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Fercal recebe Carnaval pela primeira vez e passa a integrar o DF Folia 2026

Pela primeira vez, a Região Administrativa da Fercal integra a programação oficial do Carnaval do Distrito Federal. Em 2026, a RA recebe o CarnaFercal, que está dentro da programação do DF Folia 2026, no dia 17 deste mês, no galpão da Feira Permanente da Fercal. Região, que reúne 14 comunidades, passa a marcar presença na descentralização cultural | Foto: Arquivo/Agência Brasília Criada em 2012, a Fercal é a 31ª RA do DF, sendo reconhecida como a primeira “cidade operária” do Distrito Federal, com forte identidade ligada à indústria do cimento, à mineração e à produção agrícola. Localizada próxima a Sobradinho, a região reúne 14 comunidades e também tem se destacado, nos últimos anos, pelo potencial de ecoturismo, especialmente na área da Área de Proteção Ambiental (APA) de Cafuringa. [LEIA_TAMBEM]A promoção do Carnaval na Fercal representa um avanço na política de descentralização cultural do DF, ampliando o acesso da população às manifestações da cultura popular e fortalecendo o sentimento de pertencimento nos territórios. A iniciativa integra o DF Folia 2026, política pública de fomento ao Carnaval de blocos, que promove a ocupação cultural dos espaços públicos e gera impacto direto na economia criativa, movimentando trabalhadores da cultura, o comércio local e a cadeia de serviços. “Levar o Carnaval pela primeira vez à Fercal é um passo importante na democratização do acesso à cultura no Distrito Federal”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “O DF Folia é uma política pública que reconhece a diversidade dos territórios e valoriza a cultura popular como ferramenta de pertencimento, convivência e desenvolvimento local.” *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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Centro de Promoção Digital abre inscrições para cursos gratuitos de games e economia criativa no DF

Estão abertas as inscrições para o Centro de Promoção Digital (CPD), projeto voltado ao fortalecimento do ecossistema gamer, de e-sports e da economia criativa no Distrito Federal. Fruto de uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto de Cultura, Esporte e Tecnologia Brasília (Iceteb), a iniciativa foca a inclusão digital e a profissionalização de jovens e adultos para o mercado tecnológico. Os interessados devem realizar a inscrição exclusivamente pelo site oficial do projeto. O CPD surge como um polo de inovação social e cultura digital, conectando formação técnica ao empreendedorismo. Por meio de uma estrutura moderna, o projeto oferece capacitação e mentorias que acompanham as transformações do mercado de trabalho contemporâneo. Projeto foca o desenvolvimento de habilidades digitais | Foto: Divulgação/Secti-DF O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, ressalta que a iniciativa é fundamental para integrar a juventude à nova economia por meio da capacitação técnica: "O Centro de Promoção Digital é um passo estratégico para consolidar o Distrito Federal como um polo de tecnologia. O desenvolvimento de habilidades digitais não é mais um diferencial, mas um requisito essencial para a inserção no mercado de trabalho atual. Queremos transformar a paixão pelos games em oportunidade real de emprego e renda", destaca. O projeto busca consolidar-se como um centro de articulação para novos talentos, democratizando o acesso ao conhecimento técnico de ponta para jovens e adultos residentes no Distrito Federal que desejam ingressar ou se especializar na economia criativa. Com foco em setores em franca expansão, como o streaming e a produção de conteúdo, o CPD promove o desenvolvimento pessoal e profissional ao conectar os participantes às demandas reais do setor tecnológico. Uma das principais frentes de atuação é o curso Game LAB — Criação, Streaming e E-sports na Prática Digital, realizado integralmente em formato de educação a distância (EAD). A formação utiliza uma plataforma digital com videoaulas e materiais complementares para oferecer flexibilidade aos alunos. O conteúdo programático abrange desde a cultura digital e o ecossistema gamer até técnicas de streaming, e-sports, design de jogos, marketing digital, produção de conteúdo e organização de projetos criativos, sempre sob uma perspectiva estratégica e ética.   *Com informações da Secti-DF

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Carnaval: veja dicas para manter a hidratação na folia

