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Evento reúne 85 órgãos para discutir e fortalecer a gestão de riscos e a integridade pública no GDF

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) reuniu, no dia 11 de junho, representantes de 85 órgãos e entidades do GDF para tratar de gestão de riscos e de programas de integridade na administração pública. O encontro contou com a participação de 130 servidores e teve como foco o compartilhamento de boas práticas, a orientação técnica e o aprimoramento da governança pública.  A iniciativa busca reforçar o uso da gestão de riscos como ferramenta de apoio à tomada de decisão e ao alcance dos objetivos estratégicos dos órgãos públicos. Na prática, isso significa fortalecer a capacidade da administração de identificar desafios, prevenir problemas e monitorar fatores que possam comprometer a entrega de resultados à população.  Uma das formas de desdobramento dessas ações é o apoio consultivo prestado pela CGDF voltado à aplicação da gestão de riscos nos planos estratégicos institucionais. A proposta é integrar a técnica de gerenciamento de riscos à estratégia, ampliando a capacidade de antecipação, resposta e acompanhamento de eventos que possam impactar a execução das políticas públicas. A ação também contribui para o cumprimento das diretrizes estabelecidas pelo Decreto Distrital nº 39.736/2019, que orienta a aplicação da gestão de riscos na formulação, implementação e monitoramento das estratégias institucionais. A iniciativa busca reforçar o uso da gestão de riscos como ferramenta de apoio à tomada de decisão e ao alcance dos objetivos estratégicos dos órgãos públicos | Foto: Divulgação/CGDF Integridade nas contratações  Durante a reunião técnica, a CGDF também apresentou duas cartilhas de integridade voltadas às contratações públicas. Uma publicação foi elaborada para orientar agentes públicos e a outra é destinada a licitantes e contratados. Os materiais apresentam orientações sobre princípios, normas e padrões de conduta aplicáveis às contratações públicas, além de reforçar a importância da transparência, da governança, da gestão de riscos e do compromisso com o interesse público. As cartilhas também destacam as responsabilidades dos envolvidos nos processos licitatórios e as sanções administrativas, cíveis e criminais previstas para agentes públicos, empresas e particulares que descumprirem as regras de integridade. Como denunciar  Qualquer cidadão pode denunciar irregularidades, fraudes, desvios de conduta, assédio, discriminação ou violações aos princípios da Administração Pública por meio dos canais oficiais do Governo do Distrito Federal.  As denúncias podem ser registradas pelo site participa.df.gov.br, pelo telefone 162 ou em qualquer ouvidoria dos órgãos e entidades do GDF.   *Com informações da Controladoria-Geral do DF

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DER-DF completa 66 anos de história e serviços prestados à população

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) comemorou, nesta quarta-feira (17), 66 anos de existência, marcados por trabalho, evolução e compromisso com a população brasiliense. Para celebrar a trajetória de seis décadas e meia de serviços prestados, a instituição realizou uma solenidade especial no Parque Rodoviário, em Sobradinho, reunindo cerca de 500 pessoas entre servidores atuais, colaboradores, ex-gestores e autoridades. A programação começou às 8h, com um café da manhã que reuniu todos os presentes em um clima de confraternização e reconhecimento. Em seguida, foram realizadas cerimônias religiosas, missa e culto em ação de graças, para agradecer pelos anos de atividades, pelas conquistas e pela dedicação de todos que já passaram pelo DER ou ainda fazem parte do órgão. Também houve apresentação do Coral Fé e Obras, composto por servidores e colaboradores do órgão. Durante seu discurso, o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior, ressaltou o valor humano como o grande patrimônio da instituição. “Agradeço mais uma vez a todos os servidores, colaboradores e a Diretoria Colegiada pelo comprometimento em realizar um trabalho de excelência e servir à população do DF. O Departamento de Estradas é reconhecido, nacional e internacionalmente, pelas ações e obras realizadas. Mas, nada disso seria possível sem cada um que integra a história deste órgão”, destacou Nacfur, reforçando o orgulho de fazer parte dessa trajetória de mais de 60 anos. Fiscalização O ex-diretor do departamento, Luiz Gonzaga, marcou presença. Além dele, Rui Vieira, esteve presente, representando a Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Estradas de Rodagem (ABDER). Com mais de seis décadas e meia, o DER-DF segue como peça fundamental para Brasília, no que se refere à engenharia, educação e fiscalização de trânsito, voltados para a preservação de vidas e carregando em sua história o compromisso de evoluir. A programação começou às 8h, com um café da manhã que reuniu todos os presentes em um clima de confraternização e reconhecimento | Foto: Divulgação/DER-DF A agente de trânsito rodoviário, Jucianne Nogueira, enalteceu, entre outros fatores, o ambiente saudável que existe na autarquia. “Nesses 13 anos de DER-DF, olho para trás e vejo uma trajetória marcada não apenas por conquistas profissionais, mas por um profundo aprendizado humano. Mais do que um local de trabalho, o DER-DF tornou-se uma grande família, onde construí laços de amizade e respeito”, concluiu. A assessora da Corregedoria do DER, Genielda Estácio, disse que “poder trabalhar aqui é fazer parte da rotina de milhares de pessoas que, mesmo sem saberem, nos fazem perceber a importância de detalhes valorosos no dia a dia em comunidade. No DER, não temos só uma rotina de trabalho, não falamos só de pavimento ou concreto, educação ou fiscalização de trânsito, construímos melhorias e entregamos qualidade de vida para as pessoas”. Depois de 43 anos de trabalho na autarquia, Antônio Magno, recém-aposentado, agradece ao DER por possibilitar tantas realizações e conquistas. "Eu comecei fazendo limpeza de rodovia e, com o passar do tempo, consegui fazer a graduação de técnico de informática, depois eu fiz pós-graduação. Tudo isso, graças ao meu tempo de casa e também ao meu esforço. Sou muito grato ao DER”, concluiu Magno. O secretário Valter Casimiro parabenizou a todos do Departamento pelo aniversário do órgão. “A família DER, da qual me sinto parte, está de parabéns pelo trabalho que realiza porque traz grandes resultados de infraestrutura e bem-estar para a população do Distrito Federal”, finalizou. *Com informações do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF)

