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Planejamento integrado reforça a segurança nos jogos do Candangão Série A 2026

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) consolidou o planejamento operacional para os jogos da 1ª fase do Campeonato Candango de Futebol Profissional – Série A 2026, que ocorrerão entre 10 de janeiro e 21 de março, nos estádios Juscelino Kubitschek (Paranoá),  Serejão (Taguatinga), Abadião (Ceilândia) e Bezerrão (Gama). A estratégia integrada tem como foco o reforço da segurança, a preservação da ordem pública e a garantia de uma experiência segura para torcedores, atletas e trabalhadores envolvidos nos eventos. "Nosso objetivo é garantir que o torcedor possa ir ao estádio com tranquilidade, segurança e respeito, contando com a atuação coordenada das forças de segurança, dos órgãos de mobilidade e fiscalização e de serviços públicos, desde o entorno até o interior das arenas" Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública “O planejamento do Candangão Série A 2026 foi construído de forma integrada, técnica e preventiva, com base em análise de riscos e na experiência do Distrito Federal na realização de grandes eventos. Nosso objetivo é garantir que o torcedor possa ir ao estádio com tranquilidade, segurança e respeito, contando com a atuação coordenada das forças de segurança, dos órgãos de mobilidade e fiscalização e de serviços públicos, desde o entorno até o interior das arenas”, ressalta o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. “Tratamos o Campeonato Candango com a mesma seriedade e planejamento dedicado a eventos de grande porte. O reforço da segurança, a atuação integrada das forças e o diálogo permanente com a organização e as torcidas refletem o compromisso do Governo do Distrito Federal com a ordem pública, a prevenção da violência e a proteção do cidadão”, completa Avelar. O plano foi construído de forma coordenada entre instituições, órgãos e agências dos eixos de segurança pública, mobilidade, fiscalização e prestação de serviços, a partir de análises de risco e protocolos já aplicados com êxito em grandes eventos esportivos no DF. As vistorias dos estádios foram realizadas pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e pelo Corpo de Bombeiros, dando um aval para que os estádios pudessem ser utilizados. “Quando oferecemos segurança e organização, fortalecemos o esporte como política pública e incentivamos cada vez mais a participação da população em eventos esportivos”, ressalta o secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira.  Não será permitida a entrada de torcedores nos estádios portando materiais como capacetes, garrafas e artefatos explosivos | Foto: Divulgação/SSP-DF A PMDF fará o reforço do policiamento ostensivo, com tropas especializadas em condições de acionamento, além da escolta das torcidas organizadas, evitando encontros durante deslocamentos e pontos de concentração. Haverá linhas de revista pessoal, controle rigoroso de materiais permitidos e emprego de cães policiais. As demais forças de segurança atuarão dentro do planejamento próprio. Com o objetivo de garantir a segurança do público, atletas e trabalhadores envolvidos nos jogos do Campeonato Candango Série A 2026, não será permitida a entrada de torcedores nos estádios portando materiais como capacetes, garrafas e artefatos explosivos. “A segurança pública do DF conta com a colaboração de todos os torcedores para que possamos realizar um Campeonato Candango seguro, organizado e tranquilo. A participação responsável do público, o respeito às regras e à diversidade e a convivência pacífica dentro e fora dos estádios são fundamentais para que o futebol seja um espaço de lazer e celebração para todos os presentes”, ressalta o coordenador de planejamento da Subsecretaria de Operações Integradas, Keldison Sousa. [LEIA_TAMBEM]Materiais que não podem ser levados ao estádio: Sinalizadores, fogos de artifício e qualquer artefato explosivo; Objetos que produzam fogo, calor ou fumaça; Capacetes; Garrafas, copos e similares; Guarda-chuva;  Carrinhos de bebê;  Frascos de perfume; Bandeiras maiores que 4 x 4 m; Cigarros eletrônicos (tipo vaper) e isqueiros Materiais perfurocortantes; Drones não autorizados; Cartazes, bandeiras, símbolos ou cânticos com mensagens ofensivas ou que atentem contra a dignidade da pessoa humana, especialmente de caráter racista, homofóbico, sexista ou xenófobo. *Com informações da SSP-DF

