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Apresentação e discussão do estudo de impacto ambiental – eia para exploração de calcário em nova frente de lavra e seu respectivo rima

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Maternidade do Hospital do Gama oferece mais conforto e rapidez às famílias

A maternidade do Hospital Regional do Gama (HRG), que abriga mães e recém-nascidos, está de cara nova. Entre equipamentos novos e leitos em transformação, os investimentos na unidade trazem mais qualidade e rapidez na assistência dada às famílias. Os 45 leitos estão recebendo novas camas, berços, poltronas e mesas para refeição hospitalar.  “Além do conforto, as melhorias reduzem o tempo de internação. Os novos aparelhos, por exemplo, possuem tecnologias mais modernas, aumentando a eficiência do cuidado”, explica a chefe da Maternidade do HRG, Ana Kelma de Sousa Melo. Oito novos aparelhos de fototerapia estão disponíveis para o tratamento de icterícia neonatal | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Terapia contra icterícia Essa eficácia já é percebida no tratamento de icterícia neonatal, caracterizada pelo amarelamento da pele devido ao acúmulo de bilirrubina (pigmento que o fígado imaturo do bebê tem dificuldade em processar). São oito novos equipamentos de fototerapia disponíveis na maternidade. A equipe multiprofissional, por sua vez, dispõe de um bilicheck, aparelho não invasivo usado para medir os níveis de bilirrubina. Sem a necessidade de coleta de sangue, apenas aproximando o aparelho do peito ou da testa do bebê, é possível obter um resultado instantâneo sem provocar dor ou desconforto. Com o bilicheck é possível obter um resultado instantâneo sem provocar dor ou desconforto [LEIA_TAMBEM]Nascimentos Mais de 3,5 mil bebês nasceram no HRG em 2025, segundo dados preliminares do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc), disponíveis no Portal de Informações e Transparência da Saúde do DF (InfoSaúde-DF). Desse total, quase 80% das mães tiveram residência registrada em Goiás. O HRG é o terceiro colocado no ranking de unidade com maior número de nascimentos, atrás dos hospitais regionais de Santa Maria (HRSM) e de Ceilândia (HRC). *Com informações da Secretaria de Saúde

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Vigilância Sanitária faz vistorias em 1,4 mil escolas particulares do DF

Com o início do ano letivo, escolas se preparam para receber milhares de estudantes e retomar a movimentação diária nos pátios e salas de aula. Para assegurar que esse ambiente esteja adequado, a Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) tem intensificado, entre 19 e 29 de janeiro, a Operação Visa Volta às Aulas, com inspeções programadas em cerca de 1,4 mil escolas particulares de educação infantil, ensino fundamental e médio da capital. Entre as unidades visitadas está uma escola localizada na Asa Norte. A instituição recebeu as equipes técnicas da Vigilância Sanitária para avaliação das condições sanitárias e estruturais, reforçando o cuidado com o ambiente onde crianças passam grande parte do dia, aprendendo, brincando e se alimentando. Tanto nessa escola quanto nas demais espalhadas pelo DF, foram verificadas salas de aula, áreas de recreação, acessibilidade, ventilação e iluminação. Também foram inspecionados reservatórios de água, limpeza de caixas d'água, controle de pragas, manejo de resíduos, além das condições de cozinhas, cantinas e refeitórios, incluindo sistemas de refrigeração, armazenamento, controle de temperatura e uso correto de equipamentos de proteção pelos manipuladores de alimentos. Áreas externas, parques, brinquedos, piscinas e medidas preventivas contra riscos à saúde coletiva, como o combate à dengue, também fizeram parte do roteiro das vistorias. Em cinco dias de fiscalização, 124 estabelecimentos foram autuados e mais de 100 kg de alimentos irregulares foram apreendidos | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF “Essas inspeções são fundamentais para prevenir doenças e garantir ambientes seguros para crianças e adolescentes. A participação das famílias também é essencial, observando a estrutura da escola e a qualidade dos alimentos oferecidos”, afirma a diretora da Vigilância Sanitária do DF, Márcia Olivé. A diretora da escola, Leila Maia, enfatiza o papel educativo da fiscalização. “Sempre percebi a atuação da Vigilância Sanitária como um instrumento de educação. Essa parceria fortalece um processo contínuo de melhoria e nos ajuda a manter um ambiente mais saudável para todos, especialmente para as crianças, que são nossa principal prioridade.” Alimentação saudável A operação também reforça o cumprimento do Decreto nº 36.900/2015 e do guia de cantinas saudáveis, lançado pela Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa) da SES-DF em 2025. A regulamentação estimula o consumo de alimentos in natura e veta a oferta de ultraprocessados, como doces, refrigerantes, energéticos, frituras e produtos com mais de 10% de gordura saturada. Ambulantes também estão impedidos de comercializar esse tipo de mercadoria na entrada das unidades de ensino. “Essas inspeções são fundamentais para prevenir doenças e garantir ambientes seguros para crianças e adolescentes. A participação das famílias também é essencial, observando a estrutura da escola e a qualidade dos alimentos oferecidos” Márcia Olivé, diretora da Vigilância Sanitária do DF Quando há a identificação de venda irregular, os itens são apreendidos e é lavrado auto de infração, com aplicação de multa que pode variar de R$ 2 mil a R$ 70 mil, de acordo com a gravidade da ocorrência. Em contrapartida, a norma incentiva opções como frutas, legumes, sucos naturais, iogurtes, sanduíches sem maionese, pães integrais, bolos preparados com frutas e itens ricos em fibras. Para a coordenadora de nutrição e saúde da escola, Débora Campos, o acompanhamento fortalece a segurança alimentar. “Essa iniciativa é essencial para preservar a saúde das crianças. Exigimos certificações e alvarás dos fornecedores e monitoramos todas as etapas, desde a procedência até a entrega das refeições, reduzindo riscos e prevenindo a disseminação de doenças”, afirma. Resultados Em cinco dias de fiscalização, 124 estabelecimentos foram autuados e mais de 100 kg de alimentos irregulares foram apreendidos. Caso o descumprimento das boas práticas represente risco iminente, o local é interditado e são adotadas as medidas administrativas cabíveis.   *Com informações da SES-DF

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