Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

✋🏼👩🏽‍🦱👩🏼GDF promove encontro com lideranças religiosas para fortalecer ações de enfrentamento à violência contra a mulher

Ler mais...

Thumbnail

Primeira-dama do DF inaugura ambientes lúdicos dedicados ao acolhimento de crianças em UPAs

Brincar enquanto espera atendimento médico já é realidade para centenas de crianças nas unidades de pronto atendimento (UPAs) de Sobradinho, São Sebastião, Recanto das Emas e Ceilândia. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) inaugurou, nesta quarta-feira (29), os novos Espaços Humanizar Kids, ambientes lúdicos e terapêuticos criados para tornar o atendimento infantil mais acolhedor. A primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, madrinha do Humanizar, participou da inauguração do espaço na UPA de Sobradinho. “Todos nós sabemos o quanto a espera é desafiadora, principalmente para as crianças. Por isso, estamos trazendo ambientes cada vez mais humanizados. Brincadeira de criança é coisa séria. Às vezes, essa pode ser a única oportunidade que ela tem de brincar. Transformar esse momento em algo positivo é cuidar da saúde emocional também”, apontou. “Ontem entregamos a primeira sala do Centro-Oeste adaptada para crianças do espectro autista, no Hospital de Santa Maria. Ver o IgesDF avançando com sensibilidade e estrutura é motivo de orgulho. Humanizar é mais do que um programa, é uma política de amor e respeito às pessoas”. Mayara Noronha Rocha, primeira-dama do DF: "Todos nós sabemos o quanto a espera é desafiadora, principalmente para as crianças. Transformar esse momento em algo positivo é cuidar da saúde emocional também" | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Com paredes coloridas, brinquedos inclusivos, livros e painéis interativos, o Espaço Humanizar Kids foi projetado para reduzir o estresse e a ansiedade de crianças e responsáveis durante a espera. O local também ajuda as equipes de saúde a estabelecer vínculos de confiança com os pequenos pacientes. “Esses espaços são mais do que brinquedotecas — são uma extensão do cuidado”, destacou o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, durante a cerimônia de inauguração na UPA de Sobradinho. Segundo ele, o objetivo é fazer com que a criança se sinta segura e acolhida, e que o atendimento médico não seja lembrado como um momento de medo, mas de cuidado. [LEIA_TAMBEM]A iniciativa integra o programa Humanizar, do IgesDF, inspirado na Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde. O objetivo é fortalecer o bem-estar emocional e o respeito à experiência de cada paciente dentro das unidades. Criado em 2019, o programa busca transformar o ambiente hospitalar em um espaço de acolhimento, respeito e empatia. Presente no Hospital de Base, Hospital Regional de Santa Maria, Hospital Cidade do Sol e nas 13 UPAs, o Humanizar desenvolve ações voltadas à escuta ativa, ao cuidado integral e à promoção da saúde emocional de pacientes e colaboradores. Durante a inauguração, crianças que aguardavam atendimento participaram das brincadeiras e receberam brinquedos arrecadados em campanha interna do Instituto. A ação envolveu colaboradores de várias áreas e emocionou mães e acompanhantes. A operadora de caixa Laís Lira, mãe dos gêmeos Mateu e Heitor, de 2 anos, elogiou a iniciativa. “Vai ajudar bastante, porque a gente vem com as crianças e elas acabam ficando agitadas. Ter um espaço assim é ótimo, porque o ambiente hospitalar é estressante para uma criança. Meus filhos estão brincando e se distraindo, e isso deixa tudo mais tranquilo também para quem está esperando o atendimento.” Laís Lira, mãe dos gêmeos Mateu e Heitor: "Ter um espaço assim é ótimo, porque o ambiente hospitalar é estressante para uma criança. Meus filhos estão brincando e se distraindo, e isso deixa tudo mais tranquilo" A pequena Ísis Oliveira, de 3 anos, também aprovou o novo espaço: “Eu achei muito legal! O que eu mais gostei foi da boneca”, contou, abraçando o brinquedo. O primeiro Espaço Humanizar Kids foi inaugurado há dois anos na UPA de Ceilândia I, que agora passa por revitalização e inspirou a expansão do projeto para outras unidades com atendimento pediátrico. Neste mês dedicado às crianças, o IgesDF entregou os novos espaços em parceria com empresas e instituições apoiadoras, que contribuíram com materiais, pintura, mobiliário e decoração infantil. Patrocinadores: · UPA Recanto das Emas: Lions Clube · UPA São Sebastião: Caroline Chiodi Dal Col · UPA Ceilândia I: Engesoftware · UPA Sobradinho: Capital Moto Week e SDB Instituto *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

Ler mais...

Thumbnail

Projeto Arte que Transforma renova quadra esportiva e mais de cem fachadas de casas no Sol Nascente

