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Moradores do Santa Luzia, na Cidade Estrutural, comemoram chegada da rede elétrica regular

As obras de implantação da rede elétrica no bairro Santa Luzia, na Cidade Estrutural, vão regularizar o fornecimento de energia para 4.618 famílias e marcam uma nova etapa no processo de urbanização da região. A Neoenergia Brasília está instalando 683 postes e 30 quilômetros de rede elétrica como parte do programa Energia Cidadã, vinculado ao programa Energia Legal, do GDF. Com investimento de R$ 9 milhões, as obras trazem mais segurança para a comunidade local. Segundo o diretor-superintendente de Relacionamento com o Cliente da Neoenergia Brasília, Gustavo Álvares, a chegada da energia regular em Santa Luzia representa mais do que infraestrutura. “É um avanço na dignidade e na cidadania dessas famílias. Estamos comprometidos em levar energia segura, de qualidade e com responsabilidade social para quem mais precisa”, afirma. A CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes) acompanha os trabalhos e projeta a ampliação da rede de iluminação na região. “Expandir a iluminação pública é uma diretriz do GDF. A nova rede vai permitir a instalação de luminárias com tecnologia moderna, garantindo mais conforto e segurança à população”, afirmou o diretor de Modernização e Obras, Mauro Landim. Com investimento de R$ 9 milhões, as obras trazem mais segurança para a comunidade local | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A obra foi recebida com expectativa pelos moradores. Edilson Figueiredo, presidente de uma associação de moradores, ressalta o diálogo entre a comunidade e o poder público. “O governador e a administração têm ouvido nossas demandas. Agora estamos vendo a chegada da energia regular e outras melhorias, como o transporte e o calçamento. É uma conquista construída com diálogo”, disse. Para Paulo Lafaiete de Lima, que dirige uma creche no bairro, a obra representa um avanço essencial. “Antes, a energia era instável e colocava em risco os equipamentos. Agora, teremos fornecimento seguro e iluminação nas ruas”, explicou. O administrador do SCIA e Estrutural, Alceu Prestes de Matos, explica que a chegada da rede elétrica regular representa o fim de um impasse de mais de duas décadas. “A comunidade vivia com ligações clandestinas e risco constante de acidentes. Agora, com a rede oficial, as famílias passam a ter segurança, dignidade e endereço fixo”, disse o administrador. “A rede elétrica é a base para o avanço das demais intervenções. O GDF está consolidando um projeto de urbanização duradouro para o Santa Luzia”, concluiu. Morador do Santa Luzia há oito anos, Auricélio Aguiar Ferreira avalia que a regularização muda para melhor a rotina de quem vive na região O ajudante de obras Gerson dos Santos Nascimento, morador há mais de 20 anos, resume o sentimento coletivo. “A gente esperou muito por isso. Agora tem eletricidade de verdade, segurança e esperança de novas melhorias”, disse. Desde o início de 2025, o programa Energia Legal já beneficiou 11 mil famílias em dez regiões administrativas, com investimento total de R$ 36 milhões. Nos últimos três anos, o programa alcançou 37 mil famílias e cerca de 140 mil pessoas. A meta do GDF é chegar a 40 mil famílias regularizadas até 2030, com aporte estimado em R$ 150 milhões. Morador do Santa Luzia há oito anos, Auricélio Aguiar Ferreira avalia que a regularização muda a rotina de quem vive na região. “Antes era escuro e perigoso. Com a rede oficial, vem segurança e valorização do bairro”, comentou. Já a dona de casa Lilian Pereira destaca o impacto para as mulheres. “Com a iluminação, a gente vai poder circular com mais tranquilidade à noite. É uma mudança importante para quem trabalha e volta tarde”, afirmou.

