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Riacho Fundo, Itapoã e Samambaia têm energia suspensa para manutenção na rede nesta quarta (17)

Nesta quarta-feira (17), a Neoenergia realizará a interrupção programada do fornecimento de energia em áreas do Riacho Fundo, Itapoã e Samambaia, para que equipes executem serviços de modernização da rede elétrica e poda de árvores. No Riacho Fundo, o fornecimento de energia ficará temporariamente suspenso das 10h às 16h para a realização de poda de árvores. O desligamento afetará a Fazenda Sucupira, nas chácaras 1, 1-A, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 8-C, 9, 9-A, 10, 11, 12-B, 13, 14, 26, 38, 39 e 40. No Itapoã, a interrupção ocorrerá das 10h às 16h para serviços de melhoria e modernização da rede elétrica. As áreas afetadas serão as quadras 333, 350, 378, 06, 332, 311, 330, 349 e 203 do Del Lago. Já em Samambaia, o desligamento está previsto das 9h às 12h para obras de melhoria e modernização da rede elétrica. O serviço abrangerá a QS 404, a QS 406, Conjunto B, lotes 1, 1A e 2; Conjunto D, lote 01; Conjunto C, lote 4; Conjunto I, lotes 4 e 5 e a QS 408. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer a interrupção de energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.

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Brasília Ambiental lança coleção de cartazes em homenagem aos povos ancestrais

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Ex-alunos do RenovaDF agora podem fazer novos cursos dentro do programa

Pessoas que participaram do RenovaDF há mais de cinco anos poderão voltar a se inscrever no programa e disputar uma nova etapa de qualificação profissional. A mudança, informada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF), passa a valer no 2º ciclo de 2026, que começa nesta quarta-feira (17), com 1,5 mil vagas para o curso de Auxiliar de Manutenção, na área da construção civil. A nova regra permite que antigos alunos retomem o processo de formação, agora com acesso a atividades que foram incorporadas ao programa nos últimos anos. A seleção, no entanto, continua obedecendo aos mesmos critérios previstos no edital, com classificação baseada na vulnerabilidade socioeconômica dos candidatos. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, a mudança amplia as possibilidades de requalificação para quem já passou pelo Renova DF. “Permitimos as inscrições de pessoas que já participaram do Renova há mais de cinco anos. Na prática, esses alunos vão poder se requalificar e desenvolver novas habilidades”, afirma. O secretário explica que o programa passou a atuar em mais tipos de equipamentos públicos, o que também ampliou o conteúdo prático da formação. “Quando a gente começou o programa, não entrava em todos os equipamentos, e agora estamos entrando em praticamente todos. Um exemplo são os campos de grama sintética, que exigem uma técnica diferente e, naquela época, a gente não fazia esse tipo de serviço”, acrescenta. “Então, são novas habilidades e novos aprendizados que eles vão poder ter a partir dos próximos ciclos.” No 2º ciclo de 2026, o Renova DF oferece 1,5 mil vagas para o curso de Auxiliar de Manutenção. A formação é voltada à construção civil e inclui noções práticas de carpintaria, jardinagem, eletricidade, encanamento, serralheria e alvenaria | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília [LEIA_TAMBEM]  A mudança não altera a forma de seleção. Os interessados continuam sendo classificados com base na situação de vulnerabilidade, na renda familiar e na quantidade de filhos menores de 14 anos. “O processo seletivo é exatamente igual, baseado na vulnerabilidade das pessoas, na situação de cada um e nos encaminhamentos feitos pela Sedes e pela Secretaria de Justiça, principalmente quando se fala em pessoas em situação de rua ou em situação de violência”, reforça Thales Mendes. Formação prática No 2º ciclo de 2026, o Renova DF oferece 1,5 mil vagas para o curso de Auxiliar de Manutenção. A formação é voltada à construção civil e inclui noções práticas de carpintaria, jardinagem, eletricidade, encanamento, serralheria e alvenaria. As aulas são ministradas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF). O curso tem carga mínima de 240 horas, divididas em três etapas de 80 horas, com até 20 horas semanais. Do total de vagas, 700 são para o turno matutino, 700 para o vespertino e 100 para o noturno, conforme organização da Sedet-DF. Os participantes selecionados têm direito a bolsa no valor equivalente a um salário mínimo a cada 80 horas concluídas, além de auxílio-transporte ou Passe Livre, seguro contra acidentes pessoais e certificado ao fim da formação. Para receber o certificado, é preciso cumprir frequência mínima de 75% da carga horária e aproveitamento de pelo menos 80% no curso. Criado para unir qualificação profissional e cuidado com espaços públicos, o Renova DF oferece aulas práticas em equipamentos e áreas públicas do Distrito Federal. A proposta é que o aluno aprenda uma função enquanto participa de atividades supervisionadas ligadas à manutenção desses espaços. Além da nova possibilidade de retorno ao programa, o edital prevê uma etapa de vivência profissional para alunos de alto aproveitamento. Participantes que concluíram o 1º ciclo de 2026 poderão ser selecionados para permanecer por mais três meses em prática profissional, em empresa ou organização credenciada, com pagamento de bolsa a cada 80 horas cumpridas. Para participar do Renova DF, é preciso ter mais de 18 anos, estar desempregado e comprovar residência no Distrito Federal. A Sedet-DF é responsável pela seleção, pela divulgação do resultado e pela convocação dos candidatos.

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Cuidado com profissionais da saúde fortalece segurança dos pacientes nas unidades do IgesDF

A rotina de profissionais da saúde costuma ser marcada por decisões rápidas, situações complexas e grande responsabilidade sobre a vida de outras pessoas. Quando ocorre um incidente durante a assistência, os impactos podem atingir não apenas o paciente, mas também médicos, enfermeiros, técnicos e demais trabalhadores envolvidos no atendimento. Para acolher esses profissionais e fortalecer a segurança do cuidado, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) desenvolve ações de apoio emocional voltadas aos chamados "segundas vítimas". O termo é utilizado para designar profissionais que sofrem emocionalmente após o envolvimento em incidentes clínicos não intencionais que causam danos ao paciente, considerado a primeira vítima da ocorrência. Com foco no cuidado integral aos colaboradores e na construção de uma cultura de aprendizado, o Instituto incentiva o acolhimento e o suporte a esses trabalhadores.  Acolhimento é essencial para uma boa atuação de profissionais da saúde e também para pacientes | Fotos: Divulgação/IgesDF “Quando um profissional de saúde se vê envolvido em uma falha, ele pode desenvolver sentimentos de culpa, medo e ansiedade. Isso impacta sua confiança e pode comprometer sua atuação" Eny Fernanda dos Santos, chefe do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente “Quando um profissional de saúde se vê envolvido em uma falha, ele pode desenvolver sentimentos de culpa, medo e ansiedade. Isso impacta sua confiança e pode comprometer sua atuação", afirma Eny Fernanda dos Santos, chefe do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente Segundo a chefe do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente, Eny Fernanda dos Santos, reconhecer o impacto dessas situações é fundamental tanto para a recuperação do profissional quanto para a melhoria contínua da assistência. "Por isso, é importante oferecer suporte e criar um ambiente seguro para que ele possa falar sobre a situação.” Psicóloga do IgesDF, Amsha Carvalho de Lima destaca que o sofrimento emocional não deve ser ignorado. “Se a pessoa for dominada pelo medo, ela não terá oportunidade de se desenvolver futuramente", afirma. "A melhor maneira de evitar novas falhas é falar sobre elas de forma aberta, compreendendo suas causas e transformando a experiência em aprendizado.” Entre os sintomas mais comuns apresentados pelas chamadas segundas vítimas estão insônia, cansaço constante, náuseas, taquicardia, tensão muscular e irritabilidade. Como esses sinais podem ser confundidos com outros transtornos, como a síndrome de burnout, é importante que sejam avaliados por profissionais especializados.  Estabilidade emocional é peça-chave para o equilíbrio de profissionais que têm responsabilidade sobre a saúde de outras pessoas Papel das lideranças Para especialistas, o acolhimento também depende da atuação das lideranças. Gestores preparados para ouvir, orientar e apoiar suas equipes contribuem para reduzir o sofrimento emocional dos profissionais e fortalecer um ambiente mais seguro para pacientes e trabalhadores.  "O foco precisa estar na compreensão dos fatores que contribuíram para a situação e nas medidas necessárias para evitar que ela se repita” Amsha Carvalho de Lima, psicóloga do IgesDF “É importante que gestores estejam abertos ao diálogo e compreendam que a análise de uma ocorrência deve ir além da identificação de quem errou", avalia Amsha. "O foco precisa estar na compreensão dos fatores que contribuíram para a situação e nas medidas necessárias para evitar que ela se repita.” Psicóloga do Projeto Acolher, Danielle Afonso Storck reforça que o apoio emocional é essencial para que o profissional consiga lidar com a situação e seguir exercendo suas atividades de forma segura. “O erro não pode se tornar um trauma. Ele sempre precisa ser um aprendizado. Nós não podemos abandonar esse profissional”, afirma. Notificar para aprender e melhorar [LEIA_TAMBEM]De acordo com especialistas, um dos principais desafios é superar o receio de relatar incidentes por medo de julgamentos ou punições. Eny Fernanda ressalta que a notificação de ocorrências protege o paciente, ajuda a aperfeiçoar processos e fortalece uma cultura de segurança. “A comunicação é essencial. Nosso objetivo é compreender os fatores contribuintes, aprimorar processos e promover um ambiente seguro, colaborativo e de aprendizado contínuo”, defende Eny. Ao incentivar o relato das situações e oferecer acolhimento aos profissionais envolvidos, o Instituto busca transformar experiências difíceis em oportunidades de melhoria, reduzindo riscos e tornando a assistência cada vez mais segura para a população. Apoio disponível aos colaboradores   O Projeto Acolher, iniciativa voltada à saúde mental e ao bem-estar dos colaboradores do IgesDF, oferece atendimento psicológico sigiloso e confidencial, respeitando a ética profissional e a privacidade de cada participante. Para acessar os serviços do Projeto Acolher, o colaborador pode enviar e-mail para projetoacolher@igesdf.org.br ou entrar em contato pelos telefones: → Hospital de Base do Distrito Federal - 3550-8900 / 8855 → Hospital Regional de Santa Maria - 3550-8900 / 9291 *Com informações do IgesDF

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