Cultural do Taguaparque, em Taguatinga.  Domingo  Vai ter ressaca de Carnaval também no Eixão do Lazer, na altura da 204 Norte, com o tradicional Choro no Eixo, com samba, pagode e muita batucada. Estão confirmados Cortando Cebola, Me Chame Pelo Nome, Folha Seca, Márcio Marinho e convidados e Rivotril. A programação começa às 10h.  No Parque Vivencial do Jardim Botânico 3, a bateria da Escola de Samba Unidos do Jardim Botânico abre os trabalhos do bloco Manga Botânica, às 14h. Também tocam Batuqueiras, DJ Naomi Leaks e Drags, Banda Embolados e DJ Túlio Bueno.  Pós-Carnaval  A programação do pós-Carnaval segue no fim de semana dos dias 28 de fevereiro e 1º de março. No sábado (28), o Samba Quente vai esquentar a Quadra 1 do Condomínio Don Francisco, em Água Quente, a partir das 18h. Elas que Toquem, Gleison Rodrigo, DJ Drigo, Sidney e Raabe, Zamir e Figura compõem a programação pós-carnavalesca da mais jovem cidade do DF. No Museu Nacional, no coração da cidade, o Canteiro do Samba apresenta Nó cego, Maria Vai Casoutras, Bloco Eduardo e Mônica, Elas que Toquem e Samba Nosso. O encontro é a partir das 17h.  No domingo (1º/3), a partir das 15h, tem folia na Praça do Cidadão, em Ceilândia com o Carnaflash. A programação conta com Companhia De Dança Eletro Rock, Companhia De Dança Bad Boy, Companhia De Dança Over Boys, Companhia De Dança Moviment Xxi, Companhia De Dança Ballet Dance e Companhia De Dança Comunidança. Na Praça São Sebastião, em Planaltina, o Carnaval Delas começa às 17h. Sobem ao palco Asé Dudu, DJ Cri$tyle, DJ Ana Ximenes e performances artísticas de poesia e drag queens. “Isso não é apenas uma extensão da programação de Carnaval — é a consolidação de uma política cultural descentralizada, que fortalece os territórios e amplia o acesso da população à festa”, assinala o coordenador-geral do DF Folia, Dorival Brandão. “A forte adesão de público registrada no pré-Carnaval e durante os dias oficiais da folia demonstra a potência do nosso movimento cultural. E o pós-Carnaval vem com essa mesma força, com grande expectativa de mobilização popular nas diferentes cidades do DF”, completa. Confira a programação: Sábado (21):  → Bloco Maria Vai Casoutras: 13h às 21h – Estacionamento Ana Lídia, Parque da Cidade, Plano Piloto → Bloco Calango Alternativo/ edição Rolê da Quebrada e da Diversidade: 14h às 23h – Corredor ao lado da Home Center Castelo Forte e Caesb, QN 302, Conjunto 8, Samambaia Sul → Bloco Joaninha 2026: 12h às 20h – estacionamento do Centro Cultural do Taguaparque, Taguatinga → Bloco Ressaca do Carnaval de Brasília: 16h à meia-noite – Núcleo Bandeirante Domingo (22): → Bloco Manga Botânica: 14h às 22h – Parque Vivencial do Jardim Botânico III, Jardim Botânico → Choro no Eixo com Márcio Marinho e convidados: 9h às 17h – Eixão, altura da 7 Norte, Plano Piloto Sábado (28): → Samba Quente: 18h à meia-noite – Quadra 1, Lote 22/23, estacionamento em frente à Administração Regional, Água Quente → Canteiro do Samba/A Maratona da Ressaca (Carnaval 2026): 16h às 4h – Setor Bancário Sul, Quadra 2, Plano Piloto Domingo (1°/3): → Bloco Carnaval Delas: 15h às 22h – Praça São Sebastião, Setor Tradicional, Planaltina → Carnaflash: 16h às 22h30 – Praça da Bíblia, Setor P, QNP 19E, Ceilândia → Filhos de Guetta: 15h às 22h – Galeria dos Estados, SBS Quadra 2, Loja 46, Asa Sul, Plano Piloto.     *Com informações da Secec-DF

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Hospital de Base registra queda de cerca de 10% nos atendimentos no Carnaval e nenhum caso por arma de fogo

O Centro de Trauma do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) registrou redução no número de atendimentos durante o Carnaval deste ano. Entre sábado (14) e terça-feira (17), foram contabilizados 217 pacientes, quase 10% a menos que no mesmo período de 2025, quando houve 241 registros. Outro dado de destaque foi a ausência de ocorrências por arma de fogo. No Carnaval do ano passado, o hospital atendeu a seis casos desse tipo. Já os atendimentos relacionados a arma branca passaram de três para seis neste ano. Administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o Hospital de Base é referência em Trauma no Distrito Federal e na Região Centro-Oeste. A redução no número de atendimentos acompanha o balanço das forças de segurança pública no período. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), mais de 1,5 milhão de pessoas foram revistadas nos acessos aos blocos carnavalescos e às estações de transporte público. As ações resultaram na apreensão de 459 armas brancas, 595 objetos com potencial de uso como arma e uma arma de fogo. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), mais de 1,5 milhão de pessoas foram revistadas nos acessos aos blocos carnavalescos e às estações de transporte público | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil Para o chefe do Centro de Trauma do Hospital de Base, Renato Lins, o reforço na segurança contribui para um cenário mais tranquilo nas unidades de emergência, mas a preparação da equipe é permanente. “Claro que ter o aumento da segurança representa mais tranquilidade em um pronto-socorro, mas estamos sempre preparados para atender as pessoas do DF, não importa a situação. O Hospital de Base é referência em trauma no Distrito Federal e no Centro-Oeste, e nos orgulhamos do trabalho feito aqui”, ressalta. Perfil dos atendimentos A maior parte dos casos foi classificada como de menor gravidade, incluindo acidentes domésticos e outras intercorrências. A queda da própria altura foi a principal causa de entrada no Centro de Trauma, com 53 registros. Em seguida, aparecem os acidentes de trânsito, responsáveis por 46 atendimentos. Quedas de maior altura somaram 19 casos, enquanto outros tipos de agressão totalizaram 37 ocorrências. *Com informações do IgesDF

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