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Cartão Material Escolar já beneficiou mais de 860 mil estudantes no DF desde 2019

O Cartão Material Escolar, destinado a estudantes regularmente matriculados na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, já beneficiou aproximadamente 865 mil estudantes desde 2019, segundo a Secretaria de Educação (SEEDF). O investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) ultrapassa R$ 267,6 milhões e atende estudantes de educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação especial. O programa é executado pela SEEDF em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social. Desde então, os números cresceram significativamente, alcançando, em 2025, um investimento de mais de R$ 50 milhões. "O Cartão Material Escolar é um programa extremamente importante para a rede pública de ensino do DF, pois permite a inclusão social desses alunos. Estudantes, que muitas vezes não têm condições de comprar o material escolar, ganham, com o benefício, a igualdade de escolha dos materiais”, afirma a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Segundo ela, a pasta tem trabalhado pela expansão e melhoria do programa e isso se reflete na queda das queixas recebidas nas ouvidorias.  O programa é realizado pelas secretarias de Educação e de Desenvolvimento Social, e tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília "Nos dois primeiros meses do ano, conseguimos diminuir em cerca de 86% as manifestações registradas, quando comparamos com o ano passado, o que demonstra o impacto positivo da iniciativa na melhoria do atendimento e da comunicação com a comunidade escolar”, conclui Hélvia Paranaguá. O valor do auxílio varia de acordo com a etapa de ensino: R$ 320 para alunos da educação infantil e ensino fundamental, e R$ 240 para os do ensino médio. A compra deve ser feita exclusivamente em papelarias credenciadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Abideen Hayford, 42 anos, natural de Gana e moradora de Brasília há cinco anos, é mãe solo de duas crianças de 5 e 7 anos. Ela conta que recebeu o cartão no ano passado e já utilizou duas vezes. “Foi uma ótima experiência. Consegui comprar todos os materiais necessários para a escola com facilidade, como livros, materiais de escrita e a mochila escolar.” Como mãe solteira, ela ressalta o desafio de garantir toda a lista de materiais. “Este ano, por exemplo, eles pediram uma mochila de rodinhas, e só consegui comprar graças ao cartão. O benefício ajuda bastante”, afirma. Confira o número de estudantes beneficiados e o valor investido pelo GDF: 2019 estudantes atendidos: 64.652 valor investido: R$ 19.987.040,00 2020 estudantes atendidos: 101.223 valor investido: R$ 31.729.015,00 2021 estudantes atendidos: 96.405 valor investido: R$ 29.669.040,00 2022 estudantes atendidos: 117.161 valor investido: R$ 36.150.240,00 2023 estudantes atendidos: 142.822 valor investido: R$ 44.365.840,00 2024 estudantes atendidos: 175.623 valor investido: R$ 54.198.800,00 2025 estudantes atendidos: 167.042 valor investido: R$ 51.524.160,00 Total estudantes atendidos: 864.928 valor investido: R$ 267.624.135,00 Autonomia Criado na gestão do governador Ibaneis Rocha, em 2019, o Cartão Material Escolar foi implementado como alternativa à entrega das cestas de material. A proposta levou mais autonomia às famílias, que passaram a ter liberdade para escolher os itens conforme a necessidade dos estudantes. A lista de materiais permitidos varia de acordo com a etapa e modalidade de ensino e também pode ser acessada no site da Secretaria de Educação.

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Agências do trabalhador têm 930 vagas de emprego disponíveis nesta quinta-feira (4)

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 930 oportunidades profissionais disponíveis nesta quinta-feira (4). O maior salário é de R$ 3.481,39, encontrado em duas vagas para técnico eletrônico e uma para técnico de edificações no Guará, com exigência de ensino médio completo e experiência. Na mesma cidade, há seis postos para mecânico de manutenção de máquinas em geral com oferta de R$ 3.285,80 e cobrança de escolaridade e atuação prévia na área. Para pessoas com deficiência (PcD), há 100 chances para repositor e 50 para açougueiro em Vicente Pires, com salários de R$ 1.606 e R$ 2.072,35. As mesmas profissões oferecem vagas para o público geral. Empregadores buscam por 35 açougueiros e 100 repositores no Jardim Botânico, Ceilândia, Vicente Pires e sem local fixo, com remuneração máxima de R$ 2.608,20. Também se destaca a demanda por operadores de caixa: estão abertas 156 vagas em Samambaia Norte, Sobradinho, Vicente Pires, Jardim Botânico, Guará, Asa Sul, Vicente Pires e Octogonal, com rendimentos de até R$ 1,7 mil. Todas as oportunidades oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 15 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma seja atraente ao candidato, o cadastro vale para chances futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).  

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Operação fiscaliza uso irregular de vagas especiais em Taguatinga

Em alusão ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado nessa terça-feira (3), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou em Taguatinga a Operação Vagas Especiais, com o objetivo de reforçar o respeito às normas de circulação e garantir o direito de pessoas com deficiência e idosos ao uso exclusivo das vagas reservadas. Durante a ação, as equipes de fiscalização vistoriaram 65 vagas especiais. Desse total, 16 condutores foram flagrados utilizando indevidamente esses espaços. Além disso, os agentes registraram outras 22 infrações por motivos diversos e removeram dois veículos para o depósito. A operação integra as iniciativas do Detran-DF para promover a acessibilidade e estimular a conscientização sobre a importância de respeitar os direitos das pessoas com deficiência e dos idosos no trânsito. De acordo com o artigo 181, inciso XX do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), estacionar o veículo em vaga reservada às pessoas com deficiência ou idosos, sem a credencial que comprove tal condição, é infração gravíssima, resulta em multa de R$ 293,47, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e remoção do veículo.   *Com informações do Detran-DF

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