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Dia de Campo da Competição de Cultivares de Soja reúne mais de 600 participantes

A AgroBrasília promoveu, nesta sexta-feira (20), o Dia de Campo da Competição de Cultivares de Soja e reuniu mais de 600 participantes entre produtores rurais, pesquisadores, técnicos e autoridades do setor. A iniciativa é promovida pela Coopa-DF, com apoio da Emater-DF. O evento é um dos principais momentos técnicos que antecedem a feira e tem como objetivo apresentar, em condições reais de campo, o desempenho de diferentes materiais genéticos. O resultado final da competição será divulgado no dia 30 de abril. O evento é uma oportunidade para o produtor conhecer marteriais e técnicas e decidir o melhor para o negócio dele | Foto: Divulgação/ Emater-DF A abertura contou com a presença do presidente da Coopa-DF, José Guilherme Brenner; do Secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal, Rafael Bueno; do presidente da Emater-DF, Cleison Duval; e do chefe-geral da Embrapa Cerrados, Jorge Werneck. “É uma oportunidade para o agricultor olhar os materiais, comparar e decidir aquilo que melhor se adapta à sua realidade produtiva”, destacou Brenner.  "A soja é uma das principais engrenagens da atividade agrícola no DF. O produtor precisa ver de perto o desempenho das variedades para tomar decisões estratégicas” Cleison Duval, presidente da Emater-DF O presidente da Emater-DF ressaltou o impacto da cultura da soja na economia regional. “A soja é uma das principais engrenagens da atividade agrícola no DF. O produtor precisa ver de perto o desempenho das variedades para tomar decisões estratégicas”, pontuou Cleison Duval. Expectativa de safra positiva Durante o evento, o secretário Rafael Bueno afirmou que a projeção do Governo do Distrito Federal é de crescimento na safra em comparação ao ano anterior. Segundo ele, o investimento em genética e tecnologia tem sido determinante para o avanço da produtividade na região. “Estamos com uma grande expectativa. A Coopa-DF vem trazendo tecnologia em sementes e genética para fortalecer ainda mais a produção local”, afirmou. A competição de cultivares funciona como um ensaio técnico comparativo. As variedades são avaliadas sob as mesmas condições de manejo, na mesma época de plantio e com critérios agronômicos padronizados. Participaram desta edição 20 empresas, com 53 cultivares de soja em análise. O chefe-geral da Embrapa Cerrados reforçou a importância do ambiente técnico para o produtor. “Esse tipo de iniciativa amplia as opções e contribui para que o produtor adapte seus sistemas com mais segurança”, afirmou Werneck. Decisão no campo A competição de cultivares funciona como um ensaio técnico comparativo Para quem produz, o Dia de Campo é uma ferramenta prática de gestão. O produtor Valdemar Cenci ressaltou que o acesso às informações técnicas impacta diretamente a produtividade. “Para ter bons resultados, o produtor precisa buscar conhecimento, e o evento traz informações qualificadas”, afirmou. Cenci contou ainda que já iniciou a colheita do plantio 2025/2026. “Estamos com cerca de 10% da área colhida, e as expectativas são muito positivas”, completou. A AgroBrasília é realizada anualmente e, este ano, será de 18 a 23 de maio, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, na BR-251, km 5 (PAD-DF). Na edição anterior, a feira registrou 188 mil visitantes, R$ 5,1 bilhões em negócios, 564 expositores e mais de 25 startups no Ambiente de Inovação e Tecnologia (AITEC)   *Com informações da Emater-DF  

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Sábado (21) terá ações especiais de vacinação no DF

A estratégia de imunização fora das unidades de saúde vai continuar neste sábado (21). No Distrito Federal, haverá equipes para atender pessoas de todas as faixas etárias na Rua de Lazer, no Guará, das 8h às 11h30; e na Praça do Reggae, em São Sebastião, das 9h às 16h. Já o Carro da Vacina estará no Núcleo Rural Boa Esperança, em Ceilândia. Além das ações nas ruas, 46 unidades básicas de saúde (UBSs) também vão aplicar vacinas no sábado.  A orientação é levar um documento de identificação válido com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. Em caso de perda da caderneta, a equipe da SES-DF irá avaliar a situação do paciente nos sistemas online. Se for identificada a necessidade, serão aplicados imunizantes conforme a faixa etária de cada pessoa, seguindo o indicado no calendário de rotina. Não haverá imunização no domingo (22). Na segunda-feira (23), mais de cem salas de vacina voltam ao atendimento normal, a partir das 7h. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Dia de Campo da Competição de Cultivares de Soja reúne mais de 600 participantes

