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Hospital da Região Leste é o primeiro a receber anestesistas do programa OperaDF

A espera por cirurgias, em hospitais da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) começou a ser reduzida com o programa OperaDF. O Hospital da Região Leste (HRL), no Paranoá, foi o primeiro a receber anestesistas contratados pelo programa. O foco é agilizar a realização de cirurgias e diminuir o tempo de espera. “Esperamos atender com mais agilidade os casos de cirurgias eletivas ortopédicas e de coluna já autorizadas”, Alessandra Hilbert, diretora do HRL O quadro de anestesistas na unidade foi reforçado, permitindo ampliar as atividades no centro cirúrgico. Já na primeira semana, houve dez turnos de procedimentos a mais: enquanto anestesistas servidores da SES-DF atendiam casos urgentes, os contratados atuavam nas cirurgias eletivas. “Esperamos atender com mais agilidade os casos de cirurgias eletivas ortopédicas e de coluna já autorizadas”, afirma a diretora do HRL, Alessandra Hilbert. A medida já fez diferença para a auxiliar de serviços Natália Ferreira, 39 anos. Com uma fratura no braço, ela estava aguardando o procedimento cirúrgico, desmarcado por falta de anestesistas. “É muito ruim ficar internada em um hospital. Agora vou para casa, é uma grande alegria”, comemora.  Procedimentos de alta complexidade Natália Ferreira da Silva comemora a alta hospitalar, após passar por cirurgia ortopédica no HRL | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF A diretora do HRL explica que o objetivo é atender à demanda de procedimentos de grande porte. “Na maioria dos hospitais, em um único turno de sala cirúrgica, é possível realizar de duas a três cirurgias. Mas aqui no HRL somos referência de ortopedia, que inclui operações complexas, como a de coluna, por exemplo, que pode chegar a dez horas”, detalha.  O HRL conta com cirurgiões qualificados e equipamentos de última geração, como microscópios, carrinhos de anestesia e radioscopia. “Temos tudo o que há de melhor no centro cirúrgico para receber esses pacientes”, assegura a diretora.  Além de beneficiar os usuários, a expectativa é levar melhorias a todos os setores do hospital. Segundo Hilbert, um dos impactos será liberar leitos ocupados por pacientes aguardando cirurgias. “Hoje, para casos não urgentes, estamos atendendo com três, quatro dias de espera, principalmente por conta dos exames preparatórios.” Anestesistas A Secretaria de Saúde contratou 5,4 mil horas de plantões de anestesistas; HRL foi o primeiro hospital beneficiado [LEIA_TAMBEM]O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, lembra que a contratação de anestesistas tem sido cada vez mais difícil na rede pública. “Anestesia é uma área de difícil provimento. Fazemos o concurso, mas não há interessados. Com a contratação do serviço de profissionais da rede complementar, pretendemos preencher em parte essa lacuna e melhorar o atendimento oferecido à nossa população”, explica. São 5,4 mil horas de plantões de anestesistas à disposição da SES-DF por meio do programa OperaDF. Além do HRL, os hospitais regionais da Asa Norte (Hran), de Ceilândia (HRC), de Planaltina (HRPl), de Taguatinga (HRT) e o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) receberão o reforço.  *Com informações da Secretaria de Saúde do DF  

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Artesãs do Projeto Cerrado Feminino participam do 20º Salão do Artesanato no Parque da Cidade

