Inscrições abertas para entidades integrarem o Conselho dos Direitos da Mulher do DF
A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) publicou nesta quinta-feira (29) o Edital de Convocação nº 01/2026, que abre, entre 30 de janeiro e 28 de fevereiro, as inscrições para o processo seletivo público de composição das entidades da sociedade civil que irão integrar o Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM/DF), no biênio 2026–2028. Ao todo, serão selecionadas 13 entidades titulares e cinco entidades suplentes, que atuarão no acompanhamento, na formulação e no fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres no Distrito Federal. O objetivo é garantir a participação social, a diversidade e a representatividade no colegiado. Para a secretária da Mulher e presidente do Conselho dos Direitos da Mulher do DF, Giselle Ferreira, a iniciativa reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com a democracia participativa. “O Conselho dos Direitos da Mulher é um lugar fundamental de escuta, diálogo e construção coletiva. A participação das entidades garante que as ações reflitam a realidade das mulheres do Distrito Federal, respeitando a sua diversidade e fortalecendo a defesa de direitos”, disse. Assegurando a pluralidade de vozes, o edital reserva, no mínimo, cinco vagas para entidades que representem mulheres negras; mulheres indígenas, quilombolas, ciganas ou pertencentes a povos e comunidades tradicionais; mulheres com deficiência; mulheres idosas; e mulheres LBT (lésbicas, bissexuais e transexuais/travestis). Ao todo, serão selecionadas 13 entidades titulares e cinco entidades suplentes, que atuarão no acompanhamento, na formulação e no fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres no Distrito Federal | Foto: Divulgação/SMDF Quem pode participar Podem participar do processo seletivo entidades da sociedade civil do Distrito Federal que atuem há, pelo menos, dois anos na promoção, defesa e garantia dos direitos das mulheres, na igualdade de gênero e no enfrentamento a todas as formas de violência e discriminação, além de organizações alinhadas aos eixos do II Plano Distrital de Políticas para as Mulheres. As organizações interessadas devem comprovar atuação mínima em duas regiões administrativas do DF, conforme previsto no edital. Inscrições As inscrições estarão abertas de 30 de janeiro a 28 de fevereiro, até as 23h59 (horário de Brasília), e devem ser realizadas exclusivamente online, por meio de formulário disponível no site da Secretaria da Mulher, através deste link. Etapas do processo O processo seletivo será composto pelas seguintes etapas: • Inscrição das entidades; • Análise documental e habilitação; • Prazo para recursos; • Eleição por votação online entre as entidades habilitadas; • Homologação do resultado final. A votação ocorrerá no dia 30 de março, de forma online, com participação das representantes indicadas pelas entidades habilitadas. O resultado final será publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) e no site da SMDF. O Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal é um espaço estratégico de participação social e controle democrático, responsável por contribuir para a construção, o monitoramento e o aprimoramento das políticas públicas voltadas às mulheres em toda a sua diversidade. Mais informações sobre o edital podem ser obtidas pelo e-mail eleicaocdmdf@mulher.df.gov.br ou cdmdf@mulher.gov.br. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Escola Digital oferece capacitação gratuita em tecnologia e empreendedorismo no DF
Por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), o Governo do Distrito Federal (GDF) lança, nesta quinta-feira (29), o projeto Escola Digital, uma iniciativa que tem como focos inclusão digital, qualificação profissional e estímulo à geração de renda no Distrito Federal. O lançamento será às 19h, no Planetário de Brasília. A iniciativa é fruto de parceria entre a Secti-DF e o Instituto Restaurando Vidas, com o objetivo de oferecer capacitação gratuita em tecnologia e empreendedorismo digital para até mil jovens e adultos de diversas regiões administrativas do DF. Capacitação será desenvolvida por meio de atividades online e presenciais | Foto: Divulgação Com duração de seis meses, o projeto será desenvolvido em formato híbrido, combinando atividades online e presenciais. Os participantes terão acesso a uma trilha formativa de 100 horas, com cursos de informática básica, marketing digital, gestão de redes sociais, vendas online e empreendedorismo. A programação também inclui palestras, workshops e encontros presenciais em polos regionais, estimulando a troca de experiências e a aplicação prática dos conteúdos. Inovação e inclusão [LEIA_TAMBEM]A ação contemplará moradores de regiões como Santa Maria, Ceilândia, Taguatinga e Estrutural, ampliando o alcance das políticas públicas de inovação e inclusão tecnológica. Um dos diferenciais é o acompanhamento individualizado de 100 participantes, que receberão apoio personalizado para o desenvolvimento de projetos pessoais ou profissionais, bem como orientação jurídica e contábil voltada à formalização de negócios. Além da capacitação técnica, o projeto também incorpora ações de sensibilização sobre sustentabilidade e economia circular, estimulando práticas responsáveis e alinhadas aos desafios sociais e ambientais contemporâneos. A iniciativa ainda prevê recursos de acessibilidade, como conteúdos adaptados, legendas, transcrições e, quando necessário, intérpretes de Libras. Ao investir na formação tecnológica da população, a Secti-DF amplia o acesso ao conhecimento, reduz desigualdades e cria condições concretas para que jovens e adultos ingressem ou se reposicionem no mercado de trabalho digital. “Estamos falando de transformação social, de ampliar a empregabilidade e de criar caminhos reais para a autonomia econômica da população”, enfatiza o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. Serviço Lançamento do projeto Escola Digital ⇒ Local: Planetário de Brasília ⇒ Data: Quinta-feira (29) ⇒ Horário: 19h *Com informações da Secti-DF
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Com recursos de R$ 4 milhões, programa de pós-graduação da FAPDF é lançado em edital
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Pesquisa traça impacto dos jogos de azar na população do DF
Com o objetivo de analisar os impactos dos jogos de azar na população que vive na capital do país, o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), em parceria com a Secretaria da Família (Sefami-DF), lança o estudo “Apostadores no Distrito Federal Diagnóstico comportamental e sociodemográfico”. A pesquisa identifica as modalidades de jogos praticadas, os motivos que levam as pessoas a fazerem apostas e os impactos sociais, financeiros e de saúde entre cidadãos maiores de 18 anos. Estudo foca os impactos dos jogos de azar na estrutura das famílias | Arte: IPEDF “Este estudo é fundamental para compreender um fenômeno que vem se intensificando e que possui impactos diretos na vida das famílias, especialmente no que se refere ao endividamento e à vulnerabilidade social” Manoel Barros, diretor-presidente do IPEDF O levantamento também avalia a percepção de pessoas que não participam dessas atividades. Os dados foram coletados por meio de questionários aplicados por pesquisadores uniformizados em locais de grande circulação, abrangendo todas as regiões administrativas do Distrito Federal. As informações, que permanecem sem identificação dos respondentes, foram analisadas segundo critérios como gênero e faixa de renda. “Os jogos de azar, especialmente no ambiente digital, deixaram de ser apenas uma prática recreativa e passaram a gerar impactos reais na vida das famílias, como endividamento, conflitos familiares e adoecimento emocional”, avalia o secretário da Família, Rodrigo Delmasso. “O estudo inédito nos permite compreender quem são os apostadores no DF, onde estão e como esse comportamento afeta a dinâmica familiar. Com dados técnicos, o GDF poderá formular políticas públicas preventivas, voltadas à educação financeira, à saúde mental e ao fortalecimento das famílias, protegendo especialmente os mais vulneráveis.” Políticas públicas Por sua vez, o diretor-presidente do IPEDF, Manoel Barros, afirma: “O IPEDF tem como missão produzir informações qualificadas para orientar a tomada de decisão no âmbito das políticas públicas. Este estudo é fundamental para compreender um fenômeno que vem se intensificando e que possui impactos diretos na vida das famílias, especialmente no que se refere ao endividamento e à vulnerabilidade social. Ao oferecer dados objetivos e territorializados, a pesquisa contribui para que o poder público atue de forma preventiva e baseada em evidências”. [LEIA_TAMBEM]Segundo a diretora de Estudos e Políticas Sociais do IPEDF, Marcela Machado, a pesquisa responde a uma demanda crescente por informações qualificadas sobre o tema. “Com a rápida expansão das plataformas de jogos online e o fácil acesso às apostas, torna-se fundamental produzir um diagnóstico consistente sobre o perfil dos apostadores e sobre as possíveis consequências desse hábito na vida financeira, social e na saúde da população”, aponta. “O estudo permite compreender melhor esse fenômeno no contexto específico do Distrito Federal e subsidiar políticas públicas que consigam dar conta da problemática que envolve as apostas”. O objetivo do estudo é compreender o comportamento, as motivações e o perfil sociodemográfico dos apostadores (considerando gênero, renda e faixa etária) com mais de 18 anos. Dados gerais indicam que, no Brasil, a maior parte dos apostadores em plataformas de bets concentra-se entre jovens de 16 a 34 anos, embora também haja um volume expressivo de apostas entre aposentados. A pesquisa constitui uma resposta direta ao crescimento do endividamento associado aos jogos de azar e contribuirá para a construção de um diagnóstico específico da realidade da capital federal. Veja os dados apurados. *Com informações do IPEDF
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