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Detran-DF realiza transporte aéreo de coração para transplante até o Hospital das Forças Armadas

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Agências do trabalhador do DF têm 398 vagas abertas nesta terça-feira (30)

O ano está quase chegando ao fim, mas ainda é tempo de conseguir um emprego. As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta terça-feira (30), 398 vagas para quem quer começar 2026 empregado. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 2.025. O posto com a maior remuneração é o de fiscal de prevenção de perdas, em Taguatinga, que tem uma vaga aberta. É necessário ter ensino médio completo, mas não há exigência de experiência. Outros cargos destacam-se pela quantidade de oportunidades oferecidas, com 30 cada: assistente de prevenção de perdas, atendente de padaria, auxiliar de limpeza, fiscal de prevenção de perdas, operador de caixa e repositor de mercadorias. As exigências variam conforme a vaga, assim como os salários, que, nesses casos, podem chegar a R$ 1,7 mil. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das Agências do Trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

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Aluguel Social atende 676 mulheres vítimas de violência doméstica no DF

O Governo do Distrito Federal criou, em 2024, por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), o programa Aluguel Social para enfrentar uma das maiores angústias vividas por mulheres em situação de violência doméstica: o medo de não ter para onde ir. Em 2025, a iniciativa se consolidou como uma política pública essencial ao oferecer moradia segura, proteção e a oportunidade real de recomeçar longe do agressor. O programa Aluguel Social oferece ajuda de custo para que mulheres vítimas de violência doméstica garantam uma moradia segura | Fotos: Divulgação/SMDF Atualmente, 676 mulheres são atendidas pelo programa, que assegura o repasse mensal de R$ 600 para auxiliar no pagamento do aluguel. Apenas em 2025, o Governo do Distrito Federal destinou cerca de R$ 3 milhões à iniciativa, convertendo recursos públicos em cuidado, segurança e dignidade. Entre essas histórias, a de Joane (nome fictício), 33 anos, revela com clareza o impacto transformador do Aluguel Social. Para ela, o benefício representou mais do que um apoio financeiro: significou, sobretudo, a retomada da própria vida. Após anos de medo, Joane encontrou na política pública a primeira noite de tranquilidade. Mãe, trabalhadora e sobrevivente da violência doméstica, ela enxergou no programa a porta de saída do ciclo que a aprisionava. “Quando percebi que teria um lugar seguro para mim e para meus filhos, senti que finalmente podia respirar. Foi ali que comecei a acreditar que minha vida podia ser diferente”, relata Joane. Sua vivência traduz o que o Aluguel Social se propõe a oferecer: a chance concreta de reconstruir uma história com autonomia e segurança. Joane (nome fictício), vítima de violência doméstica: “Quando percebi que teria um lugar seguro para mim e para meus filhos, senti que finalmente podia respirar. Foi ali que comecei a acreditar que minha vida podia ser diferente” A vice-governadora Celina Leão reforça que o programa é um compromisso permanente com a proteção das mulheres. “Nenhuma mulher deve permanecer em situação de violência por falta de alternativas. O Aluguel Social é uma resposta concreta do GDF para garantir proteção, autonomia e esperança a quem mais precisa”, afirma. O impacto da iniciativa, no entanto, vai além da moradia. O programa oferece acompanhamento integrado, ampliando o acesso das beneficiárias a outros programas sociais, ao cadastro em políticas habitacionais e ao suporte especializado. As ações incluem análise da composição familiar, construção do mapa da vida, agendamento de atendimentos contínuos e suporte jurídico e assistencial, conforme cada realidade. [LEIA_TAMBEM]Segundo a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, cada benefício concedido carrega uma trajetória marcada por desafios, mas também por coragem e superação. “O Aluguel Social salva vidas e hoje já é uma política pública institucionalizada no Distrito Federal. Ele deixou de ser uma ação pontual e se tornou um compromisso permanente do Estado com a proteção das mulheres. Nosso foco agora é fortalecer e ampliar o programa, garantindo que mais mulheres tenham condições reais de romper o ciclo da violência com dignidade, segurança e apoio contínuo”, destaca. Para acessar o benefício, é necessário que a mulher resida no Distrito Federal e esteja em atendimento por algum equipamento da Rede de Proteção à Mulher Vítima de Violência da Secretaria da Mulher. Para mais informações, acesse o site da pasta. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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Investimento de R$ 150 milhões em obras e equipamentos amplia a rede de saúde pública do DF

