Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

Thumbnail

Campanha Volta às Aulas 2026 do DER-DF fecha com mais de 2 mil atendimentos

Agentes de trânsito rodoviário e educadores do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) encerraram nesta quinta-feira (29) a campanha Volta às Aulas 2026, no âmbito das escolas particulares. Entre segunda-feira (26) e esta quinta (29), foram feitas mais de 2.180 abordagens educativas que contemplaram motoristas e a comunidade escolar, com o objetivo de fortalecer a conscientização sobre a importância da segurança no trânsito no retorno do ano letivo. O grupo teatral do DER-DF foi um dos destaques da ação educativa | Fotos: Divulgação/DER-DF   Os profissionais orientaram pais e responsáveis sobre boas práticas que garantem um fluxo seguro nas proximidades das instituições de ensino. “Formar cidadãos conscientes hoje, por meio de campanhas de educação de trânsito coordenadas e efetuadas pelo DER, com o engajamento de pais e responsáveis no período de volta às aulas, é garantir um trânsito mais humano, seguro e organizado amanhã”, avaliou a diretora pedagógica do Colégio Batista, Ludmila Siqueira Campos. [LEIA_TAMBEM]Os temas tratados nas abordagens incluíram normas de circulação e estacionamento nas redondezas das escolas e limites de velocidade na zona escolar, além do uso correto de equipamentos como cintos de segurança, cadeirinhas, bebê-conforto e assentos de elevação, com destaque para o cumprimento das normas técnicas vigentes. Também foram dadas instruções sobre como orientar as crianças na travessia de vias, ressaltando o uso das faixas de pedestres, a observação do fluxo de veículos e a importância de aguardar o momento seguro para trafegar. Público aprovou Durante o trabalho, foram distribuídos kits educativos aos responsáveis, que continham aromatizante de carro, lixocar, flanela e boné. “Este movimento educacional realizado pelo DER é fantástico, porque as crianças e também os pais precisam ter consciência de que uma postura correta no trânsito evita sinistros e deixa a todos mais seguros e confiantes ao dirigir”, reforçou a professora Silvânia Bezerra da Silva Borges. Lenimar de Lima com o filho Gabriel: “Tive a grata surpresa de me deparar com esta campanha. Este trabalho agrega mais conhecimento aos adultos e às crianças” O servidor público Lenimar Ferreira de Lima, ao lado do filho Gabriel, elogiou a forma de abordagem efetuada pela equipe do DER durante a ação: “Tive a grata surpresa de me deparar com esta campanha. Os profissionais do DER estão de parabéns, porque sabem acolher todo o público da melhor forma possível. Este trabalho agrega mais conhecimento aos adultos e às crianças”. Um dos destaques da ação foi o grupo de teatro do DER-DF, que apresentou espetáculos teatrais. Durante a campanha, as ações foram realizadas às 7h e às 13h em cada unidade escolar. Além do Colégio Batista, as atividades envolveram a Escola Bilíngue Multi Integral, no Park Way; o Colégio Mag, em Águas Claras; e o Colégio do Sol, no Lago Norte. “Fomos muito bem-recebidos pela comunidade, pelos pais e pelas escolas, e todo mundo parabenizou o órgão pelo trabalho”, relatou a diretora de Educação de Trânsito do DER-DF, Graziela Portela. “Estamos satisfeitos com o resultado e com a receptividade da comunidade escolar, especialmente dos pais.” *Com informações do DER-DF

Ler mais...