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Apoio técnico fortalece protagonismo feminino no campo no DF

A força feminina está presente no campo do Distrito Federal: 35% dos quase 22,5 mil produtores rurais cadastrados na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) são mulheres. Além disso, das cerca de 18 mil propriedades rurais cadastradas, 6.543 têm mulheres como proprietárias ou coproprietárias. São elas que cuidam de plantações, semeiam o futuro e transformam a matéria-prima em produtos que ganham o mundo, em programas de compras institucionais, feiras e festivais de agropecuária.  Rozelita Urany Camargo, a Rosinha, exibe sobre uma mesa guloseimas que produz na agroindústria familiar, com assistência da Emater-DF | Fotos: Divulgação/Emater-DF O trabalho conta com apoio direto da Emater-DF, com assistência técnica completa, do planejamento à comercialização dos produtos in natura e da agroindústria, cursos sobre empreendedorismo e atividades não agrícolas, além de atividades comunitárias voltadas à inclusão social e cidadania. Nos primeiros seis meses deste ano, foram promovidos 29.929 atendimentos a 3.781 produtoras rurais nas áreas social, ambiental e econômica.  “Atuamos desde o acesso às políticas públicas até a comercialização. O objetivo é que essas mulheres tenham autonomia econômica e consigam crescer com segurança” Aécio Prado, extensionista da Emater-DF “Atualmente, grande parte das propriedades são gerenciadas por mulheres, e a Emater-DF atua não só na parte produtiva, ensinando a produzir, na agricultura e na pecuária, mas também de forma social, prezando pelo desenvolvimento sociofamiliar, com a ampliação da nossa oferta de cursos e treinamentos, que vão desde empreendedorismo, panificação, ao cuidado com a saúde”, explica o presidente da Emater-DF, Cleison Duval. “O encontro distrital é o coroamento desse trabalho, em que enfatizamos como acreditamos nessas mulheres e damos espaço para que possam construir relações e trocar experiências.” Com o apoio técnico, a confeiteira Rozelita Urany Camargo, 54 anos, conseguiu expandir a produção e os canais de venda. Filha de produtores rurais, ela aprendeu a mexer com a terra ainda criança, mas encantou-se pela cozinha e hoje produz bolos, pães, tortas e biscoitos. “Os meus pais nos sustentaram com tudo daqui da terra. Plantavam milho, mandioca, faziam farinha e rapadura”, diz.  Rosinha, como é chamada por amigos e familiares, começou a ter suporte direto da Emater-DF em 2021, por indicação de uma irmã. “Meus pais tinham essa chácara há muito tempo, eu nasci aqui, e eles já tinham assistência desde aquela época. Depois que minha mãe faleceu, eu estava perdida, até que o Aécio chegou aqui, provou meus biscoitos e falou: 'Onde é que você estava escondida?'. Foi aquela luzinha no final do túnel”, recorda. [LEIA_TAMBEM]Aécio Prado, a quem ela se refere, é o extensionista responsável por prestar assistência a Rosinha e a outras propriedades de Samambaia. “Atuamos desde o acesso às políticas públicas até a comercialização. O objetivo é que essas mulheres tenham autonomia econômica e consigam crescer com segurança”, afirma ele. “Temos profissionais especializados para atuar em todas as etapas da produção, desde a infraestrutura até o produto final”.  No caso de agroindústrias familiares como a de Rosinha, o acompanhamento começa ainda na fase de planejamento, incluindo orientação para obtenção de licenças, adequação às normas sanitárias, elaboração de projetos, capacitações e acesso a mercados institucionais. “Se a pessoa não tem estrutura, a gente começa pela planta baixa, acompanha a aprovação do projeto, a construção da agroindústria e todo o processo de regularização”, explica.  Atualmente, Rosinha participa do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), fornecendo bolos para entidades socioassistenciais atendidas pelo governo, e já foi beneficiada pelo Programa de Fomento Rural do Ministério do Desenvolvimento Social, que oferece R$ 4,6 mil em duas parcelas para projetos de inclusão produtiva de famílias rurais em situação de pobreza. “Hoje a Emater-DF é uma família para mim, são meus anjos da guarda”, complementa Rosinha.  Produtora rural, Michelly tem acompanhamento no cultivo: a orientação vai desde a escolha das sementes até a comercialização dos alimentos  Protagonismo  e variedade de culturas  Outra frente do suporte da Emater-DF é o acompanhamento do cultivo, com orientação desde a escolha das sementes à comercialização dos alimentos. “Na parte de assistência técnica, trabalhamos com o plantio, irrigação, adubação, todo o trato da cultura, mas também mostrando como participar de programas de compras institucionais”, explica Prado. “Incentivamos o policultivo, em que o produtor trabalha com mais de uma cultura para oferecer variedade e evitar nuances de mercado, ganhando mais segurança financeira”. Foi assim que a produtora rural Michelly Priscilla Campos aumentou a variedade de culturas cultivadas no Núcleo Rural Boa Esperança, em Ceilândia. “Sempre plantamos hortaliças, mas há uns três anos começamos com o açaí e o café, com apoio da Emater-DF. Agora também estamos com o jiló, o maxixe e o quiabo”, explicou ela, acrescentando que a ampliação possibilitará a criação de uma agrofloresta na propriedade, mantida por ela e a família, com apoio de dois funcionários.  “Ponho a mão na massa mesmo. Já tem 15 anos que estou aqui, colhendo e plantando todos os dias. A roça é a minha paixão” Michelly Priscilla Campos, produtora rural Para dar conta da demanda, Michelly começa o dia ainda de madrugada e divide os cuidados entre a própria chácara e as plantações do sogro. “Ponho a mão na massa mesmo. Já tem 15 anos que estou aqui, colhendo e plantando todos os dias. A roça é a minha paixão”, afirma. “A Emater-DF está sempre aqui com a gente, qualquer dúvida mandamos mensagem e rapidamente nos respondem”. Os resultados das colheitas de Michelly são direcionados ao Programa de Aquisição de Alimentos do governo federal e à Feira do Produtor de Ceilândia. “A minha vida é a roça. Nos dias de feira, acordo às 3h da manhã, organizo as coisas, dou café da manhã para os trabalhadores e já começamos as vendas. Na segunda e na sexta, é dia de colher, enquanto na terça colocamos adubo em tudo. E assim a gente continua trabalhando e vivendo da terra”, completa. Linha de crédito exclusiva para mulheres A governadora Celina Leão sancionou uma linha de crédito para mulheres do campo, em maio deste ano, com o objetivo de garantir autonomia e condições adequadas de trabalho ao público feminino. A modalidade faz parte do Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). Desde 2019 até maio deste ano, foram aprovados mais de R$ 67 milhões em crédito rural para 1.262 mil projetos elaborados pela Emater-DF. Com diferentes modalidades de financiamento, os recursos foram destinados ao fortalecimento da agricultura familiar e da produção rural, atendendo produtores individuais, associações e cooperativas, sobretudo aqueles que participam de programas de compras governamentais, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e o Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa-DF). Dois programas de crédito são mantidos pelo GDF: o Prospera, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), e o FDR, da Seagri-DF. As iniciativas de âmbito nacional englobam o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), e o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), entre outras. Além da assistência técnica, a Emater-DF oferece cursos, oficinas e treinamentos voltados à gestão, liderança, empreendedorismo e processamento de alimentos. As capacitações são realizadas tanto nos escritórios locais quanto no Centro de Capacitação Tecnológica e Desenvolvimento Rural (Cepol). Outra iniciativa é o Encontro Distrital de Mulheres Rurais, que reúne moradoras de diversas regiões administrativas para um dia totalmente voltado à interação e à troca de conhecimento, com realização a cada dois anos.  

