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Iniciativas do GDF para a juventude têm como foco inclusão e capacitação 

Programas da Secretaria da Juventude (Sejuve-DF) têm marcado presença no âmbito da agenda voltada à capacitação e ao empoderamento da juventude; especialmente dos estudantes da rede pública e jovens em situação de vulnerabilidade.  Programa Jovem Candango é uma das principais portas de entrada no mercado de trabalho | Foto: Divulgação/Sejuve-DF São iniciativas que focam educação financeira, inclusão digital, qualificação profissional e articulação com programas de inserção no mercado de trabalho. “A juventude precisa de oportunidades reais”, afirma o titular da Sejuve-DF, André Kubitschek. “Política pública precisa gerar impacto direto na vida das pessoas”.   Dentre as ações da secretaria, o gestor destaca o workshop de educação financeira Futuro em Conta, criado com a meta de preparar os jovens para lidar com o dinheiro de forma consciente, abordando temas como planejamento financeiro, consumo responsável, definição de metas e noções básicas de empreendedorismo. Estudantes da rede pública e jovens em situação de vulnerabilidade são o foco. “Educação financeira é também uma ferramenta de autonomia, cidadania e transformação social”, enfatiza o secretário. “Nosso compromisso é garantir que todos os jovens, independentemente de onde moram, tenham acesso às políticas públicas” André Kubitschek, secretário da Juventude O programa Pró-Jovem Digital, por sua vez, é considerado estratégico para a inclusão da juventude do DF. Oferece capacitação em tecnologia, marketing digital, produção de conteúdo e abordagem de áreas ligadas à economia digital, preparando os jovens para um mercado cada vez mais conectado e competitivo. Na mesma linha funciona o programa Jovem Candango, uma das principais portas de entrada do jovem no mercado de trabalho, conectando experiência profissional, formação continuada e desenvolvimento pessoal. Formação, oportunidade e protagonismo juvenil são os fundamentos da secretaria, bem como a descentralização dos serviços. “Nosso compromisso é garantir que todos os jovens, independentemente de onde moram, tenham acesso às políticas públicas”, reforça André Kubitschek. Perspectivas [LEIA_TAMBEM]Para este ano, a Sejuve-DF planeja a expansão dos programas já iniciados, além da criação de novas ações voltadas ao primeiro emprego, ao empreendedorismo juvenil, à economia criativa, à formação de lideranças jovens e à educação financeira continuada. Também estão previstas iniciativas nas áreas de saúde emocional, cidadania e inovação social, além do fortalecimento de parcerias com a iniciativa privada, universidades, terceiro setor e parlamentares, por meio da proposição de emendas voltadas às políticas públicas de juventude.  “A ideia é transformar essas ações em políticas públicas permanentes, com resultados duradouros”, lembra o secretário. “A Secretaria da Juventude está de portas abertas para ouvir, construir e caminhar junto com os jovens. A juventude de Brasília tem talento, criatividade e força. Nosso papel é abrir caminhos para que esse potencial se transforme em oportunidades reais.” *Com informações da Secretaria da Juventude

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Inscrições prorrogadas até segunda (19) para oficinas gratuitas de comunicação, produção cultural e projetos no DF