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GDF entrega licença ambiental do Assentamento Patrícia Aparecida, no Paranoá

O assentamento de trabalhadores rurais Patrícia Aparecida, na área rural do Paranoá, recebeu, nesta quinta-feira (8), a licença ambiental emitida pelo Instituto Brasília Ambiental. A medida assegura a regularização da área, que abriga 24 famílias instaladas no local desde 2013, e permite o desenvolvimento das atividades produtivas de forma sustentável e alinhada às normas ambientais. O documento tem validade de dez anos. Licença ambiental permite à comunidade aprimorar a produção, a partir da utilização de modelo agroecológico | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília  Com área total de 377 hectares, o assentamento está situado próximo ao entroncamento das rodovias BR-251 e DF-130, em região inserida na Zona Rural de Uso Controlado I do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) e na Zona de Uso Sustentável da Área de Proteção Ambiental do Planalto Central. Por isso, o processo de regularização era essencial para assegurar a conformidade com as diretrizes de proteção ambiental do local. A Licença Ambiental Simplificada nº 24/2025 emitida pelo Brasília Ambiental autoriza a atividade de assentamento rural, com condicionantes e regras para o uso do solo, como a adoção obrigatória do modelo agroecológico de produção, a utilização exclusiva de irrigação por gotejamento e a proteção das áreas de preservação permanente. “Essas 24 famílias estão aqui há 13 anos, de forma precária, sem poder construir nada, sem água e sem luz, tudo na gambiarra. Hoje, estamos garantindo que elas possam viver com dignidade e produzir” Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental Durante a solenidade, a chefe de gabinete da Vice-governadoria, Juliana Bonfante, anunciou que outras regiões serão contempladas. “O trabalho do Governo do GDF é regularizar e deixar tudo em ordem”, afirmou. “Aqui estava para se fazer [a regularização] há muito tempo, e agora está tudo certo. O governo tem muita coisa ainda para fazer em outros lugares. O trabalho continua.” Conquista O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressaltou que a entrega do documento corrige uma espera histórica. “Essas 24 famílias estão aqui há 13 anos, de forma precária, sem poder construir nada, sem água e sem luz, tudo na gambiarra", afirma. “Houve uma determinação do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão para que déssemos prioridade à regularização dessas áreas. Hoje, estamos cumprindo esse papel e garantindo que elas possam viver com dignidade e produzir." Segundo o gestor, além da segurança jurídica, a licença permite que o assentamento se consolide como espaço produtivo e ambientalmente responsável. “Eles sempre foram parceiros do meio ambiente”, lembrou. “Preservaram o Cerrado, não atrapalharam o refúgio de vida silvestre. As condicionantes que colocamos, na prática, eles já executam. Agora, vão poder ocupar a área de forma definitiva, com qualidade, infraestrutura e fornecer produção agrícola para toda a população do Distrito Federal.” A produtora Elenice Ramos comemora: “Sem essa licença, estava tudo travado: financiamento, empréstimo, banco. A gente precisava plantar e expandir nossa produção. Isso aqui é o início de tudo” Entre as exigências previstas estão a manutenção de faixas de proteção não edificáveis de 17,6 metros ao longo dos canais naturais de escoamento superficial, a implantação de fossas sépticas ou soluções ambientalmente adequadas para tratamento de efluentes domésticos, o cercamento das áreas de preservação permanente e a proibição de supressão de vegetação nativa sem autorização do órgão ambiental. [LEIA_TAMBEM]Além disso, o assentamento deverá desenvolver um projeto de educação ambiental junto às famílias, tendo como foco práticas agrícolas sustentáveis, reforçando o compromisso com a conservação dos recursos naturais e a produção responsável. Para quem vive da terra, a licença representa um divisor de águas. A produtora rural Elenice Moreira Ramos, de 61 anos, enfatizou que o documento abre caminhos promissores para o futuro da comunidade. No local, ela cultiva mandioca, além de hortaliças como quiabo, jiló, berinjela, pepino e outras variedades. “A importância é enorme, eu não tenho nem palavras”, declarou Elenice. “Sem essa licença, estava tudo travado: financiamento, empréstimo, banco. A gente precisava plantar e expandir nossa produção. Isso aqui é o início de tudo.” Pedro Paulo dos Santos produz jiló, quiabo, mandioca, pepino, tomate e maracujá: “Hoje, com a licença na mão, o mundo se abriu de novo. Trabalhamos com mais vontade e segurança”  O produtor rural Pedro Paulo dos Santos, 56, acompanha o assentamento desde o primeiro dia e também celebrou a regularização. “Antes era uma coisa, agora melhorou 150%”, avaliou ele, que produz tomate, pepino, mandioca, pimenta, quiabo, jiló e maracujá. “A gente trabalhava com medo de multa, sem tranquilidade. Hoje, com a licença na mão, o mundo se abriu de novo. Trabalhamos com mais vontade e segurança. Com esse documento, a vontade é crescer mais. Agora precisamos avançar também na parte da comercialização, e tenho certeza de que o governo vai ajudar.”    