Thumbnail

Pesquisa apoiada pela FAPDF revela impactos emocionais da pandemia em idosos

A campanha Janeiro Branco é um mês dedicado à conscientização sobre a saúde mental e convida à reflexão sobre cuidado, escuta e bem-estar ao longo de todas as fases da vida. Nesse contexto, o impacto da pandemia da covid-19 sobre a população idosa foi além dos riscos físicos associados à doença. O isolamento social, o medo da morte, as perdas afetivas e a sobrecarga de informações negativas afetaram profundamente a saúde mental de pessoas com 60 anos ou mais, levantando questões importantes sobre envelhecimento, sofrimento psíquico e estratégias de enfrentamento em momentos de crise. A pesquisa “Percepções de idosos infectados e não infectados pelo SARS-CoV-2 sobre o envelhecimento, morte e saúde mental: uma abordagem qualitativa e ecumênica”, desenvolvida na Universidade Católica de Brasília (UCB), buscou compreender como os idosos vivenciaram esse período, considerando o papel da religiosidade e da espiritualidade no cuidado emocional. O estudo contou com fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), por meio do edital Demanda Espontânea, com investimento de R$ 70 mil, e foi coordenado pelo pesquisador Vicente Paulo, docente e pesquisador na área da Gerontologia e da Saúde Mental. Professor Vicente Paulo, coordenador do projeto, durante a capacitação das pessoas idosas para utilizarem o aplicativo Eu Confio | Foto: Arquivo pessoal “Envelhecer é um processo complexo, que vai muito além dos aspectos biológicos. Envolve dimensões emocionais, sociais, culturais e espirituais que precisam ser consideradas quando falamos de saúde mental e cuidado com a população idosa”, explica o pesquisador. "Investir em pesquisas que olham para as pessoas, para suas vivências e para os desafios concretos do envelhecimento é uma forma de transformar conhecimento científico em impacto social" Leonardo Reisman, diretor-presidente da FAPDF Para o diretor-presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, apoiar pesquisas como essa é essencial para aproximar a ciência das demandas reais da sociedade.  “Investir em pesquisas que olham para as pessoas, para suas vivências e para os desafios concretos do envelhecimento é uma forma de transformar conhecimento científico em impacto social. A FAPDF tem o compromisso de apoiar estudos que contribuam para políticas públicas mais humanas, inclusivas e conectadas com a realidade do Distrito Federal”, destaca. Envelhecimento e sofrimento psíquico em uma crise sanitária A pandemia evidenciou de forma intensa a vulnerabilidade da população idosa, não apenas do ponto de vista físico, mas também do emocional e do social. O afastamento do convívio social, a exposição constante a notícias negativas e a vivência do luto impactaram diretamente o bem-estar emocional desse grupo. Diante desse cenário, a pesquisa partiu de uma pergunta central: quais fatores ajudam a proteger a saúde mental dos idosos em contextos extremos, como o vivido durante a pandemia? A religiosidade e a espiritualidade surgiram como elementos fundamentais para compreender como muitos idosos lidaram com o medo da morte, a solidão e o sofrimento psíquico. Respeito à diversidade religiosa e políticas públicas Diferentemente de estudos baseados exclusivamente em dados quantitativos, a pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, permitindo ouvir diretamente os idosos e compreender suas narrativas, sentimentos, medos, esperanças e estratégias pessoais de enfrentamento. Tela inicial do aplicativo Eu Confio  A pesquisa segue uma abordagem ecumênica, ou seja, considera de forma aberta e inclusiva diferentes crenças, espiritualidades e visões de mundo, sem se restringir a uma tradição religiosa específica. O estudo contempla desde o catolicismo, protestantismo e espiritismo até religiões de matriz africana, judaísmo, islamismo, espiritualidades não institucionais e também a não religiosidade. “A pesquisa mostra que a religiosidade e a espiritualidade, em suas diferentes expressões, foram importantes estratégias de enfrentamento para muitos idosos. Nosso objetivo foi ouvir essas experiências com respeito, sem privilegiar crenças específicas”, afirma o pesquisador Vicente Paulo. Os resultados da pesquisa oferecem contribuições importantes para o planejamento de políticas públicas voltadas à saúde mental da população idosa, especialmente em situações de emergência sanitária. O estudo indica que religiosidade, espiritualidade e senso de comunidade podem atuar como fatores de proteção emocional, apontando para a importância de ações mais integradas, que dialoguem com instituições comunitárias, religiosas e redes de apoio já existentes nos territórios. Um dos desdobramentos da pesquisa foi o desenvolvimento do aplicativo Eu Confio, concebido como uma solução tecnológica experimental voltada ao apoio emocional e espiritual de pessoas idosas. Criado a partir das necessidades identificadas durante as entrevistas qualitativas, o app foi estruturado de forma ecumênica e pensado para uso em dispositivos móveis acessíveis. O aplicativo passou por etapas de prototipação e testes com idosos, incluindo avaliações de usabilidade e aplicabilidade no âmbito do estudo.  Embora tenha havido a intenção inicial de dar continuidade à iniciativa, o app foi descontinuado após o término do projeto, permanecendo como um desdobramento experimental da pesquisa e um exemplo de como os achados científicos podem se traduzir em soluções inovadoras voltadas ao cuidado integral e à saúde mental da população idosa. *Com informações da FAPDF  

Ler mais...

Fale com a Secretaria

Ler mais...

Decisão da Supercopa neste domingo (1º/2) terá esquema integrado de segurança em Brasília

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador