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Raimundo Ribeiro é reconduzido à presidência da Adasa
O governador Ibaneis Rocha reconduziu, nesta quinta-feira (30), Raimundo Ribeiro ao cargo de diretor-presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa). O novo mandato, com duração de cinco anos, começa em 5 de novembro. Raimundo Ribeiro: “Aqui é o berço das águas, onde nascem as grandes bacias que abastecem o continente. A Adasa vai acompanhando, regulando e fiscalizando, porque essa é a nossa obrigação” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília “Essa recondução garante a continuidade de projetos estratégicos e a manutenção da excelência nos serviços prestados à população” Governador Ibaneis Rocha Indicado pelo chefe do Executivo ao cargo, Ribeiro foi aprovado por unanimidade após sabatina na Comissão de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Turismo e no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). “O Raimundo Ribeiro tem conduzido a Adasa com competência, fortalecendo a regulação e fiscalização dos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem urbana e gestão responsável dos recursos hídricos do DF”, ressaltou o governador. “Essa recondução garante a continuidade de projetos estratégicos e a manutenção da excelência nos serviços prestados à população”. No comando da Adasa desde novembro de 2020, Ribeiro ficou conhecido por desenvolver um trabalho voltado ao fortalecimento da regulação e fiscalização dos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário e drenagem urbana, além da gestão responsável dos recursos hídricos do DF. Trabalho de excelência “Fizemos um concurso para qualificar ainda mais o corpo técnico da Adasa”, explicou o gestor. “Estamos com o projeto do Mina — o Memorial Internacional da Água — e temos o compromisso de que a população não precise passar por situações como o racionamento de 2017. O povo do Distrito Federal não merece isso. Aqui é o berço das águas, onde nascem as grandes bacias que abastecem o continente. Já planejamos ações preventivas para 2030 e 2040, para evitar problemas futuros. E não é só questão de água. Temos a questão de resíduos sólidos e drenagem, que está em constante revisão. A Adasa vai acompanhando, regulando e fiscalizando, porque essa é a nossa obrigação. Servir ao povo do Distrito Federal com excelência não é favor, é obrigação”. [LEIA_TAMBEM]Advogado da União entre 1993 e 2012, Ribeiro exerceu funções como delegado do Patrimônio da União no DF (1999–2000), professor de Legislação Tributária e Direito Administrativo (1989–2006), deputado distrital (2007–2010 e 2015–2018) e secretário de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (2007–2008). “Vejo essa recondução como um desafio para dar continuidade a esse trabalho”, declarou. “Não é fácil manter o nível de excelência que a Adasa alcançou, mas esse é o grande desafio que vamos enfrentar”. A Adasa A Adasa é a agência responsável por regular e fiscalizar os serviços públicos de abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem urbana e manejo de resíduos sólidos no Distrito Federal, além de gerir o uso dos recursos hídricos. Criada em 2004 pela Lei nº 3.365, a autarquia atua de forma técnica e autônoma para garantir qualidade, sustentabilidade e equilíbrio econômico-financeiro na prestação desses serviços essenciais à população.
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GDF inaugura EC 425 de Samambaia reconstruída
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A um mês da reinauguração, governador Ibaneis Rocha visita obra do Autódromo de Brasília
Após 11 anos fechado, o Autódromo Internacional de Brasília se prepara para o retorno do som e da emoção do ronco dos motores, do canto dos pneus e do eco das curvas da maior pista de automobilismo em extensão do Brasil. Um mês antes da reinauguração, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, foi conferir de perto o estágio final das obras. A reabertura oficial, marcada para o dia 30 de novembro, contará com uma etapa nacional da Stock Car, celebrando a volta definitiva do espaço ao calendário esportivo e cultural do país. A reforma, encabeçada pelo Governo do Distrito Federal (GDF), garante a modernização da infraestrutura e recoloca a capital federal no circuito de competições automobilísticas, devolvendo à cidade mais um complexo esportivo, turístico e de lazer. O investimento na primeira etapa é de cerca de R$ 60 milhões, com previsão de R$ 100 milhões, ao todo. Ibaneis Rocha: "Nós queremos trazer empreendimentos automobilísticos, algumas concessionárias de marcas, eventos de apresentação de veículos e manter a cidade também movimentada com o automobilismo, a motovelocidade e várias modalidades, todos os finais de semana a partir de 2026" | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Durante a visita, Ibaneis Rocha lembrou dos desafios do GDF para conseguir dar início às obras em um espaço bastante deteriorado. “Temos que ressaltar que nós tentamos iniciar essa obra em 2022. Tivemos muitos problemas na questão do asfalto. A licitação também ficou parada por um período no Tribunal de Contas. Graças a Deus conseguimos ultrapassar esses entraves burocráticos e a empresa começou as obras aqui”, recordou. O chefe do Executivo também destacou a importância da reabertura do autódromo para a cidade, tanto como espaço gerador de emprego e renda, quanto local de lazer e pertencimento da comunidade. “Hoje todo o percurso que foi feito coloca a pista de Brasília como uma das melhores do Brasil. A gente quer transformar isso aqui num grande espaço para a população do Distrito Federal, tanto para fazer caminhada, quanto para andar de bicicleta. Nós queremos trazer para cá também empreendimentos automobilísticos, algumas concessionárias de marcas, trazer eventos de apresentação de veículos e manter a cidade também movimentada com o automobilismo, a motovelocidade e várias modalidades, todos os finais de semana a partir de 2026”, completou Ibaneis Rocha. A reestruturação do autódromo foi planejada em três fases. A primeira, em fase de conclusão, consiste na entrega da pista reformada, que habilita o espaço para receber corridas oficiais e ficar aberto ao público para atividades esportivas, como caminhadas e passeios de bicicleta. A segunda etapa, prevista para abril de 2026, contemplará a entrega definitiva dos boxes, do kartódromo e do centro médico — inicialmente, as corridas contarão com uma estrutura temporária de boxes. Já a terceira fase inclui a instalação de novos empreendimentos dentro do complexo, como lojas de carros e equipamentos esportivos, áreas de eventos e um Museu do Automobilismo, consolidando o espaço como polo permanente de esporte e entretenimento. "As regras de segurança mudam muito ao longo do tempo. Então, a gente procurou preservar o traçado original, que era um pedido antigo dos pilotos e da população, e criar variações, por exemplo, para a MotoGP e o Anel Externo" Paulo Henrique Costa, presidente do BRB “Trabalhamos muito nessa primeira etapa e, para a gente, a mais importante de todas, que foi para qualificar a pista para que a gente pudesse voltar a ter corridas. As regras de segurança mudam muito ao longo do tempo. Então, a gente procurou preservar o traçado original, que era um pedido antigo dos pilotos e da população, e criar variações, por exemplo, para a MotoGP e o Anel Externo. A gente está falando hoje de três traçados que podem ser organizados em seis formas diferentes de correr, aptos a receber qualquer tipo de corrida nacional ou internacional, do que a gente chama de grade, até nível 2”, revelou o presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa. Reforma estrutural Esta é a primeira grande reforma estrutural do autódromo desde sua inauguração, em 1974. O projeto inclui a modernização do traçado — mantendo a característica original e permitindo corridas de diferentes categorias — e a substituição completa do pavimento por um asfalto idêntico ao de Interlagos, com camada de 20 centímetros, durabilidade estimada em 20 anos e tecnologia que evita o acúmulo de água nas linhas de drenagem, garantindo mais aderência e segurança. Com a reforma, o autódromo ganhou um asfalto idêntico ao de Interlagos, com camada de 20 centímetros, durabilidade estimada em 20 anos e tecnologia que evita o acúmulo de água nas linhas de drenagem | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Também foi feita a inclusão de 13 áreas de escape e mais de 10 mil metros de guard rails, além de espaços para arquibancadas temporárias, que permitirão a presença de até 100 mil pessoas, e toda a terraplanagem e drenagem do espaço. Inaugurado em 1974, o Autódromo de Brasília foi pioneiro desde a construção pelo tamanho da pista — são 5.384 metros de extensão, 16 curvas, seis traçados, duas variantes e duas entradas de boxes. A infraestrutura completa do complexo soma 15.592 m². Evento de reabertura [LEIA_TAMBEM]A reabertura oficial do espaço está marcada para 30 de novembro, com a penúltima etapa da Stock Car 2025, que deve atrair cerca de 50 mil pessoas. A programação começa na quinta-feira (27), quando carros da Stock Car desfilarão pelas ruas da capital. Na sexta-feira (28), estudantes da rede pública de ensino serão os primeiros a visitar o autódromo. No sábado (29), ocorrem os treinos oficiais e a corrida sprint, uma disputa curta que soma pontos extras para o campeonato. “São quase 12 anos que o autódromo não funcionava e, agora, a gente devolve isso para a sociedade, para a população do Distrito Federal. Nós faremos um evento apresentando os veículos na cidade. Teremos três dias aqui no autódromo, sendo um dia de corrida. E vamos fechar com aquilo que também está na memória do brasiliense, que é a Micarecandanga. Nós vamos fazer um grande show para a população. Os ingressos serão distribuídos de forma gratuita para toda a população do DF que queira acessar aqui”, reforçou o governador Ibaneis Rocha. Além dos ingressos gratuitos, o governador também anunciou a extensão do programa Vai de Graça, que isenta o pagamento da tarifa do transporte público aos domingos e feriados, para o sábado, dia 29. O objetivo é permitir o acesso fácil da população ao evento comemorativo de reinauguração do autódromo. Mesmo antes da reabertura, o espaço já desperta grande interesse: das 52 semanas do ano, 28 já têm solicitações de uso do autódromo para eventos e competições. “Brasília tem um vínculo enorme com o automobilismo. A gente já tinha recebido 28 pedidos de data. Nas duas semanas posteriores a essa primeira corrida, já tem quatro pedidos de data, com eventos, inclusive, durante a semana e no final de semana. Então, todo mundo aguardava ansiosamente esses 12 anos que o autódromo ficou fechado. A gente espera que isso seja não só um local de geração de emprego e renda, fixação de Brasília como cidade de referência e diversão das nossas pessoas, mas que também vire uma fonte de emprego em torno do automobilismo. Esperamos que isso gere uma energia, um engajamento e um vínculo da cidade cada vez maior”, complementou o presidente do BRB.
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