Licitação aberta para obras de energia elétrica no Setor Noroeste
A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) abriu licitação pública para contratar empresa especializada na execução de obras complementares de infraestrutura de energia elétrica, por meio de rede de distribuição aérea, no Setor Habitacional Noroeste. A concorrência será presencial e está marcada para 4 de dezembro, às 10h, na sede da Terracap — Setor de Áreas Municipais (SAM), Bloco F, atrás do Anexo do Palácio do Buriti. A sessão ocorrerá na Sala 21, no subsolo do edifício-sede. O prazo para entrega dos envelopes será no dia 4 de dezembro, antes da abertura da licitação | Foto: Divulgação/Terracap O critério de julgamento é o menor preço, ou seja, será declarado vencedor o licitante que apresentar a proposta mais vantajosa para a administração pública. O valor estimado é de R$1.132.847,14. O credenciamento do representante deve ser feito até 3 de dezembro, às 17h, exclusivamente pelo e-mail cplic@terracap.df.gov.br. O prazo para entrega dos envelopes será no dia 4 de dezembro, antes da abertura da licitação. O edital e demais documentos da Licitação Presencial nº 14/2025 estão disponíveis neste link. Mais informações podem ser obtidas pelo call center da Terracap, no telefone (61) 3350-2222, ou pelo chat online disponível no portal da agência. O atendimento é prestado de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. *Com informações da Terracap
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Edital seleciona novos programas para a Rádio Cultura FM
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) divulgou o resultado provisório do Edital nº 24/2025, que seleciona programas de rádio produzidos voluntariamente pela sociedade civil para compor a grade da Rádio Cultura FM 100,9. A lista apresenta os programas, seus proponentes, pontuações e situação na etapa atual do processo, conforme publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (11). A iniciativa busca valorizar a produção cultural independente e ampliar a presença de vozes, temas e formatos diversos no rádio pública. A proposta reforça o papel da Cultura FM como espaço de diálogo, experimentação e circulação artística. Agora, abre-se o período de recursos, que pode ser solicitado em até cinco dias úteis após a publicação do resultado provisório. Os pedidos deverão ser encaminhados para o e-mail editalculturafm@gmail.com. O resultado final será divulgado no site da Secec-DF e novamente no DODF, conforme cronograma definido. Iniciativa busca valorizar a produção cultural independente e ampliar a presença de vozes, temas e formatos diversos no rádio pública | Foto: Divulgação/Secec Os programas classificados formarão um banco de conteúdos, que poderá ser utilizado de forma gradual e conforme disponibilidade da grade. A seleção não garante inserção imediata, mas determina quais propostas estão aptas a integrar a programação. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, a iniciativa fortalece o papel democrático da comunicação pública. “Quando abrimos a grade da Cultura FM à sociedade, reafirmamos o rádio como espaço vivo, plural e comunitário. É a cultura chegando de muitos lugares, muitas vozes, muitas formas de sentir e pensar”, destacou. O edital e seus anexos completos estão disponíveis no site da Secec-DF na aba Editais. Casos de dúvidas ou irregularidades podem ser encaminhados à Ouvidoria, conforme orientações do Diário Oficial. A Rádio Cultura FM segue, assim, ampliando sua missão de promover acesso, diversidade e participação social, aproximando o público da produção cultural do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF
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Distrito Federal apresenta experiências inovadoras em gestão ambiental na COP30