Calor intenso, muita animação e horas seguidas de festa fazem parte do Carnaval no Distrito Federal. Para aproveitar a folia com disposição e evitar mal-estar, como a desidratação, a Secretaria de Saúde (SES-DF) reúne orientações simples que ajudam os foliões a manter o corpo bem hidratado ao longo das comemorações. Durante os dias de festa, são comuns ambientes muito cheios e exposição ao sol, fatores que aumentam o calor e facilitam a perda de líquidos. Portanto, a hidratação deve ser frequente na rotina dos foliões. “A água é fundamental, mas pode ser intercalada com água de coco, sucos naturais e bebidas isotônicas, que ajudam a repor os eletrólitos perdidos com o suor”, orienta a gerente de Nutrição da SES-DF, Carolina Gama. Durante os dias de carnaval, a perda de líquidos pelo suor é maior, principalmente em ambientes cheios e sob o sol | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Segundo a gestora, o álcool também aumenta a perda de líquidos pela urina. “A desidratação decorrente do consumo de bebidas alcoólicas, sem a devida reposição hídrica, pode causar confusão mental, dor de cabeça, sensação de fraqueza, cansaço, sonolência, tontura, queda da pressão, náuseas e vômitos”, elenca. Além dos líquidos, a alimentação contribui diretamente para a hidratação. Frutas ricas em água — como melancia, melão, abacaxi, laranja e morango — são boas aliadas. “As refeições devem priorizar alimentos mais leves e saudáveis, como cereais integrais, feijão, ovos, carnes magras, legumes, verduras e frutas, evitando preparações muito gordurosas, que dificultam a digestão”, aconselha a especialista. [LEIA_TAMBEM]Fique atento Também entram na lista de alertas os cuidados sanitários. A diretora da Vigilância Sanitária da SES-DF, Márcia Olivé, chama a atenção para a procedência da água e dos alimentos consumidos durante a folia. “É importante beber apenas água tratada, filtrada ou mineral engarrafada, sempre verificando se a embalagem está lacrada e dentro da validade”, afirma. Olivé reforça que, ao comer na rua, é importante evitar pratos muito manipulados, gordurosos e preparações com molhos, recheios e coberturas. Se for consumir molhos, prefira os industrializados, em embalagens do tipo sachê. “Alimentos preparados sem atenção às precauções sanitárias adequadas e sem controle de qualidade podem sofrer contaminação e provocar vômitos, diarreia e agravar a desidratação”. Água de coco, sucos e frutas como melancia e abacaxi podem ser bons aliados na hidratação do corpo para uma folia mais segura Atendimento Caso o folião apresente redução grave da consciência ou da coordenação motora, é preciso procurar atendimento médico de urgência nos prontos-socorros, como unidades de pronto atendimento (UPAs) e emergências dos hospitais da rede mais próximos. Em caso de perda completa da consciência, é necessário acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) por meio do número 192. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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DF amplia em 157% a oferta de hemodiálise e garante 180 vagas para pacientes renais

