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Detran-DF leva educação de trânsito a 575 pessoas nesse fim de semana

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Fim de semana prolongado teve 45 flagrantes da Lei Seca

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Chuvas demandam cuidados no trânsito

A intensificação das chuvas nos últimos dias tem preocupado o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) em relação à  circulação a pé ou em veículos pelas vias da cidade. As precipitações reduzem a visibilidade e provocam acúmulo de água e óleo nas pistas, tornando o trânsito mais perigoso e exigindo cuidados especiais por parte dos condutores. Pedestres também devem estar mais atentos e evitar correr em superfície molhada. Com visibilidade reduzida e acúmulo de água na pista, temporada de chuva exige mais atenção de motoristas e pedestres | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília​​​​​ Para ajudar a reduzir os riscos de sinistros, o Detran-DF recomenda algumas medidas de segurança: → Manter distância maior em relação ao veículo da frente — Reduz o risco de colisão e evita acidentes caso seja necessário frear de forma brusca; → Reduzir a velocidade gradualmente — Evita colisões provocadas por freadas bruscas em pista escorregadia. Pise no freio de forma progressiva até alcançar uma velocidade adequada. Além disso, nunca dirija em alta velocidade; → Nunca usar os freios em caso de aquaplanagem — Mantenha a calma e segure com firmeza a direção; tire o pé do acelerador, não acione o freio e não movimente o volante bruscamente até que os pneus retomem contato com o solo e o controle do veículo esteja novamente em suas mãos; → Manter os faróis baixos ligados — Aumenta a visibilidade do veículo e facilita a identificação de poças d’água e trechos alagados. Evite usar o farol alto, pois o reflexo da luz ofusca a visão dos demais motoristas; [LEIA_TAMBEM]→ Acionar o limpador de para-brisas — Mantenha as borrachas das palhetas e os vidros sempre limpos para garantir maior eficiência; → Evitar o embaçamento do vidro — Mantenha o ar-condicionado ligado e acione o desembaçador elétrico traseiro (nos carros que possuem o equipamento) ou use o ventilador. Não passe a mão no vidro para desembaçar, pois isso prejudica ainda mais a visibilidade; → Trafegar com pneus em bom estado — Confira a qualidade dos pneus observando o índice de desgaste. Pneus lisos perdem aderência com o solo, sobretudo em pista molhada, dificultando uma frenagem segura; → Evitar enfrentar chuva forte em cima da moto — Se possível, aguarde em local seguro até que a chuva passe. É fundamental que o motociclista esteja bem-equipado, utilizando capacete com viseira adequada ou óculos de proteção, capa de chuva e jaqueta com proteções, além de luvas e botas; → Fazer travessias em locais seguros — Devido à baixa visibilidade, há maior risco de os condutores não perceberem a presença de pedestres. Por isso, ao atravessar a rua, dê sinais claros de sua intenção e realize a travessia em locais seguros, preferencialmente nas faixas. Onde não houver faixa, escolha pontos visíveis e aguarde até que seja seguro atravessar. A segurança no trânsito depende de todos. Portanto, pedestres, ciclistas e condutores precisam redobrar a atenção ao trafegar por pistas molhadas e sob baixa visibilidade. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)

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Estudante-atleta de São Sebastião alcança recorde escolar nas Paralimpíadas

As Paralimpíadas Escolares 2025, realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, mostraram mais uma vez que o esporte vai além dos resultados. Na sexta-feira (21), encerrando o primeiro bloco de modalidades do evento, a atleta Sophia Garcês, de 15 anos, estudante do Centro Educacional (CED) São Bartolomeu de São Sebastião, emocionou o público ao conquistar a medalha de ouro e quebrar o recorde escolar na prova dos 200 metros. O feito, testemunhado por colegas, professores e uma torcida vibrante representou não apenas uma vitória individual emocionante para a aluna, mas também um marco para a educação inclusiva e para o esforço contínuo da rede pública do Distrito Federal em promover o esporte como ferramenta de transformação. Laços que fortalecem Há quem diga que, para ir rápido, basta ir sozinho, mas para ir longe é preciso ir acompanhado. No esporte paralímpico escolar, essa máxima ganha ainda mais sentido. Entre treinos, viagens e competições, companheirismo e apoio emocional tornam-se forças tão importantes quanto a técnica. Sophia e o amigo Yan Khalil celebram as conquistas e a parceria no esporte, reforçando o impacto do apoio mútuo | Fotos: Victor Bandeira/SEEDF Na trajetória de Sophia, um desses pilares é o amigo de treinos Yan Khalil, 14 anos, estudante do CAIC Unesco, atleta e integrante do Centro Integrado de Desenvolvimento da Pessoa com Deficiência (CIDP) de São Sebastião. Com uma amizade dentro e fora das pistas, eles constroem juntos uma caminhada marcada por estímulo, afeto e colaboração. A professora Lucimar Neves, técnica de Sophia, destaca exatamente essa dimensão humana. “Estudantes que chegam com algum déficit de comportamento social ou convivência, um abraça o outro e acolhe, tanto em momentos de dificuldade quanto em momentos de celebração. Esse apoio entre eles é fundamental. Quando um chora, o outro vai lá e abraça. O paralímpico é um movimento muito rico pelo crescimento social que proporciona.” Um trabalho que transforma vidas O desempenho expressivo de Sophia não nasceu apenas do talento pessoal, mas é fruto de um trabalho consolidado e comprometido dos professores Lucimar Neves e Alexandre Fachetti, conhecidos carinhosamente por seus estudantes como Tia Lu e Tio Xandi. Os professores Lucimar e Alexandre Fachetti são responsáveis pelo trabalho de excelência no CIDP de São Sebastião, que forma atletas paralímpicos no DF No CIDP de São Sebastião, os educadores criaram um ambiente seguro e acolhedor onde o esporte é ferramenta de autonomia, autoestima e inclusão. Lucimar reforça a responsabilidade e o impacto desse trabalho. “Ver a Sophia alcançar não só o ouro, mas o recorde, é a comprovação de que o investimento no esporte adaptado transforma vidas. É sobre construir confiança, autonomia e mostrar para a sociedade que o potencial está em todos", afirma a professora. Alexandre Fachetti, que acompanhou de perto a evolução da atleta, ressalta o aspecto humano dessa jornada. “A gente fica tocado. A Sophia chegou com dificuldades de correr, de equilíbrio. Ano passado foi uma experiência trabalhosa, especialmente no aspecto comportamental. O que é gratificante é pegar um estudante que nunca vivenciou o esporte, e agora estamos aqui, com um recorde escolar na categoria dela", destaca o treinador. *Com informações da Secretaria de Educação do DIstrito Federal (SEEDF)

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