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Medidas inovadoras modernizam a iluminação de monumentos e complexos esportivos no DF

Quem passa pela Rainha da Paz ou circula pelo Eixo Monumental já percebe uma mudança significativa no cenário urbano: os espaços estão mais claros e seguros. A transformação também alcançou mais de 70 campos e áreas esportivas em diferentes regiões do Distrito Federal. O avanço é resultado de uma ação criativa da CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes), que uniu planejamento técnico, inovação e reaproveitamento de equipamentos. A iniciativa partiu da equipe de manutenção, que começou a substituir os refletores convencionais dos campos esportivos por luminárias comuns de alta qualidade. Muitos desses equipamentos foram recuperados no laboratório de reparo de luminárias da companhia. Como estão fora do período de garantia, as peças passam por avaliação técnica, reparos e ajustes, ganhando nova vida útil e desempenho superior. Além de evitar o descarte de material que pode ser reutilizado, a ação também garante sustentabilidade e economicidade para a empresa. Reaproveitamento de luminárias tem garantido quadras e campos esportivos com iluminação reforçada | Foto: Divulgação/CEB IPes Segundo o diretor de Manutenção da CEB IPes, Paulo Afonso, a medida trouxe ganhos importantes tanto do ponto de vista técnico quanto financeiro. “Essa foi uma solução estratégica que uniu eficiência técnica e economia de recursos. Recuperamos luminárias que estavam fora da garantia, mas em boas condições, e conseguimos melhorar significativamente a iluminação dos campos e de pontos importantes da cidade”, afirmou. Além de representar economia de recursos públicos, a mudança também trouxe avanços operacionais relevantes. “Diferentemente dos refletores tradicionais, que exigem a substituição de todo o conjunto em caso de falha, as luminárias funcionam de forma independente, o que facilita a manutenção, reduz o tempo de reparo e evita que os espaços fiquem às escuras durante as intervenções”, destacou Paulo Afonso. [LEIA_TAMBEM]Outro ponto de destaque é a melhora expressiva na qualidade da iluminação. Enquanto os refletores utilizados anteriormente atingiam potência de até 120 watts, o novo conjunto de luminárias chega a 150 watts, proporcionando maior alcance, melhor distribuição da luz e mais conforto visual para os usuários dos espaços. A estratégia também permitiu expandir os benefícios para além dos campos esportivos. Equipamentos retirados desses locais foram adaptados para iluminar importantes monumentos da capital federal. Pontos emblemáticos como a Catedral Metropolitana, a Rainha da Paz e as empenas dos ministérios passaram a contar com iluminação reforçada, contribuindo para a valorização do patrimônio público e do paisagismo urbano. Com planejamento, eficiência e reaproveitamento inteligente de materiais, a CEB IPes vem promovendo uma transformação significativa na iluminação pública do Distrito Federal, reforçando o compromisso com a modernização da cidade, o uso responsável dos recursos públicos e a melhoria da qualidade de vida da população. *Com informações da CEB IPes

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Fogos de artifício de baixo estampido protegem animais e garantem segurança no DF

