Resultados da pesquisa

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Acolhe DF encaminha 390 dependentes químicos para comunidades terapêuticas

Desde a implantação de sua nova fase, oficializada pelo Decreto nº 47.423, de 8 de julho de 2025, o programa Acolhe DF vem consolidando uma nova estratégia de atendimento à população em situação de rua no Distrito Federal. Em 11 meses de atuação ampliada, a iniciativa coordenada pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) realizou 908 atendimentos e alcançou um resultado expressivo: 390 pessoas aceitaram, de forma voluntária, o acolhimento em comunidades terapêuticas para tratamento da dependência química. O número representa um avanço importante na adesão ao tratamento especializado. Antes da implementação da busca ativa realizada pelo programa, o percentual de acolhimento era de 31%. Atualmente, esse índice chega a aproximadamente 43%, refletindo a confiança construída pelas equipes durante as abordagens e a efetividade da política pública desenvolvida pelo Governo do Distrito Federal. As ações têm sido concentradas principalmente no Plano Piloto, mas também alcançam regiões como Taguatinga e Ceilândia, além de unidades do Hotel Social | Foto: Divulgação/Sejus-DF As ações têm sido concentradas principalmente no Plano Piloto, mas também alcançam regiões como Taguatinga e Ceilândia, além de unidades do Hotel Social. O trabalho envolve a identificação, escuta qualificada e encaminhamento de pessoas em situação de vulnerabilidade para serviços capazes de promover cuidado, proteção e reconstrução de vínculos. “O resultado demonstra que a abordagem humanizada e contínua faz diferença. Muitas dessas pessoas já haviam perdido a esperança de recomeçar. Quando conseguimos estabelecer uma relação de confiança, mostramos que existe uma rede preparada para acolhê-las e apoiá-las em sua recuperação. O aumento da adesão ao tratamento é reflexo desse trabalho diário realizado pelas equipes”, destaca o subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Sejus-DF, Diego Moreno. “O resultado demonstra que a abordagem humanizada e contínua faz diferença. Muitas dessas pessoas já haviam perdido a esperança de recomeçar. Quando conseguimos estabelecer uma relação de confiança, mostramos que existe uma rede preparada para acolhê-las e apoiá-las em sua recuperação" Diego Moreno, subsecretário de Enfrentamento às Drogas Além dos acolhimentos em comunidades terapêuticas, o programa também realizou encaminhamentos para oportunidades de emprego, tratamento de saúde, retorno ao convívio familiar, acesso a programas habitacionais e retorno ao estado de origem, demonstrando que a iniciativa atua de forma integrada para enfrentar diferentes fatores que contribuem para a permanência nas ruas. Um novo começo Entre as centenas de histórias alcançadas pelo programa está a de Carlos Santos — nome fictício utilizado para preservar sua identidade. Aos 42 anos, ele passou mais de três anos vivendo nas ruas da região central de Brasília, período marcado pelo rompimento dos vínculos familiares e pelo agravamento da dependência química. Após diversas abordagens realizadas pelas equipes do Acolhe DF, Carlos decidiu aceitar o acolhimento em uma comunidade terapêutica. Hoje, está em tratamento, participa de atividades de reinserção social e já planeja os próximos passos para reconstruir sua vida. “Eu não acreditava mais que conseguiria sair daquela situação. A equipe conversou comigo umas três vezes, sem pressão, sempre mostrando que havia uma oportunidade. Quando aceitei, percebi que ainda era possível recomeçar. Hoje tenho esperança novamente”, relata. Histórias como a de Carlos ajudam a explicar os resultados alcançados pelo programa e reforçam a importância da busca ativa realizada pelas equipes especializadas. [LEIA_TAMBEM] Rede de oportunidades Dos 908 atendimentos realizados entre julho de 2025 e junho de 2026, além dos 390 acolhimentos em comunidades terapêuticas, foram registrados 63 encaminhamentos para a Codhab, 53 direcionamentos para oportunidades de emprego, 