O Sol Nascente está prestes a ganhar uma nova cara — e um novo orgulho. O projeto Arte que Transforma, realizado pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) em parceria com o Instituto Coral Tintas, entra em sua fase final e será entregue à comunidade no próximo dia 8 de novembro, às 9h. A segunda etapa do projeto foi lançada nesta quarta-feira (29), marcando o início da pintura de calçadas, portões e fachadas de cem casas na rua que dá acesso à quadra esportiva do Trecho 3 — também reformada pelo projeto e que será inaugurada junto com as fachadas. O trabalho começou no início do mês, com a pintura da quadra, e já transformou completamente a paisagem da região. São mais de 5 mil litros de tinta e uma paleta vibrante de cores — azul, verde, laranja, rosa, amarelo, areia e palha — que estão levando vida, identidade e autoestima aos moradores. Marcela Passamani: "O Arte que Transforma mostra que cuidar do lugar onde vivemos é também um ato de amor e pertencimento. No próximo sábado, vamos celebrar muito mais do que muros coloridos — vamos celebrar vidas transformadas pela cor, pela arte e pela solidariedade” | Fotos: Divulgação/Sejus A comerciante Adriana Queiroz, moradora do Trecho 3, é uma das beneficiadas pela iniciativa e não esconde a expectativa. “Estamos muito felizes e ansiosos para ver tudo pronto. Além de deixar nossa rua mais bonita, esse projeto vai atrair mais pessoas para cá, o que ajuda o comércio e dá mais movimento para a comunidade”, contou. Mais do que uma ação estética, o Arte que Transforma promove formação e inclusão social. Moradores do Sol Nascente estão sendo capacitados em pintura imobiliária por meio de oficinas práticas conduzidas pelo artista Gilmar Satão, que destaca o impacto coletivo da iniciativa. “A arte tem um poder enorme de ressignificar espaços e pessoas. Quando os próprios moradores participam desse processo, a transformação é ainda mais profunda”, afirmou. Quadra esportiva recebeu nova pintura em uma das ações do projeto A escolha do Sol Nascente para receber o projeto foi feita pela Sejus-DF, que desenvolve diversas ações sociais e comunitárias na região. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o Arte que Transforma é um exemplo de cidadania ativa e de como a união entre governo, iniciativa privada e comunidade pode gerar resultados concretos. “O Arte que Transforma mostra que cuidar do lugar onde vivemos é também um ato de amor e pertencimento. No próximo sábado, vamos celebrar muito mais do que muros coloridos — vamos celebrar vidas transformadas pela cor, pela arte e pela solidariedade”, destacou a secretária.   *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Alunos de Ceilândia criam monumentos para Brasília em oficina no Museu Nacional

Responder a uma pergunta com lápis, giz de cera e muita criatividade: “Qual seria o monumento da minha cidade?”. Essa foi a proposta feita pela artista visual Júlia dos Santos Baptista a 20 alunos do 4º ano da Escola Classe (EC) 01 de Ceilândia, durante uma oficina no Museu Nacional da República (MUN), nesta quarta-feira (29). “Esse projeto já acontece há mais de 25 anos em escolas das periferias de Brasília. Este ano, pela primeira vez, os trabalhos criados pelos alunos estão expostos aqui, no Museu Nacional, ao lado dos meus. Nas edições passadas, as apresentações eram nas escolas. Agora, os alunos participam como artistas também”, comemora Júlia. Durante a tarde, as crianças mergulharam na própria imaginação enquanto desenhavam os monumentos que faltam na cidade. O resultado da oficina foram obras de arte que agora integram a mostra Brasília: mensagens monumentais. “A inspiração vem da minha própria infância. Nasci no Núcleo Bandeirante e cresci na Ceilândia. Na minha época de estudante, via os monumentos, mas não me sentia exatamente pertencente à cidade. Por isso, hoje, como artista visual e educadora, sinto a necessidade de que as crianças tenham a oportunidade de compreender o patrimônio arquitetônico do Brasil e entender que é importante preservá-lo para as próximas gerações”, explica a artista. Além dos estudantes da Escola Classe 01 de Ceilândia, a exposição também reúne trabalhos dos alunos da Escola Classe 114 Sul e do Centro de Ensino Fundamental 02 da Cidade Estrutural | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Para a vice-diretora da escola, Keila Araújo, a experiência é uma oportunidade de aproximar as crianças da periferia do universo da arte e da cultura. “Muitas delas não conhecem espaços como esse, não têm costume de ir a museus, de ver obras artísticas, porque a comunidade é socialmente vulnerável e o acesso à cultura é limitado. Essa oficina mostra que crianças da Ceilândia podem, sim, se tornar artistas, escritores, ou alcançar o que desejarem. É uma oportunidade de perceber que há espaço para elas no mundo”, afirma a vice-diretora. Além dos estudantes da Escola Classe (EC) 01 de Ceilândia, a exposição também reúne trabalhos dos alunos da Escola Classe (EC) 114 sul e do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 02 da Cidade Estrutural. No total, são 12 grandes painéis, criados em colaboração com a artista, que oferecem um olhar coletivo sobre a cidade. Crianças criativas Aryela Silva, de 9 anos, criou um monumento inspirado no movimento Stop Bullying. Segundo ela, a obra é uma estátua com o boneco de fantoche Flopito, simbolizando a importância de combater o preconceito. “Nas escolas tem muito bullying, principalmente com as pessoas que têm o cabelo cacheado e são mais morenas. O boneco do Flopito significa que tem que parar o bullying. A ideia é que a gente possa refletir mais antes de falar alguma coisa ou antes da gente julgar as pessoas”, descreve a estudante. Aryela Silva, de 9 anos, criou um monumento ressaltando a importância de combater o bullying Kaleb Ribeiro, de 9 anos, desenhou um monumento inspirado na conscientização sobre o autismo. Ele explica que o objetivo é promover a inclusão. “Eu quis fazer uma homenagem ao meu amigo. Desenhei o cordão dos autistas pra mostrar que todos podem participar das brincadeiras. Ele é meu vizinho e, às vezes, quando a gente está brincando querem tirar ele das brincadeiras”, relata o aluno. Kaleb Ribeiro fez um monumento inspirado na conscientização sobre o autismo Já Victor Lima, de 10 anos, fez uma releitura do Memorial JK. “O que mais chamou a minha atenção foi o monumento do Juscelino Kubitschek. Então, eu fiz o monumento das crianças. O meu desenho é parecido com o monumento do Juscelino, mas coloquei uma criança no topo”, disse o participante. Victor Lima desenhou uma releitura do Memorial JK A mostra pode ser visitada gratuitamente na galeria 3 do Museu Nacional da República, até o dia 23 de novembro.  

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador