Festa da virada no DF teve redução de 34% na geração de resíduos
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) registrou uma redução significativa na quantidade de resíduos recolhidos durante as festividades de fim de ano. Foram recolhidas 6,2 toneladas de material, contra 9,5 toneladas no ano anterior, uma redução de 34%. Na virada de 2023, esse número foi ainda maior: 12 toneladas. Direção do SLU vê na redução de lixo deste fim de ano um sinal de conscientização da população sobre a gestão adequada de resíduos | Foto: Divulgação/SLU “Esse é um sinal positivo de que as ações educativas e de limpeza adotadas pelo SLU estão surtindo efeito, além de demonstrar uma maior conscientização da população sobre a importância da gestão adequada de resíduos”, afirma o diretor-presidente substituto do SLU, Cleilson Gadelha. [LEIA_TAMBEM]A disposição final adequada dos resíduos é crucial para prevenir problemas de saúde pública e ambientais. Assim, a redução na geração de resíduos durante as festividades de fim de ano representa um passo importante para alcançar esses objetivos. O trabalho contínuo do SLU e a conscientização da população são fundamentais para manter essa tendência de queda e aprimorar a gestão de resíduos no DF. *Com informações do SLU
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Bem-vindo, 2026: público celebra a chegada do ano-novo em festa na Esplanada
Foi com muita música — e uma queima de fogos de 12 minutos — que os brasilienses celebraram a chegada de 2026. Em um palco montado na Esplanada dos Ministérios, uma multidão conferiu shows de Lauana Prado, Israel & Rodolffo, Samuel Rocha e Heverton & Everson, além de Carlinhos Brown, que foi o responsável pela contagem regressiva para o início do novo ano. Com queima de fogos de 12 minutos, Celebra DF 2026 encanta público na Esplanada dos Ministérios | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Brasília investiu em um Réveillon diferente e trouxe todo o Centro-Oeste. Hoje nós estamos com toda a rede hoteleira lotada, com toda a nossa economia bombada, graças a esse estímulo. E a nossa festa tem programação para todos os gostos. Começou às 18h aqui, também tem na Prainha e em outras regiões. A gente está muito feliz”, exaltou a vice-governadora Celina Leão. O secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Cláudio Abrantes, estimou que 200 mil pessoas tenham passado pela festa. “A orientação do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão sempre foi oferecer para a população do Distrito Federal, independentemente de classe social, uma experiência digna dos melhores espetáculos. Isso é uma marca que a gente tem aqui. Um pouquinho mais à frente [da Esplanada], a gente tem o Nosso Natal, que é um sucesso estrondoso. Aqui [no Celebra DF] a gente fez uma mega estrutura para dois dias de evento e dá à população aquela certeza de estar sendo cuidada. E o cuidar é na educação, na saúde, mas é também no acesso à cultura”, destacou. Celina Leão, vice-governadora do DF: "Hoje nós estamos com toda a rede hoteleira lotada, com toda a nossa economia bombada, graças a esse estímulo. E a nossa festa tem programação para todos os gostos" O sertanejo deu o tom da primeira parte do Celebra DF 2026. Conhecido como “o cantor das sete vozes”, o mineiro Samuel Rocha abriu a festa, às 18h. Logo em seguida, foi a vez da dupla Israel & Rodolffo, dona dos hits Seu brilho sumiu, Batom de cereja e Marca evidente. Depois, vieram os brasilienses Heverton & Everson. A sequência animou o aviador Miguel de Almeida, que foi à Esplanada acompanhado da namorada e da cunhada. “Gosto de sertanejo, gostei bastante da programação, estou contente e animado. Vou ficar até o final, a música está muito boa”, pontuou ele. “Os cantores são bons, a estrutura está boa, a segurança melhor ainda, que é o principal, ainda mais com criança pequena. Então, para mim, está ótimo”, completou a estudante Amanda Almeida, namorada de Miguel. Fogos Faltava menos de uma hora para a meia-noite quando Carlinhos Brown subiu ao palco, emendando os clássicos Magalenha, Uma brasileira e Já sei namorar. Às 23h59, o cantor iniciou a contagem regressiva e a atenção do público se voltou para o céu. Uma queima de fogos coloriu a Esplanada, fazendo dos primeiros 12 minutos de 2026 um espetáculo. Amanda Almeida, estudante: “Os cantores são bons, a estrutura está boa, a segurança melhor ainda, que é o principal, ainda mais com criança pequena” “É sempre emocionante. A queima de fogos é o mais esperado por todo brasiliense, sem falar nos visitantes que vêm de fora para esse momento”, apontou o auxiliar de serviços gerais Rony Amaral. Acompanhado da esposa, Rony disse participar todos os anos do Réveillon