35 para tratamento de saúde, 28 agendamentos de retorno, 15 retornos ao estado de origem e sete reintegrações ao convívio familiar. Para o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, os resultados confirmam a importância de políticas públicas que combinem acolhimento, cuidado e oportunidades concretas de reinserção social. “O Acolhe DF representa um novo olhar sobre a população em situação de rua. Não se trata apenas de oferecer atendimento imediato, mas de construir caminhos para que essas pessoas recuperem sua autonomia, sua dignidade e seus projetos de vida. Os números mostram que estamos avançando, mas, acima de tudo, mostram que centenas de pessoas encontraram uma oportunidade real de recomeçar”, afirma.   *Com informações da Sejus-DF

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Educação abre inscrições para cursos técnicos e de qualificação profissional

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) abriu, nesta sexta-feira (19), as inscrições para o processo seletivo dos cursos de Educação Profissional e Tecnológica do segundo semestre de 2026. Ao todo, são cerca de 6 mil vagas gratuitas distribuídas em mais de 50 cursos técnicos e de qualificação profissional oferecidos pela rede pública de ensino. Os interessados podem se inscrever até 28 de junho, de forma gratuita, por meio de link disponibilizado pela secretaria. A iniciativa amplia o acesso à formação profissional no Distrito Federal, oferecendo oportunidades para estudantes e comunidade desenvolverem novas habilidades e se prepararem para diferentes áreas de atuação no mercado de trabalho. “A educação profissional abre portas para o futuro. Com esses cursos, nossos estudantes e a comunidade têm a oportunidade de desenvolver novas habilidades, ampliar as chances de inserção no mercado de trabalho e construir projetos de vida com mais autonomia. Por isso, convidamos todos os interessados a aproveitarem essa oportunidade e realizarem a inscrição dentro do prazo”, destaca a secretária de Educação, Iêdes Soares Braga. Confira aqui o edital. Os interessados podem se inscrever até 28 de junho | Foto: Divulgação As vagas estão distribuídas entre os centros de educação profissional de Brazlândia, Ceilândia, Guará, Paranoá, Planaltina, Santa Maria e Taguatinga, além do Centro de Educação de Jovens e Adultos da Asa Sul (Cesas), do Centro Educacional 02 do Cruzeiro e da Escola de Música de Brasília (EMB). O resultado da primeira chamada será divulgado em 10 de julho, a partir das 18h. Os candidatos selecionados deverão realizar a matrícula entre os dias 13 e 17 de julho. Cursos disponíveis O processo seletivo contempla 53 cursos técnicos e de qualificação profissional em diferentes áreas. Entre as opções estão formações como Administração, Informática, Enfermagem, Desenvolvimento de Sistemas, Redes de Computadores, Radiologia, Nutrição e Dietética, Eletrotécnica, Eletrônica, Telecomunicações, Logística e Recursos Humanos. Também estão disponíveis cursos de qualificação profissional em áreas como Operador de Computador, Programador Web, Libras, Assistente Administrativo, Robótica, Costura, Cabeleireiro, Barbeiro e Massagem. A inscrição, a seleção e a matrícula são gratuitas. Os candidatos devem observar os requisitos específicos de escolaridade e idade previstos para cada curso e poderão escolher apenas uma formação durante o processo seletivo. Seleção A seleção será realizada por meio de sorteio eletrônico, garantindo transparência e igualdade de oportunidades entre os participantes. Para fortalecer a inclusão, 20% das vagas de cada curso serão reservadas para pessoas com deficiência. As oportunidades não preenchidas serão destinadas à ampla concorrência.   *Com informações da SEEDF

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Conferência Distrital de Unidades de Conservação: anais de 2025 estão disponíveis

O Instituto Brasília Ambiental publicou, na sua Biblioteca Virtual Sophia, os anais da 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação, versão 2025. Para acessá-los, clique aqui, digite na Busca “Conferência Distrital de Unidades de Conservação”, vá em @conteúdodigital e faça o download. “A publicação marca uma nova etapa na conferência, pois o registro histórico do evento apresenta o caráter diversificado das discussões, o perfil qualificado dos convidados e a presença constante do público”, avalia a coordenadora da Comissão Organizadora da Conferência, Vanessa Sousa de Oliveira.  Evento reúne pesquisadores, professores, estudantes, servidores públicos, ambientalistas, organizações da sociedade civil e demais interessados na conservação socioambiental | Foto: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental “A disponibilização dos painéis e resumos permite que seus autores possam inseri-los em seus currículos, e que outros pesquisadores possam conhecê-los e citá-los, além de dar visibilidade pública e credibilidade ao evento para além do contexto socioambiental do Distrito Federal” Vanessa Sousa de Oliveira, coordenadora da Comissão Organizadora da Conferência A coordenadora explica, ainda, que os anais também se consolidam como espaço de divulgação dos materiais produzidos. “A disponibilização dos painéis e resumos permite que seus autores possam inseri-los em seus currículos, e que outros pesquisadores possam conhecê-los e citá-los, além de dar visibilidade pública e credibilidade ao evento para além do contexto socioambiental do Distrito Federal”, reforçou. O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, lembrou que as Conferências Distritais de Unidades de Conservação (Cduc) são eventos destinados a reunir os atores envolvidos na proteção e fruição das UCs. “O evento é de extrema importância, pois reúne pesquisadores, professores, estudantes, servidores públicos, ambientalistas, organizações da sociedade civil e demais interessados na conservação socioambiental no Distrito Federal. O objetivo é que juntos pensemos formas mais efetivas de gerir e proteger essas unidades, indispensáveis para a qualidade de vida da atual e das futuras gerações”, enfatizou. No ano passado, a Conferência ocorreu de 31 de julho a 1 de agosto e abordou o tema "O caminho se faz caminhando: 15 anos do Sistema Distrital de Unidades de Conservação (Sduc)". No primeiro dia, o evento ocorreu no auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal, com palestras, mesas redondas, rodas de conversa e apresentação de painéis, evidenciando a diversidade de caminhos possíveis para proteger, conservar e valorizar as unidades de conservação.  Capacitação do público e de profissionais [LEIA_TAMBEM]No segundo dia, a sede da Conferência foi o Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da UnB, quando aconteceram oficinas com o propósito de debater, vivenciar e aprofundar conhecimentos socioambientais relacionados às áreas protegidas, bem como contribuir para a capacitação do público e de profissionais da área. Ao todo foram apresentadas 92 propostas de resumos, das quais 70 foram aprovadas pelo Comitê Técnico Científico do evento. A Comissão Organizadora destacou, nos anais, que: “Os resumos apresentados demonstram que as áreas protegidas transcendem a missão de preservar a biodiversidade e o ecossistema local, atuando também como espaços sociais, vitais à promoção do lazer e da sociabilidade, do bem-estar social, da saúde integral, da geração e promoção de conhecimento, no incentivo de parcerias institucionais e na valorização da participação social como parte do processo de cuidado com o território socioambiental”.  Alteração de data Está em fase de preparação a versão 2026 do evento. Por questões relacionadas ao ano eleitoral, a comissão organizadora teve que adiar a conferência deste ano. Ela será realizada nos dias 12 e 13 de novembro, depois de encerrado completamente o período eleitoral. O local permanece o auditório da Associação de Docentes da Universidade de Brasília (AdUnB). O período de inscrições para participar do evento será de 26 de outubro a 4 de novembro.   No ano passado, a Conferência ocorreu de 31 de julho a 1 de agosto e abordou o tema "O caminho se faz caminhando: 15 anos do Sistema Distrital de Unidades de Conservação".  *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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De trabalhadores rurais a proprietários que se tornaram referência na produção agrícola

O que começou há quase duas décadas como uma tentativa de oferecer um futuro melhor aos filhos transformou-se em um exemplo de sucesso da agricultura familiar no Distrito Federal. Com apoio da assistência técnica da Emater-DF e muita disciplina, o casal Francisco Santos de Sousa e Maria do Rosário de Sousa saiu da condição de arrendatário para se tornar proprietário de duas chácaras em Brazlândia, consolidando um negócio rural que hoje garante renda, trabalho e perspectivas para toda a família. Com orientação de técnicos da Emater-DF, a família paraibana tornou-se referência no cultivo de morangos | Fotos: Divulgação/Emater-DF “Chegamos aqui só com a força e a coragem, e a gente tinha um objetivo: sair da cidade” Rosário de Sousa Conhecidos na região como “Família F” —  uma referência aos oito filhos Fábio, Fabiano, Fernanda, Felipe, Francisco Júnior, Fagner, Fabíola e Franciele — , Francisco e Rosário encontraram no campo não apenas uma atividade econômica, mas um projeto de vida.                       Naturais da Paraíba, os dois passaram anos em São Paulo antes de decidir mudar de rumo. A preocupação com a criação dos filhos em meio à violência urbana foi determinante para a mudança. “Chegamos aqui só com a força e a coragem, e a gente tinha um objetivo: sair da cidade”, relata Rosário. “Isso porque a gente viu muitos filhos de amigos caírem nessas loucuras da vida, e eu vi nesse novo momento uma luz no fim do túnel”. Crédito rural Em 2006, a família chegou a Brazlândia. Nos primeiros anos, eles trabalharam em propriedades de terceiros, acumulando experiência e economizando recursos. Pouco depois, arrendaram uma pequena área para iniciar a própria produção. Foi nesse período que a Emater-DF entrou na história da família. O primeiro cadastro dos produtores junto à empresa foi feito em 2009, período em que a família começou a estruturar sua atividade rural em Brazlândia. Em estações chuvosas, a “Família F” alterna o cultivo e também desenvolve o plantio de cenoura e outras culturas  Desde então, recebeu apoio para acesso ao crédito rural, participação em programas governamentais de comercialização, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), além de orientações técnicas e gerenciais para ampliar a produção. Ao longo dos anos, diferentes extensionistas acompanharam o crescimento da propriedade, contribuindo para que a família conquistasse autonomia produtiva e financeira, consolidando-se como uma das referências da produção de morango na região. “A gente trabalhava para crescer; se ganhava dez, usava dois para o consumo e reinvestia oito na lavoura” Francisco de Sousa “Na época, quando a gente estava começando a trabalhar, quase ninguém sabia mexer bem com o morango, e a gente foi aprendendo com a prática”, lembra Francisco. “Com a assistência da Emater, fomos nos desenvolvendo cada vez mais.” Hoje, o carro-chefe da produção é o morango. Já no tempo de chuva, a propriedade diversifica o cultivo com hortaliças como cenoura, beterraba e outras culturas, garantindo melhor aproveitamento da área e geração de renda ao longo do ano. Crescimento planejado A estratégia da família sempre foi reinvestir grande parte dos recursos obtidos com a produção. “A gente trabalhava para crescer; se ganhava dez, usava dois para o consumo e reinvestia oito na lavoura”, resume Francisco. A disciplina financeira permitiu quitar financiamentos, acessar novas linhas de crédito e ampliar gradativamente a produção. O resultado foi a conquista da primeira propriedade rural própria e, posteriormente, de uma segunda área produtiva. “A gente pensava: nossos filhos vão casar, cada um tem que ter a sua rocinha, então a gente teve que crescer para cada um ter a sua terra”, detalha Rosário. Hoje, a produção ocupa duas chácaras e sustenta uma estrutura familiar que