O Distrito Federal registrou um marco histórico na assistência aos pacientes renais. Com a reestruturação dos setores de nefrologia dos hospitais regionais de Taguatinga (HRT) e do Gama (HRG), a capacidade conjunta de atendimento saltou de 70 para 180 vagas para hemodiálise. O crescimento de 157% na oferta hospitalar do tratamento é fruto de um investimento de R$ 4,7 milhões por parte do Governo do Distrito Federal (GDF) para modernizar, ampliar e fortalecer o acesso ao atendimento especializado na rede pública de saúde. Maior centro de nefrologia do Centro-Oeste e o maior serviço de hemodiálise do DF, o  Hospital Regional de Taguatinga (HRT) é referência no Brasil. Para a diretora de Serviços de Internação da Secretaria de Saúde, Emanuelle Ferreira Lustosa, a ampliação representa um marco para a rede pública. “O HRT é o nosso maior serviço de nefrologia e estamos aqui hoje reinaugurando esse espaço. Os pacientes terão acesso melhor e de qualidade. Todos aqueles que têm problemas renais crônicos que necessitam de suporte terão um espaço mais acolhedor para serem atendidos”, afirma. O espaço do HRT destinado à nefrologia passou por uma reforma completa, com inovação no parque tecnológico, renovação das máquinas de hemodiálise e troca do sistema de osmose | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Segundo ela, a modernização foi estrutural e tecnológica. “A gente fez uma reforma em todo o espaço, mexeu no parque tecnológico, renovou todas as máquinas de hemodiálise e trocou o sistema de osmose. Agora, temos um sistema de osmose reversa de duplo passo, que é inédito aqui na Secretaria de Saúde”, explica. Tecnologia e atendimento de ponta No HRT, a unidade de nefrologia passou por uma reforma completa. O espaço, que realizou 6.538 atendimentos em hemodiálise no ano passado, recebeu novos pontos de hemodiálise, pintura renovada, adequações na infraestrutura elétrica e a troca integral do sistema de osmose (etapa essencial para garantir segurança e qualidade no tratamento).   O sistema de osmose reversa é considerado o “coração” da hemodiálise. É ele que faz a purificação extrema da água utilizada no procedimento, eliminando impurezas e garantindo padrão rigoroso de segurança para pacientes com insuficiência renal. O investimento de R$ 4,7 milhões garantiu a aquisição de 75 novas máquinas de hemodiálise para a rede pública, sendo 29 destinadas ao HRT. Com a modernização, a capacidade da unidade saltou de 50 para 140 vagas, quase triplicando a oferta de tratamento. Inaugurado em 1974, o HRT é referência em diversas outras áreas da saúde pública do DF e foi a primeira unidade da rede a contar com banco de leite humano, implantado em 1978. Suporte para pacientes renais 16 Número de novas máquinas de hemodiálise do HRG No Hospital Regional do Gama, o novo setor de nefrologia começou a receber pacientes na última quarta-feira (11). Por lá, os investimentos são de aproximadamente R$ 3 milhões. A reestruturação incluiu troca integral do sistema de osmose com tecnologia de duplo passo, aquisição de 16 novas máquinas de hemodiálise, novos monitores multiparamétricos, poltronas específicas, rede de gases medicinais, além de adequações elétricas, hidráulicas e de climatização. Com a manutenção completa, a capacidade oficial hospitalar de hemodiálise dobrou, passando de 20 para 40 vagas. Além das vagas regulares, o HRG passou a oferecer suporte dialítico para dois pacientes por turno no box de emergência e ampliou o atendimento para 20 leitos de UTI com suporte para hemodiálise. A medida fortalece o cuidado aos pacientes críticos, reduz a fila de egressos da UTI e aumenta o giro de leitos, contribuindo para uma desospitalização mais segura. Emanuelle Lustosa: "O giro de leito do hospital vai ser maior e vamos conseguir dar uma assistência de qualidade a todos os nossos pacientes" De acordo com Emanuelle Lustosa, a ampliação tem impacto direto na dinâmica hospitalar. “O maior impacto é para aquele paciente que está aguardando vaga de UTI. A gente vai conseguir atender esse paciente aqui, ele vai conseguir sair da UTI, e aquele que está no pronto-socorro poderá ir para a UTI. O giro de leito do hospital vai ser maior e vamos conseguir dar uma assistência de qualidade a todos os nossos pacientes”, detalha. Impacto direto na qualidade de vida O crescimento de 157% na oferta de vagas representa um marco para a saúde pública do DF. A ampliação da capacidade instalada e a modernização tecnológica impactam diretamente a qualidade de vida dos pacientes que dependem da hemodiálise, além de trazer mais segurança e previsibilidade às famílias. Paciente da unidade, a cuidadora de idosos Ana Selma Carvalho da Silva, de 34 anos, faz sessões três vezes por semana e relatou a diferença após a reforma. “Antes era tudo mais bagunçado, parede descascando, tinha equipamento que não funcionava muito bem. Agora está muito bom, a gente se sente mais acolhida”, conta. Ela também destacou o atendimento recebido. “Aqui o acolhimento é melhor. A qualidade dos enfermeiros para tratar a gente faz muita diferença”, afirma. Ana Selma Carvalho da Silva faz sessões de hemodiálise três vezes por semana e aprovou o novo espaço: "A gente se sente mais acolhida" O responsável técnico-administrativo da unidade de nefrologia do HRT, Gladson Paiva, destaca que a modernização amplia não apenas a quantidade, mas também a segurança do tratamento. “O impacto positivo se traduz no aumento da capacidade de atendimento e na melhoria da qualidade do tratamento, graças à renovação do parque tecnológico e à implementação de um sistema de tratamento de água de alta qualidade”, diz o médico. Segundo ele, a previsão é saltar de 224 sessões semanais para 435 sessões por semana. “A capacidade praticamente dobra em relação ao que a gente tinha antes da reforma”, explica.

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