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Parceria reforça educação antirracista nas escolas da rede pública do DF

A construção de uma sociedade sem racismo começa na sala de aula. Para tornar esse compromisso uma ação contínua, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) recebeu, nesta segunda-feira (5), representantes da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF). A reunião formalizou uma parceria para fortalecer a aplicação da Lei Federal nº 10.639/2003, que garante o ensino da história e das culturas afro-brasileira e africana nas escolas. O encontro entre a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, e o presidente da OAB-DF, Paulo Maurício Siqueira, reforçou a importância de ir além de ações isoladas e garantir que o tema racial esteja presente no currículo escolar de forma contínua. O objetivo é oferecer aos estudantes da rede pública uma formação que estimule a cidadania, o pensamento crítico e o respeito à diversidade. Secretária Hélvia Paranaguá recebe representantes da OAB-DF para alinhar estratégias de promoção da igualdade racial nas escolas | Foto: Jotta Casttro/SEEDF Para a gestão da SEEDF, a parceria institucional é fundamental na ampliação do alcance das políticas públicas já em desenvolvimento. A educação antirracista não é apenas um cumprimento legal, mas uma ferramenta de justiça social que empodera a juventude e combate desigualdades históricas na base. “Educar para a equidade racial é plantar sementes de justiça para o futuro. Essa união de esforços com a OAB fortalece nossa missão de não apenas combater o racismo, mas de construir ativamente uma cultura escolar onde a história e a cultura afro-brasileira sejam protagonistas”, destacou a secretária Hélvia Paranaguá. Durante a reunião, representantes da OAB-DF ressaltaram a importância de monitorar o cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A visão compartilhada pelas instituições é a de que garantir o ensino da história e da cultura afro-brasileira é cuidar do presente para transformar o futuro, assegurando que nenhuma criança cresça sem reconhecer o valor de sua própria história e identidade. Políticas em ação "Educar para a equidade racial é plantar sementes de justiça para o futuro" Hélvia Paranaguá, secretária de Educação O compromisso firmado dialoga diretamente com ações já implementadas pela secretaria. De acordo com dados recentes da pasta, a rede pública de ensino do Distrito Federal conta com mais de 377 projetos voltados à educação das relações étnico-raciais (ERER). Iniciativas como o projeto Taguatinga Plural, agraciado com o Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, demonstram a potência pedagógica das escolas na valorização da diversidade. Além disso, a SEEDF regulamentou recentemente a Política Distrital de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola e Indígena (Portaria nº 1.313/2025). Essa normativa, somada à criação do Protocolo de Consolidação da Educação Antirracista, desenvolvido em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), oferece diretrizes claras para que as unidades escolares atuem na prevenção e no enfrentamento ao racismo. Formação docente [LEIA_TAMBEM]Para que a teoria se concretize na prática, o investimento no capital humano é essencial. Por meio da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape), a secretaria tem intensificado a oferta de percursos formativos. Entre 2006 e 2024, mais de 3.600 matrículas foram registradas em cursos sobre história e cultura afro-brasileira. Atualmente, formações como Educação para as Relações Étnico-Raciais e as Amefricanidades como Potência Pedagógica preparam professores para atuar como agentes multiplicadores dessa consciência em sala de aula. *Com informações da Secretaria de Educação do DF  

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