na Esplanada: “Além de ser uma data muito comemorativa, especial para todas as famílias, também é um jeito de se divertir um pouco e celebrar essa virada do ano que é tão maravilhosa. E, quando se trata de Brasília, eu acho que é totalmente diferente de qualquer outro lugar, porque aqui é mais especial”. O encerramento do primeiro dia de festa foi em grande estilo, com mais sertanejo. A goiana Lauana Prado desfilou seu modão raiz, representado por canções como Cobaia, Viva voz e Escrito nas estrelas. Recém-chegada, Ingrid Beatriz da Silva foi com a esposa curtir a primeira virada como moradora da capital federal. “Sou do Rio Grande do Norte, mas estou morando aqui há seis meses. A gente veio pela festa, pelos fogos e para celebrar. Foi a primeira experiência. Achamos uma boa estrutura, muito organizado”, arrematou. Rony Amaral, auxiliar de serviços gerais: “A queima de fogos é o mais esperado por todo brasiliense, sem falar nos visitantes que vêm de fora para esse momento” Mais shows Depois dos shows, o público contou com transporte gratuito na volta para casa, por meio do programa Vai de Graça. Houve reforço nas linhas de ônibus e o metrô ficou aberto até 2h30 para embarque na estação Central, na Rodoviária do Plano Piloto. [LEIA_TAMBEM]A festa continua nesta quinta-feira (1º) — também com ônibus e metrô sem cobrança de tarifas e trens circulando em horário especial. A partir das 18h, o palco montado na Esplanada recebe shows de Ana Castela, Murilo Huff, Calcinha Preta, Adriana Samartini e Pedro Paulo & Matheus e Belluco. A entrada é gratuita, sem necessidade de retirada de ingresso. Quem for ao local pode aproveitar ainda para conferir os últimos dias do Nosso Natal, que segue até o próximo domingo (4), sempre a partir das 17h. Desde o lançamento da edição 2025, mais de 900 mil pessoas já passaram pela estrutura. Ingrid Beatriz da Silva: “Sou do Rio Grande do Norte, mas estou morando aqui há seis meses. Foi a primeira experiência. Achamos uma boa estrutura, bem organizado” Prainha Além da área central de Brasília, a chegada de 2026 foi saudada com festa na Praça dos Orixás, também conhecida como Prainha. A programação começou na terça-feira (30), com shows de Entardecer do Ojás, Samba de Roda Pé de Porteira, Nossa Galera e Dhi Ribeiro. Nesta quarta (31), foi a vez da Festa de Iemanjá — celebração tradicional que contou com rituais religiosos afro-brasileiros, incluindo cortejo simbólico e a entrega de balaios e flores em homenagem a Iemanjá. No palco, apresentaram-se Sambrasília, Uel, Rituais Religiosos Afro-brasileiros, Makumbá com Kika Ribeiro, Asé Dudu e Grupo Cultural Obará. Houve ainda uma queima de fogos de oito minutos.
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Hospital de Santa Maria encerra 2025 com ampliação na assistência materno-infantil
Segurança, humanização e qualificação da assistência marcaram a atenção materno-infantil do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) em 2025. Administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), a unidade implementou ações estruturantes que ampliaram a eficiência assistencial, reforçaram a segurança das pacientes e consolidaram a humanização como eixo central do cuidado às gestantes e puérperas. 26.203 atendimentos de urgência foram prestados em 2025, número maior do que os 22.500 registrados em 2024 Entre os principais resultados alcançados, destaca-se a redução de 41% no tempo médio entre a retirada da senha e o atendimento médico no Centro Obstétrico (CO). A melhoria impactou diretamente a experiência das usuárias e garantiu maior agilidade no cuidado, especialmente em situações de risco, refletindo a efetividade das mudanças implantadas ao longo do ano. Em 2025, o HRSM ultrapassou os números de 2024, com 26.203 atendimentos de urgência e emergência obstétrica, frente a 22.500 no ano anterior, mantendo o tempo de espera controlado, sem prejuízo à qualidade da assistência. Hospital de Santa Maria registrou equilíbrio entre os partos normais e cesarianas | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Os avanços também se refletem no volume e no perfil dos partos realizados na unidade. Em 2024, o hospital contabilizou 1.969 cesarianas e 1.878 partos normais. Já em 2025, até o mês de novembro, foram registrados 1.697 cesarianas e 1.721 partos normais, demonstrando equilíbrio entre as vias de parto e o fortalecimento de práticas assistenciais alinhadas às recomendações de segurança e humanização. Para a gerente da maternidade, Ivonete Rodrigues, os resultados são fruto de planejamento e do trabalho integrado entre as equipes. “Cada melhoria implementada foi pensada a partir da realidade do serviço e das necessidades das pacientes. Nosso objetivo é garantir um atendimento seguro, ágil e humanizado, desde a chegada à unidade até o pós-parto”, destaca. Investimento em novos equipamentos foi aliado à valorização dos servidores em 2025 Agilidade e segurança do cuidado Outro avanço relevante foi a implementação de um novo fluxo assistencial voltado aos casos de maior gravidade. Com a mudança, após a primeira consulta médica, as pacientes passam a receber as demais doses de medicação diretamente, sem necessidade de aguardar novo atendimento médico, retornando apenas em caso de intercorrências ou ao final do tratamento. A medida trouxe mais rapidez às condutas e contribuiu para a segurança clínica. Também foi desenvolvida uma estratégia específica para o manejo de intercorrências durante consultas ambulatoriais, otimizando o fluxo do pronto atendimento obstétrico e reduzindo gargalos no serviço. Fortalecimento das equipes A reorganização das equipes foi um dos pilares das melhorias registradas em 2025. O reforço dos profissionais de ginecologia e obstetrícia possibilitou melhor distribuição no setor, impactando positivamente a realização de procedimentos, as visitas médicas em tempo oportuno e a redução do tempo de espera no atendimento de porta. [LEIA_TAMBEM]Somente no primeiro semestre de 2025, foram contratados 19 ginecologistas obstetras, totalizando 74 profissionais. “A equipe de enfermagem também foi ampliada, sendo que 80% dos enfermeiros são especialistas em ginecologia e obstetrícia, enquanto os demais possuem especialização em neonatologia e formação como generalistas ou emergencistas”, explica Pollyane Nobre, chefe de Núcleo de Enfermagem do Centro Cirúrgico, Centro Obstétrico e Central de Material Esterilizado. A assistência às gestantes e puérperas foi garantida por uma equipe multiprofissional integrada, composta por fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos e assistentes sociais, entre outros especialistas. O HRSM também se consolidou como referência ao ser o único hospital do Distrito Federal, das redes pública e privada, a disponibilizar fisioterapeutas especialistas em saúde da mulher 24 horas por dia, acompanhando as pacientes desde o pré-natal de alto risco até o pós-parto. Unidade é referência em atendimento humanizado e reduziu a fila de espera em 41% no Centro Obstétrico Humanização O cuidado humanizado ganhou ainda mais protagonismo com a atuação dos enfermeiros navegadores, que acompanharam e orientaram as pacientes durante toda a internação, promovendo acolhimento, informação qualificada e integração entre os diferentes pontos da linha de cuidado materno-infantil. Houve também iniciativas voltadas ao acolhimento das famílias e acompanhantes, com abordagens psicossociais e realização de reuniões familiares sempre que necessário. Outro marco de 2025 foi a inauguração do Espaço Terapêutico, em setembro, dentro do Centro Obstétrico. Implantado pelo IgesDF, o novo ambiente substituiu áreas improvisadas e passou a oferecer às gestantes e familiares um espaço calmo, arejado e acolhedor, contribuindo para o bem-estar emocional durante a internação. Espaço Terapêutico foi inaugurado em setembro e passou a oferecer um ambiente acolhedor para os pacientes O hospital também implantou o Net Promoter Score (NPS), ferramenta que subsidia estratégias contínuas de melhoria, além de avançar na implementação das práticas da Iniciativa Hospital Amigo da Mulher e da Iniciativa Hospital Amigo da Criança (Ihac), baseadas em evidências científicas e no respeito aos direitos humanos, como a presença de acompanhante de livre escolha, liberdade de movimento, métodos não farmacológicos de alívio da dor e a redução de intervenções desnecessárias. Por fim, o HRSM encerra 2025 com avanços nos protocolos assistenciais, entre eles a fase final de publicação do Protocolo de Parto e Nascimento Seguro, além da revisão de outras diretrizes clínicas adotadas na unidade, reafirmando o compromisso com uma assistência segura, qualificada e centrada na mulher. * Com informações do IgesDF
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Período de férias no DF exige atenção redobrada com a segurança das crianças