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Projeto Vozes contra a Violência fortalece autoestima e segurança da população LGBTQIAPN+ no DF

Mais do que ensinar técnicas de defesa pessoal, o projeto Vozes contra a Violência tem transformado vidas ao fortalecer a autoestima, a autoconfiança e o sentimento de segurança da população LGBTQIAPN+ do Distrito Federal. Desenvolvida pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), por meio da Coordenadoria de Políticas de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT (CoorLGBT), em parceria com a Academia Newhit, a iniciativa já atendeu mais de 100 pessoas desde outubro do ano passado. As aulas são realizadas gratuitamente todos os sábados, a partir das 9h, na sede da academia, localizada na QE 21, Conjunto F, Casa 01, no Guará II. Cada turma reúne cerca de dez participantes que encontram no tatame um espaço de acolhimento, aprendizado e fortalecimento pessoal. As aulas acontecem gratuitamente todos os sábados, a partir das 9h, na sede da academia, localizada na QE 21, conjunto F, casa 01, no Guará II | Fotos: Divulgação/SEJUS A Academia Newhit tornou-se pioneira ao criar o primeiro e único tatame LGBT do país, um ambiente pensado exclusivamente para receber e capacitar pessoas LGBTQIAPN+, promovendo inclusão por meio do esporte e da defesa pessoal. Entre os participantes está Rodrigo de Melo Holmes, de 43 anos. Para ele, o principal legado do projeto é a confiança adquirida dentro e fora das aulas. “Antes, eu tinha muito medo de situações de conflito. A gente acredita que nunca vai conseguir se defender e isso gera insegurança. No projeto, aprendemos que nem tudo é força, que muitas coisas são técnicas. Isso nos dá uma autoconfiança muito grande. Hoje consigo andar na rua com mais tranquilidade e menos medo. Foi isso que mais mudou na minha vida”, relata. "No projeto, aprendemos que nem tudo é força, que muitas coisas são técnicas. Isso nos dá uma autoconfiança muito grande. Hoje consigo andar na rua com mais tranquilidade e menos medo. Foi isso que mais mudou na minha vida” Rodrigo de Melo Holmes, aluno do projeto   A experiência de Rodrigo reflete um dos objetivos centrais da iniciativa: oferecer ferramentas para que a população LGBTQIAPN+ se sinta mais preparada para lidar com situações de vulnerabilidade e violência, realidade que ainda afeta muitas pessoas em razão da discriminação e da intolerância. Um sonho que nasceu da experiência pessoal As aulas são ministradas pelo professor Francisco Mesquita Júnior, de 42 anos, treinador de boxe e de diversas modalidades de artes marciais, além de faixa-preta de jiu-jitsu há mais de 20 anos. Idealizador do tatame LGBT, ele conta que a inspiração para o projeto surgiu a partir de uma experiência familiar marcante. Segundo Francisco, a ideia nasceu há mais de duas décadas, quando sua irmã, após se declarar homossexual, enfrentou episódios de rejeição e insegurança. Na época, ele passou a ensiná-la técnicas de defesa pessoal voltadas para situações de violência urbana. Anos depois, durante a pandemia, o sonho ganhou novo impulso. “O projeto começou a tomar forma quando alguns amigos LGBTQIAPN+ passaram a frequentar os treinos que eu realizava em casa. Eles se interessaram pelas aulas e me incentivaram a colocar em prática esse desejo antigo de criar um espaço seguro para ensinar defesa pessoal à comunidade. Quando me tornei proprietário da academia, consegui transformar esse sonho em realidade e criar um tatame exclusivo e inclusivo para esse público”, explica. Desde então, a iniciativa vem reunindo participantes de diferentes perfis, criando uma rede de apoio baseada no respeito, na convivência e na promoção da cidadania. O alcance do projeto ganhou ainda mais força a partir da parceria com a Sejus, que incorporou a iniciativa ao projeto Vozes contra a Violência. Com isso, foi possível ampliar o número de beneficiários e fortalecer uma ação que alia prevenção à violência, inclusão social e promoção dos direitos da população LGBTQIAPN+. Iniciativa vem reunindo participantes de diferentes perfis, criando uma rede de apoio baseada no respeito, na convivência e na promoção da cidadania   Para o coordenador de Políticas de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT da Sejus-DF, Eduardo Fonseca, o projeto representa uma importante ferramenta de prevenção à violência e fortalecimento da comunidade LGBTQIAPN+. “O Vozes contra a Violência vai além da prática esportiva. É uma ação que promove autonomia, autoestima e pertencimento. Quando oferecemos conhecimento, acolhimento e oportunidades de fortalecimento pessoal, contribuímos para que essas pessoas ocupem os espaços da sociedade com mais segurança e confiança.” O secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, destaca que a iniciativa reforça o compromisso da Sejus-DF com a promoção dos direitos humanos e o enfrentamento à discriminação. “Nosso compromisso é construir uma sociedade mais justa, inclusiva e segura para todos. O projeto Vozes contra a Violência demonstra como as políticas públicas podem transformar vidas, fortalecendo a cidadania e criando ambientes de acolhimento, respeito e proteção para a população LGBTQIAPN+.”   *Com informações da Sejus-DF

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