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Vigilância Sanitária publica nova regulação para serviços de estética no DF

A Vigilância Sanitária do Distrito Federal, órgão da Secretaria de Saúde (SES-DF), atualizou a regulação que trata sobre licença e funcionamento dos serviços de estética no DF. A Instrução Normativa nº 01 foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal desta quarta-feira (14). O documento define os requisitos sanitários para os estabelecimentos que executam procedimentos estéticos invasivos ou não, classificados nos graus de risco II ou III, conforme declaração emitida pelo responsável legal do estabelecimento. "Essa normativa traz um novo foco, incluindo a segurança do paciente. Com critérios baseados em risco potencial, atuamos como parceira da sociedade e dos profissionais qualificados, garantindo que a inovação tecnológica da estética ocorra de mãos dadas com a biossegurança e a ética", afirma a diretora da Vigilância Sanitária do DF, Márcia Olivé. O estabelecimento deve garantir que produtos e materiais sejam adequados e utilizados exclusivamente para os fins a que se destinam | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Graus de risco O grau de risco II, considerado médio, envolve técnicas que utilizam tecnologias mais complexas, exigem ambientes controlados e atuação de profissionais de saúde habilitados. Já o de risco III, classificado como alto, abrange procedimentos invasivos, com rompimento da barreira da pele ou maior profundidade, demandando critérios ainda mais rigorosos e vistoria prévia da Vigilância Sanitária. De acordo com a gerente de Saúde da Vigilância Sanitária, Ana Paula Prudente, a norma funciona não apenas como instrumento de fiscalização. "É também uma orientação para que os próprios serviços adotem rotinas mais seguras, reduzam riscos e promovam a melhoria contínua da qualidade no atendimento, beneficiando diretamente os usuários”. As atividades enquadradas como grau de risco I, que correspondem a procedimentos não invasivos e sem uso de injetáveis, executados por profissionais da beleza, estetas e cosmetólogos, permanecem regulamentadas pela Instrução Normativa nº 28/2021. Documentos exigidos Para obter o licenciamento sanitário, os locais devem apresentar plano de segurança do paciente, protocolos de atendimento a intercorrências clínicas e de urgência e emergência, projeto básico de arquitetura aprovado e relação nominal dos profissionais, com comprovação de habilitação junto aos respectivos conselhos. O descumprimento das disposições da instrução normativa configura infração sanitária e sujeita o infrator às penalidades previstas na Lei Federal nº 6.437/1977 e na Lei Distrital nº 5.321/2014. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Divulgada lista dos blocos cadastrados para o DF Folia 2026

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) publicou, nesta quinta-feira (15), a relação dos blocos cadastrados para o DF Folia 2026, o carnaval de rua da capital federal. A informação mais aguardada pelos foliões e organizadores chega após a conclusão das inscrições, abertas ao público desde o dia 6 e encerradas na última terça-feira (13). Investimento na folia de rua, este ano, será de R$ 10 milhões, envolvendo mais de 70 blocos | Foto: Divulgação/Secec-DF O cronograma oficial do evento prevê para o dia 19 a publicação do resultado provisório dos blocos e Territórios Folia selecionados dentro do número de vagas. O prazo para recursos vai até o dia 21, e a lista definitiva será divulgada no dia 23. Este ano, o processo de inscrição possibilita que 73 blocos e três Territórios Folia concorram a apoio para suas apresentações no Carnaval, com um investimento total de R$ 10 milhões destinados à festa de rua que promete percorrer diversas regiões do Distrito Federal entre 6 de fevereiro e 1º de março. Do montante previsto, R$ 8,3 milhões serão aplicados diretamente nos blocos, com valores que variam conforme o porte e o público estimado de cada grupo. Os Territórios Folia — espaços que concentram múltiplas atrações e grande público — podem receber até R$ 500 mil por projeto, de acordo com as regras do edital. [LEIA_TAMBEM]A Secec-DF estruturou o cronograma com etapas claras para garantir transparência e participação ampla no processo. “O carnaval de rua é uma expressão viva da identidade cultural do nosso povo”, afirmou o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes. “Hoje damos mais um passo para fortalecer essa tradição, acolher a diversidade dos blocos e preparar uma festa segura e vibrante para toda a população do Distrito Federal”.  Confira a lista dos blocos cadastrados. Dúvidas sobre o cadastro podem ser encaminhadas ao e-mail dffolia2026@gmail.com.  *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa  

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UPAs do DF recebem ações voltadas ao cuidado com a saúde mental