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Prestes a receber a Copa do Mundo Feminina, Brasília se consolida como capital dos grandes eventos esportivos

Reconhecida pelo céu de nuvens brancas e pelos traços de Niemeyer, Brasília também tem se consolidado como capital dos grandes eventos esportivos. Desde 2019, a cidade foi palco de competições acirradas em diversas modalidades, desde o mundial de saltos altos, no Lago Paranoá, às disputas que lotaram as arquibancadas da Arena BRB Mané Garrincha e Arena BRB Nilson Nelson. O calendário robusto de eventos é fruto de investimentos do Governo do Distrito Federal (GDF) em infraestrutura esportiva e fortalecimento de políticas públicas voltadas tanto ao alto rendimento quanto à inclusão social por meio do esporte. Mais de 80 eventos foram organizados com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF) no ano passado. Milhares de pessoas assistiram às etapas do Circuito Mundial de Vôlei de Praia, o STU National Brasília – Super Final Street, o Troféu Brasil de Ginástica Artística, entre outros torneios. “Brasília se tornou a capital não só administrativa, mas também a capital do esporte. Realizamos eventos grandes e fora da curva, como foi a última edição da Corrida de Reis, que foi a maior de todos os tempos”, afirma o subsecretário de Esporte, Lazer e Espaços Esportivos, Nivaldo Félix. “Brasília se tornou a capital não só administrativa, mas também a capital do esporte. Realizamos eventos grandes e fora da curva, como foi a última edição da Corrida de Reis, que foi a maior de todos os tempos” Nivaldo Félix, subsecretário de Esporte, Lazer e Espaços Esportivos No final de janeiro, a Corrida de Reis registrou a maior edição da história, com cerca de 30 mil pessoas participando direta ou indiretamente do evento, entre corredores e público. Em fevereiro, outro marco: mais de 71 mil torcedores prestigiaram o jogo entre Flamengo e Corinthians, pela Supercopa do Brasil, em clima de festa, sem registro de conflitos, brigas ou ocorrências graves. Já no ano passado, o destaque em relação aos números foi para os Jogos da Juventude 2025, com cerca de 5 mil jovens atletas, recorde da história do evento. Este ano também promete ser memorável. Brasília foi escolhida para receber o Campeonato Mundial de Marcha Atlética por Equipes da World Athletics em 2026. O anúncio da escolha foi feito pelo presidente da World Athletics, Sebastian Coe, em março de 2025, diretamente da China. Será a estreia do campeonato não só no DF ou no Brasil, mas no Hemisfério Sul, reforçando a importância da capital brasileira no cenário esportivo global. O evento está previsto para abril, na Esplanada dos Ministérios. “Será a primeira vez da Marcha Atlética Mundial no Hemisfério Sul, com a presença do nosso medalhista olímpico, Caio Bonfim, além de mais de 40 países presentes. Teremos mais competições ao longo do ano e nos preparamos para a Copa do Mundo Feminina da FIFA, em que Brasília é uma das oito cidades-sede”, ressalta o subsecretário. O torneio mundial de futebol será entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, no Mané Garrincha. Formação, inclusão e alto rendimento Para sustentar e impulsionar o crescimento do setor esportivo, o GDF investe em infraestrutura e inclusão social. Somente no ano passado, foram aplicados cerca de R$ 22 milhões em obras, reformas e manutenções. Entre as principais intervenções estão a retomada da iluminação do Estádio Abadião, em Ceilândia, após quase duas décadas sem jogos noturnos, e a reforma do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho, com investimento superior a R$ 4,4 milhões. O equipamento é usado, inclusive, para treinos do atleta Caio Bonfim e receberá reparos no gramado e na pista de atletismo. Os esforços também contemplam os 12 Centros Olímpicos e Paralímpicos do DF, que atendem a mais de 45 mil alunos de 4 a 90 anos em diversas modalidades, como futsal, natação, atletismo e artes marciais. Uma nova unidade está sendo construída no Paranoá com capacidade para atender