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CEB IPes e PMDF assinam acordo para combater furto de cabos com inteligência e integração

Mais segurança e tecnologia no dia a dia da população. A CEB IPes e a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) assinaram nesta segunda-feira (22) um termo de cooperação técnica para coibir o furto, roubo e receptação de equipamentos da rede de iluminação. A parceria foi firmada durante o lançamento do GDF na Sua Porta no Plano Piloto, no Palácio do Buriti, com a presença da governadora Celina Leão. A chefe do Executivo local destacou o uso da tecnologia a favor da população. "Os nossos postes vão agora ter câmeras também e essas câmeras serão ligadas ao nosso programa DF 360, ou seja, uma integração dessa área de tecnologia da iluminação pública com a nossa área da segurança. Isso é muito importante, termos um monitoramento virtual cada dia maior", avaliou. Apenas em 2025, a CEB IPes mapeou o furto de 96 quilômetros de cabos, o que gerou um prejuízo de cerca de R$ 1,9 milhão aos cofres públicos, além de comprometer a segurança de motoristas e pedestres | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília Apenas em 2025, a CEB IPes mapeou o furto de 96 quilômetros de cabos, o que gerou um prejuízo de cerca de R$ 1,9 milhão aos cofres públicos, além de comprometer a segurança de motoristas e pedestres. A parceria prevê o compartilhamento de imagens, vídeos e relatórios técnicos entre as instituições para subsidiar investigações e ações de policiamento ostensivo, além de agilizar a manutenção e recuperação das áreas afetadas. Está previsto também o uso de drones para auxílio na prevenção e no combate aos crimes. Para o presidente da CEB IPes, Elie Chidiac, a iniciativa permitirá maior integração entre as equipes para identificação de falhas na rede de iluminação pública, garantindo mais agilidade no atendimento das ocorrências e na recuperação dos pontos afetados.   “A segurança é responsabilidade de todos, e a CEB quer fazer sua parte e deixar de ser vítima nessa área de segurança. Nossa rede será mapeada, e será possível ver onde há vandalismo, roubo de cabos, dando mais segurança para toda a população. Além do roubo, será possível detectar onde têm luminárias ou algum trecho apagado, com acionamento a tempo e com conexão entre o DF 360 e o nosso Centro de Operações”, comentou. Para o Comandante-Geral da Polícia Militar do DF, Coronel Rômulo Palhares, a parceria entre as instituições não visa apenas a repressão do crime, mas também a atuação preventiva. “Essas ações criminosas impactam a vida da sociedade. Cada vez que há um furto de cabo de energia, existe um grande transtorno para aquela comunidade, para aquele local, justamente pela falta ou pela interrupção de serviço de energia. E isso repercute na segurança pública. A nossa expectativa não é só atuar de maneira repressiva, é atuar de maneira preventiva. Essa modalidade de emprego de policiamento por meio de drones também permite que a gente consiga antecipar algumas ações criminosas”, explicou.

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Escola Superior de Ciências da Saúde divulga edital para Programa de Iniciação Científica

A Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) publicou edital para seleção de projetos que vão integrar o Programa de Iniciação Científica (PIC) e o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic/CNPq), no período de setembro de 2026 a agosto de 2027. O programa tem como objetivo estimular o pensamento científico, a formação de recursos humanos qualificados e o desenvolvimento de projetos alinhados às demandas da saúde e da educação, aos projetos pedagógicos da instituição e às necessidades da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). A iniciação científica permite que os estudantes desenvolvam competências para identificar problemas reais presentes nos serviços e na comunidade, investigar suas causas e propor soluções fundamentadas nas melhores evidências científicas disponíveis, contribuindo para o aprimoramento das políticas e práticas em saúde. A iniciativa representa uma das mais importantes estratégias de fortalecimento da pesquisa científica na graduação, promovendo a inserção precoce dos estudantes dos cursos de medicina e enfermagem no universo da investigação científica e da produção de conhecimento voltado para as necessidades da população do DF. Serão oferecidas 135 bolsas, divididas em quatro modalidades, com valores que variam entre R$ 700 e R$ 715, para estudantes dos cursos de enfermagem e medicina da Escs que tiverem projetos aprovados | Foto: Divulgação/ESCS Serão oferecidas 135 bolsas, divididas em quatro modalidades, com valores que variam entre R$ 700 e R$ 715, para estudantes dos cursos de enfermagem e medicina da Escs que tiverem projetos aprovados. A submissão dos projetos é feita por meio dos orientadores, que poderão indicar até dois estudantes por projeto — um bolsista e um voluntário — em apenas uma categoria específica de bolsa. Todos os orientadores devem dispor de carga horária mínima de duas horas semanais por projeto para atividades de pesquisa. Para a diretora da Escs, Viviane Peterle, o programa representa um marco na formação dos futuros profissionais de saúde. “A iniciação científica é o primeiro grande contato do estudante com a produção de conhecimento científico. Ao participar de um projeto de pesquisa, o aluno aprende a formular perguntas relevantes, analisar evidências e transformar observações da prática em conhecimento capaz de impactar positivamente a assistência à saúde. Formamos profissionais mais críticos, preparados para tomar decisões baseadas em evidências e comprometidos com a melhoria contínua do SUS”, afirma. Novidades As novas diretrizes buscam tornar mais claros os procedimentos de inscrição, avaliação e acompanhamento dos projetos, ampliando a transparência e a segurança jurídica do processo seletivo Este ano, uma das novidades é o edital simplificado, que traz uma abordagem ilustrativa do documento, com as principais informações a serem observadas pelos candidatos, além de um guia que explica como se inscrever, o que será aceito e o que não é permitido para a submissão dos projetos, bem como as obrigações dos participantes, etapas, recursos e disposições finais. A edição 2026/2027 também traz importantes avanços administrativos, resultado do processo de revisão e simplificação das normas institucionais que regem o programa. As novas diretrizes buscam tornar mais claros os procedimentos de inscrição, avaliação e acompanhamento dos projetos, ampliando a transparência e a segurança jurídica do processo seletivo. Para a diretora-executiva da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), Vanessa Dalva Guimarães, “a medida reforça o compromisso da Secretaria de Saúde por meio da Escs e da Fepecs com a modernização da gestão acadêmica e com a criação de condições cada vez mais favoráveis para o desenvolvimento da pesquisa científica entre estudantes e docentes”. [LEIA_TAMBEM]O novo edital disponibiliza bolsas financiadas tanto com recursos da Fepecs, vinculada à  Secretaria de Saúde (SES-DF), quanto com recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O investimento evidencia a confiança das instituições financiadoras na capacidade técnica e científica do corpo docente da Escs, composto por servidores altamente qualificados e comprometidos com a produção de conhecimento voltado à melhoria da saúde pública. Cronograma O período de inscrição vai do dia 29 deste mês a 7 de julho, na página do processo seletivo. A confirmação das inscrições será em 8 de julho, e os candidatos poderão interpor recursos em 9 de julho. A homologação do resultado está prevista para 27 de julho, e a convocação dos estudantes para a entrega de documentação será no período de 28 a 30 de julho. Já a assinatura do termo de compromisso e início das atividades têm previsão para 31 de julho. *Com informações da Fepecs  

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Apoio técnico fortalece protagonismo feminino no campo no DF

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Em reforço à Campanha do Agasalho do GDF, IgesDF lança Cabide Solidário

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está mobilizando colaboradores, pacientes, acompanhantes e a comunidade para participar da Campanha do Agasalho 2026 instituída pelo Governo do Distrito Federal (GDF).  Coordenada pela Gerência Geral de Humanização e Experiência do Paciente, por meio do projeto Humanizar, a iniciativa arrecada roupas de frio para pessoas em situação de vulnerabilidade e, neste ano, passa a contar também com o cabide solidário nas unidades de pronto atendimento (UPAs). Doações podem ser entregues nos pontos de coleta até 10 de julho | Foto: Divulgação/IgesDF “A Campanha do Agasalho nos permite ampliar esse cuidado para além das unidades de saúde, levando conforto, proteção e esperança para quem enfrenta o frio com menos recursos” Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF Até 10 de julho, as doações poderão ser entregues nos pontos de coleta instalados nas unidades administrativas do PO700 e do SIA. A campanha recebe casacos, cobertores, toucas, meias, luvas e outras peças de inverno que estejam limpas e em bom estado de conservação.  “Todos os dias trabalhamos para acolher pessoas em momentos delicados de suas vidas”, afirma a gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, Anucha Soares. “A Campanha do Agasalho nos permite ampliar esse cuidado para além das unidades de saúde, levando conforto, proteção e esperança para quem enfrenta o frio com menos recursos.” Cabide Solidário Como novidade desta edição, a campanha passa a contar com o Cabide Solidário nas UPAs do DF. A partir desta segunda-feira (22), as unidades terão um espaço para que roupas e agasalhos em bom estado possam ser deixados e retirados gratuitamente pela população, ampliando o alcance da iniciativa. [LEIA_TAMBEM]“O Cabide Solidário nasce da ideia de que aquilo que já não tem utilidade para uma pessoa pode representar acolhimento e dignidade para outra”, resume a gerente da UPA de Samambaia, Regilane Ferreira. “Queremos que esse espaço seja um símbolo de empatia e de cuidado com a comunidade que atendemos diariamente.” Uma das organizadoras da ação e integrante do Núcleo de Experiência do Paciente, a analista Cícera Patrícia Rodrigues reforça: “Muitas vezes, um casaco guardado no armário pode ser exatamente o que falta para alguém enfrentar uma noite fria. Nosso convite é para que as pessoas participem dessa corrente do bem e ajudem a aquecer não apenas corpos, mas também corações”.   *Com informações do IgesDF

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