A delegação do Distrito Federal participou nesta terça-feira (11) da COP30 com um painel que trouxe à tona experiências exitosas em gestão territorial, sociobiodiversidade e economia verde. O encontro, realizado na Casa da Biodiversidade e Clima da Abema, reuniu gestores, especialistas e representantes de instituições para apresentar como a capital federal tem enfrentado os desafios das mudanças climáticas. Sob a liderança do secretário do Meio Ambiente do DF, Gutemberg Gomes, e moderação do subsecretário Renato Santana, o painel revelou um conjunto de iniciativas que colocam o Distrito Federal na vanguarda das políticas ambientais brasileiras. “O Distrito Federal tem mostrado ao Brasil e ao mundo que é possível aliar inovação, sustentabilidade e inclusão social em uma política ambiental consistente”, destacou a vice-governadora Celina Leão. “A COP é espaço de compromisso real com o planeta, e o DF está assumindo esse protagonismo com responsabilidade e resultados concretos”, completou. O secretário Gutemberg Gomes abriu as apresentações destacando os avanços na modernização da gestão ambiental. “Estamos utilizando tecnologias de ponta e instrumentos integrados de planejamento para fortalecer nossa governança ambiental”, afirmou. As estratégias incluem políticas de prevenção de desastres, conservação do solo e projetos robustos de reflorestamento que já apresentam resultados concretos na recuperação de áreas degradadas. Sob a liderança do secretário do Meio Ambiente do DF, Gutemberg Gomes, e moderação do subsecretário Renato Santana, o painel revelou um conjunto de iniciativas que colocam o Distrito Federal na vanguarda das políticas ambientais brasileiras | Foto: Divulgação/Sema-DF Rogério Silva, servidor da Secretaria do Meio Ambiente, apresentou o Sistema de Informações Ambientais (Sisdia), uma plataforma que moderniza a gestão territorial no Distrito Federal. A ferramenta permite o planejamento sustentável e a tomada de decisões baseada em dados, integrando informações sobre uso e ocupação do solo com estratégias de redução de vulnerabilidades climáticas. “Não se trata apenas de normas, mas de uma visão integrada que considera os impactos climáticos em cada decisão sobre o território”, explicou. Cristiano Cunha, representante da rede Brasil Mais Meio Ambiente Integrado e Seguro, em parceria com a Polícia Federal, apresentou uma plataforma intuitiva de monitoramento em tempo real para combate ao desmatamento e ao crime organizado ambiental. A ferramenta gera dados estratégicos que fortalecem a fiscalização e a proteção dos biomas brasileiros. Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental, destacou conquistas expressivas na proteção ambiental do DF. A capital conta com 82 unidades de conservação, incluindo a estratégica Águas Emendadas, nascente com duas vertentes que funciona como unidade de proteção integral. Com mais de 90% de área protegida, o território abriga a rica fauna e flora do Cerrado, incluindo abelhas nativas sem ferrão, que são objeto de estudos do instituto. Não temos racionamento de água na área urbana do DF, a área queimada foi reduzida em mais de 60%, foram contratados 150 brigadistas e implantadas estações de qualidade do ar. Entre as inovações, destaca-se a criação do Hfaus, Hospital da Fauna Silvestre, e o programa Parque Educador, que leva estudantes às unidades de conservação com professores cedidos pela Secretaria de Educação, promovendo a conscientização ambiental por meio das crianças. O Brasília Ambiental também anunciou a licença para a Usina de Hidrogênio Verde, posicionando o DF na vanguarda das energias renováveis. [LEIA_TAMBEM]Marcos Trajano, da Secretaria de Saúde do DF, apresentou dados contundentes sobre doenças derivadas de incêndios, microplásticos e dos impactos das mudanças climáticas. “A Secretaria de Saúde se reconhece como fator importante na conservação ambiental e se compromete transversalmente com os órgãos ambientais na preservação do Cerrado”, afirmou. O GDF assume compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), relacionados à agricultura biodinâmica e à recuperação produtiva do Cerrado. O projeto dos Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos representa um modelo de saúde comprometido com a participação social, aliando práticas biodinâmicas, saberes tradicionais e inovação tecnológica para fortalecer a saúde preventiva. Glauco Amorim, gestor de políticas públicas da Sema, apresentou os avanços na política de meio ambiente, especialmente em resíduos sólidos. O Distrito Federal possui a maior cooperativa de catadores da América Latina, gerando valor econômico e renda para mais de 1.500 catadores remunerados pelo governo. “É possível unir a eficiência na gestão de resíduos, composição de renda e sustentabilidade”, destacou Glauco. Dahiana Ribeiro, engenheira ambiental e fundadora do Ecograna, apresentou a startup que revoluciona a reciclagem no DF. A iniciativa, que começou com trabalho voluntário, hoje opera por meio de microfranquias e oferece pagamento imediato via Pix pela entrega de resíduos recicláveis. “Transformamos a reciclagem em oportunidade de negócio e conscientização”, afirmou. O painel do Distrito Federal na COP30 consolida a capital como referência em políticas ambientais integradas. As experiências apresentadas demonstram que gestão territorial eficiente, conservação da biodiversidade, saúde pública comprometida com o meio ambiente e economia circular não são apenas conceitos, mas realidades em construção no coração do Brasil. A participação da Sema na maior conferência climática do mundo reafirma o compromisso do Distrito Federal com a agenda ambiental global e posiciona o território como protagonista na busca por soluções inovadoras para os desafios climáticos. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
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Grupo diplomático internacional faz doação a serviço de voluntários do Hospital de Base
Quando há vontade de ajudar e de fazer o bem, a barreira linguística não é impedimento para a solidariedade. Nesta terça-feira (11), integrantes do Grupo dos Cônjuges dos Chefes de Missão (GCCM) estiveram no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) para doar itens de higiene pessoal ao Serviço Auxiliar de Voluntários (SAV). O grupo é formado por esposas de embaixadores e representantes diplomáticos de diversos países, como Ruanda, Gabão, Hungria, Índia e China. Fundado em Brasília, o GCCM é uma associação sem fins lucrativos que realiza eventos beneficentes, como o tradicional Bazar Internacional de Comida e Cultura. Os valores arrecadados são destinados a projetos sociais e instituições de caridade do Distrito Federal. Os produtos doados ao Hospital de Base foram reunidos ao longo de viagens internacionais realizadas pelas embaixatrizes e incluem xampus, condicionadores, sabonetes, escovas e pastas de dentes, entre outros. Grupo é formado por esposas de embaixadores e representantes diplomáticos de diversos países, como Ruanda, Gabão, Hungria, Índia e China | Fotos: Divulgação/IgesDF A esposa do encarregado de negócios de Singapura, Yumi Ng, destacou que o trabalho voluntário faz parte da identidade do GCCM e que o objetivo é sempre contribuir com a comunidade local. “Como cônjuges de embaixadores, temos muitos privilégios, e o intuito é usar essa condição para ajudar quem precisa”, afirma. A representante do SAV, Marleide Costa, ressaltou que toda ajuda é bem-vinda. Além de distribuir produtos de higiene pessoal a pacientes carentes, o voluntariado realiza um bazar permanente para arrecadar recursos destinados à compra de cadeiras de banho, cadeiras de rodas, muletas e andadores. “Recebemos doações de roupas, calçados, utensílios domésticos e brinquedos. Tudo é vendido no bazar e revertido em benefício dos pacientes”, explica. Depois de conhecer o bazar, as embaixatrizes visitaram a enfermaria de neurologia do HBDF para acompanhar o trabalho desenvolvido pelos voluntários junto aos pacientes internados. Serviço Auxiliar de Voluntários Criado em 1965 para atender à pediatria do então Hospital Distrital de Brasília, atual Hospital de Base, o SAV é a associação voluntária mais antiga em atividade dentro da unidade. A iniciativa nasceu da visão de Oscar Mendes Moren e do empenho de diversas voluntárias. Em 1981, foi oficialmente registrada como Entidade de Prestação de Serviços sem fins lucrativos, ampliando suas ações para todo o hospital. Embaixatrizes visitaram a enfermaria de neurologia do HBDF para acompanhar o trabalho desenvolvido pelos voluntários junto aos pacientes internados. Além da arrecadação e compra de insumos, o grupo também promove atividades terapêuticas, como oficinas de reiki, projetos musicais e apoio emocional aos pacientes. “Chamamos esse trabalho de ‘apoio ao leito’, e ele é fundamental. Vamos de leito em leito para conversar, oferecer suporte emocional e acolher”, conta Marleide Costa, voluntária há dez anos. As doações são essenciais para a continuidade das atividades do SAV, que atualmente conta com 25 voluntários ativos. O GCCM manifestou o desejo de seguir colaborando com o grupo. “É um trabalho muito bonito. O hospital é grande e tem muitas necessidades — todos podem contribuir de alguma forma”, completa Yumi. Com a nova parceria, o SAV fortalece uma corrente de solidariedade que ultrapassa fronteiras. Quem quiser participar pode procurar o escritório do grupo no Hospital de Base, de segunda a sexta-feira, no turno da tarde ou se cadastrar pelo site do SAV. *Com informações do IgesDF
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