Música, escuta ativa e diálogos sobre saúde mental marcaram as ações da campanha Janeiro Branco realizadas nesta semana nas unidades de pronto atendimento (UPAs) e em polos administrativos do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Em meio à rotina intensa de quem atua diariamente no atendimento à população, o Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (Nuvid), por meio do Projeto Acolher, levou às unidades a ação Prosa e Melodia. A iniciativa promoveu momentos de acolhimento, integração e sensibilização. Psicólogos conduziram conversas leves e informativas, reforçando a importância do autocuidado e destacando que profissionais que cuidam do outro também precisam ter sua saúde mental preservada. As atividades integram a programação do Janeiro Branco nas unidades geridas pelo IgesDF. O ciclo de ações teve início no dia 12 deste mês, passando pelas UPAs do Gama, Planaltina, Samambaia e Recanto das Emas. No dia 13, foi a vez das equipes de São Sebastião e Paranoá. Já no dia 14, as ações chegaram às UPAs de Brazlândia, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Sobradinho e Vicente Pires, sempre com o objetivo de fortalecer o bem-estar e estimular a escuta ativa no ambiente de trabalho. O propósito central da campanha é contribuir para a construção de um ambiente institucional mais humano, saudável e confiável. Segundo os organizadores, o cuidado com a saúde mental dos colaboradores impacta diretamente a qualidade da assistência prestada ao cidadão, formando uma cadeia positiva que começa no trabalhador e se reflete no atendimento ao paciente. A iniciativa promoveu momentos de acolhimento, integração e sensibilização | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Para o diretor-presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, a campanha evidencia o compromisso do Instituto com quem sustenta diariamente a saúde pública. “Sabemos que a rotina dentro de uma UPA exige preparo técnico, mas também equilíbrio emocional. Criar espaços como este significa reconhecer o valor do colaborador e proteger sua saúde mental, garantindo um atendimento mais humanizado à população. O Janeiro Branco materializa uma política de valorização do trabalhador, baseada no diálogo, na escuta e na aproximação entre gestão e equipes”, destaca. Colaborador em primeiro lugar Segundo a chefe do Nuvid, Paula Paiva, a adesão crescente dos profissionais demonstra que a saúde mental deixou de ser um tabu dentro da instituição. “O principal objetivo da ação é conscientizar os colaboradores sobre a importância do autocuidado para o bem-estar pessoal e para a qualidade do atendimento ao público. Vamos percorrer todas as unidades geridas pelo Instituto. Somente nas UPAs, cerca de 800 colaboradores serão diretamente impactados, com foco na redução da ansiedade e no estímulo à presença no momento atual”, afirma. Na UPA de Brazlândia, a gestão percebe de perto os efeitos da iniciativa. O gerente substituto da unidade, Igor Cavalcante, relata que os profissionais se sentiram valorizados. “O nosso cotidiano é muito intenso. Somos cerca de 160 colaboradores, além de terceirizados. Nesse cenário, ações como essa promovem acolhimento, conscientização e valorização, contribuindo para um ambiente menos pressionado e para a melhoria direta da qualidade do atendimento à população”, pontua. Para o gerente da UPA do Núcleo Bandeirante, Neviton Batista, cuidar da saúde mental dos colaboradores não é uma opção, mas uma necessidade. “Pessoas emocionalmente saudáveis trabalham melhor, se relacionam melhor e têm mais qualidade de vida dentro e fora do ambiente de trabalho. Lidamos diariamente com pressão, sobrecarga e responsabilidades que não ficam do lado de fora quando entramos na instituição”, observa. O propósito central da campanha é contribuir para a construção de um ambiente institucional mais humano, saudável e confiável No dia 15, a ação também foi realizada no PO700, sede administrativa do IgesDF, reunindo colaboradores de diversos núcleos em um momento de diálogo, música e incentivo à busca por apoio e cuidados com a saúde física e mental. Na mesma data, as UPAs de Ceilândia I e II também receberam as equipes do Projeto Acolher. Proposta continuada O Projeto Acolher já é reconhecido internamente por atender a uma demanda essencial dos trabalhadores. Entre os serviços ofertados estão atendimentos em psicologia, psiquiatria, acupuntura, nutrição, meditação, Reiki e ginástica laboral, além de ações pontuais como o “Prosa e Melodia”. A técnica de segurança do trabalho Luzia Tânia, que atua na UPA de Brazlândia, destaca a importância da iniciativa. “Atos como esse promovem a saúde mental dos colaboradores. Aqui criamos um painel com frases motivacionais, incentivando cuidados como a prática de atividades físicas e de lazer para aliviar o estresse da rotina hospitalar. O cuidado com a saúde mental impacta diretamente a qualidade do trabalho e a prevenção de acidentes”, ressalta. O calendário de ações segue ao longo do mês, incluindo atividades no Centro de Distribuição, no dia 21, e será estendido às unidades administrativas e hospitalares do IgesDF. Para Paula Paiva, o Janeiro Branco vai além de um marco simbólico. “Para o IgesDF, proteger a saúde mental é parte de uma gestão contínua. Isso preserva talentos, fortalece o espírito de equipe e melhora a qualidade do serviço público de saúde. Em um cenário de demandas crescentes, cuidar de quem cuida é um compromisso institucional”, finaliza. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Ponte Honestino Guimarães terá faixas interditadas para manutenção

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