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Dedicada à saúde mental, campanha Janeiro Branco é encerrada com caminhada no Parque da Cidade

A campanha Janeiro Branco, dedicada à conscientização sobre a saúde mental e emocional, foi encerrada nesta sexta-feira (30) com uma caminhada no estacionamento 13 do Parque da Cidade Sarah Kubitschek. A iniciativa foi promovida pela Secretaria da Mulher (SMDF), em parceria com o Comitê Gestor de Qualidade de Vida no Trabalho (CGQVT), da Secretaria de Economia (Seec-DF), reunindo servidoras e servidores em uma ação voltada ao bem-estar, à integração e à promoção de hábitos saudáveis. A servidora pública Luciana Carvalho participou da caminhada: “Cuidar da saúde mental nos ajuda a trabalhar melhor e a atender melhor a população” | Foto: Samuel Marques/SMDF “Falar sobre saúde mental é romper tabus e abrir caminhos para uma vida mais equilibrada, dentro e fora do trabalho” Giselle Ferreira, secretária da Mulher Além da caminhada, a programação incluiu roda de bate-papo e aula de zumba, proporcionando momentos de cuidado, escuta e incentivo a interações positivas no ambiente laboral. Durante este mês, a SMDF promoveu diversas ações com esse foco. Entre as iniciativas, os comitês de proteção à mulher em Santa Maria, Estrutural e Sobradinho promoveram debates com especialistas, abordando a prevenção de transtornos como ansiedade e depressão. “Promover ações como essa é fundamental para fortalecer uma cultura institucional baseada no cuidado, na escuta e no respeito”, avalia a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “Cuidar da mente é um ato de coragem. Falar sobre saúde mental é romper tabus e abrir caminhos para uma vida mais equilibrada, dentro e fora do trabalho.”  Ações preventivas [LEIA_TAMBEM]Epitácio Júnior, secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida da Secretaria de Economia, lembra que essas ações têm impacto direto no bem-estar dos servidores: “Quando o servidor retorna ao trabalho após uma atividade como essa, ele volta diferente. O foco é a prevenção da saúde emocional, promovendo qualidade de vida antes que o adoecimento aconteça”. O cronograma também incluiu Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics), como auriculoterapia, yoga, meditação, terapia comunitária, técnicas de redução do estresse e ventosaterapia. As atividades foram executadas nos equipamentos da SMDF localizados em Planaltina, Sobradinho, Plano Piloto, Itapoã e Águas Claras. A servidora pública Luciana Carvalho, de 43 anos, reforça que a prática de atividades físicas contribui diretamente para a melhoria da qualidade de vida. “Essa atividade é fundamental para reduzir a ansiedade e o estresse do dia a dia”, afirma. “Cuidar da saúde mental nos ajuda a trabalhar melhor e a atender melhor a população. Além disso, esses momentos fortalecem o convívio social e criam novas amizades”.   *Com informações da Secretaria da Mulher

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Auxílios Vulnerabilidade e Excepcional oferecem apoio a famílias do DF que enfrentam situações críticas

Além dos benefícios continuados de assistência social, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedes-DF), oferece suporte financeiro para as famílias em vulnerabilidade temporária ou afetadas por emergências, com os auxílios Vulnerabilidade e Excepcional. Tratam-se de benefícios eventuais voltados a ajudar a população de baixa renda — com renda per capita igual ou inferior a meio salário mínimo —, residente do DF e cadastrada no CadÚnico, no enfrentamento de situações críticas. “Esses benefícios fazem parte de um conjunto de ações que a Sedes desenvolve nas suas intervenções de política de assistência. São auxílios eventuais que são concedidos apenas em alguma situação de perda, risco ou dano, no caso do Vulnerabilidade, e do Excepcional em alguma situação de desabrigo temporário”, explica Raqueline Neves, da Subsecretaria de Assistência Social. O GDF mantém benefícios eventuais voltados a ajudar a população de baixa renda, residente do DF e cadastrada no CadÚnico | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Requisitos O Auxílio Vulnerabilidade é voltado às famílias de baixa renda que estejam passando por alguma situação crítica que agrave a situação de vulnerabilidade social. O benefício pode ser concedido em duas modalidades: pecúnia, no valor de R$ 408, em até seis parcelas por ano; e passagem interestadual — sendo uma no período de 12 meses —, para o retorno à cidade de origem ou eventual mudança em situação de risco ou violência. “É um apoio de caráter suplementar e provisório para que a família possa enfrentar a vulnerabilidade”, revela Raqueline. Já o Auxílio Excepcional é um benefício destinado a famílias ou pessoas que foram privadas de moradia em razão de catástrofes, desastres ou calamidades públicas; risco geológico ou salubridade; desocupação de áreas ambientais; realocações e assentamentos; e situação de rua ou risco pessoal excepcional. O valor é de até R$ 600 por mês, por até seis meses, podendo ser prorrogado por igual período. [LEIA_TAMBEM]“Esse é um benefício subsidiado pela política de habitação. Ele se destina exclusivamente ao pagamento de aluguel ou imóvel residencial em situações de catástrofe, calamidade pública ou evento de risco”, complementa a técnica. As famílias interessadas podem solicitar os benefícios em qualquer uma das unidades de assistência da Sedes-DF, como os centros de referência de Assistência Social (Cras) e Especializado de Assistência Social (Creas) e as unidades do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centros Pop). A liberação depende do contexto de vida de cada cidadão.  

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