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Licenciamento de obras é tema de circuito de palestras em novembro

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) promove, a partir de 6 de novembro, o 2º Circuito de Palestras sobre Licenciamento de Obras no Distrito Federal. Estão programadas oito palestras, presenciais e gratuitas, até 27 de novembro, tendo como público-alvo profissionais de arquitetura e engenharia e estudantes da área. Programação do circuito | Arte: Divulgação/Seduh O evento, coordenado pela Central de Aprovação de Projetos (CAP), terá palestrantes da Seduh, além de outros órgãos relacionados ao licenciamento de obras, como a Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), o Departamento de Trânsito (Detran-DF) e o Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF). A programação esclarece leis, procedimentos e etapas relacionados ao licenciamento. Entre as abordagens, destacam-se Código de Obras, Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB), Polo Gerador de Viagens (PGV). [LEIA_TAMBEM]“Será uma grande oportunidade para que os responsáveis técnicos que atuam na área possam tirar dúvidas sobre as legislações e as etapas do licenciamento de obras diretamente com os profissionais do governo”, avalia Natalia Dutra, chefe do Licenciamento de Obras da Seduh. “Além disso, para os estudantes de arquitetura e engenharia, essa é uma possibilidade de entrar no mercado já com esse conhecimento.” As palestras ocorrerão na parte da tarde, das 14h às 18h, na sede da Seduh, no auditório do 18º andar do Edifício Number One, localizado no Setor Comercial Norte (SCN), Quadra 1,Bloco A, Asa Norte. Ao término do 2º Circuito de Palestras, serão emitidos certificados de participação aos participantes que atingirem frequência mínima de 75%. As vagas são limitadas, e os interessados deverão preencher o formulário de inscrição neste link. *Com informações da Seduh-DF

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Comitê gestor do Observatório de Violência contra a Mulher e Feminicídio debate planejamento para 2026

O comitê gestor do Observatório de Violência contra a Mulher e Feminicídio realizou, nesta quarta-feira (22), a sexta reunião para discutir o andamento das ações previstas para 2026, a atualização dos dados e a nomeação dos novos membros do colegiado. A Secretaria da Mulher (SMDF) é responsável por receber e publicar os dados, além de articular parcerias, enquanto o comitê analisa as informações e divulga os resultados a cada trimestre. Segundo a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, a iniciativa fortalece a promoção da igualdade de gênero e a proteção dos direitos das mulheres. “O Observatório visa reunir dados para formular e avaliar políticas públicas de combate à violência. A ideia é que trimestralmente sejam atualizados os dados relativos à mulher, abrangendo áreas como escolaridade, saúde, emprego, programas sociais e segurança pública”. A sexta reunião do comitê gestor do Observatório de Violência contra a Mulher e Feminicídio discutir o andamento das ações previstas para 2026, a atualização dos dados e a nomeação dos novos membros | Foto: Divulgação/SMDF Para assegurar representatividade e eficácia ao Observatório, além da SMDF, o comitê gestor é composto por representantes de órgãos e entidades estratégicos, como o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), a Secretaria de Educação (SEEDF) e a Secretaria de Saúde (SES-DF), entre outros. Nos seis primeiros meses deste ano, a rede de atendimento à mulher registrou 24.983 atendimentos psicossociais, acolhendo 11.226 mulheres em situação de vulnerabilidade. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou a importância do Observatório, que oferece diagnósticos aprofundados e mais transparência sobre a situação da violência doméstica no DF. “O objetivo é consolidar a pauta da mulher aqui no Distrito Federal. O portal é para toda a população. Nesses encontros priorizamos os ajustes e as melhorias na plataforma, que reúne o número de atendimentos da SMDF, ações dos Comitês de Proteção e toda a rede de apoio”. [LEIA_TAMBEM]O painel conta ainda com a colaboração de órgãos públicos federais, estaduais e municipais, além de organismos internacionais, reforçando sua abrangência e relevância no combate à violência de gênero. Para a secretária-executiva da SMDF, Jackeline Aguiar, o acesso à informação é uma ferramenta de proteção: “Com esses dados atualizados, conseguimos formular as políticas públicas para as vítimas de violência. O Estado traz o acolhimento que salva vidas. Queremos avançar ainda mais nas nossas ações. Com a tecnologia e a análise mais assertiva dos equipamentos disponíveis, fazemos o planejamento das iniciativas para 2026”. Os dados atualizados estão disponíveis ao público no portal do Observatório, permitindo que qualquer cidadão acesse informações sobre as ações de enfrentamento à violência. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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