Distrito Federal bate recorde e alcança 56 mil cirurgias feitas em um ano
O Distrito Federal alcançou um recorde histórico e ultrapassou a marca de 56 mil cirurgias feitas em 2025 em unidades públicas. O resultado é fruto de um esforço concentrado para reduzir as filas de espera por procedimentos cirúrgicos na capital federal. A dedicação, expressa especialmente por meio de programas como o Opera DF, aponta o caminho a ser percorrido: o programa permite que cirurgias mais simples sejam feitas na rede privada parceira, abrindo espaço para que procedimentos complexos sejam realizados nas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF). O último recorde, de 46 mil cirurgias atendidas na rede pública, tinha sido alcançado em 2019. “A gente tem uma fila de espera muito grande, e essa fila é dinâmica, porque ela aumenta diariamente. Mas, ao mesmo tempo, nós estamos atacando essa fila com cirurgias eletivas. Então, a gente consegue com isso atacar a fila das cirurgias, deixar a nossa rede para alta complexidade e reduzir o tempo de espera”, destacou a governadora Celina Leão, em evento no Palácio do Buriti. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, comemorou a marca alcançada. “Nós sabemos que mais resultados virão. Eu não poderia deixar de agradecer a todos os servidores da saúde, porque nós alcançamos um recorde histórico de cirurgias na rede. Esse recorde não veio de maneira aleatória. Nós temos um time comprometido dentro dos nossos centros cirúrgicos com projeto, com ferramentas de controle e os resultados têm aparecido. É importante colocar que esses resultados repercutem diretamente para a população. Nós queremos reduzir o tempo de espera. É inadmissível ter paciente aguardando há vários anos por uma cirurgia. E eu, como médico de formação e gestor, fiz o juramento de tentar buscar o melhor para os nossos pacientes. Nós temos feito isso com compromisso e seriedade dentro da Secretaria de Saúde”, celebrou. Governadora Celina Leão: “A gente tem uma fila de espera muito grande, e essa fila é dinâmica, porque ela aumenta diariamente. Mas, ao mesmo tempo, nós estamos atacando essa fila com cirurgias eletivas" | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Ao desafogar a rede pública, o Opera DF permite reduzir o tempo de espera de pacientes que aguardam por uma intervenção cirúrgica. “O OperaDF nada mais é do que colocar luz em procedimento cirúrgico, ou seja, um projeto revisitado constantemente, que melhora a eficiência e eficácia dos nossos centros cirúrgicos e atrela a cirurgia de menor complexidade para a rede privada. O Opera DF é tudo isso. Então, nós mapeamos todos os nossos centros cirúrgicos e iniciamos um modelo de gestão, que reduz etapas para trazer mais eficiência e eficácia. E isso tem repercutido num acréscimo de cirurgias mensal. Nós temos observado a curva aumentando, mês a mês." Apesar do pouco tempo, os resultados já são sentidos pela população. “Tínhamos um tempo de espera de mais de mil dias para cirurgia de varizes. Hoje, está em torno de nove dias. Nós tínhamos um tempo de espera que ultrapassava dois anos para cirurgia de hérnia; agora, são 50 dias”, exemplificou Juracy. Programa Logo no lançamento do Opera DF, em outubro de 2025, a SES-DF contratou sete hospitais e três empresas de anestesia para executar milhares de cirurgias eletivas de diversas especialidades na rede pública e complementar. À época, foram beneficiados pacientes que aguardam procedimentos cirúrgicos em urologia, cirurgia geral, cirurgia vascular e cirurgia de cabeça e pescoço. Na abertura do programa, foram contratados nove mil procedimentos. Os hospitais contratados devem fazer consultas antes e após as cirurgias, realizar a avaliação prévia com cardiologista, oferecer o acompanhamento pré-anestésico e dispor de equipamentos, insumos e curativos pós-operatórios e eventuais biópsias, além de internação pós-operatória, caso necessário. O Distrito Federal alcançou um recorde histórico e ultrapassou a marca de 56 mil cirurgias feitas em 2025 em unidades públicas Os editais são elaborados conforme a nova lei de compras públicas, a 14.133/2021, e se beneficiam da experiência obtida pela pasta em contratações anteriores. A iniciativa recebeu a aprovação do Conselho de Saúde do Distrito Federal e as empresas passam por avaliação técnica, administrativa e jurídica antes da assinatura do contrato com o poder público. Os pacientes contemplados pelo Opera DF já são acompanhados pela rede pública e são encaminhados para cirurgia conforme critérios técnicos do Complexo Regulador do Distrito Federal. Além dos procedimentos, por meio do Opera DF, a Secretaria de Saúde contratou serviços de anestesiologia. Com as 5 mil horas de plantões já adquiridas, é possível viabilizar o funcionamento das salas cirúrgicas dos hospitais da própria pasta, nos três turnos, e atender pacientes adultos e pediátricos.
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Com apoio da FAPDF, GDF participa de lançamento do Hub de Inovação Aeroespacial
O Hub de Inovação Aeroespacial do Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB) foi lançado oficialmente nesta terça-feira (16), durante o evento SpaceBR Show 2026, realizado no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). A iniciativa tem a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e a Agência Espacial Brasileira (AEB) entre os parceiros, com objetivo de ampliar o protagonismo de Brasília no desenvolvimento de soluções voltadas à economia espacial, à inteligência territorial e à soberania nacional. Apresentado em um dos maiores eventos do setor espacial da América Latina, o hub nasce como uma plataforma de articulação entre governo, universidades, centros de pesquisa, empresas, startups, investidores e organismos internacionais. A proposta é criar um ambiente colaborativo para o desenvolvimento de projetos de alta complexidade, com foco em áreas como defesa, uso de dados espaciais, inteligência artificial e governo digital. Hub nasce como uma plataforma de articulação entre governo, universidades, centros de pesquisa, empresas, startups, investidores e organismos internacionais | Foto: Divulgação/FAPDF A iniciativa alinha-se a uma trajetória já consolidada da UnB em pesquisas e missões aeroespaciais. Com infraestruturas física e digital modernas, a universidade tem desenvolvido estudos em sistemas propulsivos, incluindo motores de foguete produzidos por manufatura aditiva em metal e propulsores elétricos a plasma pulsado. Também se destacam missões reais como a AlfaCrux, primeira missão satelital inteiramente brasiliense, financiada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) por meio da FAPDF, e o Serpens, desenvolvido em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB). Na cerimônia de lançamento, estiveram presentes representantes das instituições parceiras, entre eles Leonardo Souza, fundador da Ideia Space; Lucas Fonseca, CEO da Airvants; José Vagner Vidal, CEO do Instituto Start; Jeferson Rodrigues de Freitas, representante institucional da Saipher ATC; e Daniel Rosa, diretor da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec). Também participaram Douglas Silveira, chefe de Comunicação da FAPDF; Rodrigo Leonardi, diretor de Gestão de Portfólio da Agência Espacial Brasileira (AEB); Leila Maria Garcia Fonseca, coordenadora de Estudos Estratégicos e Novos Negócios da AEB; e Renato Borges, diretor do PCTec/UnB. A missão brasiliense AlfaCrux, 100% financiada pela fundação, colocou Brasília em evidência no cenário espacial brasileiro ao demonstrar a capacidade de nossas instituições de desenvolver tecnologia de ponta e formar talentos para o setor aeroespacial. “O Hub nasce justamente para ampliar esse legado, fortalecendo a conexão entre universidade, governo e iniciativa privada e posicionando o Distrito Federal como um dos principais polos de inovação aeroespacial do país”, destaca o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman. Segundo o professor Renato Borges, diretor do Parque Tecnológico da UnB, o Distrito Federal reúne condições singulares para liderar esse movimento. “Nosso hub foi concebido não como um parque industrial tradicional, mas como um ambiente estratégico de articulação tecnológica e inovação cooperativa em áreas essenciais para o futuro do país”, afirma. Rodrigo Leonardi ressaltou: “O Hub representa um ponto de encontro do ecossistema espacial, não apenas do Distrito Federal, mas de forma articulada com o restante do país e com organizações no exterior. Ele tem potencial para atrair, de maneira dinâmica, os atores necessários para esse ecossistema, como governo, academia e iniciativa privada. A partir de agora, o desafio é traduzir essa visão em resultados, em oportunidades para estudantes, professores, investidores e para a economia local, fortalecendo Brasília como um importante polo aeroespacial”. Entre os principais eixos de atuação estão inteligência artificial aplicada, monitoramento territorial, drones, nanossatélites, segurança cibernética, tecnologias de uso dual e desenvolvimento de startups deep tech. A proposta também prevê programas de aceleração, inovação aberta e espaços para experimentação regulatória de novas soluções aeroespaciais. Entre os principais eixos de atuação estão inteligência artificial aplicada, monitoramento territorial, drones, nanossatélites, segurança cibernética, tecnologias de uso dual e desenvolvimento de startups deep tech A estrutura prevista inclui laboratórios especializados, estação de comando e controle, espaços de coworking, áreas para prototipagem e testes, plataformas de dados geoespaciais, simuladores computacionais, laboratório de cibersegurança