a 5 mil pessoas. No alto rendimento, programas como o Compete Brasília e o Bolsa Atleta têm sido fundamentais para ampliar a presença de atletas brasilienses em competições nacionais e internacionais | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília No alto rendimento, programas como o Compete Brasília e o Bolsa Atleta têm sido fundamentais para ampliar a presença de atletas brasilienses em competições nacionais e internacionais. Em 2025, o Compete beneficiou 5.255 atletas e paratletas, com investimento de R$ 9,1 milhões. Já o Bolsa Atleta atende atualmente 132 atletas olímpicos e 115 paralímpicos, com valores reajustados para garantir melhores condições de preparação. Além disso, em dezembro de 2025, o governo criou o Programa de Apoio ao Futebol do Distrito Federal, para desenvolver os clubes da cidade. O estádio Bezerrão, no Gama, passou pela maior reforma desde 2008, com reparos estruturais, recuperação das arquibancadas e do gramado, além da modernização da rede elétrica e do sistema de combate a incêndios. O investimento foi de mais de R$ 3,9 milhões. Outros espaços que receberam serviços de manutenção são o Joaquim Domingos Roriz (Rorizão), em Samambaia, e o JK, no Paranoá. Os três estádios, incluindo também o Augustinho Lima, poderão ser utilizados como centros de treinamento pelas seleções da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™. Do tatame ao impacto social Um exemplo de como o investimento no alto rendimento reverbera na comunidade é a trajetória da atleta e presidente da Associação Kron de Lutas, Selma Bernardes. Professora da rede pública por três décadas, Selma iniciou no jiu-jitsu após os 40 anos, buscando aliviar a pressão do ambiente escolar. A prática, no entanto, rapidamente se transformou em propósito. “Encontrei no jiu-jitsu muito mais que um esporte. Ele me deu objetivo, disciplina e ferramentas para lidar com a pressão”, conta. Em pouco tempo de tatame, Selma passou a competir em alto nível, sem colocar a idade como empecilho. Graças ao Compete Brasília, pôde participar de campeonatos nacionais e internacionais, conquistando títulos mundiais de 2022 a 2025 — duas vezes ouro e duas vezes prata, além de títulos europeus em 2025 e 2026. “Quando a gente começa a competir fora de Brasília, rompe uma bolha. Você passa a ter novos parâmetros, entende o que precisa melhorar e evolui muito mais rápido. Cada campeonato é um aprendizado que volta para a comunidade”, afirma. “Brasília está dando estrutura para que os atletas sonhem. E quando a gente planta no esporte, a gente colhe transformação social", destaca Selma Bernardes A vontade de contribuir com o crescimento de outros atletas e incentivar crianças e adolescentes fez surgir a Associação Kron de Lutas, localizada na Praça do Bicalho, em Taguatinga. “Quando você abraça um atleta, você impacta toda a comunidade que está ao redor dele. O Compete não investe só em mim, investe em tudo que eu devolvo para a minha comunidade”, afirma. “Brasília está dando estrutura para que os atletas sonhem. E quando a gente planta no esporte, a gente colhe transformação social.” A experiência de Selma inspira atletas mais jovens, como Bianca Alves, que começou no jiu-jítsu aos 14 anos e hoje compete em nível nacional. Beneficiada pelo Compete Brasília desde 2022, ela afirma que o programa foi decisivo para alcançar novos patamares na carreira. “Para você subir no ranking, não basta competir no seu estado. O Compete me permitiu lutar em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador e outros centros fortes do jiu-jitsu”, explica. Graças a esse apoio, Bianca alcançou o primeiro lugar no ranking nacional da sua categoria entre 2023 e 2024. Bianca também destaca o papel do programa na valorização dos atletas brasilienses. “Muita gente não vê Brasília como um estado forte no jiu-jítsu. Quando a gente vai para fora e traz resultados, mostra que aqui tem talento e que o DF é um dos lugares que mais investem nos atletas”, conclui.

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