RenovaDF forma 1.500 alunos e Feirão do Trabalhador oferece mais de 4 mil vagas de emprego
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3ª Conferência de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário do DF acontece nesta quarta-feira (26)
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Ações de educação de trânsito contemplam 575 pessoas no fim de semana
Entre sexta-feira (21) e domingo (23), 575 pessoas receberam orientações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) sobre como se comportar de forma segura ao trafegar pelas ruas. Apresentações teatrais, visita aos bares, palestras educativas nos parques e o projeto Bike em Dia foram destaque das atividades promovidas pela Diretoria de Educação de Trânsito (Direduc). Atividades envolveram públicos de diferentes faixas etárias: foco é a segurança de todos | Foto: Divulgação/Detran-DF A sexta-feira começou com o Bike em Dia, em Taguatinga, onde 50 ciclistas participaram de palestra educativa sobre manutenção básica de bicicletas e regras de circulação segura. A seguir, o Rolê Consciente percorreu bares do Sudoeste e abordou 220 pessoas, orientando sobre os riscos da mistura de bebida alcoólica e direção. As abordagens em bares ocorrem de forma divertida, com a participação de repentistas e entrega de material informativo. Sábado foi dia de ação no Parque Riacho 4, no Riacho Fundo II, onde 150 pessoas assistiram à apresentação teatral com foco nas orientações sobre circulação em via pública, comportamento adequado no interior de veículos e circulação de bicicletas. Em Santa Maria, 75 condutores receberam orientações sobre direção defensiva e cuidados necessários com a manutenção veicular, com foco nos pneus. Já no domingo, 80 pessoas participaram do projeto Detran nos Parques, recebendo orientações sobre travessia segura, circulação de bicicletas e comportamento seguro no interior de veículos. *Com informações do Detran-DF
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Estudantes do curso de enfermagem da Escs apresentam projetos de intervenção
O campus de Samambaia da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) recebeu, na última semana, a Mostra de Enfermagem dos Projetos de Intervenção (Mepi), realizada por estudantes do curso. O evento foi prestigiado pelas diretoras da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) e da Escs, além de profissionais e docentes da escola, que fizeram a avaliação dos trabalhos. Realizada anualmente com o objetivo de estimular o pensamento crítico, o trabalho em equipe e a integração com a comunidade, a mostra de projetos também qualifica a formação do futuro enfermeiro e torna o processo de ensino mais completo e significativo. Esse formato foi pensado como um espaço de integração entre ensino, serviço e comunidade, permitindo que os estudantes apresentem os resultados das intervenções desenvolvidas ao longo da prática em saúde. A mostra de projetos também qualifica a formação do futuro enfermeiro e torna o processo de ensino mais completo e significativo | Foto: Divulgação/Fepecs A gerente de educação em saúde da Escs, Patrícia Archanjo Lopes, explica que “o projeto de intervenção realizado durante o curso de graduação em enfermagem é importante porque fortalece o aprendizado prático dos estudantes e aproxima a formação acadêmica da realidade dos serviços em saúde”. Segundo a docente, “a proposta surgiu da necessidade de valorizar os trabalhos realizados no território, compartilhar experiências, promover troca de saberes entre turmas e fortalecer a formação prática”. Escolha de temas e apresentação Os temas escolhidos pelos estudantes refletem demandas reais identificadas durante a vivência prática. Normalmente, eles fazem o levantamento situacional no campo, identificam problemas prioritários e, a partir disso, se debruçam sobre o assunto. Patrícia conta que “a equipe docente atua orientando, ajudando a delimitar o foco, garantindo coerência metodológica e alinhando o projeto às necessidades do serviço”. Ela garante que “há liberdade para a escolha do tema, mas sempre com acompanhamento e direcionamento técnico-pedagógico”. Engajados no projeto, os estudantes aplicam o Arco de Maguerez, seguindo todas as suas etapas: observação da realidade (problema), pontos-chave, teorização, hipótese de solução, aplicação à realidade (prática). Após a primeira etapa, que é justamente de observação da realidade, os estudantes identificam quais são as necessidades reais da equipe e da população atendida. A partir dessa análise, eles definem qual será o foco do projeto de intervenção, o que torna o trabalho mais significativo, tendo em vista que os estudantes conseguem perceber que suas ações têm propósito e respondem a demandas concretas de serviço. A fase de apresentação dos trabalhos foi realizada nos cenários de prática para a equipe e comunidade, e posteriormente, nas salas do campus de Samambaia, preparadas para receber docentes, profissionais e convidados. Os trabalhos foram avaliados seguindo aspectos como domínio conceitual consistente, objetividade e clareza, qualidade da apresentação, ética e respeito, e utilização do tema da apresentação, que teve o prazo máximo de 15 minutos. De acordo com Patrícia, “o evento permite que os docentes avaliem o desenvolvimento dos alunos, a pertinência das ações e o impacto gerado nos contextos em que atuaram”. *Com informações da Fepecs
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