Durante as festas de fim de ano, período marcado por celebrações e eventos em diferentes regiões do Distrito Federal, o uso de fogos de artifício costuma se intensificar. A Lei Distrital nº 6.647/2020, regulamentada pelo Decreto nº 44.189/2023, estabelece regras para a comercialização e o uso desses artefatos, com o objetivo de reduzir os impactos do barulho à saúde e ao bem-estar de animais domésticos e silvestres, além de proteger pessoas mais sensíveis ao ruído. O uso de fogos de artifício representa riscos ao bem-estar animal, já que cães, gatos e outras espécies possuem audição mais sensível e podem sofrer estresse, pânico, tentativas de fuga e até acidentes. Diante desse cenário, o Distrito Federal avançou na regulamentação do tema, conciliando tradição, segurança e responsabilidade social. A legislação distrital proíbe a comercialização e o uso de fogos de artifício e artefatos pirotécnicos com estampido que ultrapassem 100 decibéis a 100 metros de distância, permitindo apenas aqueles de efeito visual ou de baixa intensidade sonora. A medida busca reduzir os danos causados pelo excesso de ruído, especialmente em períodos de maior concentração de eventos. No DF, o bem-estar animal é preservado por lei que proíbe o uso de fogos de artifício com estampido que ultrapassem 100 decibéis a 100 metros de distância | Foto: Divulgação/Sepan-DF “A legislação distrital que regulamenta o uso de fogos de artifício de baixo estampido é uma ferramenta fundamental para a proteção animal. O barulho excessivo provoca medo, estresse e riscos à integridade física de cães e gatos. Ao respeitar a lei e optar por fogos de baixo impacto sonoro, a população contribui diretamente para o bem-estar dos animais e para uma convivência mais harmoniosa nos períodos de celebração”, destaca o secretário de Proteção Animal, Cristiano Cunha. O descumprimento da lei pode resultar em multas e outras sanções administrativas, aplicáveis tanto a estabelecimentos comerciais quanto a organizadores de eventos e usuários em geral. As denúncias de irregularidades podem ser feitas pelo telefone 197, da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). “No DF, é proibido o uso de fogos ruidosos. Não é frescura: é proteção, é lei. E leis existem para serem cumpridas. A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra Animais (DRCA), vai responsabilizar quem descumprir a legislação, porque proteger vidas humanas e animais é nosso dever. Se você presenciar o uso de fogos irregulares, denuncie pelo telefone 197 da Polícia Civil”, afirma o delegado-chefe Jônatas Silva, da DRCA. [LEIA_TAMBEM]Como parte das ações de cumprimento da legislação, o Instituto Brasília Ambiental intensifica a fiscalização em eventos que envolvem a queima de fogos de artifício, verificando se as normas vigentes estão sendo respeitadas. As operações buscam coibir irregularidades e garantir a proteção do meio ambiente, da fauna e da população. Para a preservação da fauna e da flora, é proibido soltar fogos de artifício em unidades de conservação do Distrito Federal. Essas áreas também estão contempladas nas ações de fiscalização e no monitoramento ambiental realizados pelo Ibram. Além do impacto sonoro, os fogos de artifício podem causar danos físicos aos animais, como queimaduras, ferimentos decorrentes de fugas e ingestão de resíduos pirotécnicos. Para reduzir esses riscos, a Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF) orienta que tutores mantenham os animais em ambientes seguros e tranquilos durante as celebrações. Também é recomendado evitar levar animais para locais com grande concentração de pessoas ou uso de fogos, impedir o acesso a resíduos pirotécnicos e oferecer abrigo confortável nos momentos de maior barulho. Em casos de animais mais sensíveis, a orientação é buscar acompanhamento veterinário. O Governo do Distrito Federal reforça que o cumprimento da legislação é fundamental para garantir uma convivência mais harmoniosa. Optar por fogos de baixo estampido é um gesto simples, legal e responsável, que contribui para uma cidade mais segura, inclusiva e consciente. *Com informações da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF)

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BRB inicia distribuição e pagamento dos cartões Ração e Castração

O Banco BRB iniciou na última sexta-feira (26) a operacionalização dos cartões Ração e Castração, dois novos programas sociais desenvolvidos em parceria com o Governo do Distrito Federal, voltados ao fortalecimento da causa animal. Os primeiros cartões foram distribuídos na Agência Conjunto Nacional do BRB. As entregas seguem na próxima segunda-feira (29), no mesmo local. A centralização inicial na unidade do Conjunto Nacional teve como objetivo facilitar a logística e agilizar o início dos pagamentos. Após essas datas, os cartões continuarão disponíveis para retirada na agência. Já os próximos lotes serão distribuídos gradualmente na rede de agências do BRB, de acordo com o endereço cadastrado dos beneficiários. Os protetores e responsáveis por abrigos podem consultar a data e o local de retirada do cartão por meio da plataforma GDF Social. Para o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, a iniciativa fortalece políticas públicas voltadas à proteção animal no DF e amplia o alcance social das ações do banco em parceria com o GDF. “Estes são programas que, para além do repasse financeiro, representam um reconhecimento do trabalho social desempenhado pelos apoiadores da causa animal. É uma alegria para o BRB atuar nesta parceria”, destaca o presidente. A operacionalização dos cartões Ração e Castração, dois novos programas sociais voltados ao fortalecimento da causa animal, começou na sexta (26) | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Créditos Para ambos os benefícios, o pagamento é mensal. A utilização dos cartões deve ocorrer exclusivamente nos estabelecimentos cadastrados pela Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF), cuja lista está disponível no site do órgão. A inscrição no programa, tanto para protetores quanto para lojistas, é realizada diretamente pela pasta. Com valor fixo de R$ 600 mensais, o Cartão Castração é destinado exclusivamente a serviços de castração e microchipagem em clínicas credenciadas pelo GDF. O auxílio pode ser concedido a protetores independentes e abrigos. Já o Cartão Ração possui valores variáveis, de R$ 1,5 mil a R$ 6 mil mensais, definidos conforme o número de animais sob responsabilidade do abrigo. O benefício deve ser utilizado exclusivamente para a compra de ração e insumos veterinários em instituições cadastradas. [LEIA_TAMBEM]Para este primeiro pagamento, iniciado nessa sexta, foi concedido crédito de R$ 254,1 mil para 155 beneficiários cadastrados até o momento. A iniciativa integra o Programa de Apoio à Proteção dos Animais, criado pela Lei nº 7.765, sancionada pelo GDF em novembro deste ano e regulamentada pelo Decreto nº 47.970, que instituiu os cartões Ração e Castração. Trata-se da primeira política pública do DF voltada especificamente ao reconhecimento e ao fortalecimento do trabalho de protetores independentes, abrigos e organizações que cuidam de cães e gatos abandonados na capital. Um mesmo beneficiário pode receber os dois auxílios, desde que atenda aos critérios estabelecidos. Parceria em programas sociais Com a operacionalização dos cartões Ração e Castração, o BRB reforça seu papel estratégico como principal agente financeiro do GDF na execução de políticas públicas. Desde 2019, o banco já operacionalizou 34 programas sociais em parceria com o Governo do Distrito Federal, beneficiou quase 430 mil famílias e movimentou aproximadamente R$ 3 bilhões em pagamentos. Somente em 2025, o BRB foi responsável pela operacionalização de 25 programas sociais no DF, com mais de R$ 722 milhões repassados diretamente aos beneficiários, 2,89 milhões de pagamentos realizados e mais de 250 mil beneficiários únicos atendidos. Os números consolidam o banco como referência nacional na gestão eficiente, transparente e em larga escala de benefícios sociais. *Com informações do Banco BRB

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Após 64 prisões em 2025, programas de proteção do GDF seguem sem registrar feminicídios entre mulheres atendidas

Com a detenção realizada no último final de semana, chega a 64 o número de prisões efetuadas em 2025 por meio dos programas de proteção coordenados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) — o Viva Flor e o Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP). As ações são resultado do trabalho integrado entre a pasta e a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), por meio do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). O resultado consolida a efetividade da política pública adotada pelo GDF, que alia tecnologia, monitoramento contínuo e resposta imediata das forças de segurança. Desde o início do acompanhamento, nenhuma mulher inserida nos programas teve sua integridade física violada ou foi vítima de feminicídio, reforçando o papel estratégico do monitoramento preventivo no enfrentamento à violência de gênero. “O enfrentamento à violência contra a mulher exige tecnologia, integração e decisão política. As prisões realizadas em 2025 mostram que o DF está avançando, utilizando os instrumentos certos para garantir proteção, acolhimento e justiça às mulheres”, ressalta Celina Leão, vice-governadora do Distrito Federal. Os programas de proteção coordenados pela SSP-DF — o Viva Flor e o Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP) — acompanharam 1.887 pessoas ao longo de 2025 | Fotos: Divulgação/SSP-DF Ao longo de 2025, 1.887 pessoas foram acompanhadas pelos programas da SSP-DF. Do total, 506 agressores e 619 vítimas foram monitorados 24 horas por dia pela Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP). As prisões ocorreram, em sua maioria, após o descumprimento de medidas protetivas de urgência determinadas pelo Judiciário, especialmente em casos de violação das áreas de exclusão. Os agressores foram localizados e detidos imediatamente após o descumprimento das medidas protetivas. “Os resultados alcançados pelos programas de proteção da SSP-DF, em conjunto com as nossas forças de segurança, são a prova do nosso compromisso com a proteção e a dignidade das mulheres do Distrito Federal. Cada uma das prisões efetuadas representa uma vida protegida. Seguimos investindo na integração e no aprimoramento dessas ações, pois a proteção das nossas mulheres é prioridade para o Governo do Distrito Federal”, ressalta o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. “Importante ressaltar que nenhuma mulher atendida pelos nossos programas foi novamente vítima de violência enquanto assistida. Esses dados refletem a eficiência dos mecanismos de acolhimento e segurança, que têm como foco preservar a integridade e a vida dessas mulheres. Esta é uma pauta prioritária para a segurança pública e para o GDF”, completou o secretário. Monitoramento simultâneo “O monitoramento contínuo, sete dias por semana e 24 horas por dia, nos permite antecipar riscos e agir de forma preventiva” Carlos Eduardo Melo, subsecretário de Operações Integradas da SSP-DF O programa de monitoramento de vítimas e agressores da SSP-DF completará, em 2026, cinco anos de funcionamento. A iniciativa utiliza tecnologia de georreferenciamento para o acompanhamento simultâneo de vítimas e agressores com Medida Protetiva de Urgência (MPU). Desde a criação da Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP), em 2021, nenhuma das mulheres protegidas teve a integridade física violada. “O monitoramento contínuo, sete dias por semana e 24 horas por dia, nos permite antecipar riscos e agir de forma preventiva — impedindo a aproximação do agressor e, quando necessário, efetuando a prisão”, explicou o subsecretário de Operações Integradas, Carlos Eduardo Melo. A iniciativa integra o Programa Segurança Integral, eixo estruturante da política pública de segurança do DF, e o Eixo Mulher Mais Segura, voltado ao enfrentamento da violência de gênero. Tecnologia O sistema de proteção conta com monitoramento em tempo real, realizado por meio de tornozeleiras eletrônicas instaladas nos agressores e dispositivos de alerta entregues às vítimas, que podem ser acionados a qualquer momento em situação de risco. No programa Viva Flor, a vítima recebe um aplicativo ou dispositivo eletrônico disponibilizado em delegacias. “O programa salva vidas, seja quando o agressor é preso ou mesmo quando não é preso. Até porque só o fato de ter o socorro policial prioritário na palma da mão já devolve dignidade à mulher vítima de violência, que tem a possibilidade de retomar a vida normal, em segurança, já que a violência, na grande parte das vezes, tira isso dela”, explica a subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira. Desde 2024, a estrutura operacional foi reforçada com a inauguração da nova sala de operações da DMPP, ampliando o número de estações de monitoramento e garantindo aumento dos servidores por plantão. Outro avanço relevante foi a implementação de um chat direto entre vítimas e a central de monitoramento, permitindo o envio de mensagens, áudios e fotos em tempo real, o que agiliza o atendimento e fortalece a resposta das equipes. “A ampliação da infraestrutura e dos canais de comunicação tem sido fundamental para aumentar a eficiência das nossas ações”, ressaltou a diretora da DMPP, Andrea Boanova. “Mesmo com a medida protetiva em vigor, alguns agressores ainda tentam violá-la. Nosso trabalho é garantir que, quando isso ocorra, a resposta do Estado seja imediata.” A nova sala de operações da DMPP foi inaugurada em 2024, ampliando o número de estações de monitoramento e garantindo aumento dos servidores por plantão Como funciona a proteção A proteção é destinada a mulheres com Medida Protetiva de Urgência em vigor, mediante decisão judicial e aceite da vítima. O monitoramento abrange todo o território do Distrito Federal. No caso do Dispositivo de Proteção à Pessoa, indicado pelo Judiciário, a vítima recebe um dispositivo de alerta, e o agressor passa a usar tornozeleira eletrônica. O sistema identifica automaticamente qualquer aproximação indevida e aciona as forças de segurança. Já o Viva Flor permite que a mulher acione a central sempre que perceber situação de ameaça. O alerta é encaminhado diretamente ao Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) ou ao Copom, garantindo atendimento imediato, inclusive com atuação do Copom Mulher. Se o celular não for compatível para a instalação do aplicativo, a secretaria fornece um dispositivo móvel, que garante prioridade máxima de atendimento pela Polícia Militar. [LEIA_TAMBEM]Neste ano, um dos avanços foi a expansão do Programa Viva Flor, que passou a ser implementado também em delegacias circunscricionais. Antes restrito às delegacias especiais de Atendimento à Mulher (Deams) I e II, na Asa Sul e em Ceilândia, o projeto foi ampliado para Paranoá, Planaltina, Gama, Santa Maria e Brazlândia. O serviço permite que as vítimas saiam das delegacias já com o dispositivo de proteção e monitoramento, garantindo resposta rápida e mais segurança. “A facilitação do acesso ao Programa Viva Flor, por meio de seu oferecimento direto nas delegacias, potencializa a proteção de mulheres vítimas de violência, porque reduz o tempo de resposta do Estado. Outro reflexo da facilitação do acesso é o número de mulheres alcançadas pelo programa, que já chega a quase 3.000, sendo, atualmente, mais de 1.500 ativas”, completa Regilene. Delegacias que oferecem o serviço • Deam I e II — Asa Sul e Ceilândia • 6ª DP — Paranoá • 16ª DP — Planaltina • 18ª DP — Brazlândia • 20ª DP — Gama • 27ª DP — Recanto das Emas *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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