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Carro da Vacina leva imunização à população de Brazlândia

Nesse sábado (24), o Carro da Vacina esteve em Brazlândia. A ação itinerante da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) visitou a feira da Vila São José, lugar tradicional da comunidade, reunindo moradores e feirantes. Lá são comercializadas frutas e verduras frescas, produtos artesanais e mais uma infinidade de artigos. A equipe da SES-DF ofertou todas as vacinas do calendário adulto e infantil, com exceção da BCG e da imunização contra a dengue, aplicadas apenas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Adriana Santos, enfermeira do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização (Nvepi) da Região Oeste, que compreende as regiões administrativas de Brazlândia e Ceilândia, ressalta a importância de se proteger contra doenças preveníveis. “A intenção do Carro da Vacina é ampliar o acesso à imunização. Nós também atuamos em áreas rurais, áreas de difícil acesso, onde a população tem mais dificuldade em se vacinar durante a semana, no dia a dia”. Quem procurou se imunizar foi o feirante Luciano da Silva Mendes, que também trabalha na Feira da Vila São José. Luciano diz que aproveitou a visita da equipe para atualizar seu cartão vacinal, porque durante a semana ele acaba tendo pouco tempo livre para ir à sua UBS de referência. “É uma maravilha o Carro da Vacina ter chegado aqui na feira, porque muitos feirantes não têm a oportunidade. A correria é grande durante a semana, principalmente, aos fins de semana, sábado e domingo. Se fosse longe, eu não conseguiria ir”, conta. Carro da Vacina esteve na Feira da Vila São José, em Brazlândia | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Outro que aproveitou a ação para se imunizar foi Alcides de Oliveira Paula, atualmente desempregado. Seu Alcides reforçou o convite a que a população buscasse se vacinar nesse fim de semana. “Agora ficou bem mais fácil, não tem burocracia nenhuma. Eu mesmo tomei duas doses, uma para tétano e outra para hepatite B. A vacina é uma maneira de se prevenir contra essas doenças”. Além do Carro da Vacina, houve vacinação em 49 UBSs, em 20 regiões administrativas do DF neste sábado.   *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Escola de Música celebra encerramento do 47º Curso de Verão com espetáculos

A música tomou conta do Teatro Levino de Alcântara da Escola de Música de Brasília (EMB) na noite desta sexta-feira (23). Com a casa cheia e uma atmosfera de entusiasmo, a unidade escolar da rede pública de ensino do Distrito Federal celebrou o encerramento da 47ª edição do Curso Internacional de Verão de Brasília (Civebra). O evento, que continua neste sábado (24), às 19h, reuniu apresentações da Banda Sinfônica e um Recital de Canto Erudito, consolidando semanas de intenso aprendizado e troca de experiências. Ao longo de todo o mês de janeiro, a EMB se transformou em um canteiro de obras artísticas, com cursos realizados nos turnos matutino, vespertino e noturno. As atividades foram realizadas diariamente, ocupando inclusive os fins de semana, o que reforçou o papel da escola como um polo de efervescência cultural para todo o Distrito Federal. Mais do que técnica, o Civebra reafirmou a função social da EMB na democratização do acesso à cultura ao ensino e à produção musical. Como unidade da rede pública de ensino, a escola cumpre o papel de oferecer à comunidade não apenas o consumo de cultura, mas a capacidade de produzi-la. Esse movimento é fundamental para o desenvolvimento da economia local, oportunizando que novos talentos se destaquem e se profissionalizem. Para Jean Figueiredo, servidor da Secretaria de Educação do DF (SEEDF), o evento já é parte da identidade da cidade. "O Civebra já faz parte do que podemos chamar de patrimônio imaterial de Brasília, sendo o momento em que consolidamos todo o aprendizado desenvolvido pela Escola de Música e reafirmamos sua relevância para a capital. A Secretaria de Educação tem investido profundamente nesse incentivo à musicalização, fruto de um trabalho conjunto entre a equipe gestora, professores e estudantes para oferecer esse fomento à cultura para a sociedade de Brasília em geral", destacou Jean. Mais do que técnica, o Civebra reafirmou a função social da EMB na democratização do acesso à cultura, ao ensino e à produção musical l Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Intercâmbio e vivência prática Para quem esteve nos palcos, a experiência foi definida como "transformadora". Luís Mário, músico amador que participou do curso de Big Band, focado em orquestração e arranjos de jazz, ressaltou o ambiente colaborativo e a conexão entre os participantes. "Foi incrível estar em contato com músicos de excelência. Geralmente, o patamar de qualidade eleva todo mundo: todos se ajudam, criando uma conexão muito forte entre os alunos", relatou o estudante. A importância da EMB como unidade singular no Distrito Federal também foi destacada por Sandra Cristina de Brito, da coordenadora da Regional de Ensino do Plano Piloto. "É um orgulho para nossa rede. A coordenação procura estar sempre junta, pois sabemos da relevância que a musicalização tem na vida de todo cidadão. Não existe outra escola com esse perfil na nossa região", afirmou. O despertar de novos sonhos Para as famílias, o Civebra é um espaço de inspiração e resgate de esperanças. Wilton César de Santos Moreira acompanhou orgulhoso a apresentação de seu filho, Caio César, estudante regular de percussão erudita na EMB. “É uma satisfação enorme ver meu filho conseguindo alcançar o que ele quer, que é seguir na música. Eu sempre o acompanhei e incentivei desde que ele nasceu”, contou.  Wilton, que toca cavaquinho de forma amadora e vem de uma família com veia musical, revelou que estar na escola para a vivência musical despertou um desejo antigo: "Sempre quis estudar na Escola de Música de Brasília, mas pela correria do trabalho nunca consegui. Hoje, pela primeira vez, estou aqui dentro para ver meu filho. Quem sabe isso não abre a minha mente? Ainda estou novo, quem sabe eu não consiga entrar aqui também", comentou Wilton. Plateia diversa  O evento também atraiu quem nunca havia tido contato próximo com uma orquestra. Luiz Eduardo Ribeiro Guerra, espectador que prestigiava o evento pela primeira vez, destacou a importância do apoio governamental. "Gosto de música clássica, bossa nova e blues, mas nunca tinha assistido a uma orquestra presencialmente. No Brasil, o estudo da música ainda é muito desvalorizado, por isso é essencial que existam escolas públicas que ensinem todas as modalidades", defendeu. O encerramento do 47º Civebra reafirma o compromisso da SEEDF em investir na cultura como ferramenta de formação integral, provando que a educação musical é uma chave poderosa para transformar trajetórias de vida e fortalecer o patrimônio cultural de Brasília. *Com informaçôes da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Plano de transporte e mobilidade do DF é debatido em audiência pública