A Secretaria da Mulher (SMDF) estará presente no 20º Salão do Artesanato — Raízes Brasileiras, no Pavilhão do Parque da Cidade, de 5 a 9 deste mês, de quarta a sexta, das 16h às 22h, e sábado e domingo, das 11h às 22h. A entrada é gratuita e no estande haverá distribuição de material informativo e venda de produtos artesanais como biojoias, bolsas, bonecas, bordados, costura criativa, crochê casa e decoração, e crochê moda. As 40 empreendedoras convidadas pela SMDF, que fazem parte do Projeto Cerrado Feminino da SMDF, terão a oportunidade de vender o artesanato produzido, gerar renda e ampliar a rede de clientes. O evento conta com a parceria do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do apoio da Secretaria de Turismo (Setur) e traz oficinas, shows, gastronomia e representantes de diversos estados, destacando a cultura do Distrito Federal. Segundo a vice-governadora do DF, Celina Leão, Brasília se transformará em um verdadeiro palco da arte popular. “O evento celebra a diversidade cultural do país, reunindo artesãos em um espaço que contém tradição, criatividade e identidade nacional. O nosso foco é promover o reconhecimento, a valorização e a autonomia das profissionais”, reforça. “O evento celebra a diversidade cultural do país, reunindo artesãos em um espaço que contém tradição, criatividade e identidade nacional. O nosso foco é promover o reconhecimento, a valorização e a autonomia das profissionais” Vice-governadora Celina Leão A programação completa do evento inclui oficinas de artesanato e gastronomia, apresentações musicais, praça de alimentação, brinquedoteca e áreas de descanso. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, o estande da SMDF contribui para estimular o empreendedorismo e o cooperativismo feminino. “O Salão do Artesanato é um espaço para valorizar o talento e a identidade cultural das mulheres, mas também para oferecer capacitação e acesso a mercados. Para muitas mulheres, o artesanato é a principal fonte de renda e a garantia do sustento da família”, diz.  A artesã e manualista Lilian Lacerda, interlocutora da loja colaborativa Cerrado Feminino, trabalha na área da costura criativa e será uma das participantes. “Para mim e muitas mulheres, o artesanato é uma segunda renda que completa o orçamento familiar, mas para outras profissionais, é o único meio de levar o sustento à sua casa. Abrir as oportunidades em grandes feiras, como o Salão do Artesanato e a loja colaborativa, são grandes oportunidades de levar mais visibilidade e poder de venda”, celebra.  Projeto Cerrado Feminino Iniciativa da Secretaria da Mulher, em parceria com Instituto BRB e Sebrae-DF, tem espaço dedicado ao empreendedorismo feminino na Torre de TV. A programação completa do evento inclui oficinas de artesanato e gastronomia, apresentações musicais, praça de alimentação, brinquedoteca e áreas de descanso | Foto: Vinicius de Melo A Loja Colaborativa Cerrado Feminino funciona aos sábados e domingos, das 9h às 17h, nos boxes 95 e 96 do bloco C, da Torre de TV. O espaço oferece visibilidade e oportunidade a mulheres artesãs e manualistas do Distrito Federal em situação de vulnerabilidade. As participantes são selecionadas por chamamento público da SMDF, com curadoria do Sebrae-DF. A cada trimestre, grupos de 20 mulheres se revezam no atendimento ao público. *Com informações da Secretaria da Mulher

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Saiba como solicitar manutenção de Pontos de Encontro Comunitário e parquinhos

A população do Distrito Federal pode solicitar serviços de manutenção em equipamentos públicos de ginástica dos pontos de Encontro Comunitário (PECs) e parquinhos por meio do Portal Cidadão do Governo do Distrito Federal (GDF). As demandas são analisadas pela Divisão de Equipamentos Públicos da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), responsável por vistoriar o local, avaliar o estado dos equipamentos e definir se a manutenção será realizada, substituída ou, em alguns casos, negada por falta de condições técnicas ou de projeto. Atualmente, o DF conta com mais de mil PECs instaladas em diversas regiões administrativas. A companhia realiza, em média, 20 a 30 manutenções por mês, com custos que variam entre R$ 10 mil e R$ 20 mil por intervenção, valores estes que incluem mão de obra, transporte, pintura e substituição de peças. Parte desses serviços é custeada com recursos internos, mas a maior parte é executada por meio de emendas parlamentares, destinadas por deputados distritais. Como funciona De acordo com o chefe da Divisão de Equipamentos Públicos da Novacap, Ramon Castro, o cidadão pode acionar o serviço de duas formas. “As solicitações chegam até nós pela administração regional ou por meio do Portal Cidadão, Além disso, atuamos após vistorias periódicas das nossas próprias equipes. Em todos os casos, realizamos uma avaliação técnica para verificar a viabilidade da manutenção”, explica. Atualmente, o DF conta com mais de mil PECs instaladas em diversas regiões administrativas | Foto: Kiko Paz/Novacap Após a solicitação, técnicos da Novacap fazem uma vistoria no local para identificar o tipo de intervenção necessária. Dependendo da situação, o equipamento pode ser recuperado ou substituído por um novo. “Quando a maior parte dos aparelhos de um PEC está danificada, por exemplo, realizamos a troca completa, instalamos um conjunto novo e recuperamos o antigo para ser reaproveitado em outro ponto projeto”, detalha Ramon. Além dos PECs, a Novacap também é responsável pela manutenção dos parquinhos públicos, que atualmente passam por um processo de reforma com um novo contrato estimado em R$ 9 milhões. As equipes contam com o apoio de reeducandos do sistema prisional, que participam da confecção e recuperação dos equipamentos nas oficinas da companhia, um projeto que une reinserção social e benefício coletivo. Entre as ações mais recentes, a Diretoria das Cidades da Novacap entregou novos conjuntos de equipamentos na Candangolândia e na Fercal. “As manutenções e instalações de PECs e parquinhos fazem parte de um trabalho contínuo da Novacap para garantir espaços públicos de lazer e atividade física seguros e acessíveis para toda a população do DF”, reforça o diretor das Cidades, Raimundo de Oliveira Silva. *Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)

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Primeira Medalha Mérito Social do GDF premia cidadãos pelo trabalho em prol da população em vulnerabilidade