e infraestrutura de supercomputação. Além da UnB, da FAPDF e da AEB, estão entre os parceiros nacionais empresas e instituições como Saipher ATC, Instituto Start, Ideia Space e Airvants. A iniciativa também prevê cooperação internacional com a Universidade de Vigo, na Espanha; a Universidade de Nottingham, no Reino Unido; a Alén Space, do grupo GMV; e a UARX, também da Espanha. A atuação da FAPDF contribui para fortalecer iniciativas que ampliam a capacidade de produção de conhecimento e impulsionam áreas consideradas prioritárias para o futuro da capital federal. O lançamento ocorreu logo após o painel “Parques Tecnológicos: Construindo Novas Fronteiras de Inovação no Brasil”, dentro da programação do SpaceBR Show 2026, que vai até esta quinta-feira (18), no Expo Center Norte, em São Paulo, e reúne autoridades, pesquisadores, empresas, startups, investidores e especialistas ligados à economia espacial. Serviço SpaceBR Show 2026 Data: até quinta-feira (18) Local: Expo Center Norte, Pavilhão Azul Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 — Vila Guilherme, São Paulo (SP) Inscrições: SpaceBR Show. *Com informações da FAPDF
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Assegurada a regularização fundiária dos trechos 2 e 4 de Vicente Pires
A Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do Distrito Federal julgou improcedente, nesta semana, a ação civil pública ajuizada pela Associação de Moradores de Vicente Pires e Região (Amovipe) contra a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) e o Distrito Federal. A entidade buscava suspender a regularização fundiária dos trechos 2 e 4 de Vicente Pires e invalidar os atos da venda direta dos imóveis aos ocupantes, incluindo editais, contratos e cobranças. A decisão chega em um momento decisivo para Vicente Pires. Os trechos 1 e 3, que já integravam o patrimônio da Terracap, estão com a regularização praticamente concluída, com lotes registrados em cartório desde 2017 e milhares de escrituras emitidas. Os trechos 2 e 4 têm uma trajetória diferente: as áreas pertenciam à União e só passaram ao patrimônio da Terracap após acordo firmado entre os governos federal e distrital em 2022, etapa que destravou juridicamente o avanço da regularização nessas regiões. Com a transferência consolidada, a Terracap deu início à fase prática da regularização do Trecho 2 por meio do Edital nº 03/2026, que disponibilizou 738 imóveis residenciais para venda direta aos ocupantes. O chamamento recebeu uma adesão expressiva, próxima de 95%, número que a Companhia destaca como reflexo da confiança da comunidade no processo conduzido em parceria com o Governo do Distrito Federal. Desde 2019, a região já recebeu cerca de R$ 500 milhões em investimentos públicos | Foto: Divulgação/Terracap Desde 2019, a região já recebeu cerca de R$ 500 milhões em investimentos públicos em infraestrutura, drenagem, pavimentação, iluminação e sinalização, obras que pavimentaram as condições técnicas para a titulação dos imóveis. Decisão Na sentença assinada nesta segunda-feira (15), o juiz Carlos Frederico Maroja de Medeiros rejeitou todas as preliminares e, no mérito, afastou integralmente os argumentos apresentados pela associação autora. A decisão confirma o que a Terracap sustentou ao longo do processo: a regularização em curso é juridicamente sólida, conduzida com base em titularidade dominial comprovada por registro imobiliário e amparada pela legislação federal de regularização fundiária (Lei nº 13.465/2017). A sentença é enfática ao registrar que a associação autora não apresentou nenhuma prova concreta capaz de sustentar suas alegações, limitando-se a presunções genéricas sobre vínculos do passado, insuficientes, segundo o juízo, para colocar em dúvida um processo amparado por registro público e por anos de atuação técnica da companhia. O magistrado também destacou o risco de dano ao interesse coletivo caso a regularização fosse interrompida: a paralisação do processo prolongaria a insegurança jurídica em uma área urbanisticamente consolidada há décadas, afetando um número expressivo de famílias que já avançaram na regularização de seus imóveis. Esse entendimento foi acompanhado pelo parecer final do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que opinou pela improcedência da ação e destacou que a Lei nº 13.465/2017 foi concebida justamente para integrar núcleos urbanos informais ao ordenamento territorial, assegurando segurança jurídica aos ocupantes. *Com informações da Terracap
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Blitz mobiliza voluntários para ampliar apoio a pacientes oncológicos