O período de férias escolares, tradicionalmente associado ao descanso e ao lazer em família, também exige atenção redobrada quando o assunto é a segurança das crianças. Com a mudança da rotina, maior tempo dentro de casa, viagens e atividades ao ar livre, cresce de forma significativa o risco de acidentes infantis, muitos deles com potencial para causar sequelas graves ou até levar à morte. [LEIA_TAMBEM]Especialistas do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) alertam que a supervisão constante é a principal ferramenta de prevenção, especialmente durante as férias, quando as crianças ficam mais expostas a situações de risco. Os acidentes mais comuns na infância variam conforme a faixa etária, mas os registros mais frequentes incluem quedas, queimaduras, engasgos e sufocamentos, intoxicações por medicamentos ou produtos de limpeza e, principalmente no verão, afogamentos. Para a pediatra Maria Fernanda Spigolon, do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), a falsa sensação de segurança dentro de casa é um dos fatores mais perigosos para os pequenos. “Em crianças menores, como bebês e pré-escolares, entre 3 e 5 anos, a maior parte dos acidentes acontece dentro de casa. Muitas vezes, os pais acreditam que o ambiente está totalmente seguro, mas basta um segundo de distração para que o acidente aconteça”, alerta a médica. Adultos devem estar atentos e sempre preparados para qualquer emergência envolvendo os pequenos | Fotos: Divulgação/IgesDF Risco maior A rotina das férias escolares reúne uma série de fatores que elevam a exposição ao risco. Viagens, ambientes desconhecidos, como casas de parentes, sítios e hotéis, além da maior circulação de pessoas, exigem supervisão ainda mais atenta. “Durante as férias, o risco de afogamentos aumenta muito, seja em piscinas, praias, rios ou até mesmo em baldes e banheiras. O mesmo vale para quedas em locais não adaptados, como playgrounds, e queimaduras em churrasqueiras ou com fogos de artifício”, explica a pediatra. Outro ponto crítico é a chamada supervisão diluída, comum em reuniões familiares. “É frequente que todos acreditem que outro adulto esteja cuidando da criança, quando, na verdade, ninguém está supervisionando de forma ativa. Essa falha de comunicação pode ser determinante para a ocorrência de acidentes”, reforça. Fraturas estão entre as ocorrências mais comuns envolvendo crianças durante o período de férias Lesões mais comuns A incidência de acidentes domésticos impacta diretamente os atendimentos nas emergências pediátricas. No pronto-socorro, os casos mais frequentes envolvem quedas com traumas leves a moderados, queimaduras e ingestão acidental de medicamentos ou produtos químicos. Em períodos de férias escolares e feriados prolongados, os profissionais observam um aumento expressivo dos casos graves, principalmente afogamentos e intoxicações. “São acidentes com alto potencial de morte ou sequelas permanentes”, pontua Maria Fernanda. Principais causas de morte acidental Os números reforçam o alerta. Afogamentos, sufocamentos, queimaduras extensas e intoxicações graves estão entre os acidentes com maior risco de óbito na infância. Crianças devem estar sob supervisão em piscinas, lagos, rios e até nas proximidades de bacias O afogamento é especialmente traiçoeiro. “Ele acontece de forma silenciosa e muito rápida. Pode causar lesão cerebral por falta de oxigênio, insuficiência respiratória e sequelas neurológicas permanentes, além do risco de morte”, explica a médica. Dados do Ministério da Saúde apontam que, em 2024, 456 crianças e adolescentes, de 0 a 19 anos, morreram no Brasil vítimas de acidentes domésticos, sendo os sufocamentos (213) e os afogamentos (104) as causas mais frequentes. Entre 2010 e 2023, o país registrou mais de 71 mil mortes por afogamento, considerando todas as faixas etárias. 456 crianças e adolescentes (0 a 19 anos) morreram em 2024 no Brasil vítimas de acidentes domésticos Prevenir é salvar vidas A prevenção é a estratégia mais eficaz para reduzir os acidentes envolvendo bebês e crianças. A pediatra Maria Fernanda Spigolon reforça que a ação preventiva se baseia em dois pilares, supervisão ativa e adaptação do ambiente. “A prevenção começa em casa. É essencial instalar redes de proteção e grades de segurança, manter medicamentos e produtos de limpeza fora do alcance das crianças, proteger tomadas e nunca deixar uma criança sozinha em ambientes com água, nem por um segundo”, orienta. Outro cuidado importante é ajustar a temperatura da água do banho, prevenindo queimaduras. Arte: IgesDF O que fazer em caso de acidente Diante de uma situação de risco ou acidente grave, a recomendação é retirar a criança da fonte de perigo, desde que seja seguro para quem presta o socorro, e acionar imediatamente o serviço de emergência, pelo 192 (Samu) ou 193 (Corpo de Bombeiros). Se possível, devem ser iniciadas manobras de primeiros socorros até a chegada do atendimento profissional. “É fundamental que, mesmo que a criança pareça bem após um evento grave, como um afogamento ou ingestão de substância, ela seja avaliada em um serviço de saúde. Algumas complicações sérias podem surgir horas depois do ocorrido”, finaliza a médica. * Com informações do IgesDF
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