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Ação de acolhimento atende 28 pessoas em situação de rua no DF nesta semana

O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, coordenado pela Casa Civil do Distrito Federal, atendeu, na última semana, 28 pessoas em diversos locais. De quarta-feira (2) a domingo (7), as operações passaram por 12 pontos do Plano Piloto, de Ceilândia e do Guará, quando recolheram nove estruturas precárias com o auxílio de nove caminhões. “O trabalho não é simples, mas, a cada semana, vemos o comprometimento das secretarias envolvidas nas ações de acolhimento. O sucesso desse trabalho começa nas abordagens feitas pelos servidores, porque, antes de oferecer qualquer serviço essencial, o primeiro passo é oferecer empatia. É nessa conversa inicial que conseguimos mostrar que existe, sim, um caminho mais digno à espera de cada pessoa que atendemos”, afirmou o secretário-chefe da Casa Civil e coordenador do plano de ação, Gustavo Rocha. O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF promoveu visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. As ações de acolhimento desenvolvidas pelo GDF atenderam 28 pessoas em diversos locais do Distrito Federal, na última semana | Foto: Agência Brasília Política distrital Em 27 de maio de 2024, o GDF tornou oficial o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Desde então, ocorrem ações semanais em diversos pontos do Distrito Federal. Os órgãos do governo já passaram por regiões como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira. Em julho deste ano, a vice-governadora Celina Leão, então em exercício como governadora, assinou decreto que lançou o programa Acolhe DF, que propõe busca ativa e oferta de tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas — tanto as ilícitas quanto álcool e tabaco —, criando uma linha de atendimento a essas pessoas e, consequentemente, aprimorando as ações já existentes do GDF voltadas a esse público. [LEIA_TAMBEM]Também em julho, o GDF inaugurou o primeiro hotel social da capital da República, destinado a acolher e abrigar a população em situação de rua. O equipamento oferece 200 vagas para pernoite e recebe também animais de estimação. Só na primeira semana, foram registrados mais de mil acolhimentos no local. Além disso, desde 2022, o governo promove, em períodos de baixas temperaturas, a chamada Ação Contra o Frio, com oferta de espaços públicos para pernoite de pessoas em situação de rua. Apenas neste ano, a unidade aberta na Asa Sul registrou 6,6 mil atendimentos. No local, também foram oferecidos casacos e cobertores arrecadados por meio da campanha Agasalho Solidário, da Chefia-Executiva de Políticas Sociais.

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Balanço da Educação mostra participação de 3,2 mil pessoas

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Divulgação dos classificados no Jovem Candango é adiada para sexta (12)

A Secretaria da Família (Sefami-DF) publicou no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de sexta-feira (5) a nova data de divulgação da lista de classificados para o novo ciclo do Jovem Candango. O programa oferece formação técnico-profissional a jovens de 14 a 22 anos em situação de vulnerabilidade social. As inscrições se encerraram em 19 de novembro, e o edital previa a divulgação da lista dos selecionados no dia 5 deste mês; no entanto, a data foi alterada para sexta-feira (12). O programa é voltado para jovens que estejam cursando ou já tenham concluído os estudos na rede pública de ensino ou em instituição particular na condição de bolsistas | Foto: Divulgação/Sefami-DF Os contratados pelo programa têm direito a bolsa correspondente a meio salário mínimo, vale-transporte, vale-alimentação, 13º salário, férias, seguro de vida e uniforme. [LEIA_TAMBEM]O Jovem Candango é direcionado a jovens que estejam cursando ou já tenham concluído os estudos na rede pública de ensino ou em instituição particular na condição de bolsistas. Também se exige residência no Distrito Federal durante todo o prazo do contrato e o cumprimento de uma ou mais condições estabelecidas no edital, como pertencer a famílias com renda per capita de até três salários mínimos e estar inscrito no Cadastro Único dos Programas Sociais (Cadúnico). O novo edital prevê inicialmente a abertura de 1.800 vagas, com expectativa de contratar 2.200 jovens de forma gradativa. O preenchimento dessas vagas é resultado do aporte de R$ 55 milhões recebido do governo, que financiará o próximo ciclo 2025/2027. *Com informações da Secretaria da Família (Sefami-DF)

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Oficinas, práticas culturais e ações comunitárias vão beneficiar 880 pessoas de comunidades de terreiro no DF

Uma série de atividades formativas e culturais voltadas à cultura de terreiro será realizada em 21 territórios tradicionais do Distrito Federal, beneficiando 880 pessoas. Serão oferecidas oficinas, palestras, práticas culinárias sobre ervas e chás, musicalização, dança, ações de sustentabilidade e economia solidária, além de conversas e celebrações. A iniciativa foi oficializada por meio do Extrato do Termo de Fomento nº 14/2025, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (8). O instrumento estabelece parceria entre a Secretaria de Cidadania e Justiça (Sejus-DF) e o Instituto Rosa dos Ventos de Arte, Cultura e Cidadania para a execução das atividades. Serão oferecidas oficinas, palestras, práticas culinárias, saberes sobre ervas e chás, musicalização, dança, ações de sustentabilidade e economia solidária | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF O termo prevê a transferência de R$ 1.050.000, repassados em duas parcelas — a primeira de R$ 661.850 e a segunda de R$ 388.150. Os recursos estão vinculados à dotação orçamentária da Sejus-DF, e o empenho total foi emitido em 27 de novembro de 2025. O instrumento tem vigência até 3 de julho de 2026 e não exige contrapartida financeira da organização parceira. O documento foi assinado no dia 2 deste mês pelo representante da Sejus-DF e pela representante do Instituto Rosa dos Ventos. [LEIA_TAMBEM]A Sejus-DF, por meio da Subsecretaria de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial, é responsável pelo planejamento, execução, monitoramento e avaliação das políticas públicas de promoção dos direitos humanos e da igualdade racial no DF. Com foco no enfrentamento às violações relacionadas à diversidade religiosa, a pasta instituiu o Comitê Distrital de Diversidade Religiosa, espaço permanente de diálogo entre sociedade civil e Governo do Distrito Federal (GDF). Por iniciativa do comitê, o DF também instituiu o Dia Distrital de Combate à Intolerância Religiosa, celebrado em 25 de outubro. *Com informações da Sejus-DF  

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