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Semana termina com 586 vagas de emprego disponíveis nas agências do trabalhador; salários chegam a até R$ 5 mil

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 586 vagas de emprego disponíveis nesta sexta-feira (24). O maior salário é de R$ 5 mil, encontrado em cinco postos para gerente comercial na Zona Industrial do Guará. Para concorrer é preciso ter ensino médio completo. Também se destaca a remuneração de R$ 3.800, ofertada em 10 postos para vendedor porta a porta também na Zona Industrial do Guará. Para pessoas com deficiência (PcD), estão abertas 2 chances para empacotador, em Ceilândia Norte. O salário é de R$ 1.518 mais benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).  

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Motoristas são atuados em Operação Sossego em Planaltina

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou, na noite desta quarta-feira (22), mais uma edição da Operação Sossego, desta vez em Planaltina, na Avenida Renato Bocayuva, próximo à Igreja Sara Nossa Terra. A ação, realizada entre 21h30 e 0h, contou com o apoio do 14º Batalhão da Polícia Militar do DF (PMDF) e teve como objetivo coibir infrações de trânsito, combater a embriaguez ao volante, fiscalizar escapamentos irregulares e garantir mais tranquilidade e segurança viária à comunidade local. Durante a blitz, nove condutores foram flagrados dirigindo sob influência de álcool, sendo um deles autuado criminalmente, com índice de 0,64 mg/L de álcool por litro de ar alveolar. Outros três motoristas não possuíam habilitação, três estavam com a CNH vencida há mais de 30 dias, e um conduzia o veículo sem o uso do cinto de segurança. Fuga e prisão de foragido da Justiça Ao avistar o ponto de bloqueio, o condutor de um Ford/Ka prata tentou fugir em alta velocidade pela contramão. Durante a fuga, colidiu com um motociclista no Setor Arapoanga, mas continuou a tentativa de evasão até ser interceptado próximo à rotatória que liga a DF-345 à DF-230. A ação, realizada entre 21h30 e 0h, contou com o apoio do 14º Batalhão da Polícia Militar do DF (PMDF) | Foto: Paulo Jamir/SSP-DF O homem apresentava sinais de embriaguez, olhos avermelhados e fala desconexa, além de resistir à abordagem. O teste do etilômetro apontou 0,68 mg/L, com resultado considerado de 0,62 mg/L, configurando crime de trânsito. Após a identificação, foi constatado que o condutor possuía mandado de prisão em aberto e antecedentes por lesão corporal em contexto de violência doméstica, roubo e ameaça. Ele foi encaminhado à 16ª Delegacia de Polícia, enquanto o veículo foi removido ao Depósito DVA-1 do Detran-DF, por não haver outro condutor habilitado. O motociclista atingido recebeu atendimento do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) e foi levado ao Hospital Regional de Planaltina. Efetivo A operação contou com a participação de 16 agentes de trânsito, nove viaturas e três guinchos do Detran-DF, além de nove policiais militares, duas viaturas de quatro rodas e quatro motocicletas do 14º BPM. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)

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Voluntárias se reúnem no Hospital de Base e compartilham histórias de luta contra o câncer

“Eu tive câncer, mas ele nunca me teve”. Essas palavras são de Fátima Cardoso, carinhosamente conhecida como Fatinha, diagnosticada com a doença em 2018. No ano seguinte, ela virou voluntária na Rede Feminina de Combate ao Câncer, durante o tratamento oncológico. Quando, segundo ela, teve forças para continuar. “Naquele momento, eu estava assustada e com medo. Mas fui acolhida com tanto carinho que descobri dentro de mim uma força que eu nem sabia que existia. A Rede mudou o rumo da minha vida”. Fatinha é uma das 25 mulheres que, nessa quarta-feira (22), se reuniram no jardim do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), na Casa Rosa, sede da Rede Feminina. E o mês dedicado ao combate ao câncer de mama não poderia ser mais propício para a tarde que elas tiveram. Voluntárias que já foram pacientes, pacientes que se tornaram voluntárias e novas integrantes se uniram por um mesmo propósito: compartilhar histórias, dividir esperanças e celebrar a vida. O encontro foi idealizado pela coordenadora das tardes de quarta-feira, Cláudia Silveira, que quis retribuir o carinho das voluntárias que todos os dias acolhem com amor quem enfrenta o tratamento contra o câncer. “Eu pensei: por que não fazer uma tarde diferente? São essas mulheres que sempre acolhem. Então, hoje, quis que fossem acolhidas, que tivessem voz e pudessem dizer como se sentem. Esse é um momento de escuta, de amor e de gratidão. É o que chamo de loucura de amor”, relata. Voluntárias que já foram pacientes, pacientes que se tornaram voluntárias e novas integrantes se reuniram no jardim do Hospital de Base | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Voluntária há 15 anos, a coordenadora lembrou que, desde jovem, já se dedicava ao trabalho social em sua cidade natal. Ao mudar-se para Brasília, buscava um novo espaço para servir e, por morar perto do Base e ter uma tia que também era voluntária, conheceu a Rede Feminina. Sob uma tenda decorada com flores e laços cor-de-rosa, histórias de coragem e superação ecoaram pelo jardim. A ideia é que encontros como esse sejam realizados semanalmente, em dias alternados, para que todas as voluntárias possam ser agraciadas.[LEIA_TAMBEM] Histórias que inspiram Entre os depoimentos estava o de Mônica Custódio, 47 anos. Em 2019, ela descobriu um câncer de mama e, durante o tratamento, tornou-se voluntária da Rede Feminina. Hoje enfrenta um novo desafio, o câncer de útero, mas segue firme. “Minha família mesmo virou as costas para mim, mas aqui eu encontrei outra família. A Rede me acolheu, me buscou em casa, me deu força para continuar. Nós somos uma família. Aqui, a gente não se entrega. A gente luta de cabeça erguida e com sorriso no rosto”, compartilha. Um elo que transforma vidas A coordenadora da Rede Feminina, Larissa Bezerra, explicou que a iniciativa foi pensada para fortalecer os laços entre as voluntárias. “Esse encontro é uma forma de integrar quem está chegando e reacender o sentimento de pertencimento em quem já está há anos conosco. Muitas dessas mulheres passaram pelo câncer e hoje são exemplos de amor e empatia. O acolhimento é o coração da Rede, ele pulsa todos os dias nas doações, nos sorrisos e nas palavras de conforto”, destaca. Além das trocas de experiências, o encontro contou com a participação do cantor Lucas Alvez, da dupla Lucas Alvez & Guilherme. Voluntário da Rede desde fevereiro deste ano, ele encantou as participantes com canções que embalaram o clima de leveza e emoção. “Conheci a instituição quando acompanhava uma pessoa em tratamento. Vi o trabalho incrível que fazem aqui e quis fazer parte. Hoje, posso retribuir com o que sei fazer, cantar”, explica. O cantor Lucas Alvez fez a festa das participantes do encontro “Hoje fomos acolhidas. Hoje, quem sempre dá, recebeu. E saímos daqui ainda mais fortes, mais unidas e mais gratas pela vida”, resume Fatinha. Sobre a Rede Feminina de Combate ao Câncer Criada em 1984, a Rede Feminina de Combate ao Câncer do Hospital de Base é uma instituição parceira do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF) que atua diariamente no acolhimento de pacientes oncológicos e familiares. Mantida por voluntárias, a rede desenvolve cerca de 40 projetos sociais e conta com 150 integrantes ativas. O trabalho da instituição inclui a oferta de lanches diários para pacientes e acompanhantes, doação de perucas, próteses mamárias e kits de higiene, atividades de artesanato com pacientes, corte de cabelo e barba, inclusive para os acamados, e atendimento musical e cultural com voluntários. Com sede no Jardim do HBDF, a Rede simboliza empatia e solidariedade, oferecendo conforto, força e esperança a quem enfrenta o câncer no Distrito Federal.   *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Carretas de saúde ampliam assistência especializada no DF

A carreta itinerante da saúde chegou a Ceilândia nesta quinta-feira (23) e vai oferecer serviços como consultas e exames, ampliando a assistência na região. A estrutura, localizada em frente ao pronto-socorro do Hospital Regional da Ceilândia (HRC), permitirá o atendimento de pacientes encaminhados pelas unidades básicas de saúde (UBSs). A iniciativa é fruto de parceria entre a Secretaria de Saúde (SES-DF) e o Ministério da Saúde (MS). O atendimento será realizado de segunda a sexta-feira, de 8h às 17h, e aos sábados, das 8h às 14h. A ação terá como foco a saúde da mulher, em alusão à campanha de conscientização do câncer de mama: Outubro Rosa. Os serviços oferecem consultas ginecológicas e exames complementares, como mamografias e ultrassonografias. O secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, destacou que a ampliação da porta de acesso irá beneficiar principalmente as pacientes que investigam diagnósticos de câncer. “A partir do momento em que uma mamografia detecta um caso oncológico, esse paciente automaticamente já entra nessa fila e consegue ter um atendimento mais dinamizado. Esperamos trazer mais celeridade no diagnóstico e melhor atendimento à população”, afirmou. O atendimento será realizado de segunda a sexta-feira, de 8h às 17h, e aos sábados, das 8h às 14h | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF O consultório ginecológico das carretas conta com ambiente climatizado destinado à realização de atendimentos clínicos e procedimentos de diagnóstico. O espaço oferece sala de espera externa em tenda climatizada, com capacidade para 60 pessoas sentadas simultaneamente, além de bebedouro com fornecimento de água potável. As carretas têm, ainda, sala de pequenos procedimentos ambulatoriais, central de material esterilizado e sala de acolhimento e pré-exame.   Os pacientes contemplados são aqueles em fila de regulação do Distrito Federal, convocados conforme os critérios de gravidade e tempo de espera. A expectativa é de que sejam atendidas 60 pessoas por dia. A carreta vai atuar na região por 30 dias e, em seguida, partirá para outra região. Especialidades A estrutura e os profissionais responsáveis pelos atendimentos são do programa Agora tem Especialistas, do MS. De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a expectativa é que as carretas tratem de outras especialidades posteriormente. “Já fizemos o credenciamento para outros perfis de carretas para fazer tomografia, por exemplo. Nossa ideia é também ter programação de radiografias nas regiões do Brasil onde é mais necessário cirurgia oftalmológica”, destacou. O programa Agora tem Especialistas é uma iniciativa criada para ampliar o acesso e reduzir o tempo de espera na atenção especializada. Estão previstas 150 carretas circulando por todo o país até 2026.  As unidades móveis de atendimento especializado já iniciaram a operação em municípios do Amazonas, Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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