Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

SICOPWEB

Ler mais...

Thumbnail

GDF participa de trabalho integrado para aumentar índice de vacinação

Em evento sobre a recuperação das coberturas vacinais no Brasil, realizado nesta terça-feira (16), o secretário de Saúde do Distrito Federal, Juracy Lacerda, destacou a importância da atuação conjunta e tripartite (União, estados e municípios) para impedir a volta de doenças aos territórios.  "Quando temos a diminuição da cobertura vacinal, temos também a quebra de diversas barreiras protetivas que foram construídas há décadas. Assim, precisamos voltar a nos preocupar com enfermidades que deixaram de representar riscos à saúde populacional", afirmou o titular da pasta.  A II Mostra de Experiências Exitosas da Gestão Estadual do SUS para Recuperação das Coberturas Vacinais ocorreu na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). O encontro reuniu gestores, especialistas e representantes de instituições ligadas ao setor para discutir estratégias de fortalecimento da imunização no país. II Mostra de Experiências Exitosas da Gestão Estadual do SUS para Recuperação das Coberturas Vacinais ocorreu na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) | Foto: Divulgação SES/DF   A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (MS), Mariângela Galvão, endossou o trabalho coletivo. “O fortalecimento da imunização só pode ser fruto de uma atuação integrada, feita por todo o Sistema Único de Saúde (SUS), que tem trabalhado continuamente." Troca de experiências Organizada pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), a mostra buscou propiciar debates e troca de soluções entre as secretarias estaduais. As experiências bem-sucedidas abordaram pontos como: apoio técnico aos municípios e ações de educação permanente; ações para facilitar o acesso às vacinas; campanhas de comunicação e ações de enfrentamento da desinformação; e integração de dados. Tema central do encontro, a atuação da Atenção Primária à Saúde (APS) mostrou-se indispensável para o alcance da cobertura vacinal. “Falar de recuperação da imunização é, também, falar do fortalecimento da APS, de acolher e oferecer acesso", afirmou o diretor de Saúde da Família do MS, José Eudes Barroso. Representada principalmente pelas unidades básicas de saúde (UBSs), a APS foi apontada como fundamental para garantir acesso à vacinação e estreitar o vínculo com as comunidades.  “Esse evento é importante para destacar o papel essencial que o SUS tem no programa de imunização, principalmente pela capilaridade da atenção primária. As experiências comprovam essa capacidade de atuação”, argumentou a representante-adjunta da Opas, Elisa Prieto. [LEIA_TAMBEM] Desafios Embora mostre avanços, as ações de proteção ainda enfrentam desafios. Especialistas alertaram sobre a desinformação e as dificuldades de acesso aos serviços de saúde.  Para a representante do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Kandice Falcão, presenciar o que tem sido feito pelo Brasil permite pensar em estratégias para enfrentar os desafios. “Quanto compartilhamos experiências, multiplicamos os resultados. Vivenciamos a capacidade de mobilização que o SUS tem.”   *Com informações da SES/DF

Ler mais...

Acesso à informação

Ler mais...

Thumbnail

Profissionais do HRSM vivenciam rotina de pacientes com bolsa de estomia para fortalecer atendimento humanizado

Como tomar banho, dormir, trabalhar ou simplesmente se sentir confortável usando uma bolsa de estomia? Para compreender melhor a realidade dos pacientes que convivem com o dispositivo, profissionais da clínica médica do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) trocaram o papel de cuidadores pelo de pacientes durante uma dinâmica de sensibilização promovida na unidade. A iniciativa permitiu que enfermeiros e técnicos de enfermagem experimentassem parte dos desafios enfrentados diariamente por pessoas que utilizam bolsas de estomia. O dispositivo é utilizado por pacientes que passaram por cirurgias no intestino ou no sistema urinário, permitindo a coleta de fezes ou urina por meio de uma abertura criada no abdômen. Mais do que reforçar conhecimentos técnicos, a proposta buscou desenvolver empatia e fortalecer a humanização no atendimento prestado aos pacientes. A ação foi realizada no HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), diante do aumento do número de pacientes atendidos na unidade que passaram por cirurgias e necessitam utilizar bolsas de estomia, seja em decorrência de câncer ou de outras condições clínicas complexas. "Muitos profissionais ainda tinham insegurança para realizar alguns cuidados e demonstravam receio por falta de familiaridade com a situação. Então pensamos em uma estratégia que pudesse aproximar a equipe dessa experiência", explica Vitor Firmino, enfermeiro estomaterapeuta do HRSM. O dispositivo é utilizado por pacientes que passaram por cirurgias no intestino ou no sistema urinário, permitindo a coleta de fezes ou urina por meio de uma abertura criada no abdômen | Foto: Divulgação/IgesDF Cada participante recebeu uma bolsa de estomia para fixar no próprio abdômen e foi orientado a realizar os cuidados de rotina necessários para o uso do dispositivo. O desafio era permanecer o maior tempo possível utilizando a bolsa durante as atividades do dia a dia. Para tornar a experiência ainda mais motivadora, a ação contou com premiações para os participantes que permanecessem mais tempo na dinâmica. Entre os brindes estavam almoços em restaurantes, chocolates, bolos e até sessões de hidratação capilar. Quando a experiência muda o olhar A proposta rapidamente conquistou adesão entre os profissionais. Cerca de 60% da equipe da Clínica Médica participou voluntariamente da atividade, reunindo aproximadamente 30 colaboradores. Uma das idealizadoras da iniciativa, a estomaterapeuta Cristiane Fernandes, conta que o resultado foi além do esperado. "Nosso objetivo era reforçar os conhecimentos técnicos, mas fomos surpreendidos pela sensibilidade de cada participante. Ao vivenciar na prática os desafios de usar uma bolsa de estomia, eles passaram a enxergar essa realidade de forma muito mais humana", destaca. Entre os participantes estava a enfermeira Edna Soares, que já acompanhou familiares que precisaram utilizar o dispositivo. Para ela, a experiência proporcionou uma nova compreensão sobre as dificuldades enfrentadas pelos pacientes. "Mesmo por pouco tempo, foi possível perceber o desconforto que ela provoca. A pele fica irritada, surge a coceira, é difícil encontrar uma posição confortável para dormir e isso acaba gerando desgaste emocional. Além das limitações físicas, muitas pessoas enfrentam vergonha, insegurança e receio de passar por situações constrangedoras", relata. Segundo Edna, compreender essas dificuldades faz diferença na forma de acolher e orientar quem passa por esse processo. "Hoje existem bolsas mais seguras e confortáveis, que oferecem mais qualidade de vida. Por isso, também precisamos incentivar a independência e mostrar que é possível manter a rotina, conviver socialmente e seguir em frente sem se sentir excluído", afirma. Para a enfermeira, a iniciativa reforçou a importância de um atendimento cada vez mais humanizado. "Foi uma vivência muito rica. Quem precisa usar esse dispositivo merece ser tratado com respeito, atenção e sensibilidade. Estamos falando de pessoas que necessitam não apenas de assistência, mas também de compreensão e acolhimento", conclui. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador