UBS 5 de Taguatinga atende a mais de 50 pacientes em pequenos procedimentos cirúrgicos e odontológicos
Neste sábado (7), mais de 50 pacientes foram atendidos na Unidade Básica de Saúde (UBS) 5 de Taguatinga em um mutirão de pequenos procedimentos cirúrgicos e de atendimento odontológico. A oferta incluiu desde a retirada de lesões de pele comuns, como verrugas e cistos sebáceos, até a profilaxia para prevenção de doenças periodontais. Mais de 20 profissionais entre médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, agentes comunitários de saúde, farmacêuticos, odontólogos e técnicos em saúde bucal aliaram-se a quase uma dezena de residentes de Medicina de Família e Comunidade (MFC). A proposta tinha como intuito atender a demanda da população local. A oferta de serviços incluiu procedimentos como retirada de verrugas e cistos sebáceos e prevenção de doenças periodontais. Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF “São procedimentos que seriam encaminhados à Atenção Secundária. Porém, aqui mesmo na UBS, a gente consegue ensinar os residentes e oferecer o atendimento à população”, explica a preceptora do programa de residência, Hiromi Trevisan. Implante contraceptivo Entre a lista de procedimentos, uma novidade: o implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel, conhecido como Implanon. O método contraceptivo foi incorporado recentemente ao Sistema Único de Saúde (SUS). A UBS 5 de Taguatinga passou a ofertá-lo nesta semana. Neste sábado, para o mutirão, dez pacientes foram agendadas. Yasmin Cecília Apolinário optou pela inserção do Implanon como método contraceptivo: "Acho que vai me fazer muito bem" [LEIA_TAMBEM]Yasmin Cecília Apolinário, 19 anos, foi uma das primeiras atendidas. A decisão por esta forma de contraceptivo foi tomada, junto à avaliação profissional, como alternativa para o alívio das dores de cólica. "Eles aplicam uma anestesia no local. Não dói nada”, conta a estudante. “Acho que vai me fazer muito bem", acredita. O novo método é considerado vantajoso em relação aos já existentes por sua longa duração, podendo atuar no organismo por até três anos. Além disso, é considerado altamente eficaz no planejamento reprodutivo por não depender do uso diário ou contínuo, como ocorre com os anticoncepcionais orais ou injetáveis. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Campanha Criança não é Adulto leva conscientização e prevenção ao abuso infantil ao pré-Carnaval
A campanha Criança não é Adulto, da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), deu início às ações educativas do DF Folia 2026 neste sábado (7), ao levar conscientização e prevenção ao abuso e ao trabalho infantil para o bloquinho Suvaquinho da Asa, no estacionamento do Espaço Cultural Ibero-americano (antiga Funarte), no Eixo Monumental. A iniciativa reforça a mensagem de que criança tem direito a viver plenamente a infância, com cuidado, respeito e proteção. A campanha estará presente nos blocos infantis do Carnaval de Brasília com ações voltadas à sensibilização do público, utilizando uma abordagem lúdica e educativa para alcançar pais, responsáveis e crianças. A proposta é aproveitar o ambiente festivo do Carnaval para fortalecer a mobilização social em defesa dos direitos da criança e do adolescente. Durante a ação no Suvaquinho da Asa, servidores da Subsecretaria de Políticas para Crianças e Adolescentes distribuíram adesivos com o slogan “criança não é adulto” ao público presente. As crianças receberam adesivos com o slogan “criança não é adulto” | Fotos: João Marcos Teixeira/Sejus-DF A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou que a proteção das crianças é uma prioridade da pasta e reforçou o cuidado coletivo durante o período carnavalesco. “O Carnaval é um momento de alegria, mas também de atenção e responsabilidade. Cuidar das nossas crianças é prioridade absoluta. Essa mobilização social contribui para fortalecer as ações de conscientização sobre os direitos da criança”, afirmou. A subsecretária de Políticas para Crianças e Adolescentes, Maria do Socorro Lucena, reforçou que o direito ao brincar precisa ser garantido em todos os espaços. “Toda criança tem direito a brincar, a pular Carnaval e a se divertir, sempre sendo respeitada e protegida. A infância precisa ser preservada”, completou. Cristiana Monteiro, ao lado do marido e dos filhos: "A infância é para ser vivida. Tudo no seu tempo; depois eles vão ter muito tempo para