Em 2025, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) consolidou um dos maiores ciclos de modernização de sua história. Com quase R$ 150 milhões investidos, o IgesDF aprimorou a infraestrutura, ampliou serviços e deu início à maior expansão de unidades de pronto atendimento (UPAs). Reformas, ampliações e novos equipamentos transformaram os espaços geridos pelo instituto, o que fortalece a capacidade assistencial e prepara a rede para uma expansão significativa a partir de 2026. Segundo o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, cada entrega representa mais que ampliação estrutural. “É cuidado, acolhimento e dignidade. Cada reforma, equipamento instalado e espaço renovado impacta diretamente pacientes e profissionais. Investimos mais de R$ 30 milhões nas unidades e, somente nas novas UPAs, aplicamos R$ 117 milhões”, afirma. Reformas e modernizações Ao longo do ano, hospitais e UPAs passaram por um amplo processo de requalificação física, com intervenções de áreas administrativas a setores críticos da assistência. Enfermarias do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) foram completamente reformadas, assim como setores da psiquiatria, do Centro de Investigação e Diagnóstico de Epilepsia e da Recuperação Pós-Anestésica. Investimento em reformas e ampliações garantiram atendimento de qualidade para a população do DF | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), as obras envolveram a Central de Comando Operacional, a cozinha do refeitório e as enfermarias. Ambientes também foram preparados para receber novos serviços, garantindo processos mais eficientes e acolhedores. [LEIA_TAMBEM]Nas UPAs, as intervenções priorizaram acessibilidade, segurança e conforto. Houve adequações em salas de classificação de risco, coleta, apoio clínico, áreas de circulação e ambientes técnicos. As obras incluíram renovação de instalações elétricas e hidráulicas, impermeabilizações, substituição de quadros elétricos, revitalização de caixas d’água, troca de luminárias, reforço da segurança física e ajustes em áreas de apoio. Ampliações preparam a rede para novos serviços Além das reformas, 2025 foi marcado pela ampliação de espaços estratégicos, permitindo reorganizar fluxos e melhorar a experiência do paciente. Ambientes foram adaptados para receber equipamentos de alta complexidade, ampliar a capacidade de atendimento e fortalecer a eficiência operacional. Projetos estruturantes foram implementados em diferentes frentes, como a modernização do pronto-socorro do HBDF, a criação do setor de psiquiatria na UPA do Núcleo Bandeirante e as adequações necessárias para expandir serviços especializados no HRSM e nas UPAs. Esses trabalhos seguem em execução e integram o pacote de entregas previsto para 2026. “Cada reforma, equipamento instalado e espaço renovado impacta diretamente pacientes e profissionais. Investimos mais de R$ 30 milhões nas unidades e, somente nas novas UPAs, aplicamos R$ 117 milhões” Cleber Monteiro, presidente do IgesDF Para o vice-presidente do IgesDF, Rubens de Oliveira, o trabalho realizado em 2025 criou as bases do futuro. “Reorganizamos fluxos, destravamos processos e aceleramos entregas. Mas, principalmente, preparamos o terreno para 2026, com projetos como o novo centro cirúrgico do HBDF e ampliações no HRSM e nas UPAs”, destaca. Novos equipamentos  A modernização da infraestrutura foi acompanhada de um robusto investimento em tecnologia e equipamentos. Hospitais e UPAs receberam monitores hemodinâmicos, mamógrafos, aparelhos de anestesia e outros dispositivos essenciais para qualificar diagnóstico, tratamento e segurança do paciente. Salas de tomografia foram reformadas e preparadas para novos equipamentos. Projetos de maior complexidade, como a instalação de aceleradores lineares e novos tomógrafos, avançaram ao longo do ano e seguem em execução para serem entregues em 2026. Esses investimentos ampliam a resolutividade da rede e reduzem a necessidade de deslocamentos dos usuários para outros serviços. O superintendente de Engenharia e Arquitetura do IgesDF, Adisson Gabriel Vieira, explica a dimensão do trabalho feito: “Estivemos presentes em enfermarias, cozinhas, prontos-socorros e áreas técnicas. Cada entrega é resultado de engenharia, gestão e compromisso com quem depende do SUS”. Novos equipamentos ajudaram a destravar filas por exames e ampliaram o atendimento do SUS | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Crescimento da rede de urgência O ciclo de investimentos também marcou o início da maior expansão da rede de unidades de pronto atendimento do Distrito Federal. Com aporte de R$ 117 milhões, o IgesDF iniciou a construção de seis novas UPAs, que serão entregues ao longo de 2026 nas regiões Sol Nascente/Pôr do Sol, Taguatinga Sul, Estrutural, Água Quente, Guará e Águas Claras. A sétima unidade, prevista para Arapoanga, aguarda nova contratação após a desistência da empresa vencedora da licitação. Com a conclusão das obras, o Distrito Federal passará a contar com 20 UPAs, fortalecendo a rede de urgência e ampliando o acesso da população a atendimentos mais próximos e resolutivos. Para o presidente do IgesDF, a expansão das UPAs traduz o compromisso institucional com os próximos anos. “Cada obra é um gesto concreto de respeito à vida. Estamos estruturando hoje a saúde pública que o Distrito Federal precisa para o futuro”, destaca. * Com informações do IgesDF

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