Feira do Trabalho e do Campo chega a Santa Maria
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF) promove, entre os dias 23 e 28 de fevereiro, a 8ª edição da Feira do Trabalho e do Campo, em Santa Maria. O evento é gratuito, aberto ao público e tem como objetivo fortalecer a economia local, promover a geração de emprego e renda e valorizar o trabalho urbano e rural. A feira será realizada na Quadra Central 1, Conjunto H, Lote 1, ao lado do ginásio, atrás da administração regional da cidade. Durante a programação, a população terá acesso a diversos serviços da Agência do Trabalho Itinerante, como encaminhamento para vagas de emprego, inscrições em cursos de capacitação, orientações sobre a Carteira de Trabalho Digital, o seguro desemprego e o programa Cesta do Trabalhador. O evento é voltado a trabalhadores, jovens em busca do primeiro emprego, produtores rurais e empreendedores | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília [LEIA_TAMBEM]O evento também contará com oficinas e workshops gratuitos, com certificação, voltados a trabalhadores, jovens em busca do primeiro emprego, produtores rurais e empreendedores, além de ações de economia solidária, apoio ao produtor local e serviços institucionais. A iniciativa é uma realização da Sedet-DF, em parceria com o Instituto Acolher e apoio da Administração Regional de Santa Maria. 8ª Feira do Trabalho e do Campo Data: 23 a 28 de fevereiro Local: Quadra Central 1, Conjunto H, Lote 1, ao lado do ginásio, atrás da administração regional da cidade Entrada gratuita *Com informações da Sedet-DF
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Distrito Federal padroniza procedimentos e amplia resposta ao desaparecimento de pessoas
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) lançou, na manhã desta quinta-feira (19), o Plano de Ação Integrado de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas. O material estabelece a implementação sistemática de fluxos pactuados, responsabilidades definidas e governança consolidada entre os órgãos. O texto apresenta, de forma clara, um roteiro e um protocolo do que cada instituição deve fazer — desde o registro do desaparecimento até as etapas de busca, acolhimento familiar, articulação interinstitucional e eventual localização. Em 2025, o DF alcançou índice de 98% de localização, o maior do Brasil. A entrega do documento marca um ciclo iniciado em 2023, com a instituição da Rede Integrada de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas (Ridesap), e representa a consolidação de uma atuação conjunta entre segurança pública, saúde, assistência social, justiça e sistema de garantia de direitos, organizada sob coordenação da Subsecretaria de Integração de Políticas Públicas de Segurança (Subisp). Participaram da construção do plano distrital a Polícia Civil (PCDF), a Polícia Militar (PMDF), o Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), o Departamento de Trânsito (Detran-DF), a Secretaria de Saúde (SES-DF), o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF), a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e a Defensoria Pública (DPDF), além do Ministério Público (MPDFT), do Poder Judiciário, do governo federal e da sociedade civil. Lançado nesta quinta (19), Plano de Ação Integrado de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas apresenta um roteiro e um protocolo indicando como cada instituição deve proceder | Foto: Divulgação/SSP-DF Durante a solenidade, o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, destacou o caráter estruturante da iniciativa: “Estamos institucionalizando uma política de Estado. O desaparecimento exige resposta imediata, integrada e técnica. Superamos entraves, alinhamos fluxos e estabelecemos uma engrenagem única entre os órgãos. Quanto menor o tempo de resposta, maior a possibilidade de localização. Essa política nasce da integração e da responsabilidade coletiva, pois os órgãos sempre atuaram na temática, mas muitas vezes de forma individualizada, com dificuldades nos fluxos transversais. Hoje, a partir do registro do desaparecimento, temos um sistema sem barreiras institucionais, com comunicação mais rápida e integração efetiva entre segurança pública, saúde, assistência social e demais áreas”. O secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury, ressaltou que o plano fortalece um modelo já consolidado: “O Distrito Federal é hoje a unidade da Federação que mais localiza pessoas desaparecidas, com índices que chegam a 98% e 99% de resolução. Isso é resultado de protocolo claro e acionamento imediato. Aqui não existe a falácia das 24 horas. O registro feito na Polícia Civil já dispara, em minutos, uma engrenagem integrada: divulgação, mobilização das forças, acionamento da rede e, hoje, inclusive, apoio das câmeras com reconhecimento facial. Mas sempre nos perguntamos: o que dizer àquele 1%? Foi essa inquietação que nos moveu a estruturar o grupo de trabalho e consolidar este plano, porque o desaparecimento é uma tragédia em vida. Por isso estruturamos este plano, que organiza a atuação de todos os órgãos como uma única rede, com uma única prioridade: localizar essa pessoa e dar resposta rápida e humanizada às famílias”. Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública: "O desaparecimento exige resposta imediata, integrada e técnica. Quanto menor o tempo de resposta, maior a possibilidade de localização" A elaboração do plano envolveu reuniões bilaterais, oficinas técnicas, validações jurídicas e ajustes operacionais por mais de um ano. O diagnóstico inicial apontou a existência de procedimentos individuais e fluxos transversais com entraves administrativos. A partir dessa análise, foram pensadas soluções institucionais que, a partir de hoje, passam a compor oficialmente a política distrital. O lançamento do documento representa o desdobramento de uma construção iniciada em 2023, quando foi instituída a Ridesap, como explica o titular da Subisp, Jasiel Fernandes: “O plano é resultado de um processo técnico iniciado quando estruturamos a Rede Distrital e começamos a mapear lacunas e entraves nos fluxos interinstitucionais. Realizamos reuniões com cada órgão, identificamos especificidades operacionais e pactuamos responsabilidades claras, tanto internas quanto transversais. A mudança é sistêmica: saímos de atuações fragmentadas para uma governança integrada, com protocolos definidos e comunicação mais ágil. Isso garante resposta mais rápida, reduz obstáculos administrativos e coloca a pessoa desaparecida e sua família no centro da política pública”. [LEIA_TAMBEM]O delegado-geral da PCDF, José Werick, destacou que a corporação atua com base em princípios de sensibilidade, celeridade e rigor técnico, com protocolo estruturado em pilares como registro imediato, acolhimento humanizado, coleta detalhada de informações, rastreio técnico e identificação genética: “Na Polícia Civil, cada registro de desaparecimento é tratado com sensibilidade, celeridade e rigor técnico. Nosso protocolo, estruturado a partir de 2022 e consolidado em 2023, tornou-se referência nacional. O plano apresentado hoje consolida esse modelo ao integrar instituições e alinhar fluxos, colocando a pessoa desaparecida e sua família no centro das ações do Estado”. A promotora de Justiça Polyanna Silvares, do MPDFT, reforçou o caráter colaborativo da política, efetuada sem judicialização ou recomendações formais, fruto da proatividade institucional e da adesão conjunta dos órgãos: “Essa é uma política pública construída de forma exemplar, marcada pela integração real entre instituições. O Distrito Federal demonstra protagonismo nacional ao reunir, na mesma mesa, Segurança Pública, Saúde, Desenvolvimento Social, Defensoria, governo federal e sociedade civil. O Ministério Público acompanha essa pauta de forma colaborativa e concomitante, sem necessidade de recomendações ou judicialização, porque ela nasce da proatividade da Secretaria de Segurança Pública e da adesão comprometida de todos os parceiros. O plano de ação representa um passo estruturante, fruto de muito trabalho técnico, e reforça nosso compromisso comum de avançar cada vez mais na excelência do atendimento às famílias e na busca por desaparecimento zero no DF”. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)
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Plano de Ação Integrado de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas no Distrito Federal
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Centros de atendimento ao turista ofereceram opções de diversão para foliões durante o Carnaval
Depois de passar por diversas cidades ao redor do mundo, a bióloga Alessandra Matavel decidiu visitar Brasília pela primeira vez. Moradora de Belo Horizonte, ela escolheu o feriado carnavalesco para explorar os pontos turísticos do Quadradinho e, finalmente, poder dizer que já esteve na capital brasileira. “Conheço várias capitais, mas não conhecia a capital do meu próprio país. Ficava me sentindo um pouco constrangida, então decidi aproveitar o feriado do Carnaval para vir para cá”, contou. Alessandra e o marido, o engenheiro civil Ivan Cardoso, montaram um roteiro extenso, passando pelos principais monumentos da Esplanada dos Ministérios e subindo o Eixo Monumental até a Torre de TV. Foi lá, inclusive, que o casal foi atendido pelo Centro de Atendimento ao Turista (CAT), iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF), vinculada à Secretaria de Turismo (Setur), que oferece informações sobre atrações, serviços e programações culturais aos visitantes do Quadradinho. “Tem um mapa bem grande da cidade e uma guia turística disponibilizando informações. É importante ter esse apoio, porque às vezes a gente fica perdido. A guia estava comentando como foi concebido o Plano Piloto. É bem interessante”, afirmou Alessandra. O marido também elogiou a experiência. “Faz diferença ter essas orientações para se locomover e até visitar algo que não estava nos planos. A guia deu explicações sobre a estrutura da cidade, a concepção e as ideias do Oscar Niemeyer. Como engenheiro, acho fantástico”, comentou ele. Durante o feriado de Carnaval, celebrado entre os dias 14 e 17 deste mês, os centros receberam cerca de 120 turistas nacionais e internacionais. Houve visitantes de estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Bahia, Espírito Santo, Pernambuco, São Paulo, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Goiás, Ceará, Alagoas e Piauí, além de outros países, incluindo Alemanha, Chile, Colômbia, Costa Rica, França, Espanha e Estados Unidos. Foram entregues aproximadamente 130 materiais, como mini guias em inglês e espanhol e cartões-postais. O secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo, frisou que o DF é um destino estruturado e plural, capaz de atender diferentes perfis de visitantes. “Brasília reafirma sua posição como um destino estruturado e plural, capaz de atender diferentes perfis de visitantes, seja com a programação cultural e os blocos tradicionais, seja com opções de natureza, gastronomia e lazer”, destacou. As características que constroem a identidade brasiliense foram reunidas pela Setur-DF na Coleção Rotas Brasília, disponível para download gratuito no site da pasta e distribuída nos CATs. Durante o feriado de Carnaval, celebrado entre os dias 14 e 17 deste mês, os centros receberam cerca de 120 turistas nacionais e internacionais | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Na folia do Quadradinho, segurança e diversão foram palavras-chaves. Com investimento de R$ 10 milhões, o DF Folia 2026 teve 73 blocos em 18 regiões administrativas, com mais de 2,4 milhões de acessos no transporte público gratuito e reforço do policiamento. “A equipe do Governo do Distrito Federal tem atuado de forma integrada no planejamento e na organização da cidade para garantir segurança, qualidade nos serviços e uma experiência acolhedora, fortalecendo o turismo e movimentando a economia local”, enfatizou Araújo. Atendimento turístico Os CATs estão localizados em pontos estratégicos da cidade: no aeroporto, na rodoviária interestadual, na Casa de Chá, na Torre de TV e, nos finais de semana e feriados, no CAT móvel. Segundo a guia turística Samara dos Santos, cada unidade tem uma função específica. “O CAT móvel, normalmente, atende turistas que já chegaram, se instalaram no hotel e agora estão passeando pela cidade. Já o aeroporto e a rodoviária funcionam como portas de entrada: muitas pessoas ainda não organizaram a hospedagem ou os passeios. Nós ajudamos a buscar os melhores locais e valores”, explicou a guia. De acordo com Santos, a capital federal tem sido cada vez mais reconhecida como opção turística. “As pessoas estão mais interessadas em Brasília sim. Muitas pessoas têm esse sonho e acho que é importante a gente conhecer a capital do próprio país. Ainda mais uma como a nossa, que tem uma história tão forte”, afirmou. A vinda de turistas movimenta também o aeroporto: até quarta-feira (18), a expectativa é de que cerca de 300 mil passageiros passem pelo terminal, entre embarques, desembarques e conexões. Depois de passar por diversas cidades ao redor do mundo, a bióloga Alessandra Matavel decidiu visitar Brasília pela primeira vez Entre os brasileiros que desembarcaram em Brasília para aproveitar o feriado está a analista de sistemas Renata Guimarães, natural de Recife. “Já tinha vindo algumas vezes, mas meu marido nunca tinha visitado. Aproveitamos para apresentar a cidade a ele e fugir um pouco do agito do Carnaval. Logo de cara, dá pra ver que é uma cidade muito organizada, com ruas largas e uma estrutura planejada. É diferente de tudo que estamos acostumados”, revelou. O casal também aproveitou o ponto de apoio ao turista na Torre de TV para se orientar e aprender mais sobre a capital. “O turista precisa desse apoio. Faz diferença saber para onde ir e o que visitar. Esse mapa grande dá uma visão completa da cidade. A partir dele, conseguimos ter uma noção clara de como Brasília está estruturada”, completou Renata.
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