Jovens de 15 a 29 anos interessados em atuar na cultura popular ainda têm tempo para se inscrever nas oficinas gratuitas de Formação de Jovens Agentes Cultura Viva. As inscrições foram prorrogadas até a próxima segunda-feira (19) e podem ser feitas pela internet. A iniciativa é do Pontão Popular e Periférico Voar, idealizado pelo Instituto Voar Cultural, com atividades previstas entre janeiro e fevereiro de 2026. O primeiro módulo, Comunicação Comunitária para Agentes de Cultura Popular, começa no dia 19, às 15h, na sede do Instituto Voar Cultural, no Gama. Ao todo, o percurso formativo soma 40 horas e inclui três oficinas obrigatórias: comunicação comunitária, produção cultural e elaboração de projetos. Para ser certificado como agente de cultura viva, o participante precisa concluir todo o ciclo. A formação combina encontros presenciais e atividades on-line e foi pensada para oferecer uma visão completa do trabalho cultural nos territórios. “O jovem passa por divulgação, produção e escrita de projetos. A ideia é formar agentes com autonomia para criar, organizar e comunicar suas ações culturais”, explica o coordenador-geral do projeto, Marco Augusto de Rezende, bonequeiro e diretor teatral. Além das oficinas, o Pontão prevê ações ao longo de sua execução, como encontros em rede, feiras culturais e a Teia da Cultura Viva, mostra que reunirá mestres da cultura popular, aprendizes e jovens artistas de diferentes regiões do Distrito Federal. Ao final do processo formativo, também serão disponibilizadas bolsas para agentes culturais, com seleção baseada em participação, envolvimento, colaboração e compromisso com o território. A formação combina encontros presenciais e atividades on-line e foi pensada para oferecer uma visão completa do trabalho cultural nos territórios | Foto: Divulgação O projeto é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab-DF) e resulta de um termo de cooperação entre o Instituto Voar Cultural, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF) e o Ministério da Cultura, no âmbito da Política Nacional de Cultura Viva. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, a iniciativa reforça o papel da política cultural como ferramenta de inclusão e fortalecimento social. “Quando investimos na formação de jovens da cultura popular, estamos reconhecendo saberes que nascem nas cidades e criando oportunidades reais para que essas vozes ganhem espaço, autonomia e futuro. A Cultura Viva é isso: gente cuidando da própria história e transformando o lugar onde vive”, afirma. O coordenador-geral do projeto, Marco Augusto de Rezende, explica que o Pontão vai oferecer oficinas que funcionam como módulos de capacitação. "O jovem para ser escolhido como agente de cultura viva, tem que participar dos três módulos, ou seja, do curso completo com 40 horas. Tudo para oferecer uma visão integral de formação do agente, nas áreas de divulgação, produção e  elaboração de projetos", revela o coordenador, que também é bonequeiro e diretor teatral. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas neste link. Mais informações estão disponíveis no Instagram.  Cronograma das oficinas Comunicação Comunitária para Agentes de Cultura Popular 19 a 24 de janeiro de 2026 Carga horária: 15 horas Facilitador: Marcos Linhares Presencial: dias 19, 21 e 23, das 15h às 17h, no Espaço Voar Online: dias 20, 22 e 24, das 14h às 17h, via Google Meet Conteúdo: noções de pauta, redação jornalística e estratégias para divulgar projetos e tradições da cultura popular. Produção Cultural 26 a 31 de janeiro Carga horária: 15 horas Facilitador: Wdisson Rocha Leão Presencial: dias 26, 28 e 30, das 15h às 17h, no Espaço Voar Online: dias 27, 29 e 31, das 14h às 17h Conteúdo: planejamento e realização de eventos culturais, da ideia à execução. Elaboração de Projetos 2 a 6 de fevereiro Carga horária: 10 horas Facilitador: Marco Augusto de Rezende Totalmente online, das 15h às 17h Conteúdo: escrita de projetos culturais e preparação para editais e oportunidades.   As oficinas são voltadas especialmente a jovens que já atuam ou desejam atuar em iniciativas culturais nas suas cidades, fortalecendo a cultura popular e as redes comunitárias do Distrito Federal. *Com informações da Secec-DF

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Revista Com Censo conquista Qualis A4 e reforça produção científica na educação do DF