serem adultos” A advogada Cristiana Monteiro e o servidor público Carlos Vinícius Mota, moradores do Jardim Botânico, levaram pela primeira vez os filhos Bernardo e Eduardo para curtir o Carnaval em Brasília. Para Cristiana, a campanha traz uma mensagem essencial. “É muito gratificante saber que existe essa preocupação com pautas tão importantes. A infância é para ser vivida. Tudo no seu tempo; depois eles vão ter muito tempo para serem adultos”, afirmou. A moradora da Octogonal Caroline Leite também aprovou a iniciativa ao levar a filha Catarina, de 3 anos, para participar do Suvaquinho da Asa pela segunda vez. “Nós adoramos o bloquinho, e acho muito importante esse combate ao trabalho infantil e tudo o que envolve a adultização das crianças. Ações como essa são fundamentais”, disse. [LEIA_TAMBEM]Campanha segue nos blocos infantis A campanha Criança não é Adulto continuará presente nos blocos infantis do DF Folia 2026, ampliando o alcance da mensagem de conscientização e proteção dos direitos das crianças. Confira as datas: 14/2 (14h às 18h) – Parque Folia Kids, no Estacionamento 5 do Parque da Cidade; 15/2 (15h às 18h) – Bloco Baratinha, no Estacionamento 12 do Parque da Cidade; 16/2 (9h às 18h) – Grien Grêmio Recreativo Infantil da Expressão Nordestina – Pintinho de Brasília, atrás da Matriz da Caixa Econômica Federal; 17/2 (12h às 20h) – Bloco Pacotão, com concentração na 302 Norte e trajeto pela contramão da W3, sentido Gran Folia DF. *Com informações da Sejus-DF
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Trilha de abelhas nativas do Cerrado é lançada
O Instituto Brasília Ambiental promoveu neste sábado (7), a inauguração da trilha de abelhas nativas sem ferrão, no Parque Ecológico Tororó, localizado na Região Administrativa do Jardim Botânico. O projeto, idealizado por agentes de unidades de conservação, tem o objetivo de conscientizar a comunidade quanto ao relevante papel desempenhado por esses insetos para a manutenção da flora do Cerrado. Durante a abertura do evento, o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, enalteceu o trabalho em conjunto para a concretização do projeto. “Agradeço a todos que se empenharam, sobretudo os agentes de parques, os brigadistas e os frequentadores, em uma grande parceria, para a consolidação desta trilha. Precisamos sempre de mais pessoas envolvidas em ações ambientais, semeando novas ideias, protegendo a natureza”, disse. Na trilha, o público pode observar espécies de abelhas sem ferrão e de orquídeas, tendo ideia da diversidade do Cerrado | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Esse projeto não apenas educa sobre a importância dos agentes polinizadores, mas também demonstra que juntos, podemos cultivar um futuro mais sustentável, valorizando o que a natureza nos oferece e protegendo nossas riquezas naturais", comentou a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. “Esse pequeno caminho faz parte da trilha da biodiversidade do Parque Ecológico do Tororó. Nele observamos a cultura de algumas espécies de abelhas sem ferrões, a exemplo da jataí, mandaçaia e uruçu-amarela. Há também as abelhas solitárias, que prestam relevantes serviços ao bioma do Cerrado”, afirma o agente de Unidades de Conservação e Parques, Francisco Maciel, que elaborou o projeto com Wilson Silveira. [LEIA_TAMBEM]Maciel acrescentou, ainda, que a trilha é composta por um viveiro de orquídeas baunilhas do Cerrado, que fazem conexão com as abelhas que as polinizam. “É um momento interessante, pois demonstra a função de proteção e preservação exercido pela unidade de conservação e estabelece uma ligação com a sociedade mostrando o que há de belo neste bioma.” Os participantes do evento percorreram o trajeto explicativo de 125 metros durante o qual puderam observar atentamente a criação de variadas abelhas sem ferrão, as suas características e hábitos e as espécies de baunilhas. Ao final do passeio, foi realizada a oficina de manejo das melíponas (abelhas nativas sem ferrão), com o instrutor Geraldo Lira, na qual o público aprendeu como proceder e resguardar a presença desses insetos, práticas com iscas, demonstração dos diversos tipos de caixas para criação, limpeza e manutenção, entre outros. *Com informações do Brasília Ambiental
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Brasília Ambiental realiza lançamento de trilha de abelhas nativas do Cerrado
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