As obras e ações necessárias para melhorar a mobilidade urbana do DF foram debatidas na 3ª audiência pública sobre a atualização do Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU) e elaboração do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS). Durante o evento realizado pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), neste sábado (24), na Câmara Legislativa (CLDF), o projeto do PDTU recebeu novas contribuições de usuários do transporte coletivo e representantes de entidades civis do DF. “O debate com a população é fundamental para aprimorar o projeto e essa prática tem sido constante. Já realizamos três audiências públicas, duas etapas de oficinas em todas as regiões administrativas, reuniões temáticas online com a população, além de disponibilizar o projeto e as propostas na página do PDTU para manifestação das pessoas em tempo integral”, afirmou o titular da Semob, Zeno Gonçalves. Segundo o secretário, a equipe técnica já está preparando a próxima audiência pública, que vai debater o projeto de lei do PDTU. Ao todo, o PDTU e o PMUS já receberam mais de quatro mil contribuições da população. Ao final, os dois documentos serão reunidos em um só projeto, que será debatido ainda este ano na Câmara Legislativa (CLDF) para ser transformado em lei. Na audiência pública deste sábado, a equipe técnica apresentou o prognóstico e as propostas para a mobilidade urbana do DF. Foto: Divulgaçao|Agência Brasília O estudo técnico prevê 13 ações para os modos ativos, que são os meios de deslocamentos sem uso de veículos automotores. Uma das ações é implantar rotas acessíveis, para garantir a circulação segura e confortável de pedestres e ciclistas. A proposta inclui 847 km de ciclovias, 175 km de ciclofaixas e 28 km de ciclorrotas, além de condições para a micromobilidade elétrica, travessias subterrâneas, paraciclos em estações de metrô e BRT, terminais de ônibus e pontos de parada. Mobilidade As ações do PMUS são bastante avançadas. Além da implantação de zona 30, em áreas residenciais ou próximas de escolas e hospitais, o projeto prevê a criação de ruas completas, onde há espaço específico para todos os tipos de usuários, com prioridade para os modos ativos e coletivos. Nas ruas completas, a velocidade máxima é de 50 km/h para os veículos, com vias segregadas para transporte coletivo, ciclovias, caçadas e travessias seguras. “Essas vias são implantadas em locais de grande movimentação, em geral, são as principais vias de cada RA que vão receber o tratamento de ruas completas”, explicou a engenheira do Labtrans, Fernanda Malon. Segundo ela, as ruas completas se integram com as rotas acessíveis e também com as zonas 30. Um dos locais previstos para receber a obra é a Avenida Hélio Prates, de Ceilândia, com previsão também de implantação de um VLT e de travessias elevadas para os pedestres. Transporte O projeto do PDTU prevê cinco cenários de obras e ações para o sistema de transporte do DF. No melhor cenário, estão previstas obras de grande porte, como BRT Norte, BRT Leste, Anel BRT do Plano Piloto, BRT Sudoeste, ampliação do metrô, implantação de VLT em Ceilândia e Taguatinga, trens regionais para o Entorno, Ponte sobre o Lago Paranoá e novo acesso de São Sebastião, entre outros projetos. Ao todo, as propostas são de 307,5 km de vias, sendo 181,4 km para o transporte rodoviário e 126,1 km para o modal ferroviário. O secretário-executivo do Instituto Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de Qualidade para Todos (MDT), Wesley Ferro, considera que o trabalho de elaboração do PDTU e PMUS está praticamente pronto, mas falta incluir no debate uma proposta de como as obras serão realizadas. “É preciso criar um ambiente favorável para que o projeto se transforme em realidade. Se a gente não tiver a sociedade convencida do que precisa ser transformado, e se ela não apoiar essas transformações, nós vamos continuar tendo um plano só com boas intenções. O legislativo vai avaliar a minuta do projeto de lei, e os deputados precisam estar convencidos de que o plano de mobilidade e o PDTU são importantes para a cidade. O Judiciário também precisa estar convencido, porque qualquer liminar derruba uma medida de implantação de um corredor de ônibus, por exemplo. A imprensa e todos esses setores estratégicos precisam ser trazidos para esse debate”, afirmou Wesley. *Com informaçôes da Secretaria de Saúde do Distrtito Federal (SES-DF)

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Vigilância Ambiental divulga recomendações à população quanto à implosão do Torre Palace

Neste domingo (25), às 10h30, está programada a implosão do antigo edifício Torre Palace Hotel, localizado no Setor Hoteleiro Norte, em Brasília. Trata-se de uma megaoperação com início das atividades às 6h e encerramento estimado às 18h. No momento da implosão, espera-se a formação de intensa nuvem de poeira. Em razão dos riscos de exposição a agentes biológicos associados a poeira contaminada por excrementos de pombos e morcegos, a Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses (Gvaz), da Secretaria de Saúde (SES-DF), divulga nota técnica com diversas recomendações à população em geral que esteja nas imediações, em especial a grupos vulneráveis como pessoas imunossuprimidas ou vivendo com HIV, idosos, gestantes, crianças, transplantados e pacientes em uso de terapias imunossupressoras.  A nota técnica tem caráter preventivo. A inalação de aerossóis (partículas finíssimas suspensas no ar) é a maior preocupação quanto à exposição a microrganismos presentes no sítio da demolição. Entre as principais zoonoses fúngicas que, em caráter teórico, podem estar associadas a esse tipo de cenário, destacam-se a histoplasmose, causada pelo Histoplasma capsulatum, fungo ambiental encontrado em solos e estruturas com presença de matéria orgânica de origem animal; e a criptococose, causada pelo Cryptococcus neoformans e pelo Cryptococcus gattii, frequentemente associada a excretas de pombos.  Trata-se de uma megaoperação com início das atividades às 6h e encerramento estimado às 18h| Foto: Divulgação/SSP=DF Recomendações de Saúde Pública À população em geral, recomenda-se evitar permanecer nas proximidades do local da implosão, especialmente durante o momento do colapso e nas horas subsequentes. A quem estiver nas imediações, por qualquer motivo, deve-se utilizar máscaras de proteção respiratória, preferencialmente PFF2/N95, que oferecem maior eficiência na retenção de partículas finas. Aos comércios, repartições e residências próximas ao local, recomenda-se manter portas e janelas fechadas. Deve-se evitar atividades ao ar livre na região nas primeiras 24 a 72 horas após a implosão. Pessoas pertencentes a grupos de risco devem evitar completamente a exposição à poeira. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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