A solidariedade ganhou espaço na sede administrativa do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) nesta quarta-feira (17). Voluntários da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília realizaram a primeira edição da Blitz Solidária para apresentar o trabalho desenvolvido com pacientes oncológicos e mobilizar novos apoiadores para os mais de 40 projetos mantidos pela instituição. A ação mostrou para a população como contribuições simples podem fazer diferença na vida de quem está em tratamento da doença e familiares. A coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, Larissa Bezerra (C), em atuação durante a Blitz Solidária | Fotos: Ualisson Noronha/IgesDF A mobilização percorreu a entrada do edifício PO700 e diversos setores administrativos do Instituto, levando informações sobre formas de doação, voluntariado e iniciativas voltadas ao paciente. Além dos colaboradores do IgesDF, a mobilização também alcançou profissionais da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e de áreas do Ministério da Saúde que atuam no complexo administrativo. “Há pacientes para quem o câncer não é o único problema. Por isso, trabalhamos com acolhimento integral, oferecendo suporte em diferentes áreas da vida dessas pessoas” Larissa Bezerra, coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília Atualmente, a Rede Feminina mantém mais de 40 projetos sociais voltados ao acolhimento e à assistência de pessoas em tratamento oncológico. Todas as atividades são financiadas exclusivamente por doações, o que torna o apoio da sociedade fundamental para garantir a continuidade dos atendimentos. A coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, Larissa Bezerra, explica que a blitz surgiu da necessidade de levar a instituição até as pessoas e ampliar o conhecimento sobre o trabalho realizado. “Muitos ainda não conhecem a Rede Feminina. Nosso objetivo é mostrar de perto o que fazemos e como uma simples doação pode impactar a vida de quem enfrenta o câncer”, destaca. Segundo ela, os desafios enfrentados pelos pacientes vão muito além do tratamento da doença. Questões como insegurança alimentar, dificuldades financeiras e falta de apoio familiar também fazem parte da realidade de muitas pessoas atendidas pela instituição. “Há pacientes para quem o câncer não é o único problema. Por isso, trabalhamos com acolhimento integral, oferecendo suporte em diferentes áreas da vida dessas pessoas”, explica. Entre os voluntários que participaram da mobilização estava Adriana Lago (C), integrante da Rede Feminina há dez meses Fortalecimento da rede Além das doações por meio do Pix Solidário, a instituição recebe apoio por meio do voluntariado, da doação de cabelos para confecção de perucas, da arrecadação de cestas básicas e de outras iniciativas voltadas ao fortalecimento da rede de apoio aos pacientes. “Quanto mais pessoas conhecerem o projeto, mais pacientes conseguiremos acolher e ajudar. Esse trabalho só acontece porque existe solidariedade” Adriana Lago, integrante da Rede Feminina Entre os voluntários que participaram da mobilização estava Adriana Lago, integrante da Rede Feminina há dez meses. Para ela, cada conversa representa uma oportunidade de ampliar o alcance do trabalho desenvolvido pela entidade. “Quanto mais pessoas conhecerem o projeto, mais pacientes conseguiremos acolher e ajudar. Esse trabalho só acontece porque existe solidariedade”, ressalta. A expectativa é que a Blitz Solidária passe a integrar o calendário de ações da instituição e seja realizada em diferentes pontos do Distrito Federal, como feiras, eventos esportivos, espaços culturais e locais de grande circulação. “A proposta é aproximar a solidariedade das pessoas e mostrar que ninguém precisa enfrentar sozinho uma das fases mais difíceis da vida”, conclui Larissa. Como ajudar ⇒ A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília recebe doações por meio do Pix Solidário ⇒ Chave Pix: 61 98580-4019 ⇒ Favorecido: Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília (Banco do Brasil) Ações que fazem a diferença [LEIA_TAMBEM]Além da Blitz Solidária, a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília mantém uma série de iniciativas voltadas ao acolhimento e ao apoio de pacientes em tratamento oncológico e seus familiares. Nesta semana, a instituição também promove um mega bazar no jardim do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A ação segue até sexta-feira (19), das 8h às 17h, com mais de 10 mil produtos à venda. Toda a renda arrecadada é destinada à manutenção dos projetos desenvolvidos pela entidade. O bazar é aberto ao público e oferece itens como roupas, casacos, acessórios e utilidades domésticas em excelente estado de conservação. Os pagamentos podem ser realizados em dinheiro, PIX, cartão de débito ou crédito, com possibilidade de parcelamento em até dez vezes sem juros. *Com informações do IgesDF
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