envolve filhos, noras, genros e netos. Sucessão  Um dos maiores orgulhos do casal não está apenas na produção agrícola, mas na permanência dos filhos no campo. Para a engenheira-agrônoma Nadja Oliveira, da Emater-DF, a família se tornou um exemplo bem-sucedido de sucessão rural. “A gente vê que a sucessão familiar foi muito bem conduzida pelos pais”, avalia ela. “Os filhos viram os pais ganharem dinheiro com a cultura do morango, e, na minha visão, isso deu o impulso para eles permanecerem, porque é uma cultura que tem um valor agregado bom, e você vê que eles trabalham muito e por conta própria correm atrás pra melhorar cada dia mais.” Nem sempre foi assim. Segundo Rosário, nos primeiros anos os filhos resistiam à rotina da lavoura. Com o tempo, passaram a enxergar na propriedade não apenas trabalho, mas perspectivas de crescimento pessoal e profissional. O incentivo aos estudos sempre caminhou ao lado da atividade rural. [LEIA_TAMBEM]Hoje, a família reúne filhos formados em educação física, pedagogia, direito e técnico em meio ambiente. Mesmo com diferentes formações, muitos deles decidiram permanecer ligados ao empreendimento familiar. “Entendemos que precisávamos investir não apenas na terra, mas também nos nossos filhos”, afirma Rosário. O casal sempre estimulou que os jovens estudassem e investissem nos seus sonhos, mas lembrando que a fonte de renda que permitia dar cada novo passo vinha da produção rural. Rosário conta: “Eles tiveram outras opções. Quase abriram uma academia, mas logo veio a pandemia. Acho que viram que aqui na roça era onde tinha mais segurança, porque não trabalhamos para os outros, só depende da gente e de Deus, em primeiro lugar”. Para Fagner, o exemplo dos pais é a chave da união da família: “O que fez a gente permanecer na agricultura foi ver o esforço deles dando resultado. Percebemos que estávamos construindo algo sólido e que o campo também oferece oportunidades de crescimento e qualidade de vida”. “A história dessa família mostra exatamente o propósito da assistência técnica e extensão rural” Nadja Oliveira, extensionista da Emater-DF O jovem conta que na própria escola, na área rural, era desencorajado a permanecer no campo. "A gente tinha um professor que falava: 'estudem para vocês saírem da roça'... mas hoje a gente vê que não é bem assim, aqui a gente também tem boas condições", relembra.  Conhecimento gera resultados Além da assistência técnica voltada para a produção, os jovens também participaram de iniciativas da Emater-DF com foco em gestão, empreendedorismo e sucessão rural. Os irmãos Francisco Júnior e Felipe de Sousa atuaram nos programas Empreender e Inovar e Filhos deste Solo. “Eu e meu irmão já tínhamos estudado um pouco de gestão, mas os cursos da Emater ampliaram nossa visão do negócio”, diz Felipe. “Foi como encaixar uma peça que faltava. O conhecimento adquirido contribuiu muito para o que fazemos hoje”. Ao longo dos anos, o acompanhamento da Emater-DF ajudou a família a tomar decisões produtivas e de gestão que contribuíram para consolidar o negócio rural. Hoje, a renda gerada pela produção de morango não apenas garante a sustentabilidade da propriedade, mas também permitiu a formação acadêmica dos filhos, a aquisição de patrimônio e a continuidade da atividade por uma nova geração. “A história dessa família mostra exatamente o propósito da assistência técnica e extensão rural”, conclui Nadja Oliveira. “A Emater-DF acompanha essa família desde os primeiros anos, quando ainda estavam estruturando a produção, acessando as primeiras políticas públicas e buscando espaço no mercado. Ao longo do tempo, vimos os filhos crescerem, assumirem responsabilidades na propriedade e transformarem aquele sonho inicial em um empreendimento familiar consolidado. Hoje eles caminham com muita autonomia, e isso é motivo de orgulho para nós, porque demonstra que o trabalho da Emater-DF ajudou a criar oportunidades para que a família prosperasse e permanecesse unida no campo.”  *Com informações da Emater-DF

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