A Revista Com Censo (RCC), vinculada à Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), alcançou a classificação Qualis A4, concedida pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O reconhecimento posiciona o periódico entre as melhores revistas científicas nacionais na área da educação e representa um marco para a produção acadêmica desenvolvida no âmbito da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). Acesse aqui todas as edições da Revista Com Censo. Ao comentar a conquista do Qualis A4, o editor-chefe da Revista Com Censo, professor doutor André Arantes, destacou que a classificação é resultado de um processo contínuo e coletivo, construído ao longo de mais de uma década. “O Qualis A4 é uma construção que vem sendo feita há mais de dez anos pelas várias equipes que passaram pela revista”, afirmou. Segundo ele, a regularidade da publicação, com edições trimestrais e volumes consistentes, foi fundamental para consolidar a credibilidade do periódico. “Ao longo de cerca de 13 anos, a revista foi se fortalecendo com publicações sólidas, com volumes regulares e dossiês que reúnem de dez a quinze artigos, o que vai dando substância científica ao periódico”, completou. O editor adjunto da 'Revista Com Censo', professor doutor Francisco da Silva, o editor-chefe, professor doutor André Arantes, e o editor adjunto, professor doutor Gilmário Costa | Foto: Mary Leal/Ascom SEEDF O editor-chefe também ressaltou que a qualificação reflete o cuidado editorial adotado pela revista em todas as etapas do processo de avaliação e divulgação dos trabalhos. “Sempre houve uma preocupação muito grande com a forma como a revista recebe os artigos, com o tratamento dado a esse material e com a previsibilidade dos prazos de publicação”, explicou. A conquista é resultado de um trabalho coletivo e contínuo construído ao longo de mais de uma década, envolvendo equipes editoriais, pareceristas, autores e colaboradores que contribuíram para a consolidação da revista como um espaço qualificado de difusão do conhecimento científico. Um periódico científico da rede pública Fundada em 2014 e publicada trimestralmente desde 2016, a Revista Com Censo é um periódico científico de acesso livre que adota o processo de avaliação por pares. A revista está vinculada à SEEDF e convida autores a submeterem artigos, relatos de experiência e resenhas relacionados aos campos da educação e da pedagogia. O foco editorial privilegia estudos originais sobre temas relevantes da educação pública, a administração e a estrutura dos sistemas educacionais, além do desenvolvimento de práticas e estratégias educacionais inovadoras. A RCC também incentiva o uso de estatísticas educacionais, especialmente dados censitários que subsidiam a formulação e a avaliação de políticas públicas de educação no Distrito Federal. Uma das principais características da 'Revista Com Censo' é o fato de ser uma revista de pesquisa construída majoritariamente por profissionais da própria rede pública de ensino Uma das principais características da Com Censo é o fato de ser uma revista de pesquisa construída majoritariamente por profissionais da própria rede pública de ensino. Professores em exercício em sala de aula, docentes afastados para cursos de mestrado, doutorado ou pós-doutorado e pesquisadores da educação encontram no periódico um espaço de valorização da prática pedagógica articulada à produção científica. Com Censo Jovem: iniciação científica desde a escola Além da Revista Com Censo, a Eape também mantém a Com Censo Jovem, um periódico independente que não integra a avaliação Qualis recebida pela RCC. Criada em 2022, a revista já publicou cinco números e é voltada ao público estudantil da rede pública. A revista estimula a iniciação científica dos alunos, que produzem textos com a orientação de professores da SEEDF. Enquanto a Revista Com Censo é dedicada majoritariamente à produção acadêmica dos docentes e pesquisadores, a Com Censo Jovem amplia o alcance da pesquisa científica ao incentivar o protagonismo estudantil desde a educação básica. A proposta da RCC é apoiar esses profissionais no processo de transformar experiências pedagógicas exitosas em textos científicos, contribuindo para a iniciação e o fortalecimento da cultura de pesquisa entre educadores da rede pública. *Com informações da SEEDF

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Detran-DF retira de circulação veículos com 112 infrações durante a Operação Torre Forte

A Operação Torre Forte, realizada pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), retirou de circulação dois veículos com histórico recorrente de infrações e mais de R$ 72 mil em dívidas acumuladas. A ação ocorreu na EPTG, na quinta-feira (15), e teve como foco a preservação da segurança viária. Os automóveis abordados estavam com os licenciamentos vencidos desde 2017 e 2020, e circulavam em desacordo com a legislação de trânsito. Somados, os veículos acumulavam 112 infrações registradas, a maioria relacionada ao excesso de velocidade, acima do limite permitido em até 50%. Também foram identificadas infrações por avanço de sinal vermelho, circulação em acostamentos e uso indevido de faixas exclusivas. Veículos retirados das ruas pelos agentes acumulavam mais de R$ 72 mil em débitos | Foto: Divulgação/Detran-DF Durante a abordagem, foi constatado ainda que um dos condutores não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A operação contou com o apoio do helicóptero Sentinela 01 e o suporte do Centro de Controle Operacional (CCO) do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF). Com o uso de tecnologia e planejamento estratégico, a Unidade de Operações Aéreas (UOPA) do Detran-DF atua na identificação e retirada de circulação de veículos que representam perigo à coletividade. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)

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