Esta terça-feira (4) foi marcada pela entrega da primeira edição da Medalha Mérito Social do Governo do Distrito Federal (GDF). A honraria, criada em 2023 pelo Decreto nº 45.073, reconhece cidadãos e instituições que se destacaram na execução e no apoio às políticas públicas de desenvolvimento social no DF. Ao todo, 100 nomes foram agraciados na cerimônia, que ocorreu na Sala Martins Pena do Teatro Nacional. A primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, recebeu uma medalha pela atuação na assistência social do GDF, especialmente após a pandemia, recordando o início da atuação à frente da Secretaria de Desenvolvimento Social (até 2022) e os desafios enfrentados no período, além de pontuar os programas do GDF que ganharam aprovações internacionais. Mayara Noronha Rocha: "Nos tornamos referência mundial na política de assistência social" | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Desta vez estamos finalizando 2025 não só com uma retrospectiva do ano, mas do que vem acontecendo no DF nos últimos anos. Nos tornamos referência mundial na política de assistência social. Nosso cartão Prato Cheio, as casas de acolhimento e os restaurantes comunitários viraram um sucesso e já são uma realidade em outros estados brasileiros. Foram iniciativas acompanhadas até por embaixadas. Hoje, já existe um orgulho em torno delas. E nosso lema é: sem continuidade não há desenvolvimento ou prosperidade. Essa é a primeira edição que contempla um reconhecimento específico para aqueles que trabalham na linha de frente da assistência social”, afirmou. Mayara ressaltou, ainda, o reconhecimento ao trabalho das equipes e de entidades que atuam no atendimento à população vulnerável. “Meu reconhecimento e agradecimento é para cada um de vocês, para que sigam firmes nessa missão de cuidar de pessoas vulneráveis, como idosos, crianças e jovens que cada vez mais gritam para a sociedade essa necessidade de um olhar mais atencioso e direcionado. Quando você se sente minúsculo, mas olha para o lado e vê todos esses órgãos se juntando em uma missão para cuidar de quem mais precisa, com certeza o resultado aparece”, completou. A secretária de Desenvolvimento Social do DF, Ana Paula Marra, reforçou o simbolismo da homenagem para o setor. “A medalha mérito social GDF surgiu dessa vontade de reconhecimento dos principais atores que atuam na área social do governo. Eu sempre digo que esse GDF é de obras, mas que a maior obra desse GDF é a social. Explicar sobre a assistência social para quem não precisa dela é um grande desafio e a gente sabe disso muito bem, porque nós estamos nessa luta juntos”, declarou. Segundo a gestora, a seleção dos homenageados buscou representar diferentes frentes de atuação: “Há servidores aposentados com mais de 40 anos de assistência social, representação dos novos servidores que foram nomeados por este governo e também entidades sociais. Dessa forma, a gente consegue não só motivá-los, mas também entregar um símbolo para que eles tenham lá na sala deles o reconhecimento dessa gestão pelo trabalho de anos que eles têm feito para a nossa sociedade”. Orgulho e reconhecimento A cerimônia marcou a institucionalização da homenagem, que deve ocorrer anualmente para reconhecer iniciativas e trajetórias ligadas ao Sistema Único de Assistência Social no Distrito Federal (Suas), gerido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Daniele Nunes Menezes: "A gente não consegue mensurar o impacto que o nosso trabalho causa na vida do outro, então em eventos como esse percebemos que isso tem valor e que está sendo reconhecido" Entre os homenageados estava a educadora social Daniele Nunes Menezes, que há 16 anos atua no Centro de Convivência (Cecon) em Brazlândia e mantém um projeto de clube do livro para idosos, que transforma obras escritas em audiobooks e radionovelas para a comunidade, que muitas vezes conta com idosos que não são alfabetizados ou já tem dificuldades visuais.  “Para mim é gratificante receber essa medalha. A gente não consegue mensurar o impacto que o nosso trabalho causa na vida do outro, então em eventos como esse percebemos que isso tem valor e que está sendo reconhecido. Além disso, conseguimos divulgar ainda mais esse trabalho fantástico”, ressaltou. Rogério Barba: "Trabalhar com a população em situação de rua não é fácil e as pessoas desanimam muito porque querem resultado imediato e é um trabalho de formiguinha" [LEIA_TAMBEM]O presidente do Instituto Barba na Rua, Rogério Soares de Araújo — conhecido como Rogério Barba — também recebeu a medalha. Após viver 25 anos nas ruas, ele atua há nove anos na reinserção social de pessoas em situação de rua. “Essa medalha vem para coroar o trabalho que a gente vem fazendo. Trabalhar com a população em situação de rua não é fácil e as pessoas desanimam muito porque querem resultado imediato e é um trabalho de formiguinha. Mas, assim como alguém acreditou em mim um dia, a gente acredita no nosso trabalho”, acentuou. Outra homenageada foi Daise Moisés, 73 anos, fundadora da Casa Azul, instituição com 36 anos de atuação no atendimento a crianças, adolescentes e mulheres em situação de vulnerabilidade. “A política de assistência social visa a transformação das vidas, para que as pessoas possam reescrever suas histórias. E, se hoje nós queremos um mundo melhor, o caminho é a assistência social”, observou.

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